Boto-cinza morto é encontrado em praia de Anchieta, ES

Ele foi levado para o Instituto Orca, em Guarapari, onde as causas da morte serão investigadas.

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Boto-cinza morto na praia central de Anchieta (Foto: VC no ESTV)
Boto-cinza morto na praia central de Anchieta (Foto: VC no ESTV)

Um boto-cinza morto foi encontrado na Praia Central de Anchieta, no Sul do Espírito Santo, na manhã deste sábado (5). O corpo foi levado para o Instituto Orca, onde as causas da morte serão investigadas.

A cena chamou a atenção de quem caminhava pela praia nesta manhã. O corpo do animal apresentava ferimentos.

A Prefeitura de Anchieta informou que a brigada ambiental foi acionada, retirou o animal da areia e levou para o Instituto de Pesquisa e Conservação Marinha (IPCmar), que fica em Guanabara, Anchieta.

De lá, uma equipe levou o animal para o Instituto Orca, em Guarapari. No local, ele passará por uma análise técnica, que vai apontar a causa da morte.

O ambientalista Lupércio Barbosa, do Instituto Orca, explicou que a causa mais comum de morte de animais como esse é o afogamento, pois eles ficam presos em redes de pesca, principalmente de pescadores artesanais.

De acordo com o IPCmar, é comum o aparecimento de botos-cinza na região nesta época do ano, que é o período de acasalamento.

Baleias

Uma baleia jubarte viva encalhou na Praia de Urussuquara, em Linhares, no Norte do Espírito Santo, nesta sexta-feira (4). O animal é considerado quase adulto e tem aproximadamente nove metros. Um equipe técnica recolheu o bicho.

Nos últimos dias, outros animais apareceram encalhados em praias do estado.
Um filhote de baleia jubarte, recém-nascido, foi encontrado no sábado (29), dentro da área do Parque Paulo Cesar Vinha, em Guarapari, em um local de difícil acesso. O animal media quase quatro metros de comprimento e estava com algumas lesões no corpo.

E uma baleia de 11 metros apareceu morta na tarde de sábado (29), em Marataízes, no litoral Sul do Espírito Santo. O animal foi enterrado na terça-feira (1), após uma operação que durou mais de cinco horas.

Por Juliana Borges

Fonte: G1

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