Foto: Facebook/Bairro Pilarzinho

Cachorro é queimado por morador e vizinhos arrecadam dinheiro para salvá-lo

A comunidade do Bairro Pilarzinho, em Curitiba, PR, está mobilizada para arrecadar recursos e tentar salvar a vida de um cachorro que foi queimado por um morador. O animal está internado em uma clínica veterinária desde a madrugada da última segunda-feira (12) e o estado de saúde dele é delicado. Por enquanto, os custos da internação e de medicamentos já passaram de R$ 1 mil.

Segundo a moradora Ticiani Mattos, que recolheu o cachorro e o levou à clínica, o caso ocorreu por volta da 1h30. Um homem enrolou o animal em um pano molhado em querosene e ateou fogo. Ao perceberem o fato, vizinhos apagaram as chamas com água e encaminharam o animal ao veterinário.

Na página “Bairro Pilarzinho” no Facebook, Ticiani iniciou uma mobilização para custear as despesas com o tratamento do animal. Até agora, os gastos somam R$ 1.063, sendo duas diárias de R$ 200 cada uma e o restante entre atendimento, materiais e medicamentos. Nas redes sociais, ela deixou telefone e uma conta bancária para quem quiser contribuir no tratamento do cachorro.

“O estado dele é bem complicado, mas tenho certeza que ele vai sobreviver. Daí vou adotá-lo”, afirma Ticiani. Questionada se o animal já tem um nome, ela disse que chegou tão nervosa à clínica que sequer conseguiu pensar nisso.

Já sobre o responsável pelo ataque, ela disse que se mudou recentemente para a região e mora sozinho. Após o ocorrido, vizinhos teriam tentando linchá-lo, mas a mãe do rapaz foi chamada e alegou que ele teria problemas psiquiátricos. Desde então, ele não foi mais visto no local.

Fonte: Gazeta do Povo


Nota do Olhar Animal: Alguém com problemas psiquiátricos que é capaz de atear fogo a um animal precisa ter sua liberdade restringida de modo a não ter acesso a animais e, talvez, a pessoas. Bem como precisa de um tratamento urgente. E deve ser analisada a responsabilidade de seus pais pelo crime cometido pelo filho.

A matéria não informa sobre meios de contatar os responsáveis pelo resgate, nem dados para contribuição financeira para o tratamento.

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