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Quatro araras-canindé soltas na zona rural retornam à área urbana de Araras, SP

No início de janeiro, 19 aves da mesma espécie foram soltas no campo. Aparições dos animais têm ganhado destaque também nas redes sociais.

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Em Araras (SP), quatro araras-canindé soltas no começo do mês na zona rural voltaram à cidade e geraram curiosidade nos moradores, que estão preocupados com as aves. Frequentes, as aparições ganharam destaque nas redes sociais.

No início de janeiro, 19 araras da espécie foram soltas após passarem uma temporada no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres. Quando estavam prontas para a liberdade, foram devolvidas para a natureza. No entanto, algumas voltaram para a área urbana.

Na cidade, tem sido comum encontrar as aves. Uma delas apareceu em frente a uma escola. “A gente chegou pela manhã, começou um tumulto ali na frente porque a arara estava em um fio. Ficamos preocupados, temendo que ela pudesse ser eletrocutada”, relatou a funcionária pública Andreza Reis, que ainda não tinha visto uma arara solta na natureza. “Me senti bem porque é um privilégio poder ver um animal bonito tão de perto no dia a dia”, completou.

Uma outra arara foi vista na fiação elétrica na Rua Tiradentes, principal corredor comercial no Centro. A balconista Milena Aparecida Fischer também ficou preocupada. “Eu estava comendo um lanche, percebi que ela notou o alimento na minha mão e ficou querendo. Fiquei preocupada por ela estar com fome e, de repente, pode acabar ingerindo algo que não faça bem”, contou.

A veterinária do Projeto Pró-Arara, Fernanda Magajevski, diz que apesar de terem escolhido o Centro para morar, as araras correm poucos riscos. “Ela corre o mesmo risco que todos os animais soltos correm. Apesar de que a Arara é um animal muito inteligente e esperto. Escutamos que uma senhora tentou chegar perto e ela bicou, então sabem se defender. Sabemos também que ela já está há uma semana na cidade, voando e tranquila. Então é sinal de saúde”, afirmou.

Projeto

Vítimas de tráfico e maus-tratos, 70 aves silvestres foram devolvidas à natureza em Araras, no dia 7 de janeiro. Destas, 19 eram araras da espécie Canindé e 51 papagaios que haviam sido capturadas por traficantes. A ação foi desenvolvida pelo projeto Pró-Arara, que é uma parceria da Prefeitura e o Instituto Brasileiro de Proteção da Natureza. Foi a primeira vez que as aves são soltas na cidade.

Atualmente só um pequeno grupo está no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, que recebe as aves vítimas de maus-tratos de traficantes desde o ano passado. No local os pássaros recebem cuidados veterinários, além de alimentação balanceada. Os pássaros que foram soltos receberam cuidados por 4 meses.

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Fonte: G1

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Número de animais silvestres atropelados na BR-262/MS cai pela metade

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Os controladores de velocidade instalados há aproximadamente um ano, na BR-262/MS, vem trazendo bons resultados à fauna da região. Em alguns pontos foi possível registrar uma queda de 59% de incidências de atropelamento de animais silvestres. Confira os dados da Universidade Federal do Paraná, por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (UFPR/ITTI).

A quantidade de animais silvestres atropelados na BR-262/MS, entre os municípios de Anastácio e Corumbá, caiu 59% próximo aos controladores de velocidade instalados. O dado é da Universidade Federal do Paraná que, por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (ITTI), é responsável pelo Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna na região.

Entre os meses de julho e agosto de 2014, a equipe registrou, em média, o atropelamento de dois animais silvestres no trecho de 284 km da BR-262/MS coberto pelo Programa. O número de acidentes envolvendo animais foi reduzido se comparado com o mesmo período do ano de 2011, nos pontos onde hoje há controladores de velocidade. Para a análise, os pesquisadores do ITTI avaliaram a eficiência dos controladores de velocidade na redução dos atropelamentos de animais a partir das distâncias de 500 m, 750 m, e 1000 m, antes e depois de cada radar.

Com isso verificou-se a redução de aproximadamente 59% de atropelamentos em distâncias de 500 m antes e depois dos radares. Nas maiores distâncias houve a redução de 44,1% de mortes de animais silvestres há 700 m e 34,6% nos 1000 m após os redutores de velocidade.

Na última semana, uma onça-pintada jovem foi atropelada na rodovia próximo à ponte do Rio Paraguai. Os mamíferos estão entre as principais vítimas dos acidentes envolvendo a fauna na região, somando 72% dos registros de atropelamento, seguidos de 16% de répteis e 12% de aves. Entres as espécies que com maior registro de ocorrências estão: o lobinho (16,32%), o tamanduá-mirim (8,29%) e o jacaré-do-pantanal (8,81%).

De acordo com o estudo realizado pela UFPR/ITTI, a incidência de acidentes envolvendo animais silvestres aumenta conforme o motorista se distancia dos radares, o que evidência que o desrespeito à velocidade máxima permitida na rodovia é um dos fatores que influência nessas ocorrências.

Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna

O monitoramento é realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura (UFPR/ITTI) desde 2011. No primeiro ano, o programa catalogou 610 animais atropelados entre Anastácio e Corumbá. Uma vez por semana um integrante da equipe percorre o trecho de 284 km entre os dois municípios catalogando os animais silvestres atropelados.

Com base nos dados e pesquisa com usuários da rodovia, que identificou que a imprudência dos motoristas é uma das principais causa de acidentes envolvendo a fauna, a UFPR/ITTI fez a Proposta de Dispositivos de Proteção à Fauna, que inclui em seu programa a implantação de radares nos trechos onde ocorrem mais atropelamentos, além da colocação de telas e do corte da vegetação mais densa que prejudica a visibilidade do motorista. Até o momento 20 radares já foram instalados.

Fonte: Correio de Corumbá

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Após 17 anos de estudo, cientistas identificam animal que imita até 15 espécies na Ásia

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Foram 17 anos de tentativas para que, finalmente, especialistas identificassem um animal marinho muito peculiar que teve contato com o ser humano pela primeira vez apenas em 1998. Chamado de polvo mimético, ele habita as águas do sudeste da Ásia e possui a impressionante capacidade de imitar outras espécies.

De acordo com especialistas, a característica é bastante peculiar, mas não inesperada. Isso porque polvos são considerados animais marinhos com impressionante capacidade de adaptação aos ambientes onde vivem, inclusive através da imitação. De qualquer modo, o polvo mimético impressiona pela agilidade com a qual age.

A peculiaridade que mais chama a atenção dos especialistas neste caso é que o polvo mimético não imita apenas as características físicas de outros animais. Após estudos, cientistas comprovaram que essa espécie imita também o comportamento de outros 15 animais marinhos. Entre os imitados estão corais, linguados, peixe-leão e as cobras de Bali, consideradas muitíssimo perigosas.

Fonte: Yahoo!

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Filhote de bugio é resgatado no interior de SP

Primata foi encontrado muito machucado, teve membro amputado e já se tornou novo mascote da instituição Mucky, em Itu (SP), onde vivem cerca de 250 primatas

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Com pouco mais de dois meses e incapaz de se mover, um filhore de bugio foi abandonado numa caixa de papelão em Mairiporã (SP). Encontrado, a Guarda Civil Metropolitana do município o entregou à Polícia Ambiental, que o levou ao Projeto Mucky, onde o primata chegou em estado de choque.

“O bebê estava com miíase (bicheira) em diversas partes do corpo, fratura exposta no úmero do braço esquerdo e com o crânio aparente na parte superior da cabeça”, conta Lívia Bótar, coordenadora do Projeto Mucky. Na instituição, que abriga atualmente cerca de 250 primatas com histórias semelhantes, ele recebeu atendimento e passou por uma cirurgia para amputação do braço. Hoje, em recuperação, é o novo mascote do projeto.

Sobre o Projeto Mucky

Projeto Mucky é uma ONG que beneficia primatas brasileiros de diversas espécies. Criado em 1985, o Projeto socorre, recupera, mantém, pesquisa e busca a procriação das espécies em risco, além de almejar a reintegração dos animais à natureza. O projeto também combate o tráfico e comercialização de animais silvestres, por meio da educação ambiental.

Sediado em Itu (SP), em uma área de mais de 20 mil m2, em Itu (SP), já recuperou mais de mil primatas e atende atualmente cerca de 250 animais.

Fonte: Globo Rural

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Tamanduá-mirim é resgatado em casa da zona norte de Londrina, PR

Por Alexandre Sanches

Uma tamanduá-mirim jovem foi resgatado na tarde de domingo (25), em uma casa do Conjunto Aquiles Stenghel, na zona norte de Londrina. A fêmea é considerado um animal jovem e pesa entre 3 a 4 quilos.

Segundo a porta-voz da Polícia Militar Ambiental – Força Verde, soldado Camila Reina, o morador da residência encontrou o animal, que estava bastante arisco, e acionou a PM Ambiental para fazer a retirada do tamanduá-mirim. Não se sabe como ele teria parado no imóvel, uma vez que a casa está localizada em uma área que não possui matas próximas.

Após ser analisada por um médico veterinário, o animal foi solto novamente em seu habitat, em uma mata próxima da região. “Não divulgamos o local específico para evitar capturas ilegais”, afirmou Camila Reina.

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Fonte: O Diário

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Argentina coloca 9 baleias-francas-austrais para adoção

Ao adotar, a pessoa pode conhecer a história de vida, acompanhar os estudos mais recentes sobre os cetáceos e contribuir com fundos à proteção dos animais

Mais de 4 mil pessoas de 20 países já adotaram simbolicamente uma baleia-franca-austral através do Instituto de Conservação de Baleias (ICB) da Argentina para contribuir com a pesquisa científica sobre esses animais, e agora outras nove selecionadas, de uma população de cerca de 3 mil que habitam o mar austral do país, também foram colocadas à adoção.

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“Todas elas foram escolhidas porque suas histórias sintetizam aspectos representativos desta espécie e têm distintas características”, explicou à Agência Efe Roxana Schteinbarg, coordenadora executiva e co-fundadora do instituto.

O comportamento, os grupos familiares, as ameaças e os perigos que enfrentam são algumas das questões que vivem cada uma destas baleias, explicou a especialista. Ao adotar, a pessoa pode conhecer a história de vida, acompanhar os estudos mais recentes sobre os cetáceos e contribuir com fundos à proteção dos animais e seu meio.

Com “personalidades” diferentes, Esperanza, Alfonsina, Antonia, Docksider, Espuma, Mochita, Troff, Serena e Victoria são as nove disponíveis para adoção, algumas acompanhadas pelos cientistas há mais de 40 anos.

“Espuma”, um macho albino parcial, filho de Docksider e neto de Antonia, nasceu em 1994. É um dos mais sociáveis e costuma se aproximar das embarcações de turistas que fazem passeios para vê-las, se tornando um dos mais famosos.

Outra que pode ser adotada é “Victoria”, fotografada pela primeira vez em 1972 na cidade de Península Valdés. Em 2001, “Victoria” teve uma barbatana batizada de “Garra” depois que ela se enroscou nas cadeias de ancoragem um catamarã, de onde foi resgatada a partir de grande operação. Em sua homenagem, 25 de setembro se tornou o Dia Nacional da Baleia na Argentina.

“Buscamos indivíduos que tenhamos um longo registro de observações”, especificou a co-fundadora.

A iniciativa de adoção de baleias está ligada à criação do Instituto e do Programa de Pesquisa Baleia-França-Austral, iniciado em 1970 pelo biólogo Roger Payne, que descobriu que as baleias podiam se identificadas pelo padrão de seus calos.

Há cinco modalidades de adoção com valores que variam de 60 a 200 pesos (de cerca de R$20 a R$ 60). Com isso, cada uma delas corresponde a um grau de aproximação com o animal, como protetor, familiar e padrinho.

“Antes de fundar o Instituto, conhecemos o doutor Payne, que começou o programa de foto-identificação baseado no acompanhamento de uma espécie a partir de suas marcas naturais”, disse Roxana.

O programa de adoção surgiu por este trabalho de identificação, no qual os cientistas do ICB fazem “algo como uma identidade das baleias-francas-austrais que visitam de abril a outubro a Península Valdés”, explicou Roxana.

De acordo com a pesquisadora, o instituto começou como uma forma voluntária de colaborar com o programa de identificação de baleias a partir da Argentina.

“Dependemos do apoio coletivo das pessoas para nos financiarem, e podermos avançar no conhecimento e em ações efetivas para a conservação”, acrescentou.

Depois de fazer a contribuição em dinheiro, cada “adotante” ganha do IBC um certificado com o nome impresso e a foto da baleia escolhida, um registro das observações realizadas, além de um material com informações gerais sobre a vida e as características destes mamíferos gigantes.

Além de ser uma fonte de recursos econômicos, o programa insiste na educação, já que permite aproximar a ciência dos estudantes e do público em geral. Desta forma, esta atividade funciona como uma ação para conscientizar e divulgar a importância de preservar a biodiversidade marinha.

Fonte: Terra

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Filhote de peixe-boi é encontrado encalhado na praia de Icapuí, CE

Por Cinthia Freitas

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Um filhote de peixe-boi encalhou na praia de Melancias, município de Icapuí, divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte, na manhã deste domingo, 25.

O animal, de aproximadamente 1,2 metros, foi encontrado por populares por volta das 8h, com várias escoriações pelo corpo.

Uma equipe do projeto Monitoramento Cetáceos da Costa Branca, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), foi acionada e realizou os procedimentos imediatos de estabilização do animal. De acordo com o coordenador do projeto, o biólogo Flávio Lima, o filhote foi retirado da praia e protegido do sol, além de receber hidratação via oral e alimentação com leite especial.

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Para o biólogo, os sinais de escoriações no corpo do animal são consequências do atrito com pedras, dentro do mar, já que o filhote ainda não consegue ter controle com a força das ondas.

Após o resgate, o mamífero foi encaminhado para o Centro de Reabilitação do Programa de Conservação de Mamíferos Marinhos, da ONG ambiental Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis), responsável pela recuperação e monitoramento desses animais resgatados no litoral cearense.

O filhote deve passar agora por um período de reabilitação, até ser devolvido para o mar.

O peixe-boi marinho é uma espécie em extinção. A divisa entre o Ceará e o Rio Grande do Norte é a área de maior ocorrência de encalhe de filhotes dessa espécie, segundo a Aquasis.

Em 2014, o número de encalhes de mamíferos marinhos no litoral cearense, incluindo área Leste, Oeste, Região Metropolitana de Fortaleza e divisa do Estado, foi de 68, sendo 63 cetáceos ( entre golfinhos e baleias) e cinco peixes-bois.

Serviço:

Resgate de animais encalhados

Projeto Monitoramento Cetáceos da Costa Branca

(84) 8843-4621

Fonte: O POVO Online

Ministério Público de Alagoas investiga mortandade de peixes no Rio Poxim, em Coruripe

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da Promotoria de Justiça de Coruripe e da 4ª Promotoria de Justiça da Capital, instaurou, nesta sexta-feira (23), um procedimento preparatório para investigar elevado índice de mortandade de peixes e a possível insuficiência de oxigênio no Rio Poxim, no município do litoral sul. A investigação terá o apoio operacional do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente do 1º Centro de Apoio Operacional do MPE/AL.

Segundo o Ministério Público, os órgãos de fiscalização ambiental desconhecem o motivo do desequilíbrio ambiental em Coruripe. Para as promotoras de Justiça Lavínia Fragoso, Hylza Paiva Torres de Castro e Gilcele Damaso de Almeida Lima, que comandam o estudo do caso, a situação do rio não só coloca em risco o meio ambiente, como também a saúde da população. No procedimento, elas requisitaram perícia de constatação de dano ambiental ao Instituto do Meio Ambiente (IMA/AL).

“Incumbe ao Ministério Público tomar todas as medidas necessárias para a implementação do equilíbrio ambiental, sejam elas positivas (provocando o Poder Público para a elaboração de planos, controlando a omissão pública e privada), sejam elas negativas (coibindo condutas dos diversos agentes envolvidos que de alguma forma intentem contra seus princípios)”, consideraram as promotoras na Portaria publicada hoje no Diário Oficial do Estado, que formaliza a instauração do procedimento.

Poluição sonora e maus-tratos aos animais

A 4ª Promotoria de Justiça da Capital instaurou nesta segunda-feira mais dois procedimentos preparatórios. Um deles vai apurar a denúncia de poluição sonora por parte da Igreja Avivamento da Fé, na Rua Emani Passos, no bairro do Tabuleiro dos Martins. De acordo com as informações que chegaram ao MPE/AL, o prédio estaria sendo construído sem autorização dos órgãos competentes e e também não teria instalações hidrossanitárias adequadas, de modo a ocasionar forte mau-cheiro e surgimento de vetores na região.

Já o segundo procedimento trata de representação formulada pela Comissão de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Alagoas (OAB), que denunciou a ocorrência de maus-tratos a animais no Condomínio Recanto dos Pássaros, no bairro do Benedeito Bentes. Segundo a OAB/AL, a violência contra os bichos atenta contra a proteção conferida a eles pela Constituição Federal, inclusive no tocante a proibição de submissão de animais à crueldade, bem como colocando em risco a saúde pública.

A promotora de Justiça Lavínia Fragoso determinou os dias 27 de fevereiro e 09 de março para realização de audiências públicas referentes à situação da Igreja Avivamento da Fé e dos animais no Condomínio Recanto dos Pássaros, respectivamente. Ambas as reuniões ocorrerão no prédio-sede da Procuradoria-Geral de Justiça, no bairro do Poço, às 10h.

Fonte: Aqui Acontece

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Animais têm morte misteriosa em área rural de Feira de Santana, BA

Por Alean Rodrigues

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A morte de carneiros  e cabras no distrito de Matinha, em Feira de Santana, tem deixado moradores intrigados e assustados. Os animais são encontrados  com perfuração no pescoço e, em alguns casos, não se acha nem rastro de sangue, o que acaba mexendo com a imaginação das pessoas. As mortes começaram este mês e já somam cerca de 20.

O último ataque ocorreu há 12 dias. No distrito, a 13 km da sede municipal, alguns dizem que os animais foram atacados por cachorros, outros afirmam ter sido maldade humana.  Mas, é inevitável a lembrança  dos já conhecidos  (e controversos) relatos sobre ataques de algum “chupa-cabra”.

“Acredito que algo está sugando o sangue deles, parece coisa maligna”, opinou  a lavradora Antônia Jesus da Mota. Ela perdeu sete animais e estima prejuízo em torno de R$ 3 mil. Diz que no dia 9, cinco ovelhas foram mortas. Todas tinham profunda perfuração no pescoço e algumas apresentavam marcas semelhantes a mordidas. No dia 11, outros dois animais que restavam foram mortos.

“Colocamos umas portas pesadas e telas no curral e, mesmo assim, eles foram atacados e sem nenhum barulho. Mas o que chama a atenção é como encontramos os bichos, sem sangue. Nem no local onde estavam os animais mortos tinha uma gota de sangue”, revela dizendo que não sai mais de casa à noite.

Polícia

O caso foi parar na 2ª delegacia, sob a responsabilidade do delegado Madson Sampaio (que está de férias). Um investigador ouviu as queixas  dos moradores. O aposentado Silvio Ferreira de Jesus perdeu cinco animais. Ao contrário do que ocorreu na propriedade vizinha, havia muito sangue.

“Encontramos primeiro o carneiro morto com uma perfuração no pescoço e sem marcas nenhuma. Depois, encontramos a ovelha caída no terreno do vizinho. Ela estava toda cortada, principalmente no pescoço. Um dos cortes arrancou o couro deixando as carnes para fora. Ela ainda aguentou 15 dias, mas depois morreu”, disse o aposentado.

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Fonte: A Tarde 

Nota do Olhar Animal: Que a ignorância (do mesmo tipo que atribui poderes malignos a gatos pretos) seja superada por uma boa investigação sobre o ocorrido e que seja descoberto se o fato se deve à ação de outro bicho ou de humanos.
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CMA realiza 1ª soltura de peixe-boi marinho de 2015 em Porto de Pedras, AL

Soltura do animal “Clara” será realizada pela Base Avançada do CMA em Porto de Pedras

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Dando sequencia aos esforços reintrodução, o CMA realizou nesta quarta-feira, dia 21 de janeiro, a primeira soltura de peixes-bois do ano de 2015. A soltura do animal “Clara” será realizada pela Base Avançada do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) em Porto de Pedras/AL e Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS/CMA/PE.

Clara é uma fêmea com idade estimada em 4 anos e 10 meses que foi encontrada encalhada na praia de Retirinho, município de Aracati/CE. Ela foi resgatada pela equipe da Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (AQUASIS) e translocada ao CMA/ICMBio (Itamaracá/PE) em uma aeronave bimotor do Governo do Ceará. Após reabilitação em Itamaracá, Clara foi transportada em abril de 2014 para o recinto de aclimatação no rio Tatuamunha, Porto de Pedras/AL, para que pudesse se adaptar as condições ambientais e assim aumentar as suas chances de sucesso na reintrodução. Após oito meses de aclimatação, Clara está em ótimas condições de saúde e poderá finalmente ganhar a liberdade.

Para que o projeto possa monitorar o animal após a soltura, são usados microchips e transmissores por satélite. O monitoramento objetiva acompanhar a adaptação de Clara à natureza, possibilitando intervenção da equipe se necessário. São ainda gerados dados que auxiliarão os pesquisadores a definir áreas importantes para a conservação da espécie.

O Programa de Manejo para a Conservação de Peixes-boi no Brasil teve início em 1994 com a reintrodução dos peixes-boi Astro e Lua em Paripueira/AL. Desde então, o Projeto Peixe-boi vem desenvolvendo uma trajetória de sucesso com a reintrodução de novos animais. Foram 20 translocações, totalizando 45 animais devolvidos à natureza entre os estados de Alagoas e Paraíba. Porto de Pedras/AL é a principal área de soltura no país, tendo a Base Avançada do CMA em Alagoas como principal executora das solturas e monitoramento destes indivíduos. Os objetivos da reintrodução destes animais na natureza são de recolonizar áreas ocupadas no passado, reconectar populações isoladas entre os estados de Alagoas e Pernambuco e aumentar a variabilidade genética destas populações, protegendo-as da extinção.

O Projeto Peixe-boi/ICMBio foi criado em 1980 e é executado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos – CMA. Em Alagoas, o CMA atua em parceria com a APA Costa dos Corais, através do Projeto Toyota APA Costas dos Corais, que conta com aporte financeiro da Fundação Toyota do Brasil e da Fundação SOS Mata Atlântica. O Instituto Mamíferos Aquáticos – IMA também apoia a execução do Projeto.

Fonte:Tribuna hoje