Ibama resgata leão que sofria maus-tratos em circo de Passa Tempo, MG

Animal, encontrado dentro de jaula pequena, tinha boa condição de saúde. Leão foi levado para sede do Ibama e será transferido para um zoológico.

Por Thulio Oliveira

Um leão foi resgatado de um circo que estava na cidade de Passa Tempo, na região Centro-Oeste de Minas, durante a manhã desta quarta-feira (3). De acordo com informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o animal foi encontrado em maus-tratos e o tutor teve que assinar um termo de apreensão.

O chefe do escritório Ibama, Adriano Garcia, disse que o leão é manso e de idade avançada. Informou ainda que o animal está em boas condições de saúde, mas que o local de hospedagem caracteriza maus-tratos. “Nós o localizamos após uma denúncia anônima na Linha Verde do Ibama. O estado de saúde ele é bom, mas a jaula em que ele estava preso era muito pequena para um animal deste porte, o que caracteriza maus-tratos”, explicou.

O chefe do escritório do Ibama ainda explicou que o proprietário do animal não ofereceu resistência durante a apreensão do leão. “Fomos atendidos pelo proprietário, que não ofereceu resistência e assinou o termo de apreensão do animal. Ele não será multado já que havia fiscalizações anteriores que comprovavam a regularidade do animal”, afirmou.

O leão foi encaminhado para a sede do Ibama em Lavras e posteriormente será transferido para um zoológico ou parque ecológico da região. Em casos de maus tratos, a população deve entrar em contato com a Linha Verde do Ibama pelo 0800 618080.

Lei proíbe uso de animais

No início deste ano o Governo de Minas sancionou a lei de nº 21.159/2014, que proíbe a presença de animais, sejam eles selvagens ou domésticos, nativos ou exóticos, em circos no Estado. Caso ocorra o descumprimento da lei, o infrator tem o animal apreendido e recebe multa que pode chegar até R$ 26 mil.

Fonte: G1

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Macacos são esquecidos em mata e começam a morrer de fome

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O Projeto Ambiental Mata dos Macacos de Santa Fé do Sul (SP) foi uma iniciativa de cunho conservacionista onde recebia a visita de turistas, escolas, universidades da região, estudiosos, ambientalistas e da população em geral.

Os principais atrativos do projeto eram os animais introduzidos em criadouros e o fragmento de floresta onde vivem as espécies de macacos: “prego” e “sagui”.

Além dos animais do projeto, também eram recebidos da polícia ambiental animais silvestres que foram apreendidos no mercado clandestino e foram vítimas de maus-tratos, ou que sofreram algum tipo de acidente em estradas e rodovias e onde recebiam tratamento e, após um período de recuperação eram reintroduzidos na natureza.

Após sete anos o idealizador do projeto, Nelson de Souza Lima o “Noka”, anunciou em fevereiro deste ano o encerramento das atividades do “Projeto Ambiental Mata dos Macacos”. Segundo Noka, ele decidiu acabar com o projeto em virtude do alto custo de manutenção sem que recebesse qualquer incentivo.

A partir do anuncio do fim do projeto uma questão foi levantada, quem cuidaria dos animais a partir de então, resultado ninguém, os animais foram abandonados à própria sorte. Fato é que não existe mais cuida dos macacos, especificamente da alimentação, a área conforme do conhecimento geral é particular, e segundo o proprietário o mesmo não dispõe de condições para tal tarefa.

Algumas pessoas que visitaram o local entraram em contato com nossa redação demonstrando indignação e muita preocupação com a situação encontrada, lembrando que a referida mata continua sendo divulgada como um dos cartões postais da nossa estância turística. De acordo com visitantes macacos estão morrendo de fome e até sede naquele local tão visitado e bem cuidado até pouco tempo.

“Ficamos impressionados com a condição dos animais, quando retiramos a água do carro que levamos para o nosso consumo os macacos avançaram no galão, dividimos a água e também tentamos dividir entre os animais os alimentos que levamos, é muito triste o que nos adultos e as crianças encontramos na mata”.

“O abandono é total, outras pessoas que estavam no local disseram que já encontraram macacos mortos na mata, algumas pessoas tem levado alimentos nos finais de semana, com certeza durante a semana a situação deve ser critica aos animais pela fome e sede”. finalizou o visitante. Outros animais estão morrendo atropelados na pista quando saem em busca de alimentos.

O local onde funcionava a lanchonete anteriormente encontra-se alugado no momento. Diante da situação o que será feito agora, quem vai assumir a manutenção dos animais, será que estavam esperando os maus-tratos pela fome e sede começar para acordarem, inclusive morrendo alguns macacos.

Fonte: Região Noroeste

Zoológicos

Na presente data em que escrevo este texto, 20/08/14, me dirijo à Limeira (SP) para ministrar palestra sobre animais de zoológicos. Trata-se de um tema sobre o qual sempre nos cabe refletir, ainda mais quando são tantas denuncias e tantos incidentes envolvendo esses empreendimentos que nos chegam a cada dia.

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Costa Rica torna-se o primeiro país da América Latina a encerrar os seus jardins zoológicos

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Graças a uma nova consciência ambiental emergente que questiona o domínio do homem sobre as demais espécies e o planeta, a Costa Rica, um pequeno país em termos de extensão territorial, mas com uma grande riqueza de biodiversidade (estima-se em 4% das espécies conhecidas no planeta, aproximadamente meio milhão), decidiu encerrar os seus zoos e convertê-los em parques urbanos e jardins.

Cerca de 400 animais, de 60 espécies diferentes, até Março passado retidos em cativeiro, foram libertados nos seus habitats naturais ou nos casos em que a readaptação não seja possível, encaminhados para santuários de organizações de resgate.

Esta consciência ambiental do governo da Costa Rica levou também o seu ministro do ambiente a declarar recentemente, em Pequim, que o seu país traçou como objectivo ser o primeiro país do mundo a tornar-se “carbono neutro”, em 2021.

Fonte: PAN (Portugal) / mantida a grafia original

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ONG resgata elefante aprisionado por 50 anos e animal chora

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Sabia que elefantes podem chorar? O paquiderme Raju derramou lágrimas ao ser resgatado na última sexta-feira por uma organização não governamental, depois de 50 anos aprisionado, na Índia. O animal vivia acorrentado pelas patas e era usado pelo tutor para pedir dinheiro. A ONG britânica Wildlife SOS fez uma operação conjunta com a polícia local para libertar o bicho durante a madrugada.

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Foram 10 veterinários, 20 guardas florestais e seis policiais envolvidos no resgate do elefante. “A equipe ficou completamente abismada de ver as lágrimas rolarem durante o resgate. Foi absurdamente emocionante para todos nós. Nós sentimos que ele percebeu que seria liberado”, contou a porta-voz da ONG, Pooja Binepal, em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. “Elefantes não são só imponentes, mas também muito inteligentes, que já mostraram ter sentimentos de luto. Só podemos imaginar o que meio século de tortura fez com ele”.

Segundo o relato de Pooja, o elefante nunca tinha vivido afastado das correntes. A Wildlife SOS soube da existência de Raju exatamente um ano antes de conseguir liberá-lo. Eles buscaram confiscar o animal por vias judiciais. O processo foi atrasado porque o dono do elefante não tinha nenhuma documentação de posse do animal. “O Raju deve ter sido capturado quando era filhote e foi vendido de mão em mão. Nós acreditamos que ele tenha tido incríveis 27 donos”, explicou.

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“Quando o localizamos, em julho de 2013, suas condições eram patéticas. Ele não tinha abrigo à noite e era usado para pedir dinheiro para turistas. Ele não era alimentado adequadamente, então os turistas lhe davam doces. Devido ao seu estado de fome e exaustão, ele começou a comer as embalagens de papel e plástico.

Assim que eles receberam a autorização judicial, a equipe fez a operação de resgate. O elefante estava muito ferido, sobretudo na região das patas que ficava acorrentada e está cheia de abcessos. “Será um processo longo de reabilitação, queremos ensiná-lo que os humanos não são símbolos só de dor e brutalidade, mas vai demorar. Quando estiver pronto, vai começar a conviver com outros dois elefantes, Rajesh e Bhola, que também sofreram uma crueldade indescritível”, explicou.

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Fonte: Extra

Jennifer Aniston, atriz, diretora e produtora norte-americana.

Por causa animal, Jennifer Aniston se recusa a ir ao Japão

Atriz é contra a caça de golfinhos existente no país.

Jennifer Aniston, atriz, diretora e produtora norte-americana.

Jennifer Aniston, 45, não pretende pisar no território japonês tão cedo. Segundo o site norte-americano RadarOnline, a atriz se recusa a ir ao Japão devido à de caça de golfinhos no país.

A prática é bastante popular do outro lado do mundo. Porém, desde que assistiu ao documentário The Cove (2009), que mostra a pesca e caça dos golfinhos, Jennifer não quer mais visitar o local.

“Ela viaja pelo mundo para promover seus filmes, mas há uma exceção forte: o Japão”, disse uma fonte próxima da atriz. A mesma pessoa ainda afirmou que Jennifer não assina nenhum contrato de trabalho que a obrigue a viajar para lá.

A atriz se envolveu tanto pela causa que até apoiou a fundação Dolphin-friendly PSA para a proteção desses animais. “Ela não irá para o Japão até que as leis do país mudem”, disse a fonte para o RadarOnline.

Fonte: Revista Quem

(Foto: divulgação)

MG: proibida a utilização de animais em espetáculos circenses

Sanção à Lei 21.159, de 2014, que proíbe a apresentação, a manutenção e a utilização de animais em espetáculos circenses, foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais do último sábado (18/1/14). A norma, de autoria do deputado Alencar da Silveira Jr (PDT), tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) como Projeto de Lei 4.787/13. 

A lei proíbe o uso de quaisquer animais, sejam eles selvagens ou domésticos, nativos ou exóticos, em espetáculos circenses no Estado. O descumprimento da lei sujeita o infrator às penalidades de apreensão do animal e multa de 10.000 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs). Para o exercício de 2014, uma Ufemg equivale a R$ 2,6382. Desse modo, a multa de 10 mil Ufemgs será de R$ 26.382,00.

Veja a íntegra da lei clicando aqui.

Fonte: Assembleia Legislativa de Minas Gerais