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SP: São Caetano inicia campanha de vacinação antirrábica

Campanha começa nesta terça-feira (08/09) e vai até o dia 27 deste mês. Proprietários poderão levar seus animais em diversos postos espalhados pela cidade (veja lista).

Por Fernando Aragão

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria de Saúde de São Caetano do Sul iniciou nesta terça-feira (8/9), no Estádio Municipal Anacleto Campanella, no Bairro Olímpico, a Campanha de Vacinação Antirrábica, que ocorrerá até o dia 27 deste mês, das 9h às 15h30. Neste período, os donos poderão vacinar seus animais de estimação (cães e gatos) em diversos postos espalhados pela Prefeitura (lista abaixo). Nos dias da ação, os veterinários do CCZ estarão de plantão. Mais informações pelo telefone 4238-8170.

RAIVA – A raiva é uma doença cuja transmissão mais frequente é feita pela mordedura ou pela arranhadura do animal, assim como pela lambedura de pele com ferimento já existente. Nos bichos, a enfermidade ataca o sistema nervoso central e, no homem, os sintomas, que podem levar até a morte, são paralisia dos membros inferiores, febre, mal-estar, depressão mental, agitação e salivação intensa. A meta do município é a de imunizar 10 mil animais.

CONFIRA A RELAÇÃO DE DATAS E LOCAIS:

9/9 (quarta-feira)
Bairro Santa Maria: Rua General Humberto de Alencar Castelo Branco, 501
Parque Municipal Talita Thomé Tomarevsky – Guaiamú

10/9 (quinta-feira)
Bairro Centro: Rua Baraldi x Rua Manoel Coelho x Rua Rio Grande do Sul
Praça Cardeal Arcoverde

11/9 (sexta-feira)
Bairro São José: Rua Padre Mororó, 425
Próximo à Paróquia Sagrado Coração de Jesus

12/9 (sábado)
Bairro Mauá: Rua Justino Paixão, 141
Centro de Controle de Zoonoses
Bairro Prosperidade: Praça da Riqueza
Próximo à Paróquia Nossa Senhora da Prosperidade
Bairro Fundação: Rua Araraquara x Rua João Domingos Perrella
Próximo à EMEI João Barile

14/9 (segunda-feira)
Bairro Oswaldo Cruz: Rua Castro Alves, 781
Paróquia Nossa Senhora da Candelária

15/9 (terça-feira)
Bairro Barcelona: Rua Oriente, 501
Em frente à EMEF 28 de Julho

16/9 (quarta-feira)
Bairro Santo Antônio: Rua Maranhão, 96
Associação Recreativa e Esportiva dos Servidores Municipais (Aresm)

17/9 (quinta-feira)
Bairro Santa Paula: Avenida Goiás, 950
Praça Di Thiene

18/9 (sexta-feira)
Bairro Fundação: Praça Comendador Ermelindo Matarazzo
Pátio da Paróquia São Caetano

19/9 (sábado)
Bairro Santa Maria: Avenida Presidente Kennedy, 2.000
Cidade das Crianças
Bairro São José: Rua Ângelo Aparecido Radim, 90
Parque Municipal Catarina Scarparo D’Agostini – Chiquinho

21/9 (segunda-feira)
Bairro Prosperidade: Praça da Riqueza
Próximo à Paróquia Nossa Senhora da Prosperidade

22/9 (terça-feira)
Bairro Boa Vista: Rua Sebastião Diogo, 99
CER Luiz Baraldi – Clube Gisela

23/9 (quarta-feira)
Bairro Nova Gerty: Rua Juruá x Rua Tocantins
Paróquia Nossa Senhora das Graças

24/9 (quinta-feira)
Bairro Cerâmica: Rua Casemiro de Abreu x Rua Engenheiro Armando Arruda Pereira
Praça do Forno – Espaço Cerâmica

25/9 (sexta-feira)
Bairro Santa Paula: Avenida Goiás, 2.101
Praça dos Expedicionários – Em frente ao Corpo de Bombeiros

26/9 (sábado)
Bairro Mauá: Rua Justino Paixão, 141
Centro de Controle de Zoonoses

Bairro Boa Vista: Rua Visconde Inhaúma
Praça da Figueira
Bairro Nova Gerty: Rua Vieira de Carvalho x Rua Capivari
Praça Lucindo Cândido

27/9 (domingo)
Bairro Mauá: Rua Justino Paixão, 141
Centro de Controle de Zoonoses

Bairro Olímpico: Avenida Presidente Kennedy x Avenida Tijucussú
Praça Oswaldo Martins Salgado (dos Imigrantes) – Chafariz

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Imunização de cães e gatos ocorrerá até o dia 27 deste mês em diversos postos da Prefeitura.

Fonte: ABC do ABC / PMSCS

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135 mil cães e gatos devem ser vacinados em Teresina, PI

Dia D da campanha de imunização acontece neste sábado na zona urbana de Teresina.

Por: Natanael Souza

No próximo sábado, dia 12 de setembro, acontece o Dia D da campanha de vacinação contra a raiva na zona urbana de Teresina. A meta da Gerência de Zoonoses (Gezoon), da Fundação Municipal de Saúde (FMS), é imunizar mais de 135 mil cães e gatos em toda a capital. São 374 postos de vacinação espalhados por todas as regiões da cidade e que vão atender a população, das 8h às 17h.

“Se o animal for de grande porte, o ideal é que um adulto o leve, de preferência utilizando coleira e focinheira para evitar transtornos com outros animais. Os profissionais estão preparados para aplicar a vacina em todos os animais”, explica o coordenador da campanha de vacinação antirrábica em Teresina, o médico veterinário Luiz Harliton.

PI Teresina vacinados

Para garantir a agilidade no atendimento em todos os postos no dia da vacinação, a Gerência de Zoonoses cadastrou e treinou voluntários, sendo 713 vacinadores e 459 anotadores. “Infelizmente, o nosso quadro de funcionários não é o suficiente para suprir toda a demanda da capital. Por conta disso, fazemos esse treinamento, para os interessados em atuar como voluntários”, explica Luiz Harliton.

No próximo sábado, apenas os bairros da zona urbana da cidade vão receber as equipes da Gerência de Zoonoses para a vacinação. O Dia D da campanha na zona rural de Teresina acontece em 26 de setembro e 3 de outubro. 

A Raiva 

A vacina antirrábica protege os animais contra o Lyssavirus, causador da raiva – infecção mortal que atinge mamíferos e é transmitida ao ser humano através da saliva de animais infectados. O último caso de raiva canina registrado em Teresina aconteceu no ano de 2011. Já em seres humanos, desde 1986 não há registros da doença na cidade. 

O coordenador da campanha de vacinação antirrábica afirma que, apesar de controlada no município, é importante que os tutores de animais domésticos fiquem alerta e levem os cães e gatos para tomar a vacina. “Os mamíferos que estão mais próximos do homem são os animais de estimação, que podem ser transmissores desse vírus. Por isso, intensificamos a prevenção contra a doença”, ressalta.

Fonte: Portal O Dia

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SP: Prefeitura de Araraquara pretende castrar dois animais por dia, gratuitamente

Somente famílias de baixa renda terão acesso a serviço; quantidade ainda é insuficiente para evitar procriação em massa.

Por Wellinton Oliveira

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Em um terreno baldio no bairro Vale do Sol ‘moram’ 14 gatos, em sua maioria fêmeas, que são cuidados pela dona de casa Fátima Lopes, de 48 anos. Ela não deixa faltar-lhes ração nem água, mas reclama que não consegue castrá-los e, assim, evitar que procriem. São dois os motivos: o primeiro é que são ariscos e difíceis de capturar; o segundo é que ela teria de pagar, no mínimo, R$ 50 por cada castração. “No início, eram apenas três fêmeas, mas acabaram procriando e, hoje, já são 14. Imagine o quanto esse número não pode aumentar se eles não forem castrados?”, questiona.

SEM CUSTEIO PÚBLICO – Fátima enfrenta o mesmo problema de muitos cuidadores e proprietários de animais na cidade. Nos últimos dois anos, a Prefeitura não investiu em campanhas de castração de animais. A última delas foi realizada em 2013 e resultou em 919 animais castrados.

De lá para cá, a única contribuição do Município tem sido cumprir com o pagamento do contrato com o canil da Clínica Siciliano, que tem por dever castrar os animais que são abrigados pelo canil.

Fora isso, a empresa doa castrações gratuitas. “Fazemos esse trabalho por amor aos animais, mas não recebemos a mais por isso”, explica Alessandra Siciliano, proprietária da clínica. Entre as castrações doadas e as que foram feitas nos animais abrigados pelo canil, foram realizadas 1.181 em 2014 e, neste ano, até o momento, 1.395.

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NOVO CONTRATO – Amanhã deve ser renovado o contrato entre a Clínica Siciliano e a Prefeitura para que a empresa mantenha a operação do canil. Neste novo acordo consta a realização de 80 castrações gratuitas por mês — 960 ao ano.

O critério para a escolha de qual animal poderá ser castrado será a renda do proprietário. “Serão privilegiados os moradores que estão inscritos no CadÚnico, cadastro que identifica famílias de baixa renda”, informa Alessandra.

Com isso, o caso de Fátima também não será resolvido, já que ela não é a dona dos 14 gatos, mas apenas cuida deles na rua.

FALTAM INSTRUMENTOS – O secretário de Meio Ambiente, José Antônio Delle Piage, garantiu que iria analisar o caso da dona de casa Fátima e seus 14 gatos. Contudo, revelou que, além do custeio da castração dos felinos, também falta ao Município ‘gatoeiras’ e profissionais para capturá-los.

A dona de casa conta que também pediu ajuda à Aapa (Associação Araraquarense de Proteção aos Animais), mas também não teve êxito pelos mesmos motivos.

Adriana Matos, presidente da entidade, diz que também não possui hoje gatoeiras disponíveis para capturar os felinos. “Vou entrar em contato com ela para ver em que podemos ajudar”, garantiu.

Município precisa olhar mais para a causa animal – A presidente da Aapa (Associação Araraquarense de Proteção aos Animais) afirma que a Prefeitura de Araraquara precisa investir mais na castração dos animais, já que é um problema de saúde pública.

“Podemos organizar mutirões, convidar os veterinários e fazer uma castração em massa, mas o Município precisa colaborar, até porque não é um procedimento barato”, diz.

Adriana conta que, nos próximos dias, serão feitas 200 castrações gratuitas nos bairros Jardim Maria Luíza e São Rafael. “Nesse trabalho, faremos somente o atendimento à população de baixa renda, que não tem condição de arcar com o valor da castração”, explica.

No entanto, ela comenta que a procriação dos animais é muito rápida, por isso é necessário um trabalho feito de forma constante em toda a cidade.

BAIXO CUSTO – Um modelo aplicado em Araraquara estabelece a castração a baixo custo. O preço é de R$ 50 para gatos e R$ 80 para cães até dez quilos. Acima desse tamanho, sobe R$ 10 para cada cinco quilos.

‘Preciso castrá-los’ – A dona de casa Fátima Lopes (48) cuida de 14 gatos que vivem num terreno baldio no Vale do Sol. “Já gasto R$ 200 por mês em comida. Eu também terei de pagar para castrar um por um?”, questiona. “Preciso de ajuda. Nem capturá-los eu consigo.”

Fonte: Araraquara Tribuna 

Nota do Olhar Animal: O número de castrações indicado no título da matéria não confere com o informado no texto, mas de qualquer forma todos indicam um número irrisório de cirurgias. É uma vergonha que a prefeitura de uma cidade do tamanho de Araraquara promova apenas esta quantidade de castrações. Duas veterinárias que atuam em mutirões especialmente em Santa Catarina realizam, com a ajuda de poucos auxiliares, 100 castrações diárias. A ação da Prefeitura em Araraquara evidencia seu descaso com os bichos. E com os araraquarenses, que também sofrem com as consequências da superpopulação de animais. 

Sorocaba, SP: Bairro Aparecidinha terá castração de cães e gatos

A partir de segunda-feira (14), a Prefeitura de Sorocaba vai receber inscrições para mais uma etapa do Mutirão de Castração de Cães e Gatos da zona leste da cidade. O agendamento deve ser feito até 20 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h, e no sábado e domingo, das 9h às 13h, na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro de Aparecidinha. Os interessados devem comparecer ao local munidos de RG, CPF e um comprovante de residência atual.

Realizada pelas Secretarias do Meio Ambiente (Sema) e da Saúde (SES), a castração tem por objetivo reduzir a população de animais abandonados e prevenir zoonoses, bem como promover a melhoria da qualidade de vida dos animais domésticos. Além de serem castrados gratuitamente, cães e gatos receberão microchip.

De acordo com a Sema, até o momento 3.195 cães e gatos já foram atendidos no mutirão. A previsão é atender 6.500 animais até o encerramento do contrato.

Neste mês, os animais domésticos de pequeno, médio e grande porte, com pelo menos seis meses de vida, serão castrados entre os dias 22 e 25 de setembro. A equipe técnica é formada por catorze pessoas, sendo cinco médicos veterinários e nove profissionais, entre auxiliares e administrativos que atuam em uma unidade móvel com a estrutura necessária para os procedimentos.

A identificação por microchip permite a responsabilização e a possibilidade de devolução de animais perdidos ou abandonados, contribuindo para o bem-estar do próprio animal e da população. Outro benefício é a diminuição do risco de transmissão de zoonoses e agravos de saúde do bicho. Além disso, o microchip vai possibilitar a formação de um banco de dados para, futuramente, nortear as políticas públicas ligadas ao bem-estar animal em Sorocaba.

A UBS de Aparecidinha fica na rua Joaquim Machado, 620. Mais informações pelo telefone 156 ou na Casa do Cidadão da Nogueira Padilha, localizada na Avenida Coronel Nogueira Padilha, 1.460, na Vila Hortência.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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Campanha de vacinação tem pouca procura em Porto Velho, diz voluntária

Alguns moradores reclamaram da falta de divulgação da campanha. Quem não conseguir vacinar animais neste sábado, pode ir ao DCZ.

Por Hosana Morais

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A Campanha de Vacinação contra a raiva em cães e gato teve início na manhã deste sábado (5), em Porto Velho, e vai até as 17h (horário local). Segundo o Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ), dos 110 locais de imunização disponibilizados, alguns não abriram e os voluntários tiveram que vacinar os animais domésticos na calçada. Até as 13h, no maior ponto de vacinação, a procura ainda estava baixa.

“Cerca de 10 escolas que cederam o espaço para vacinação não abriram o local, então optamos por vacinar os animais na calçada mesmo, para não prejudicar o atendimento”, contou o chefe da Chefe da Divisão de Controle de Zoonoses Transmitidas por Animais Domésticos e Sinantrópicos (Dicad), Ruldof Cristian.

Além do problema com a falta de local adequado, o DCZ informou que a procura pela vacinação este ano está baixa. Na escola Joaquim Vicente Rondon, na Zona Sul, maior ponto de imunização da capital, pela manhã, 282 cães e 22 gatos foram vacinados. “Geralmente aqui as pessoas formam fila, mas hoje a procura tem sido menor, muitos moradores do bairro reclamaram que não sabiam da vacinação”, conta a voluntária Adelice Ferreira.

A vacinação está acontecendo em mais de 100 pontos da cidade, e vai até as 17h. O objetivo é imunizar 60 mil cães e gatos. Quem não conseguir levar os animais neste sábado, devem procurar o Departamento de Controle de Zoonoses de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

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Preocupação

Mesmo com a baixa procura, não foi difícil encontrar donos preocupados com a saúde dos bichinhos. Foi o caso de João Antôniom, que logo cedo levou o gato Garfield, adotado há quase dois anos, para vacinação.

“Pegamos ele na rua, ele ainda era pequeno e logo vacinamos, acreditamos que ele seja vira-lata, mas não importa a raça o importante é vacinar os animais”, disse.

O operador de máquinas Marcos Antonio também não perdeu tempo. Ele conta que a cadela Lola faz parte da família e, por isso, mantém todas as vacinas dela em dia.

“Lola tem apenas um ano, mas já foi vacinada duas vezes. Acho importante, pois assim evito que ela contraia a raiva, ela é como um membro da família por isso cuidamos dela”, explica Marcos.

Doença

A raiva, ou hidrofobia, é uma doença contagiosa e letal causada por vírus que compromete o sistema nervoso do animal infectado. O contágio em seres humanos se dá através de mordidas, arranhões ou até mesmo pelo contato da saliva do animal em lesões na pele de um outro animal, ou pessoa. Entre os sinais que demonstram a presença da raiva estão a agressividade, salivação, aversão a luz e água, isolamento e paralisia traseira.

Fonte: G1

CCZ diz que faltam kits para exame da leishmaniose em Montes Claros, MG

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Montes Claros divulgou nesta quinta-feira (3) que não está realizando o exame de diagnóstico da leishmaniose visceral canina. Segundo o CCZ, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) suspendeu a distribuição dos kits ELISA para realização do procedimento.

De acordo com o ofício enviado pela Funed ao CCZ, os kits não estão sendo enviados pelo Ministério da Saúde e afirmou que a suspensão é por tempo indeterminado. “Este exame é que dá um diagnóstico mais preciso sobre a doença. Hoje não temos como precisar em quanto tempo teremos um resultado por causa da falta dos kits”, explica o coordenador do CCZ, Edvaldo Freitas.

Montes Claros possui uma população canina aproximada de 66 mil animais, segundo o CCZ. “Nossa cidade é endêmica e existe a exposição dos cães. Então, esta situação não deixa de nos preocupar”, alerta Freitas.

Segundo a veterinária Ana Paulina Abreu, o exame ELISA é fundamental para o diagnóstico da doença. “Ele é complementar, mas sua especificidade é de 84% no resultado. Caso não seja feito, o animal pode ser positivo para leishmania, e não ser comprovada no exame”, explica.

Ana Abreu diz ainda que a situação pode ser considerada séria, pois além dos caninos, outros animais também podem ser contaminados pela leishmaniose. “O gato e o cavalo também podem ser contaminados, mas aqui na cidade é comum a preocupação maior com os cães”, diz.

Apesar da dificuldade na realização dos exames, o CCZ afirma que distribuiu 26 mil coleiras de combate ao mosquito transmissor da leishmaniose entre 2014 e 2015. A veterinária afirma que este método é eficaz para se evitar a propagação da doença. “As coleiras distribuídas em Montes Claros matam o mosquito”, afirma.

O Ministério da Saúde e a Fundação Ezequiel Dias informaram que outras informações sobre a falta dos kits serão repassadas somente nesta sexta-feira (4).

Foto: Jornalon

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Castração animal gratuita é realizada até 15 de outubro no bairro de Pernambués, em Salvador, BA

Castramóvel ficará na Rua Thomaz Gonzaga; procedimento é gratuito. Triagem para intervenção acontece nas segundas e terças, das 8h às 12h.

O serviço itinerante de castração de cães e gatos gratuita promovido pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue para o bairro de Pernambués a partir desta quinta-feira (3).

Até o dia 15 de outubro, o veículo ficará estacionado ao lado do Centro Social Urbano (CSU), localizado na Rua Thomaz Gonzaga, nº 150.

Além da prevenção de doenças, a castração evita a procriação indesejada/indiscriminada e o abandono de animais. Essas são algumas vantagens que têm contribuído para o aumento da procura por cirurgia de castração de animais, oferecida gratuitamente pela Prefeitura através do Centro de Controle de Zoonose (CCZ).

Em Pernambués, nas segundas e terças, os profissionais do CCZ realizam o cadastramento e a triagem para a intervenção cirúrgica, que acontecem nas quartas e quintas, sempre das 8h às 12h. O tutor do animal deve levar original e cópia dos documentos: Cartão SUS, documento de identidade com foto, e cartão de vacinação do animal.

Para estar apto, o cão ou gato deve ter entre 8 meses e 5 anos de idade, peso acima de 1kg e apresentar boa condição de saúde. Em caso de esterilização de fêmeas, a mesma não pode estar em período gestacional.

Fonte: G1

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Castração social terá nova edição em Imbituba, SC

Projeto atenderá animais de rua e de propriedade de pessoas de baixa renda.

SC Imbituba castracao social

A Prefeitura de Imbituba realizará mais uma edição da Castração Social. Será na próxima quarta-feira, dia 9, no Centro de Esterilização Animal, na Rua Manoel Florentino Machado. Serão castrados 100 animais, entre cães e gatos, sejam de rua ou que estejam sob os cuidados de pessoas que comprovarem baixa renda e fizerem inscrições junto ao departamento de vigilância em saúde nos meses de julho e agosto.

Os proprietários de todos os animais que serão cadastrados receberão o aviso com antecedência por telefone. Esse projeto vem sendo efetuado constantemente em Imbituba, através da parceria com o Projeto Castração, criado em 2012, que já favoreceu o controle de natalidade em mais de mil animais. “Acreditamos que a castração e o melhor caminho para evitar o abandono, os maus tratos, e a proliferação desordenada desses animais, que muitas vezes ficam em situações degradantes vivendo errantemente em nossa cidade, havendo uma maior eficácia no controle de zoonoses”, explica o fiscal sanitário Fernando Ranieri de Brum.

Mais informações e dúvidas podem ser fornecidas pelos telefones 3255-2046 ou 3255-2047.

Fonte: Engeplus Telecom

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Grupo acampa no DF em ato contra supostos maus-tratos no Zoonoses

Ativistas estão há 6 dias em frente à centro e pedem mudança na direção. Secretaria nega maus-tratos e diz que só bichos doentes são sacrificados.

Por Isabella Formiga

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Um grupo de ativistas completa nesta quinta-feira (3) seis dias acampado em frente ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do Distrito Federal. Com faixas e cartazes, os protetores pedem a troca da direção do centro e acusam os gestores de praticarem “tortura” e o sacrifício desnecessário de cães e gatos. A Secretaria de Saúde nega que haja maus-tratos e afirma que apenas bichos com doenças que podem oferecer risco à saúde da população ou entregues pelos donos em estado terminal são sacrificados.

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Os ativistas se mobilizaram após divulgação de vídeo que mostrou curso realizado pela Dival para servidores sem formação veterinária aprenderem a coletar sangue em cães que seriam sacrificados posteriormente (veja abaixo). Uma funcionária que não concordou com o procedimento afirmou que os cães passavam por sofrimento.

Ao G1, a Secretaria de Saúde informou que agentes de vigilância ambiental passaram por treinamento para realizar o procedimento para atuarem em campanha contra a leishmaniose e que não houve maus-tratos. Na semana passada, o Conselho Regional de Medicina Veterinária pediu esclarecimentos à Dival sobre o procedimento, mas nesta quarta ainda não havia obtido resposta do órgão.

Cadela em vídeo

A advogada Vânia Alcina de Souza, de 44 anos, diz que reconheceu a cadela Flora, que entregou para sacríficio por ter leishmaniose, nas imagens do treinamento. “Estava dando almoço para o meu bebê quando vi ela no jornal e levei um susto, porque a reportagem passou recentemente, há uns quatro dias, e ela tinha sido entregue há 15 dias”, diz. “Pensei, ‘não é possível que estejam mantendo um cachorro vivo para ficar tirando sangue várias vezes’. Fiquei em choque.”

Vânia diz que foi até o CCZ tentar buscar a cadela para levá-la de volta para casa. “Fui procurar saber o que estava acontecendo porque, afinal, a gente entrega um animal e espera que ele seja tratado com um mínimo de dignidade”, diz ela.

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“Alegaram que havia sido feito só uma coleta [de sangue]. Eu, honestamente, não acreditei, mas, pessoalmente, agora não posso fazer nada. Não tem o que fazer.”

A advogada diz que adotou a cadela de um abrigo de cães há seis anos. “Ela era muito mansa, extremamente dócil”, diz. “Me arrependi muito. Fui atrás para pegar meu animal de volta, porque se ainda estivesse vivo, tiraria de lá, mas não consegui localizar mais o cachorro. Fiquei muito revoltada com a situação”, diz ela.

Acampamento

Os protetores alugaram dois banheiros químicos e uma tenda grande para protegerem as barracas do sol. Durante o dia, abordam motoristas que chegam ao centro para entregarem animais a fim de evitar que alguns sejam levados a sacrifício sem necessidade.

“A gente para os carros na porta, explica para eles o que está acontecendo lá dentro e que os cães não estão sendo bem tratados”, diz a jornalista Valéria Mendes.

A protetora Carolina Mourão afirma que o grupo pretende ficar acampado no local até que o governo apresente uma proposta para trocar a gestão e mudar o centro, implementando um serviço de triagem de saúde, castração e programa voltado para a adoção.

“Os animais crescem em progressão geométrica. Se tem mortes em progressão aritmética, o CCZ está praticando o extermínio cruel e sumário para controlar a população de cães, o que é crime”, diz. “O Estado é tutor legal dos animais, inclusive os abandonados, e deveria estar tutelando e castrando […]. Quando entregam os animais para adoção sem castrar, estão alimentando a máquina de superpopulação de cães e das doenças. “

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A pasta diz que serviços como castração em massa, atendimento veterinário público e ações de bem-estar e proteção animal não se caracterizaram como ações em serviços publicos de saúde e portanto “sua gestão, elaboração, financiamento e execução não são atribuições do SUS”.

Sacrifícios

Dados da Secretaria de Saúde apontam que nos últimos cinco anos, a Diretoria de Vigilância Ambiental sacrificou 9.531 dos 14.964 cães e gatos recebidos pelo CCZ. O número corresponde a 63% dos animais que passaram pelo centro entre 2010 e 2014. Desse total, 3.912 (26%) foram adotados. Os outros 11% foram resgatados pelos donos, chegaram em estado crítico ao centro e morreram ou se referem a fichas com inconsistência nas informações.

Chefe do Núcleo de Vigilância de Animais Domésticos, Frederico Tôrres Braz diz que o CCZ sacrifica, em média, cinco cães e gatos diariamente. A média de adoção é de dois animais por dia. Braz afirma que bichos saudavéis não são sacrificados. A indicação para eutanásia, segundo ele, é para animais agressivos, com doenças epidemiológicas não tratáveis, como leishmaniose e raiva, e doentes em estado terminal.

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No ano passado, ativistas reuniram 10 mil assinaturas e solicitaram à Secretaria de Saúde a criação de um Comitê de Ética no CCZ. Embora o chefe do centro tenha afirmado que o pedido para criação do grupo foi encaminhado ao setor jurídico no ano passado, a Secretaria de Saúde informou ao G1 que “não tomou conhecimento” do requerimento. O objetivo do comitê, que teria participação da sociedade e de funcionários do centro, seria dar maior transparência ao trabalho realizado no CCZ, que para os ativistas, funciona como uma “caixa-preta”.

Braz afirma que dois testes para leishmaniose são feitos antes de os animais serem sacrificados com uma injeção letal. “Tendo animais com indicação para eutanásia, [o procedimento] é feito de segunda a sexta-feira, geralmente pela manhã. O dono pode assistir, ele tem direito, até para ver que não tem sofrimento.”

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“O animal recebe um sedativo, um anestésico geral, e depois uma medicação que paralisa o coração. Só depois que está com a anestesia bem aprofundada que é feita essa medicação”, afirma. Os animais mortos são colocados em tonéis e depois são levados para incineração.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos a Animais aprovou requerimento para investigar denúncias de maus-tratos no CCZ e solicitou à Dival informações de gastos, registros de entrada, saída e sacrifícios de cães, e laudo das eutanásias realizadas.

Fonte: G1

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SC: Bem-Estar Animal de Florianópolis retoma mutirões nos bairros

A cadela Fiel e seus 11 filhotinhos foram o ponto de partida para a retomada dos trabalhos da Diretoria de Bem-Estar Animal (Dibea) em mutirões pelas ruas de Florianópolis.

SC Florianopolis mutiroes

Nesta semana, Centro, Monte Cristo e Nova Descoberta recebem a visita dos profissionais da diretoria para orientações, vacinação, castração e microchipagem dos animais. O chamado no Centro para atender aos filhotes de Fiel levou os veterinários a atuarem com outros cães que vivem nas ruas da Capital. Nos próximos dias serão aplicados vermífugos e será feita a microchipagem, além da cirurgia para esterilização.

Nesta terça-feira (1º) foi a vez da carrocinha pegar os cães e gatos que precisam de castração no Monte Cristo. Na próxima quinta-feira (03) será a vez de levar à comunidade da Nova Descoberta atendimento clínico completo a cerca de 30 animais, entre cães e gatos.

Os veterinários farão exames, levarão medicamentos e mapeamento para microchipagem e castração. Desde abril de 2013, mais de 9 mil animais passaram pela esterilização cirúrgica gratuita na Capital. A Dibea tem caminhão próprio para o transporte dos cães e gatos e os leva e traz a pontos específicos anunciados previamente.

Quem faz o cadastramento e a organização do processo são voluntários que atuam na comunidade que será visitada pelas equipes. Apesar de o processo de castração ser rápido – a cirurgia dura menos de meia hora – os voluntários recolhem os animais nas comunidades, os levam até a Dibea, onde é realizada a operação, e só no dia seguinte eles são devolvidos aos donos. São priorizados cães e gatos que têm proprietários, porque, após o procedimento cirúrgico, eles precisam ser observados por um responsável durante uma semana.

Para ter acesso à castração gratuita é preciso apresentar documento de identidade, que será usado para cadastro como dono do animal, comprovante de residência em Florianópolis e comprovante de renda familiar de até dois salários mínimos.

Fonte: Portal da Ilha