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Mutirão vai castrar 455 cães e gatos da zona leste de Sorocaba, SP

Cirurgias irão ocorrer entre terça-feira (8) e sexta-feira (11). Além da castração gratuita, animais receberão microchips de identificação.

SP Sorocaba mutirao castrar

A Prefeitura de Sorocaba (SP) inicia nesta terça-feira (dia 8) mais uma etapa de cirurgias do Mutirão de Castração de cães e gatos da Zona Leste do município. Ao todo, 455 animais domésticos, sendo 127 felinos e 328 caninos, estão agendados para as cirurgias que vão ser feitas até esta sexta-feira (dia 11) no Parque dos Espanhóis, em Pinheiros. Além de serem castrados gratuitamente, os animais receberão microchips de identificação.

A iniciativa tem o objetivo de prevenir zoonoses e reduzir a população de animais abandonados, além de promover a melhoria da qualidade de vida dos animais domésticos. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente, nos oito primeiros meses de mutirão – de abril a novembro deste ano – 4.707 animais domésticos já foram cadastrados através do programa. A previsão é atender 6.500 cães e gatos até o encerramento do contrato.

A equipe técnica responsável pelas castrações é formada por 14 pessoas, sendo cinco médicos veterinários e nove profissionais, entre auxiliares e administrativos, que atuam em uma unidade móvel com a estrutura necessária para os procedimentos.

A castração, além de ser o método mais garantido para o controle populacional de animais domésticos, também diminui a probabilidade de doenças como tumores de mama e próstata, além de doenças infectocontagiosas.

A identificação por microchip permite a responsabilização e a possibilidade de devolução de animais perdidos ou abandonados, contribuindo para o bem-estar do próprio animal e da população. Outro benefício é a diminuição do risco de transmissão de zoonoses e agravos de saúde do bicho. Além disso, o microchip vai possibilitar a formação de um banco de dados para, futuramente, nortear as políticas públicas ligadas ao bem-estar animal em Sorocaba.

O Parque dos Espanhóis está localizado na rua Campos Salles, s/nº, em Pinheiros. Mais informações sobre o mutirão de castração podem ser obtidas pelo telefone 156 ou na Casa do Cidadão da Nogueira Padilha, localizada na Avenida Coronel Nogueira Padilha, 1.460, na Vila Hortência.

Fonte: G1

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Clínicas podem se credenciar em programa de castração em Bauru, SP

Como os chamamentos públicos abertos anteriormente tinham tempo limite, não houve número suficiente de estabelecimentos credenciados.

A Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), abriu nesta semana chamamento público para o credenciamento de clínicas ou hospitais veterinários, com abrangência em Bauru, para participar do Programa de Controle Ético da População Canina e Felina do município (leia mais ao lado).

Conforme o JC publicou, o programa é pleiteado há anos, no entanto, ainda não “decolou”. Como os chamamentos públicos abertos anteriormente tinham prazos, não houve número suficiente de estabelecimentos credenciados. Na ocasião, entidades que militam na causa animal criticaram o fato de o tempo estabelecido ser curto para que os interessados se adequassem ao mínimo exigido.

Agora, justamente para que as clínicas e hospitais consigam participar, o chamamento não terá prazo de encerramento.

A licitação não limitará o número de clínicas cadastradas, mas os interessados devem cumprir os critérios técnicos e jurídicos exigidos no edital. Até o momento, dez clínicas veterinárias entregaram documentação.  

Em ampla reportagem divulgada pelo Jornal da Cidade no último dia 15 de novembro, entidades relataram que é crescente o número de cães e gatos abandonados nas ruas de Bauru. Para os órgãos, a saída está em uma política de controle populacional mais eficaz.

COMO FUNCIONARÁ

A Semma reservou total de R$ 250 mil para as ações do programa. Além da castração e esterilização, haverá a implantação de microchips de identificação do animal e seu proprietário, com intuito de evitar situações relacionadas aos maus-tratos, por exemplo.

Para o atendimento de felinos, o repasse às clínicas particulares será de R$ 80,00 na intervenção em gato macho e R$ 110,00, em fêmeas.

No caso de cães, serão R$ 120,00 para os machos de até 15 quilos e R$ 160,00 para os machos de maior porte. Para a castração de fêmeas, o município vai pagar R$ 120,00 para aquelas com menos de 9 quilos, R$ 170,00 para as que tenham de 10 a 15 quilos e R$ 220,00 para as cadelas com mais de 15 quilos.

Para os animais em que for necessária a requisição de um hemograma antes do procedimento, a prefeitura vai repassar mais R$ 30,00. Famílias de baixa renda que fazem parte do Cadastro Único (CadÚnico), do Ministério do Desenvolvimento Social, serão as contempladas pelo programa, que será coordenado com auxílio da Secretaria do Bem-Estar Social (Sebes).

O vereador Markinho da Diversidade (PMDB), junto a militantes da causa animal, encabeçou a luta pela criação do programa e comemorou a abertura do credenciamente. “Fiquei satisfeito com a abertura do credenciamento das clínicas e hospitais para prestarem serviços ao programa de castração gratuita, pois foram três anos de luta, de bastante trabalho nesse assunto, para chegarmos até aqui. Espero agora que haja uma boa adesão das clínicas, pois a castração vai melhorar a qualidade de vida desses animais e também é uma forma de cuidar da saúde pública do município”, pontua o parlamentar.

Serviço

O edital de chamamento pode ser adquirido junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, localizada na avenida Alfredo Maia, 1-10, Vila Falcão, das 8h às 12h e das 14h às 18h, ou pelo site www.bauru.sp.gov.br. Os funcionários da Semma estão à disposição das clínicas veterinárias para tirarem possíveis dúvidas, em visita agendada às clinicas ou pelo telefone: (14) 3234-6849.

Fonte: JCNET

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PR Curitiba Tatuquara caes vacinados H

Curitiba, PR: Cães de moradores da Regional do Tatuquara estão sendo vacinados gratuitamente

PR Curitiba Tatuquara caes vacinados

A vacina contra a raiva canina e a polivalente V10 está sendo aplicada por equipes da Prefeitura de Curitiba em cães de moradores dos bairros que compõem a Administração Regional do Tatuquara. A vacina protege contra as principais doenças como a Parvovirose, Coronavirose, Cinomose, Hepatite Infecciosa, Laringotraqueíte, Parainfluenza e Leptospirose.

A medida é organizada pela Rede de Monitoramento e Proteção Animal. “Esta é mais uma ação visando uma cidade mais sustentável. Estamos respondendo uma reivindicação da população local”, afirma o administrador da Regional do Tatuquara, Edgar Otto Hauber Junior.

O público preferencial serão os animais de famílias que já estejam cadastradas em quaisquer programas sociais vinculados a Fundação de Ação Social (FAS), considerando o interesse em oportunizar as famílias de baixa renda a imunização de seus animais.

Também poderão ser atendidos animais que estejam sob responsabilidade de organizações não governamentais ligadas à proteção animal e protetores independentes moradores de Curitiba, mediante cadastramento prévio junto à Rede de Monitoramento e Proteção Animal.

“Esta é a vacina mais completa do mercado. É muito importante trazer o seu animal de estimação para a vacinação, o que permite o combate às principais doenças”, explica a veterinária Marilisa Fonseca.

Sebastião Rodrigues levou a poodle Fofinha logo cedo para ser vacinada. Ele conta que ficou sabendo da vacinação pelos funcionários da Administração Regional. “Agora ficou fácil. Não dependo mais de carro para leva-la pra vacinar”, conta.

Marlene Honorato ficou sabendo da vacinação pelas redes sociais. Ela levou os quatro cachorros da família, Bob, Nego, Nega e Neguinha para receberem a vacina na manhã de hoje. “Se eu tivesse que pagar pelas vacinas, ia sair muito caro. Desta maneira consigo cuidar bem deles. Afinal quem tem um cãozinho, tem que cuidar”, disse.

A campanha de vacinação continua nesta sexta-feira (4), na Rua da Cidadania do Tatuquara das 9h30 às 12h e das 13h às 16 horas. Para receber a vacina, o animal precisa ter mais 45 dias de vida, estar em boas condições de saúde, sem doenças de pele ou outros comprometimentos visíveis, não pode estar gestando ou amamentando. É de responsabilidade do tutor conter o cão durante o processo de vacinação.

Ainda não estão definidas datas de outras regionais.

Mais informações pelo telefone 3350-9939.

Fonte: Bem Paraná

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MG leishmaniose matar caes H

‘Matar cães não inibe avanço da leishmaniose’

Afirmação é do professor da escola de veterinária da PUC Minas Vítor Ribeiro que defende outras medidas.

Por José Augusto Alves

MG leishmaniose matar caes

Com a morte de um cobrador de 48 anos devido à leishmaniose, no bairro Jardim das Alterosas, e o surgimento de outros casos na cidade, a tensão tomou conta da população. Entretanto, segundo o professor de doenças infectocontagiosas da Escola de Veterinária da PUC-Minas Vítor Márcio Ribeiro, a leishmaniose visceral, apesar de grave, tem tratamento.

Segundo ele, matar animais não diminui os casos da doença. “No Brasil, há 50 anos, focam como solução de combate à leishmaniose a prática de exterminar cães. Entretanto, essa é uma medida ineficaz, pois se mata muito, mas os casos da doença só aumentam. É preciso adotar outras medidas de prevenção. O cão não é o vilão sozinho”, disse.

Ainda de acordo com o especialista, há tratamento para a doença e formas de preveni-la. Segundo ele, o exame não é 100% confiável, pois pode apresentar falhas. Com isso, é importante que os donos dos cachorros procurem um especialista para tirar as dúvidas sobre o resultado. “Uma maneira de se evitar a doença é o uso do colar inseticida. Ele funciona como uma barreira ao flebótomo (conhecido como mosquito-palha, transmissor do protozoário da doença), não deixando que o animal seja infectado. É uma maneira eficaz. E até aquele que está com a doença deve usar esse colar durante o tratamento, pois, assim, ele não transmitirá a doença”, explicou. “Outra medida é disponibilizar a vacina contra a leishmaniose para a população. O poder público deveria fazer isso”, completou.

Para o médico veterinário, é preciso melhorar o saneamento básico, evitar o desmatamento e investir em educação e conscientização. “Gasta-se muito em matança dos animais, sendo que há maneiras de combater a doença sem o extermínio deles. Matar não vai acabar com a leishmaniose. Controlar o transmissor também é essencial”, afirmou a especialista.

“Há outras medidas para combater a leishmaniose que não são exterminar os animais. O tratamento existe”, completou a presidente da Sociedade Protetora dos Animais de Betim, Zilda Cabral.

Fonte: O Tempo

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RO Ariquemes vacinados H

Mais de 16 mil cães e gatos são vacinados em Ariquemes, RO

RO Ariquemes vacinados

No Dia D da vacinação contra raiva de cães e gatos no Município de Ariquemes, realizado no sábado (28), foram vacinados mais de 16 mil animais. A ação foi realizada em diversos pontos, entre área urbana e rural de Ariquemes.

A mobilização realizada pelo Centro de Controle do Zoonoses, vacinou 12.649 animais no perímetro urbano e 3.500 na zona rural. A meta, que ainda deve ser atingida, é vacinar 17 mil animais em todo o município.

O Centro de Controle de Zoonoses informa que aqueles que ainda não vacinaram, devem levar seu animal de estimação, seja cachorro ou gato, ao prédio da unidade, localizada na Av. Perimetral Leste, 2449 – Apoio Social.

Fonte: Folha Nobre

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AP Macapa criacao CCZ

ONG reivindica criação de centro de castração para cães e gatos de rua em Macapá, AP

Canil municipal trabalha apenas com controle de doenças dos animais. Assunto foi debatido em audiência pública na Câmara Municipal.

Por Paula Monteiro

A criação de um centro de zoonoses no único canil de Macapá foi debatida em uma audiência pública realizada nesta sexta-feira (27). Atualmente, o canil que fica no distrito de Fazendinha, distante 17 quilômetros da capital, funciona apenas no controle de doenças como a raiva.

Representantes da ONG “Anjos Protetores dos Animais” participaram da audiência e reivindicaram leis mais severas para punir agressores de animais e a criação de um centro de castração para o tratamento de doenças. A organização abriga 90 gatos e 22 cães em três canis em Macapá.

“Queremos uma lei mais severa no município nessa questão [maus tratos contra animais], além da criação de um centro de zoonoses dentro do canil municipal para a realização da castração, tratamento dos animais e trabalhar com doações, assim como ocorre em outros estados”, pontuou a presidente da ONG, Laudenice Monteiro.

AP Macapa criacao CCZ 2

Segundo a chefe da Divisão de Zoonoses de Macapá, Anaid Menezes, o canil não possui estrutura para retirar e abrigar os animais de rua e, no momento, desenvolve apenas o controle da raiva e outras doenças transmissíveis ao homem.

O espaço possui capacidade para 40 animais com três canis coletivos: um dedicado aos machos; o outro para as fêmeas; e o terceiro para animais agressivos.

“O canil trabalha por demanda espontânea onde o foco é o controle da raiva e zoonoses. Abrigamos somente animais agressores, que possivelmente atacou alguém, e transmissores de doenças para os humanos. A captura na rua, conhecida como “carrocinha”, não está sendo feita pois precisa de estrutura adequada e parceria com as ONGs”, afirmou Anaid.

Projeto de ampliação

AP Macapa criacao CCZ 3

Existe um projeto de ampliação do canil previsto para ser executado em 2016, onde será implantado um programa de castração para o controle de animais.

“O canil já possui um projeto de reforma em andamento previsto para ser executado em 2016. O local vai ganhar uma sala de castração para implantar um programa de castração municipal e controlar a reprodução dos animais. Não podemos retirar os animais da rua e deixá-los confinados por muito tempo porque também configura maus tratos”, explicou a chefe da Divisão de Zoonoses Municipal.

A audiência pública para debater políticas públicas voltadas para controlar a superpopulação de animais abandonadas nas ruas da capital foi proposta pelo vereador Auciney Maciel (PTB).

Fonte: G1 

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SP Franca protecao animal H

Proteção animal registra 5 denúncias por dia em Franca, SP

SP Franca protecao animal

Em Franca, de janeiro ao dia 23 de novembro deste ano, foram registradas 1.826 reclamações pela Sala de Proteção Animal, projeto municipal que recebe denúncias e faz orientações para a população. Na média, cinco queixas feitas por dia. Nesse total, os números de abandono de cães e gatos somam 88, de maus tratos 84, e de atropelamentos 174 (veja os dados completos nessa página).Para os protetores animais da cidade, os números, na verdade, são bem maiores, uma vez que nem todo problema é registrado.

“A Sala de Proteção Animal fornece orientações sobre posse responsável, adoção, castração, vacinação, crimes de maus tratos e recebe reclamações sobre a causa animal”, disse o diretor da Vigilância em Saúde, José Conrado Netto. Ele explica que nem todos os casos se concretizam em problemas efetivos.

A Vigilância também tem um serviço de captura que recolheu neste ano 73 cães, sendo que esse número se refere a animais agressivos, acidentados ou com doenças infecto-contagiosas. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (16) 3711-9448 ou pessoalmente na sede da Vigilância na avenida Flávio Rocha, 4780.

Protetores

Com base em sua experiência nas ruas, os voluntários que lidam diariamente com a causa animal afirmam que os números são bem maiores. “Todos os dias recebo ligações e mensagens pela internet de pessoas com denúncias ou pedindo orientações sobre como proceder diante de maus tratos e abandono”, disse o protetor animal voluntário, Marcos Silva.

A veterinária Marina Melo, que também atua como voluntária de proteção animal, conta que atende cerca de três casos de animais atropelados, espancados ou estuprados, por dia. “A situação é preocupante, vemos animais vítimas de maus tratos todos os dias”, disse a voluntária que trabalha com a Turma do Abrigo.

Protesto

Na semana passada, um comerciante foi detido após jogar água fervente em um cachorro. Neste sábado, um protesto pacífico contra essa ocorrência está previsto para acontecer na praça dos Bandeirantes, na avenida Brasil. O plano é realizar uma feirinha de adoção de animais no local, a partir do meio dia. A praça fica próxima ao estabelecimento do comerciante que agrediu o cão.

Fonte: GCN

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Palestrante defende vacina para prevenir leishmaniose em Rondonópolis, MT

MT Rondonopolis palestrante vacina

O médico veterinário doutor Francisco Anilton Alves Araújo, gerente técnico de zoonoses do laboratório Hertape, esteve ministrando uma palestra ontem (25/11) em Rondonópolis, oportunidade em que defendeu a vacina, no caso a Leish-Tec, como a principal forma de prevenção à leishmaniose visceral canina. O médico veterinário Érico Gundim de Morais, de Rondonópolis, explicou à reportagem que a vinda do doutor Francisco objetivou contribuir para fomentar a discussão sobre a leishmaniose, bem como para a melhoria da qualidade de vida humana e dos animais na cidade.

Com experiência de 27 anos no Ministério da Saúde, doutor Francisco repassou que a vacina contra a leishmaniose visceral canina conta com um trabalho de campo comprovando uma efetividade de 96,5%. Ele informa que faz 3 anos que a vacina Leish-Tec recebeu a aprovação por parte do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura em relação ao estudo de fase 3, comprovando sua eficácia. “Vacinando o animal, ele não vai se infectar, não vai infectar o mosquito transmissor, não precisará ser tratado, não vai adoecer e não precisará da eutanásia”, resume. Apesar de liberada para uso individual, pondera que a vacina ainda não é recomendada pelo Ministério da Saúde para vacinação em campanhas de saúde pública, no caso em vacinação em massa de animais.

Quanto ao tratamento de animais infectados/doentes, doutor Francisco relata que a leishmaniose realmente não tem cura total, em termos parasitológicos. Assim, informa que os animais precisam ser tratados visando à promoção de mais qualidade de vida. Contudo, observa que há uma série de trabalhos científicos atestando que existe tratamento clínico tanto para humanos quanto para animais com a doença. Mesmo assim, o profissional argumenta que o Ministério da Saúde ainda é contra o tratamento de animais com leishmaniose considerando que o uso indiscriminado de determinados tipos de drogas nos cães pode fazer com que o parasita ganhe resistência no tratamento em humanos.

Da mesma forma, doutor Francisco externou que o Conselho Federal de Medicina Veterinária segue orientação do Ministério da Saúde quanto à proibição do tratamento de animais comprovadamente com leishmaniose. Contudo, destaca que a postura atual do Ministério da Saúde quanto ao tratamento do animal doente gera uma série de conflitos na sociedade. “A clínica veterinária não pode tratar; a população não quer entregar os animais para eutanásia [e acaba buscando tratamentos alternativos sem comprovação]; o poder público não tem capacidade de fazer a eutanásia na totalidade…”, alertou.

Aliás, doutor Francisco observa que, atualmente, diante das experiências constatadas da ineficácia da prática da eutanásia, o Ministério da Saúde e profissionais da medicina veterinária têm procurado intensificar as discussões a respeito de um consenso acerca do tratamento do animal doente. Ele observa que os profissionais tem conseguido fazer o tratamento de animais infectados através de decisões judiciais, a exemplo do ocorrido em Campo Grande (MS), pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, e mais, recentemente, em Rondonópolis e Cuiabá, pela Justiça Estadual.

Uma das polêmicas quanto ao tratamento de cães doentes, na qual esses animais estariam contribuindo para disseminação da doença, também foi explicada pelo profissional. Apesar de reconhecer que qualquer animal em tratamento pode continuar disseminando a doença, doutor Francisco destaca que o tratamento diminui significativamente a parasitemia, bem como o uso da coleira específica com inseticida faz com que o mosquito transmissor não se aproxime do cão. “O animal em tratamento com o uso da coleira com inseticida evita a disseminação da doença”, conclui.

Quanto à prática da eutanásia de cães doentes, assim como recomendado pelo Ministério da Saúde, o profissional observa que existem locais que fazem a matança de animais doentes e que continuam havendo casos de leishmaniose em humanos e, por outro lado, há locais que não praticam essa matança e não há aumento de casos da doença em humanos. “Hoje matar ou não cachorro doente está sendo questionado pelo próprio Ministério da Saúde”, repassou o diretor do laboratório responsável pela vacina.

Diante de toda essa discussão, doutor Francisco externa que é preciso chamar a atenção da sociedade e dos proprietários de cães que a leishmaniose visceral canina é uma doença que tem prevenção. “O melhor é prevenir usando a vacina e a coleira impregnada de inseticida, associada à limpeza adequada do ambiente onde o cão vive”, arrematou.

A palestra de ontem ocorreu na Câmara Municipal, sendo aberta a todos os interessados. “A nossa intenção foi promover uma discussão saudável. Queremos fazer algo para o bem da sociedade e estamos baseados em trabalhos científicos”, argumentou Érico Morais para a reportagem.

Fonte: A Tribuna MT

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Cadela doente é amarrada no pátio da Prefeitura de Concórdia, SC

Ato seria um protesto.

Por Marcos Feijó

SC Concordia cao amarrado

A reportagem da Rural/Rádio 96 flagrou às 18 horas da quarta-feira (25) duas mulheres amarrando uma cadela com visível indício de doença (pelo caído e coceira) no pátio da Prefeitura de Concórdia.

A ação, que é um protesto, foi rápida. Em dez minutos as mulheres puseram uma arame, de uns 4 metros de extensão, no jardim que fica praticamente sob a Rua Coberta, ao lado da Câmara de Vereadores.

Apesar da reportagem não ter falado com as manifestantes, é sabido que defensores de animais cobram das autoridades um destino correto para cães e gatos abandonados.

Fonte: Rádio Rural

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Centro de Zoonoses pretende vacinar 85 mil animais até sábado em João Pessoa, PB

PB JoaoPessoa vacinar animais

Até o próximo sábado (28), 85 mil cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva no município de João Pessoa. Na data, o “Dia D” da imunização, 200 postos estarão espalhados em vários pontos da cidade.

Quem possuir um animal e quiser saber onde funcionará o posto de vacinação antirrábica mais próximo de sua casa, pode telefonar na véspera para o número 3218-9357 e obter a informação.

“Os bairros com maior número de animais terão mais opções de postos de vacinação a disposição para atender a demanda e estes mesmos bairros também já receberam postos itinerantes ao longo do ano”, explicou a médica veterinária do Centro de Zoonoses e Vigilância Ambiental, Suely Ruth Silva.

Nas últimas duas semanas 4.928 animais foram vacinados, o que corresponde a pouco mais de 5% da expectativa do total de animais a serem imunizados até sábado.

A médica veterinária explica que apesar de parecer pouco, esse número é considerado normal, pois a maior procura pela vacinação costuma acontecer mesmo no ‘Dia D’.

Fora do período da campanha, a vacina está disponível no próprio Centro de Zoonoses.

A raiva animal é uma doença causada por um vírus. Ela ataca diversos animais, e também o homem. Quase 100% das pessoas que adquirem a doença chegam ao óbito.

O cão, o gato e o morcego são os principais transmissores da raiva em áreas urbanas.

Fonte: Paraíba Online / Secom-JP 

Nota do Olhar Animal: “Cão, o gato e o morcego” são transmissores e também vítimas da raiva, seja pela doença em si, seja como alvos de políticas públicas equivocadas. 

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