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Denúncia de maus-tratos a cães gera revolta em Nova Friburgo, RJ

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O caso de maus-tratos aos animais aconteceu em Nova Friburgo na noite desta quinta-feira (19). A advogada Monique Malhard encontrou um cachorro e foi devolver em uma residência próxima à sua casa onde, segundo ela, há pouco tempo morava uma veterinária e sua família. Chegando ao local, ela encontrou água podre, um filhotinho morto e quatro shih-tzus vivendo sobre uma grade, com muita sujeira e mau cheiro.

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“Os animais latem muito, vivem fugindo”, afirmou, revoltada com a situação que também motivou uma denúncia no Ministério Público da cidade. Monique postou fotos do local onde os cachorros foram encontrados numa rede social, causando revolta dos defensores dos animais e mais de mil curtidas e compartilhamentos.

A veterinária é suspeita de criar esses cachorros e vender em sua clínica no Centro da cidade. Após o caso repercutir na cidade, vários manifestantes foram até a casa onde funcionava o canil e não encontraram os animais. “O MP esteve no local também e não encontrou mais os animais. Infelizmente o flagrante de maus tratos não vai ser mais configurado, porque os animais sumiram, mas agora vai ser complicado ela vender esses cãezinhos na cidade”, afirmou Monique.

Os defensores dos animais ainda estão tentando encontrar o local para onde os cachorros forma levados, mas ainda não foi encontrado. O G1 também perguntou ao Ministério Público quais medidas serão tomadas neste caso, mas até a publicação desta matéria, não obteve resposta.

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Fonte: G1

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Adoção de filhotes resgatados fica suspensa até que ‘dono’ seja identificado

Por Allison Bray / Tradução de Vânia Mardegan

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O destino de 116 cãezinhos apreendidos por oficiais de proteção animal no porto de Dublin, Irlanda, permanece em limbo jurídico apesar dos milhares de interessados em adoção que fazem fila para oferecer-lhes um lar.

Os cachorrinhos, com idade entre quatro e oito semanas e de 11 raças diferentes, foram encontrados na parte de trás de duas vans no porto de Dublin, Irlanda, no último dia 4 de fevereiro. Eles estavam sem acesso à comida, água ou qualquer documentação veterinária. As vans estavam prestes a embarcar na balsa que ia para Holyhead, no país de Gales.

A apreensão fez parte de uma investigação conjunta entre alfândega, Guarda da Paz Irlandesa e Sociedade de Prevenção à Crueldade Animal de Dublin (DSPCA) sobre um suposto tráfico de filhotes.

Segundo a DSPCA, a remessa de cãezinhos é parte de um esquema altamente organizado e lucrativo no qual a reprodução dos cães ocorre na Irlanda e o tráfico é feito para fora do país, onde acontece a venda ilegal para traficantes inescrupulosos no Reino Unido. Estes, por sua vez, colocam os filhotes à venda pela Internet para compradores desavisados ou através de cartazes em clínicas veterinárias locais ou ainda por meio de anúncios classificados.

Pela ordem de grandeza da apreensão e o potencial de lucro envolvido, acredita-se que remessas de tamanho similar tenham ocorrido a cada viagem da balsa de Dublin para Holyhead, segundo a DSPCA.
84 dos filhotes estão atualmente abrigados na sede da DSPCA em Rathfarnham no sul de Dublin, enquanto o restante encontra-se em lares de adoção da instituição.

A situação se tornou manchete dos jornais em todo o país e fez com que a DSPCA tivesse no último domingo o dia de visitas mais movimentado de toda a sua história. Embora ninguém pudesse adotar nenhum dos cãezinhos apreendidos, vários amantes dos animais acabaram levando cães adultos resgatados pela instituição.

A história comovente dos filhotes sensibilizou pessoas em todo o país. A DSPCA recebeu mais de 4000 consultas de interessados querendo adotar os cachorrinhos.

No entanto, como os filhotes serão usados como evidência no que as autoridades acreditam que será a primeira ação judicial nos termos da estrita nova Lei de Saúde e Bem-Estar Animal de 2013, eles não podem ser legalmente adotados até que os donos sejam identificados e os filhotes devolvidos a eles ou então até que sejam entregues à DSPCA pelos tribunais, de acordo com a porta-voz da DSPCA Gillian Bird.

“Como não pertencem à DSPCA, não estamos autorizados a fazer nada com eles por enquanto. Os filhotes ainda são propriedade dos ‘donos’ e ainda que estes sejam condenados, eles continuam sendo sua propriedade, a menos que o juiz estabeleça que fiquem sob nossa tutela.”

Apesar disso, a possibilidade de que os cãezinhos sejam devolvidos aos ‘donos’ é muito baixa, considerando a conta astronômica que ele ou ela terá que pagar, sem contar as multas e prováveis acusações criminais.

Somente a microchipagem teria um custo de quase 3000 euros (algo próximo de 10 mil reais) além de uma taxa mínima de 25 euros por dia de manutenção para cada animal. Até agora não houve nenhuma acusação relacionada aos filhotes apreendidos.

Enquanto isso, os cachorrinhos continuam se recuperando e não faltam amantes dos animais interessados em adotá-los.

A vulnerabilidade dos cãezinhos provocava cenas de cortar o coração na semana passada. Os filhotes de uma cria de West Highland terriers com apenas 4 semanas de idade e que normalmente estariam mamando, eram apenas um pouco maiores que um pequeno bicho de pelúcia no qual eles vagarosamente se amontoavam para ficarem aquecidos.

Outro canil na “sala dos doentes” continha uma cria de minúsculos Cocker Spaniels que mais pareciam hamsters crescidos, todos também amontoados para se manterem aquecidos, enquanto o outro lado do recinto alojava filhotes maiores e menos frágeis.

Fonte: Independent 

Nota do Olhar Animal: Enquanto houver comércio de animais, situações como esta continuarão a ocorrer. Além de submetidos a condições de maus-tratos como a noticiada acima, a seleção genética para a criação de animais ‘de raça’ causa grandes danos aos animais, doenças congênitas terríveis. As preferências estéticas são diretamente responsáveis por isso.
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Denúncia leva a canil clandestino; 18 cachorros de ‘raça’ são resgatados

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Uma denúncia de maus-tratos contra animais feita através da central de atendimento 156 levou a Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente a flagrar, nesta sexta-feira (6), um canil clandestino localizado em um bairro da região norte de Curitiba.

Em uma operação conjunta com a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e a Guarda Municipal, foram apreendidos 18 animais (16 cães e dois gatos), que estavam vivendo em situação precária. Os cachorros são das raças yorkshire, shitzu, lhasa apso, beagle e pinscher.

Matrizes prenhas e filhotes foram apreendidos e receberam microchips. Na próxima semana, os animais serão vacinados e passarão por avaliações clínicas e físicas para em breve serem castrados e colocados para adoção responsável. “Os animais estavam vivendo em gaiolas pequenas, sujas e foi constatada ainda falta de comida e água, o que caracteriza maus-tratos”, explica Paulo Colnaghi, coordenador da Rede de Proteção Animal.

A apreensão foi realizada com base nas leis municipais 13914/2011, que proíbe a criação de animais no município, e 13.908/2011, que estabelece sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus-tratos contra animais.

No artigo 16º, parágrafo 3º, a lei determina que, constatada a falta de condição mínima para a manutenção do animal sob a guarda do infrator, o Município fica autorizado a remover o animal, se necessário com o auxílio de força policial. Caberá ao Município promover a recuperação do animal (quando pertinente) em local específico, bem como destiná-lo para a adoção, devidamente identificado.

Fonte: Bonde

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Ativistas confrontam na Justiça acusado de criar filhotes de cães na Austrália

Por Rania Spooner / Tradução de Rie Kawasaki

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Defensores dos direitos animais agitam, em frente ao prédio da Justiça, no subúrbio de Wyndham, oeste da Austrália, imagens fortes de cães engaiolados e seus filhotes recém-nascidos.

A enfermeira veterinária, Kat Butterworth, segura uma imagem de um pastor-alemão fêmea amamentando seus filhotes na suposta fazenda de criação ilegal de cães, no sudoeste de Melbourne.

A enfermeira foi chamada ao complexo de Little River – supostamente administrado por Anthony Sammut, 75 anos, por Debra Tranter – fundadora do grupo de defesa animal Oscar’s Law, que encontrou a cachorra durante uma incursão em 11 de maio de 2014. A cadela foi encontrada engaiolada e solitária, sentada em sujeira, com temperatura corporal de quase dois graus naquela noite, afirma Tranter.

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Aproximadamente cinco semanas depois, Cherry, como agora é chamada, foi entregue ao conselho local com outros cinco cães. Cherry finalmente passou para a tutela da rede de cuidados da Melbourne Animal Rescue (Resgate de Animais de Melbourne), de Butterworth, e aguarda ser adotada por uma família.

Ela foi submetida a quatro cirurgias em seus ouvidos, dentre outros procedimentos médicos. “Ela está linda agora”, disse Butterworth, com um grande sorriso no rosto, enquanto falava em frente ao Forum de Werribee, ao lado de outros membros da Oscar’s Law. “(Mas) Ela tinha inúmeros problemas de saúde quando a pegamos”.

Cherry também tem displasia de quadril, um problema que deve ter sido transmitido para a sua incontável ninhada de filhotes, que foram parar em residências sem que ninguém suspeitasse.

Cinco semanas após a denúncia, quando as autoridades foram investigar o complexo, aproximadamente 40 cães, que os ativistas acusaram estarem ali presentes, haviam desaparecido, dentre eles a ninhada de filhotes de Cherry.

Sammut foi acusado de cometer catorze delitos após a visita das autoridades à propriedade Old Melbourne Road, em 14 de outubro de 2014. Ele já peticionou as suas defesas para as acusações, que incluem falta de fornecimento de quantidade suficiente de água, comida e cuidados veterinários aos cães, bem como de administrar comércio ilegal de animais domésticos. Na semana passada, o caso foi suspenso para dar ao seu advogado mais tempo de negociar com a cidade de Wyndham, que está processando o caso. “Há sérias acusações com significativo interesse público”, disse o advogado de Sammut à Justiça.

Em frente ao prédio da Justiça, Basil Stafford, em nome do Conselho da cidade de Wyndham, disse que é importante que o bem estar animal seja encarado com seriedade. “Que os direitos dos animais sejam respeitados e que eles não sofram mais, Nós somos seus guardiões”.

Tranter acredita que existam ao menos 200 fazendas de criação de filhotes funcionando em Victoria, onde cães são tratados como “máquinas de reprodução”.

Sammut enfrentará a Justiça novamente no dia 02 de março.

Fonte: The Age

Nota do Olhar Animal: A questão não é saber se a criação de animais para serem comercializados é legal ou ilegal. O problema principal é tratar animais como objetos comercializáveis. É correto? A senciência deles indica que não.

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ONG invade fazenda de filhotes de cachorro na Austrália

Por Eryk Bagshaw / Tradução de Alda Lima

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Aviso: Este artigo contém uma imagem de um cão morto, que alguns podem achar perturbadora.

Uma fazenda de filhotes de cachorro ao norte de NSW (New South Wales, Austrália) foi investigada pela RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, ou Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade aos Animais, em tradução livre) após ativistas alegarem que haviam encontrado evidências de cães vivendo em ‘condições apavorantes’.

AUSTRALIA 14215886656291De acordo Debra Tranter, ativista e fundadora do grupo de direitos animais Oscar Law, corpos de cães mortos foram encontrados por toda a propriedade. “Um cão foi colocado dentro de um saco de ração de cachorro e deixado lá para apodrecer”.

O proprietário da fazenda negou as acusações e afirmou que o local possui pequenos problemas relacionados aos tamanhos dos canis. “Não sei onde eles encontraram o cachorro morto, mas certamente não foi aqui.”

Aproximadamente 10 caminhões da RSPCA chegaram à propriedade na semana passada para uma investigação de dois dias. Uma porta-voz do grupo de proteção animal disse que, após controle veterinário, nenhum dos cães foi retirado da propriedade.

“Enquanto a investigação estiver em andamento, não vamos fazer mais nenhum comentário”, declarou.

Segundo Tranter, os canis apertados em que os cães foram alojados estavam cercados por pilhas de fezes com pelo menos um metro de altura. Os abrigos, comida e água também estavam em condições inadequadas.

Os filhotes dos cães encontrados na fazenda tinham sido anunciados para venda em sites populares de compra de cães como Quokka, Trading Post e Aussie Traders.

AUSTRALIA 14215886656292“Lindos filhotes de labrador com poodle”, dizia um dos anúncios no Trading Post. “Todos os nossos cachorros têm grande interesse por água e, sobretudo, em desfrutar de atividades ao ar livre.”

“Todos os nossos filhotes são criados numa fazenda da família com crianças e outros animais de estimação”, diz outro anúncio no Aussie Trader.

O valor total das vendas online é estimado em mais de U$20.000.

A Animal Welfare League (Liga do Bem Estar Animal) apelou para que as pessoas não comprem filhotes de classificados online.
“Infelizmente não há nenhuma maneira de avaliar adequadamente as origens dos filhotes que as pessoas compram on-line”, afirmou a porta-voz, Rosalie Horton.

AUSTRALIA 14215886656293As provas obtidas pela Oscars Law fizeram com que o Parlamento de NSW abrisse uma investigação. O político Adam Marshall, que representa a instituição local, estaria insatisfeito pelo fato da descoberta de tal barbaridade ter sido feita por um grupo de proteção animal, e não pelas autoridades designadas: a RSPCA, a Polícia de NSW e a Animal Welfare League. “É uma tarefa que devia ser abordada pelas autoridades com o dever de manter os animais em segurança”, disse Marshall.

Essa é a segunda fazenda de filhotes de cachorros invadida durante seu eleitorado. Marshall ainda sugeriu que o governo reformule o atual sistema de bem estar animal e procure estabelecer uma agência específica para monitorar essas operações [fazendas de cachorros].

“Casos como esse destacam a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso.” disse ele. “Se ocorreram violações do código de conduta, então essas pessoas precisam ser punidas pela lei.”

Fonte: The Sidney Morning Herald

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Falta de energia provoca a morte de 12 mil frangos em Cesário Lange (SP)

Interrupção provocou desligamento de ventiladores; aves morreram de calor. Elektro diz que problema foi causado por ‘apagão’ no sudeste do país.

A interrupção do serviço de energia elétrica em algumas propriedades da área rural de Cesário Lange (SP), na tarde de segunda-feira (19), provocou a morte de pelo menos 12 mil frangos. De acordo com criadores, as aves morreram com o calor após o desligamento dos aparelhos que controlam a temperatura dentro dos barracões.

Em uma granjas afetadas, o produtor rural Ibraím de Fátima Pereira estima que mais de 10 mil frangos não resistiram. O prejuízo calculado até agora é de aproximadamente R$ 100 mil. O que deixa o criador indignado é que as aves seriam levadas para o abate nesta quinta-feira (22).

Ele afirma que a energia ficou interrompida por quase três horas. Sem o serviço, os ventiladores e nebulizadores pararam de funcionar e então os frangos morreram de calor. A temperatura nos galpões chegou a 40 graus no momento do apagão, o que é prejudicial às aves. A temperatura ideal é de no máximo 25°C.

Ainda de acordo com o dono da granja, o prejuízo poderia ter sido evitado se houvesse mais agilidade da concessionária para fazer o reparo. Segundo ele, o atendimento foi muito demorado.

Em outra granja, o desligamento de energia durou pelo menos oito horas e mais de duas mil aves morreram. O administrador da unidade, Carlos Alberto de Almeida, diz que os prejuízos ainda não foram contabilizados. Segundo Almeida, ele solicitou o atendimento na concessionária, mas não conseguiu. Dois motores da linha de alimentação queimaram com a interrupção repentina de energia.

De acordo com a Elektro, concessionária responsável pelo fornecimento de energia em Cesário Lange, a interrupção foi causada pelo corte de energia que atingiu a região sudeste do país. Ressaltou que como foram muitas reclamações, o tempo de atendimento aumentou e o restabelecimento da situação acabou demorando mais que o normal.

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Fonte: G1 

Nota do Olhar Animal: A responsabilidade pelas mortes é do apagão, é da empresa de eletricidade? Sim. É do avicultor, que não tinha um sistema alternativo e que, afinal, cria frangos para matá-los e vendê-los? Sim. Responsabilidade de mais alguém? Sim, de quem se alimenta de frangos e torna possível situações como esta. De qualquer forma, se o abate infelizmente ainda não é considerado mau-trato, criminoso, a morte de frangos por conta do calor, após grande sofrimento, é. Configura-se claramente como maus-tratos diante da legislação vigente. Quem responde criminalmente por isso?
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Homem é multado por manter galos em situação de maus-tratos

Quase 30 aves foram encontradas com ferimentos em Marília, SP. Tutor foi autuado e multado em R$ 30 mil pela Polícia Ambiental. 

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A Polícia Ambiental multou um criador de galos por maus-tratos na quarta-feira (14) em Marília (SP). Após receberem uma denúncia, os policiais constataram que em uma casa do bairro Jânio Quadros, aproximadamente 30 aves apresentavam diversos ferimentos.

Conforme informações da Polícia Ambiental, as aves estavam com as esporas serradas, cristas cortadas e eram mantidos em espaço físico insuficiente para sua movimentação, além de não terem acompanhamento veterinário. 

O dono da casa e tutor dos galos, que tem registro e mantém as aves de forma regular nos órgãos ambientais, foi autuado e multado pela Polícia Ambiental em R$ 30 mil e teve os animais apreendidos.

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Fonte: G1

Sete filhotes de cachorro são abandonados em estrada por não terem sido vendidos a tempo do Natal

Sete pequenos filhotes de cachorro foram despejados em uma estrada movimentada depois de não serem vendidos a tempo do Natal.

Esse é o maior problema em um dos principais centros de resgate de animais da Grã-Bretanha, que foi alertado sobre a situação dos sete animais abandonados em um cesto de roupa suja.

Eles foram deixados ao lado de uma estrada rural, sem comida ou água, e em condições de congelamento.

Kaye Mughal, gerente do centro de animais, disse: “Os filhotes foram encontrados ao lado de uma estrada secundária em um balde, por isso é muito óbvio que eles foram jogados deliberadamente.” Eles estavam na estrada em Chertsey, Surrey, Inglaterra.

Fonte: Olhar Direto 

Nota do Olhar Animal: É bastante comum o abandono de animais por criadores quando estes deixam de ter interesse comercial e quando a manutenção deles passa a representar prejuízo. Em muitos casos os animais até são mortos por este motivo. É mais uma razão para que este comércio seja banido.
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Estudante que mantinha animais exóticos em casa é preso em Montes Claros, MG

Segundo testemunhas, o jovem comercializava os bichos.

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Iguanas, jiboias, ratos e aranhas caranguejeiras foram apreendidos dentro da casa de um estudante em Montes Claros, no norte de Minas Gerais. Testemunhas disseram à polícia que Amós Soares de Melo, de 28 anos, vendia os animais exóticos ilegalmente.

De acordo com a PM, o jovem alegou que era estudante de Biologia, porém algumas testemunhas, que não quiseram se identificar, nos informou que ele comercializava os bichos.

Os policiais chegaram até a casa onde os animais eram mantidos em cativeiro por conta de outra ocorrência. Amós e o comparsa Pattielo Filipe Soares Barbosa, de 30 anos, foram detidos depois de assaltar uma loja de conveniências de um posto de combustível. No local, além dos bichos, os policiais encontraram vários produtos que podem ter sido roubados.

Entre as mercadorias apreendidas, estavam ventiladores, um violão, um ferro de passar roupa, uma furadeira, uma parafusadeira, dois celulares, uma bolsa feminina, óculos de sol e uma máscara. Na residência, os militares localizaram ainda drogas, R$600 em dinheiro e um dólar, além de quatro chaves mixas, usadas para arrombar portas

Os animais foram recolhidos pela Polícia Militar de Meio Ambiente e levados para a sede do Ibama (O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis ). Os dois suspeitos foram encaminhados para o Presídio Regional de Montes Claros.

Fonte: R7

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Cães que sofriam maus-tratos são resgatados em Inoã, RJ

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Cerca de dezoito cães da raça poodle foram resgatados na manhã desta sexta-feira em uma operação desencadeada pela Polícia Civil, Ministério Público do Rio de Janeiro, Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), Unidade de Policiamento Ambiental da Serra da Tiririca (UPAM) e protetores de animais. Todos os cães encontravam-se em uma casa no distrito de Inoã, em Maricá, em estado deplorável.

De acordo com informações, ao todo, confinados na casa, eram 24 cães, porém em virtude da condição precária do local, 6 animais haviam morrido.

Um homem, identificado como Reginaldo foi preso e levado para a 82ª DP. Ele irá responder por maus tratos a animais. Confira o vídeo produzido por Marco Antônio Perito, que também participou da operação.