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Ossadas de cães queimados são encontradas em Vitória da Conquista, BA

Associação protetora dos animais do município já registrou ocorrência sobre o caso na Polícia Civil

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Ossadas de cachorros queimados foram encontradas dentro de manilhas no bairro Urbis V, em Vitória da Conquista, na última terça-feira (7). Segundo denúncias de moradores do local, essa não é a primeira vez que animais são mortos de forma violenta no local.

“Os moradores sempre sentem o mau cheiro por volta das 2h da madrugada. Ninguém se arrisca a sair para ver o que está acontecendo, mas todos relatam que tem sido recorrente”, afirmou a médica veterinária Hosana Oliveira, em entrevista ao Correio24horas.

De acordo com ela, uma associação protetora dos animais do município já registrou ocorrência sobre o caso na Polícia Civil. “Eu acho que é uma questão de polícia mesmo.É preciso se investigar o que está acontecendo”, disse. O Ministério Público também deverá ser acionado para investigar o caso.

“Não quero nem imaginar que essas mortes sejam atos de maldade, a gente consegue imaginar qualquer coisa, menos admitir isso”, concluiu.

Fonte: Correio24horas

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Espanha: Homem denunciado por agressões a um porco em Béjar,

Um vídeo mostra como o indivíduo dá pontapés e socos no animal que levava na rua

Tradução de Alice Wehrle Gomide

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Um homem de Béjar, na Espanha, foi denunciado por um possível delito de maltrato animal após ser filmado dando pontapés e socos no porco vietnamita que levava para “passear”.

O episódio ocorreu no dia 11 de março na rua de Cuidad Rodrigo, em torno das 19 horas local, quando o homem denunciado passeava com o animal amarrado a uma corrente e começou a maltratá-lo com pontapés e socos.

O Partido Animalista PACMA realizou uma denúncia na Delegacia da Polícia de Béjar, e solicitou a investigação urgente do caso, assim como a apreensão do animal como medida cautelar pelo suposto delito de maltrato animal.

Fonte: La Gaceta

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Associação Libera! disponibiliza serviço de assistência jurídica gratuita contra maus-tratos a animais

Tradução de Ana Lidia Leão

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A associação animalista Libera! iniciou um serviço de assistência jurídica gratuito que facilitará o assessoramento e redação de denúncias nos casos de abandono e maus-tratos de animais que ocorram na Galícia.

Com esta medida, a Libera! explicou que busca combater as centenas de casos de abandono e maus-tratos a animais que ocorrem a cada ano no território galego.

Deste modo, a pessoa que presencie ou tenha a certeza da ocorrência de uma infração administrativa ou de delito que envolva animais pode escrever para galicia@liberaong.org, iniciando-se aí o processo de consulta a profissionais jurídicos.

A equipe, que nos próximos meses operará com o projeto piloto no município de A Coruña, aspira ser uma “nova ferramenta” para “combater a sequela dos abandonos”, que ao longo de 2014 aumentou em número e em situações de “extrema crueldade”.

Para os animalistas, tal sistema de assistência jurídica é uma “campanha com grandes doses pedagógicas”, através da qual será explicado e ensinado como apresentar denúncias eficazes frente às diversas situações de maus-tratos a animais que se repetem a cada mês.

Sanções

Libera! lembrou que, atualmente, o abandono de animais pode apresentar duas vertentes. A primeira constitui uma infração administrativa com sanções de até cinco mil euros, ou se constatado que houve perigo à vida ou à integridade do animal, o Código Penal contempla a pena de até dois meses de prisão.

Do mesmo modo, destacou que a recente reforma da Lei Orgânica prevê a inabilitação para o porte de animais daqueles que tenham abandonados ou maltratado animais.

Fonte: Teinteressa

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Maus-tratos em Lavras (MG): Alguém está jogando água fervendo em cães

Os casos tem ocorrido na rua João Mattioli, na área central da cidade. Uma jovem de 17 anos está cuidando do cão que teve parte do corpo queimada com água quente esta semana.

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Os moradores da rua João Mattioli, uma bifurcação da rua Benedito Valadares, na região central da cidade, estão revoltados e indignados com a atitude de uma pessoa, até então desconhecida, que joga água fervendo nos animais.

MG lavras cachorro maus tratos2Essa não foi a primeira vez que isso aconteceu, não se sabe se é um morador da rua ou das imediações, o fato é que isso já se repetiu algumas vezes. Os moradores da rua João Mattioli já sofrem com a quantidade de cães que são abandonados naquela via, agora estão sendo obrigados a cuidar de cães feridos. Antes eles contavam com o apoio do canil do Parque “Francisco de Assis”, que devido ao corte de verbas por parte da prefeitura ficou com o atendimento limitado.

O cão da fotografia foi a última vítima da maldade humana naquele local, ele sofreu e ainda sofre com as dores e o desconforto das feridas provocadas por uma pessoa que, de acordo com a lei, é criminosa.

Os maus-tratos contra animais são hoje disciplinados pela Lei 9.605/98, em seu artigo 32, que assim dispõe:”Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa”.E a pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

A Polícia Militar do meio Ambiente está atenta a esse tipo de crime. Denúncias de maus-tratos a animais podem ser feitas através dos telefones (35) 3829-2100 ou 190. O nome do denunciante poderá ser mantido em sigilo.

Fonte: Jornal de Lavras

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Morte de cadela motiva campanha em Sorocaba, SP

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Penas mais duras para quem comete crime de crueldade contra animais é o que reivindica um grupo de moradores do Jardim Maria Eugênia, que protestaram na semana passada contra a morte da labradora Meggie, de 4 anos. A cachorra foi assassinada no dia 11 de março com um golpe de faca.

Meggie se tornou a vítima de uma desavença familiar: seu tutor, o estudante de veterinária Jhonatan Ianacoli se desentendeu com o tio em razão de divergências sobre a propriedade de um imóvel. O acusado perdeu o controle e chegou a investir contra o próprio sobrinho. Não satisfeito, atacou depois Meggie. 

Mesmo tendo sido vítima de tentativa de homicídio, o estudante está mais preocupado em impedir que aconteça com outros cães o que aconteceu com Meggie. “Ninguém tem o direito de fazer isso com os animais. Como ela, existem muitos cachorros e cachorros que existem para dar amor”. Segundo Jhonatan, a labradora era muito dócil e gostava da homem que tirou sua vida. “Não dá para aceitar que as pessoas saiam por aí com faca e façam o que bem entendem.” 

O caso é tratado em inquérito policial e já repercute em todo o País. Em sua página, na rede social Facebook, a mãe de Jhonatan, Sandra Ianacoli, alcançou a marca de 20 mil compartilhamentos. O drama de Meggie tem sido discutido no Rio de Janeiro e até em Estados do Nordeste. Advogados se dispuseram a acompanhar o processo. “Queremos que todos saibam, que apoiem a causa e nos ajudem a punir ações tão condenáveis”, disse Sandra.

No Brasil, maltratar animais de qualquer espécie é considerado crime ambiental, segundo prevê lei em vigor, com pena que pode chegar a três anos de detenção e multa.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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Quem está matando os cães de uma cidade mexicana?

Dezenas de cachorros foram envenenados até a morte, inclusive animais de estimação; ativistas pedem investigação policial. 

Mexico caes envenenadosHá um mistério na cidade mexicana de Hermosillo: quem está por trás do envenenamento até a morte de dezenas de cachorros, muitos deles ‘de estimação’?

Mais de 60 cães foram mortos nas últimas semanas, muitos deles em suas próprias casas, por carne com veneno de rato ou inseticida jogada sobre muros e portões. Vários cães de rua também foram mortos.

O responsável foi apelidado de “Mataperros” (assassino de cães) pela imprensa local. Ativistas de direitos dos animais exigem uma investigação para apontar os autores das mortes, mas não está claro se a polícia tem os recursos para a investigação.

Hermosillo, uma cidade industrial de cerca de 800 mil habitantes no norte do México, é conhecida pela violência e crimes relacionados a drogas.

Os envenenamentos vieram à tona em meados de março. De acordo com a agência de notícias Associated Press, autoridades ficaram surpresass quando 10 mortes de cães foram denunciadas num único dia – quantidade que a cidade geralmente registra num mês inteiro.

“Todo mundo aqui acredita que apenas uma pessoa esteja realizando essas ações”, disse à AP Carolina de la Torre, ativista de direitos dos animais.

Segundo a agência, Raul Julia Levy, um ator baseado em Los Angeles, ofereceu US$ 10 mil (cerca de R$ 31 mil) de recompensa por informações que levassem à prisão do responsável.

Fonte: G1 / BBC

Reitoria de UFSM (RS) chama ONGs de proteção animal para apresentar relatório técnico de atendimento à cadela

A Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (USFM) emitiu nota oficial sobre o caso da cadela encontrada ferida no campus. A universidade alega que o animal foi atropelado. Ativistas afirmam que a cadela sofreu abuso sexual.

Leia a nota:

“Preocupada com o que vem sendo divulgado nas redes sociais sobre o caso da cadela, que teria sofrido maus tratos (algum tipo de violência) no Campus Sede da UFSM, a Administração Central esteve reunida na tarde desta quinta-feira (02) com representantes de Organizações Não Governamentais (ONGs) de Proteção dos Animais para apresentar o relatório técnico do atendimento prestado ao animal, realizado pelo Hospital Veterinário Universitário. Além dos representantes das ONGs 4 Patas, Focinhos Felizes e Protetores Independentes, o encontro contou com a participação do veterinário e vice-reitor, Paulo Bayard; do assessor de Gabinete, Caio Gomes; da diretora do Hospital Veterinário, Anne Amaral; do chefe da Vigilância da Universidade, Eduíno Jesus Martins Simões; e da ouvidora da UFSM, Sonia Roselaine Deprá Venturini.

O vice-reitor iniciou o encontro salientando que o motivo da reunião teve como base o anseio pela veiculação da verdade e não do sensacionalismo. Segundo ele, que é o responsável pelo Projeto Zelo, iniciativa da Instituição com o objetivo acabar com o abandono de cães na UFSM e estimular a guarda responsável, o caso tomou proporções sem fundamentação alguma da realidade.

Conforme declaração de Simões, o caso está sendo investigado pela Polícia Civil – Boletim de Ocorrência (BO) 9155-2015, como todos os demais que possam configurar maus-tratos e/ou abandono de animais, ocorridos na UFSM. Ele, que já prestou depoimento no órgão, revelou para os presentes que a cadela foi atropelada na noite de domingo (22) no quebra-molas, em frente ao prédio 17, sendo encontrada na manhã de segunda-feira (23), nas proximidades da Pista de Caminhada. Vigilantes socorreram o animal, conduzindo-o ao Hospital Veterinário, e fazendo o BO na Polícia Civil, que está com as imagens cedidas pelo setor de Vigilância da Instituição para auxiliar nas investigações.

Após toda a veiculação distorcida do caso na mídia e nas redes sociais, que deu origem às mais diferentes e absurdas interpretações, três vigilantes que “tratavam” o animal, por já ser da comunidade acadêmica, relataram a ele, terem presenciado o ocorrido: “após a cadela ser atropelada ela saiu correndo, por isso não achamos que tivesse se machucado”, contou um deles. O atropelamento teria sido causado por um veículo, que comumente faz a reposição de material em um estabelecimento comercial aos domingos à noite, que não teria percebido o atropelamento, provavelmente, por não ter sido ocorrido um impacto maior. O que justificaria o fato do animal ter saído correndo após o acidente.

A médica veterinária Anne, do Hospital Veterinário, explica o que poderia ter causado o ferimento: “circunstância de atropelamento em que o rabo tenha sido puxado, tracionado pela roda do carro e, nesse mesmo movimento, tenha sido arrastado no chão, sem necessariamente que o carro tenha passado sobre o corpo do animal. Por isso a laceração cutânea (corte) e o edema (inchaço) no períneo”. A diretora ressalta ainda a realização de exames citológicos do cólon e do reto, que não apontam a ocorrência de qualquer material estranho nestes órgãos.

Após a exposição, Martha Segatto, representante da ONG Focinhos Felizes, comunicou que estava de acordo com o que foi apresentado, destacando que achou perfeita a postura da Reitoria, já que pela primeira vez, acompanha a mobilização da Administração da UFSM, no que se refere aos cuidados e zelos para com os animais. “Estamos juntos. Surge uma parceria”, disse ela, fazendo menção ao trabalho desenvolvido pela Instituição.

Paulo Bayard, por sua vez, ressaltou que para qualquer indício de maus-tratos a animais no âmbito da Instituição, será aberta investigação e o caso será levado às autoridades. “Se o mau trato ou abandono for configurado será aberta sindicância, com as responsabilizações no âmbito da UFSM e reponsabilidade criminal. Abandono é crime”, salientou. O vice-reitor lembrou ainda que animais que são abandonados no Campus estão expostos a perigos constantes, pelo tráfego de veículos e pelas atividades constantes inerentes à atividade acadêmica. Ele contou ainda que o Projeto Zelo, em parceria com o Hospital Veterinário, realizou um cadastro dos 74 cães que hoje transitam no Campus Universitário, através de fichas com fotos e características de cada um deles, sendo o próximo passo a colocação de chips de identificação em todos.

Destacou, por derradeiro, que está descartada a hipótese absurda de violência de caráter sexual para com a referida cadela, portanto, rechaça com provas e documentos qualquer tentativa de quem quer que esteja, de forma oportunista, tentando auferir algum tipo de vantagem com este lamentável episódio, que além do trauma ao animal, trouxe também agressões e suspeições descabidas a diversos setores da UFSM. Sendo assim a UFSM considera que as repercussões deste ponto em diante serão de inteira responsabilidade dos autores das denúncias infundadas.

O relatório técnico do atendimento realizado pelo Hospital Veterinário pode ser conferido, na íntegra, aqui.”

Fonte: UFSM

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Cadela sobrevive após ser atropelada, receber martelada e ser enterrada viva nos EUA

História comoveu internautas, que conseguiram arrecadar mais de R$ 20 mil para cirurgia. Vira-lata foi adotada e se recupera

Uma cadela de 1 ano é a personagem principal de uma história surpreendente nos Estados Unidos. Há cerca de um mês, a vira-lata Theia foi atropelada por um carro, recebeu uma martelada no crânio e foi enterrada viva. Segundo informações do The New York Daily News , a cadela conseguiu sobreviver e apareceu quatro dias após a série de ataques em uma fazenda, onde recebeu a ajuda de moradores.

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Thaia foi levada ao hospital de veterinária da Universidade de Washington, onde foi detectado que ela teve a mandíbula deslocada, um afundamento no osso do focinho e ferimentos nas patas. Após descobrir a história surpreendente da filhote, a veterinária Sara Mellado resolveu adotá-la. “Ela é um verdadeiro milagre e merece uma vida boa”, conta a nova tutora.

Apesar dos machucados, a cadela se recuperou rápido. Por causa da martelada, Thaia tem dificuldades para respirar. Então, Sara Mellado começou uma campanha nas redes sociais com o objetivo de arrecadar dinheiro para uma cirurgia. Já foram arrecadados cerca de R$ 20 mil e, no próximo dia 22 de abril, a cadela passará por uma cirurgia que a deixará mais confortável. “Eu nem sei como agradecer todo esse apoio”, diz Sara.

A polícia ainda não descobriu quem foi o autor do crime contra a cadela.

Fonte: O Dia

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Após denúncia de soterramento, mais gatos são resgatados em Igaraçu do Tietê, SP

Dezenas de animais viviam em terreno, em Igaraçu do Tietê. Prefeitura fez limpeza da área e passou o trator no local.

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Mais cinco filhotes de gatos e 30 gatos foram resgatados na quinta-feira (2) de um terreno da Avenida José Michel Mucaré em Igaraçu do Tietê (SP). Moradores acreditam que os animais tenham sido soterrados durante limpeza realizada com tratores da prefeitura. Quinze animais já haviam sido resgatados na noite de terça-feira (31), após limpeza do local. Os moradores afirmam que pelo menos 100 gatos viviam ali.

Um grupo de voluntários conseguiu desobstruir a entrada da galeria. Segundo o ativista Alex Parente, os animais começaram a sair pelos buracos feitos pelos voluntários.

Segundo a prefeitura, o terreno é particular e o pedido de limpeza foi feito pelos próprios moradores, que temiam doenças por causa do lixo jogado no local. No local havia escorpiões e larvas do mosquito da dengue, por isso foi realizada a limpeza.

Voluntários de uma ONG de proteção aos animais voltariam nesta sexta-feira (3) ao local em busca de mais animais que ainda possam estar sob a terra.

Protesto

Na quarta-feira (1º), cerca de 150 pessoas fizeram uma manifestação contra as mortes dos animais. Eles fizeram uma passeata e com cartazes, saindo do terreno até a casa do prefeito. Velas foram colocadas em volta do local onde os gatos moravam.

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Fonte: G1

Cão é envenenado e polícia apura se morte está ligada a briga de vizinhos em Campo Grande, MS

Caso aconteceu no bairro Aero Rancho, região Sul de Campo Grande. Delegado diz que carne será periciada e crime investigado pela Decat.

Por Graziela Rezende

A Polícia Civil instaurou inquérito nesta sexta-feira (3), em Campo Grande, para investigar o desentendimento entre vizinhos e a morte de um cachorro em uma residência no bairro Aero Rancho, região Sul da cidade. Ao G1, o delegado Reginaldo Salomão disse que o animal teria ingerido uma carne envenenada

“A tutora do cachorro, uma senhora de 44 anos, prestou depoimento na delegacia e disse que tentou socorrer o animal, porém ele estava agonizando e inclusive a feriu quando ela foi levá-lo ao médico veterinário”, afirmou o delegado.

Conforme o registro da ocorrência, na noite desta terça-feira (2), uma pessoa atirou um pedaço de carne no quintal do imóvel.

Assim que ingeriu, a cadela começou a uivar, passar mal e morreu ao chegar na clínica veterinária. Durante o socorro, a mulher foi mordida e machucou dois dedos da mão direita.

Já na delegacia, a dona de casa disse que uma vizinha havia feito ameaças no dia anterior, ressaltando que os moradores da casa teriam uma ‘surpresa com o cachorro’. A mulher ressaltou que a carne foi jogada no lado direito da casa, onde funciona uma conveniência.

“A dona de casa ressaltou que existe um desentendimento entre vários vizinhos, principalmente pelo fato do marido dela ser policial. Ela congelou um pedaço do carne, que disse estar com veneno de rato e se comprometeu a apresentar para a polícia, pois será periciada”, finalizou o delegado.

O fato foi registrado como um caso de mais-tratos e será investigado pela Delegacia Especializada de Repressão à Crimes Ambientais e Atendimento ao Turista (Decat).

Fonte: G1