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‘CSI’ chegou aos crimes contra animais em Portugal

A investigação forense, popularizada em séries norte-americanas como o “CSI”, já chegou ao mundo animal e é uma arma para provar crimes de maus-tratos, como matar um cão à fome.

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Com os maus-tratos a animais a serem considerados crime há seis meses, a investigação forense tem sido cada vez mais chamada a ajudar na obtenção e análise de provas.

Anabela Santos Moreira, médica veterinária que se tem dedicado à investigação forense do mau trato animal, explicou à agência Lusa a utilidade desta área para que os autores dos crimes contra animais possam ser punidos.

“Todas as coisas que se fazem para investigação legal humana podem fazer-se com animais”, disse a veterinária, para quem “existe conhecimento em Portugal, mas não recursos”.

Segundo Anabela Santos Moreira, desde que a lei que criminaliza os maus-tratos animais existe há mais gente interessada em saber mais sobre investigação forense, nomeadamente veterinários, forças de segurança e judiciárias.

O objetivo, avançou, é munir os decisores com provas que possam demonstrar o crime de maus-tratos animais e essa é uma área da investigação forense animal.

A veterinária dá exemplos: “Um cão morre e está caquético. Suspeita-se que o animal morreu porque o tutor não lhe dava comida, mas, em termos de lei e de tribunais, não basta dizer que o animal morreu de fome. Nenhum procurador vai aceitar um leigo a dizer que o animal morreu de fome. É preciso uma autópsia, tal como para os humanos”.

“O que se pretende é que os processos sejam bem elaborados e que os casos de crime resultem na pena para quem pratica o crime”, adiantou.

De acordo com a nova redação do Código Penal, “quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias”.

“Se dos factos previstos no número anterior resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção, o agente é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias”, prossegue a lei.

Desde o início da aplicação da lei, foram realizadas 1.415 denúncias, que conduziram a 30 arguidos.

Estas e outras matérias estarão em análise no primeiro Seminário de Medicina Forense, Comportamento e Bem-estar Animal que terá lugar nos próximos sábado e domingo, em Lisboa.

Fonte: JN

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75 cães são queimados vivos em incêndio criminoso na Ucrânia

Fundador vinha sendo ameaçado há anos.

Tradução de Natália Lisboa 

Incêndio doloso no canil ‘Itália’ costruído na Ucrânia pelo italiano Andrea Cisternino. O refúgio foi incendiado voluntariamente, e foram mortos 75 cães, queimados vivos.

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Faz muito tempo que Cisternino é ameaçado de morte, e agora queremos justiça pelo que aconteceu. A notícia do incêndio foi logo difundida pelo Facebook. Alguns colaboradores de Andrea publicaram algumas fotos do incêndio. Hoje às 15:00, as organizações ‘Associazione Animalisti La loro Voce – Cani Sciolti Leal Lega Antivivisezionista’ organizaram uma manifestação em frente ao Consolado da Ucrânia na Itália, para pedir ao Cônsul Andrii Kartysh proteção a Andrea Cisternino. Andrea Cisternino chegou a escrever algo no Facebook de sua esposa: “Como não consigo escrever no meu Facebook devido a muitas postagens, queria dizer que estamos bem, intoxicados mas bem, uma pessoa com ferimentos leves, e infelizmente nossos cães mortos. Queimados vivos. Agora estamos exaustos, mais tarde darei novas notícias”.

O Refúgio Itália é um canil de excelência na Ucrânia, administrado por Andrea Cisternino e sua esposa Vlada Shalutko: tudo começou em 2009, com as denúncias de cães mortos. As mortes continuam até hoje.

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Fonte: Leggo 

Nota do Olhar Animal: Este episódio terível aconteceu já há algumas semanas. 
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Tutor diz à polícia que cães foram mortos com linguiça envenenada em Aparecida do Taboado, MS

Dois pastores alemães foram achados mortos em quintal de casa em MS. Imagens de câmeras de segurança devem ajudar polícia a esclarecer caso.

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Dois cães da raça pastor alemão foram encontrados mortos pelos tutores em Aparecida do Taboado, a 448 km de Campo Grande. Mario Hernandes, de 32 anos, relatou ao G1 que encontrou uma linguiça envenenada no quintal da casa onde mora e que isso teria causado a morte dos animais. Por isso, ele denunciou o caso à Polícia Civil.

Os cachorros foram encontrados mortos na quinta-feira (9). Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que os bichos de estimação teriam comido a linguiça envenenada e um deles passando mal. A filmagem pode ajudar a polícia a esclarecer o caso.

“Dá para ver nas imagens alguém jogando uma linguiça, eles correm atrás. Depois de um tempo aparece um deles cambaleando e depois os dois somem”, contou o tutor ao G1.

Mario explicou que os cães ficavam na parte dos fundos de sua residência e não tinham contato com a rua. “Meus cachorros estavam sadios, sempre foram dóceis. Não dá para entender”, afirmou.

O tutor dos animais ainda disse que já ameaçaram matar os cachorros. “Foi uma vez por conta de barulhos à noite, cheguei a ir à polícia. Não quero colocar culpa em ninguém, mas não entendo porque isso aconteceu”, declarou.

Após a morte dos cães, Mario foi até um veterinário, que comprovou que a causa da morte foi por envenenamento. Além disso, ele foi à Delegacia de Polícia Civil da cidade para registrar boletim de ocorrência. “Estou indignado. Quero justiça. Eles tinham vida, amor e sentimentos”, disse.

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Fonte: G1

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Vereador denuncia maus-tratos em sítio para cavalos retirados da BR-101 por concessionária; vídeo

Cerca de 12 animais foram filmados, as imagens foram feitas na última sexta-feira (10) e publicadas na página do vereador Gideão Svenson, da Serra.

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Cavalos mal tratados, doentes, magros, não há pasto e tampouco assistência aos animais. O vídeo recebido pela TV Vitória mostra os maus tratos aos cavalos que são recolhidos das rodovias pela concessionária Eco-101.

Os animais estão morrendo de fome, alguns não conseguem se levantar de tão fracos. No local onde estão não tem pastagem para se alimentar, a terra está muito seca, e não há água.

Cerca de 12 animais foram filmados e as imagens foram feitas na última sexta-feira (10) e publicadas na página do vereador Gideão Svensson, da Serra. Mais de 30 mil pessoas visualizaram o vídeo e 700 compartilharam o sofrimento dos cavalos. Segundo o vereador, o proprietário do sítio não tem mais condições de abrigar os bichos.

No local a equipe de reportagem da TV Vitoria não encontrou nenhum responsável pelo sítio. Em nota a Eco-101 informou que os animais encontrados soltos ao longo da rodovia são destinados a um local adequado, onde recebem tratamento devido e que desde o dia 10 eles têm sido entregues a um novo prestador de serviço, que não foi divulgado.


Fonte: Folha de Vitória

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Após falta em audiência, juíza critica rapaz que agrediu cadelas no Rio de Janeiro: ‘Acovardamento’

Por Paolla Serra

Depois de faltar a audiência do processo ao qual responde por ter agredido as duas cadelas da namorada, o empresário Rafael Hermida Fonseca foi criticado pela juíza Simone Cavalieri Frotas, do IX Juizado Especial Criminal, na Barra da Tijuca. Em despacho, a magistrada afirmou que o rapaz “lamentavelmente pretende ludibriar o Poder Judiciário, ocultando-se do oficial de justiça que tentou cumprir os mandados de intimação nos quatro endereços”. O empresário não foi localizado também em dois números de telefone, não tendo sido notificado oficialmente para a audiência, realizada às 14h do último dia 23 de março.

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De acordo com Cavalieri, um dos locais em que foi procurado – na Estrada dos Bandeirantes, no Recreio – foi revelado pelo próprio Rafael, quando compareceu na 16º DP (Barra da Tijuca) para depor sobre o caso. Para a juíza, o fato mostra o “acovardamento para enfrentar o processo judicial pelos fatos repugnantes praticados”. Ela determinou ainda que seja marcada uma audiência especial para ser apresentada a proposta da pena.

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Durante a audiência realizada sem a presença de Rafael, foi proposto que o empresário cumpra dois anos de prestação de serviços à comunidade, pelo crime. Durante oito horas semanais, ele teria que ficar à disposição da Seção de Operações com Cães da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Ele teria ainda que pagar multa de R$ 5 mil a mesma unidade da Polícia Civil.

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O Crime

Rafael Hermida foi indiciado por maus tratos a animais na 16ª DP (Barra da Tijuca), no início de fevereiro. Sua noiva, a produtora Ninna Mandin conseguiu descobrir as agressões do rapaz a suas duas cadelas após instalar câmeras de segurança em casa. As imagens foram postadas no perfil da jovem no Facebook.

Quando foi intimado na distrital, Rafael não compareceu, alegando, segundo o delegado Mário Luiz da Silva, oter ficado com medo de represálias. No entanto, no Instagram, o advogado publicou um texto se dizendo arrependido das agressões às cadelas.

Fonte: Extra

Homem denuncia que teve cachorros e gatos envenenados em MS

Ao todo foram quatro gatos e dois cachorros, segundo denúncia à polícia. Dois gatos morreram. Caso foi no domingo (12), em Campo Grande.

Um homem de 30 anos denunciou à Polícia Civil que teve os quatro gatos e dois cachorros envenenados na casa em que reside, na rua Ranieri Mazzilli, em Campo Grande. De acordo com informações do boletim de ocorrência, dois felinos morreram. O caso aconteceu nesse domingo (12).

O homem disse à polícia que, ao chegar em casa, encontrou um de seus gatos passando mal. Momentos depois, o homem achou outro felino agonizando e o levou ao veterinário.

Consta no registro policial que, quando o homem chegou à clínica veterinária, foi avisado que um de seus cachorros estaria tremendo e com uma espuma saindo pela boca. Ao retornar para casa, para buscar o cão, encontrou um gato morto.

Conforme relatos do homem, logo em seguida ele recebeu informações de que outro cachorro passou mal após encontrar um pedaço de salsicha, e que um quarto felino estava com sintomas de intoxicação.

O veterinário dos animais informou que todos apresentavam um quadro de intoxicação e envenenamento. Dois gatos morreram. O veterinário ainda disse que os animais apresentavam um quadro de salivação excessiva, náusea, incoordenação motora, agitação, tremores musculares, vômitos e pupilas dilatadas.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, há um terreno vazio ao fundo do local onde os animais passaram mal e, nesse espaço, sempre há diversos gatos. No registro policial também consta que um dos vizinhos chegou a dizer que daria um fim nos felinos.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro como “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.

Fonte: G1

Vídeo mostra cão queimado e espancado até a morte na Paraíba

Suspeito ateia fogo e depois dá pancadas no animal. Homem já foi identificado pela Polícia Civil.

Um vídeo divulgado nesta segunda-feira (13) no JPB 1ª Edição mostra um homem atear fogo e dar pauladas até matar um cachorro, na cidade de Massaranduba, no Agreste paraibano. O caso de agressão teria acontecido na sexta-feira (10), segundo a polícia. As imagens estão com a Polícia Civil, que investiga o caso e já identificou o suspeito que aparece queimando o cão no vídeo.

Nas imagens, gravadas no distrito de Santa Terezinha, zona rural de Massaranduba, um homem ateia fogo em um cachorro ainda vivo. Para as chamas não se apagarem, ele usa lã e álcool. O fogo cresce e depois de algum tempo o homem usa um galho de árvore para dar pancadas no animal. Minutos depois, o bicho não resiste e morre.

O crime de maus tratos a animais é previsto na legislação ambiental. “Não só as agressões físicas são tratadas como crime, mas qualquer tipo de maus tratos, no sentido de manter acorrentado, não fornecer alimentação, não dar abrigo de sol e chuva. Tudo isso agravado em caso de morte. É crime de menor potencial ofensivo, se flagrado, o acusado pode ser preso, mas é causa para termo circunstanciado de ocorrência”, destacou o advogado criminalista Rodrigo Celino. “Aquele que presenciar uma selvageria como essa, deve procurar comunicar o fato à autoridade para tomar providencias as cabíveis”, disse.

Assista ao vídeo clicando aqui.

Fonte: G1

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Manaus: Cachorro morre após ser atingido por tiro de PM em frente de casa

Sem nenhum motivo aparente, policial militar do Ronda no Bairro sacou a arma e matou o animal com um tiro na cabeça.

Por Joanaa Queiroz

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Um cão foi assassinado com um tiro na cabeça na manhã deste domingo (12) por um policial militar. O animal, chamado de “Branquinho” estava na frente da casa da sua dona, a autônoma Maria Barbosa Bastos, 50, moradora da rua Tereza Dávila, bairro Santa Etelvina, Zona Norte, e morreu na hora. A ação do policial foi filmada por câmeras de segurança particular e será levada à Corregedoria Geral da Secretária de Segurança, onde a dona do animal vai denunciar o soldado “mata cachorro”.

O assassinato do cão foi presenciado por vizinhos da mulher que ficaram indignados com a ação do policial. De acordo com testemunhas, o cachorro estava próximo a calçada onde estava um neto de Maria, de cinco anos de idade e outro de oito meses de idade que estava em uma rede, quando apareceu uma viatura, segundo os vizinhos, do programa de segurança pública Ronda no Bairro.

Moradores relataram que a viatura tinha acabado de estacionar em frente a uma distribuidora de bebidas, onde costumam visitar depois de uma noite de festa no comércio. Ao passar em frente à casa da autônoma, um dos policiais que estava na viatura puxou a pistola e atirou contra o cachorro acertando a cabeça do mesmo que morreu na hora.

Os moradores não tiveram tempo para anotar a placa da viatura. A dona do cão ficou abalada emocionalmente chorou muito e os vizinhos revoltados com o ato covarde do policial que, segundo eles, colocou em risco a vida das crianças que estavam próximas ao cão.

A bala poderia ter ricocheteada no asfalto e atingido uma das crianças. “Aí eles (os policiais) iriam dizer que atiraram em um traficante”, disse um dos moradores que preferiu não se identificar temendo represálias.

A bala que atravessou o corpo de Branquinho foi recolhida pela família e será levada para a corregedoria.

A dona do animal disse que embora não fosse um cão de raça, ele era dócil, bem tratado e era o seu companheiro e todos os vizinhos gostavam dele. ” Ele estava sempre por perto quando e era o meu cão de guarda”, disse a mulher.

Familiares da autônoma telefonaram para o 28º Distrito integrado de Polícia (Dip) no bairro Novo Israel, e foram informados que a área onde aconteceu o crime era do 26º Dip, mas que iria comunicar o ocorrido para o 190. Segundo as testemunhas, minutos depois a mesma viatura, parou na esquina da rua e em seguida foi embora sem se aproximar.

A lei

De acordo com a legislação, quem mata um animal, seja ele um cachorro ou não, comete um crime. É o que diz o artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998. A lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar qualquer tipo de animal. Se houver a morte do bichinho, a pena aumenta até um terço. Quem praticar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos também pode sofrer a mesma condenação.

Culpado pode ser punido

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Gilberto Gouvêa garantiu que o caso será apurado. Segundo ele, serão instaurados uma sindicância e um Inquérito Policial Militar (IPM). Caso fique comprovada a morte do animal, o policial será punido e as informações colhidas serão encaminhadas para as autoridades competentes.

Fonte: A Crítica

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Cemitério clandestino de cães é encontrado na Baixada Fluminense

Animais são deixados em sacos plásticos com identificação.

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Os funcionários de uma empresa em Seropédica, na Baixada Fluminense, encontraram um cemitério ilegal de cães em um terreno da região.

Segundo os funcionários, os animais mortos foram deixados dentro de sacos plásticos com identificação. Eles suspeitam que clínicas veterinárias tenham feito esse descarte irregular.

Foram encontrados mais de 30 corpos no terreno. Alguns deles eram de animais de raça e ainda estavam conservados. Em um vídeo, é possível ver sacos pretos com corpos dentro. Em outro vídeo, veem-se ossadas espalhadas.

Ainda segundo os denunciantes, o que chama atenção é que os corpos estão identificados por etiquetas com os nomes dos animais, dos tutores, número de registro e destino. Para eles, os dados podem significar que os cães estariam sob os cuidados de alguma clínica veterinária.

O descarte de animais mortos infringe leis ambientais e pode representar perigo para quem circula na região.

O terreno fica há cerca de 500 m da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) e seria uma área do governo federal. Em nota, a UFRRJ informou desconhecer o fato de animais terem sido abandonados.

Assista ao vídeo:

Fonte: R7

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Homem que envenenou 1.000 cães com salsichas diz que o fez por vingança

Por Hannah Paarry / Tradução de Marli Vaz de Lima

Um homem matou mais de 1.000 cães na Rússia por vingança, pois ele acreditava que os cães de rua eram responsáveis por lhe transmitir tuberculose, ouviu-se no julgamento.

Danila Kislitsyn contou à polícia que era sua tarefa eliminar cães da rua nos arredores de Vladivostok, pois eles eram uma ameaça às pessoas e precisavam ser exterminados.

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O homem de 31 anos percorria a cidade do sudeste da Rússia usando salsichas envenenadas e colocando armadilhas para matar os cães de rua, e ocasionalmente animais de estimação das pessoas.

Os oficiais ouviram que os ataques foram uma vingança, pois ele culpava os animais por ter contraído tuberculose vários anos antes, o que o levou a um estado debilitado.

Ele foi preso como parte de uma campanha de ativistas pelos direitos dos animais, os quais passaram dois anos monitorando Kislitsyn, que algumas vezes matou por volta de uma dúzia de cães em um dia.

Kislitsyn teve que passar por testes psiquiátricos antes do julgamento, mas foi considerado apto para permanecer no mesmo.

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Mas os membros da proteção animal ficaram furiosos quando a Juíza Olga Yerokhina sentenciou Kislitsyn a apenas pagar uma multa de 200 libras.

A ativista Sarah Pirogova da entidade Animal Defensor disse: “Ele foi responsável por um genocídio de cães em nossa vizinhança, algumas vezes uma dúzia de cães mortos podiam ser encontrados nas ruas em um único dia.”

“Ele diz que o enfoque dos ataques era apenas cães de rua, mas muito frequentemente animais de estimação das pessoas foram também envenenados depois de comer um pedaço de salsicha em que ele tinha colocado veneno.”

Ativistas realizaram testes nas salsichas e descobriram que elas não estavam somente envenenadas, como também continham comprimidos feitos para impedir os cães de vomitarem, assim eles não podiam colocar para fora o alimento letal.

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Ela completou: “Nós tentamos confrontá-lo sobre isso, mas ele foi extremamente violento e usava um spray antes de fugir, assim nós finalmente decidimos escrever um relatório para a polícia.”

“Nós estamos desapontados com o resultado, mas esperamos que ele não queira pagar uma outra multa e agora pare com o que tem feito.”

Fonte: Daily Mail