Irã quer castigar tutores de cachorros com 74 chicotadas

Lei defendida por conservadores proíbe animais nas ruas e nas casas. A tradição islâmica considera impuros os cachorros.

Os tutores de cachorros no Irã poderão ser castigados com até 74 chicotadas se entrar em vigor uma nova lei defendida pelos deputados conservadores para proibir estes animais nas ruas e nas casas.

O projeto de lei, proposto por 32 deputados do Parlamento iraniano dominado pelos conservadores, também inclui multas de 10 a 100 milhões de riales (entre 370 e 3.700 dólares), segundo o jornal reformista Shargh.

A tradição islâmica considera impuros os cachorros, um animal pouco comum no Irã, mas que algumas famílias têm como mascote, principalmente nas grandes cidades.

No Irã, acariciar um cachorro ou entrar em contato com sua saliva é considerado ‘najis’, ou seja, um contato direto que deixa o corpo impuro.

Segundo a proposta de lei, os cachorros confiscados serão levados para um zoológico ou deixados em liberdade na natureza.

A ala mais conservadora do Parlamento iraniano está preocupada com a influência cultura do Ocidente, que inclui a afeição por cães, a televisão via satélite ou o acesso à internet.

Fonte: G1

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Lei pode permitir que animais sejam enterrados com seus tutores em cemitérios de Niterói, RJ

Vereador justifica que bichos de estimação são membros da família.

Por Gustavo Schmitt

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Um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal pretende autorizar o enterro de animais domésticos nos cemitérios da cidade. Na prática, a proposta, que já recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça, autoriza que os bichos de estimação sejam sepultados junto com seus tutores.

O autor do projeto, o vereador Renatinho (PSOL) argumenta que a proposta é de “grande relevância” porque os animais são considerados “integrantes das famílias humanas”. Ele justifica ainda que cemitérios e crematórios particulares cobram taxas altíssimas, que podem custar de R$ 500 até R$ 3 mil:

— O custo alto praticamente inviabiliza a utilização pela maioria dos tutores de animais. Tem gente que faz um buraco no quintal e sepulta ali mesmo. Mas, a maioria das pessoas que conheço não joga o seu bichinho em qualquer lugar — diz Renatinho, que tem como bandeira de seu mandato a defesa dos animais.

O vereador conta ser dono de um casal de gatos e afirma que sonha ver seus animais sepultados como determina seu projeto de lei:

— Os meus gatos são a coisa mais linda que tenho na minha casa. Eles dormem na nossa cama. Gostaria muito que fossem enterrados no meu jazigo. Pedirei isso à minha mulher — diz o vereador.

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Bagueira (SDD), se mostrou contrário ao projeto de lei:

— Os cemitérios de Niterói precisam de reforma para poder enterrar gente. Não tem estrutura para sepultar animais. Sou a favor da construção de um cemitérios específico para bichos de estimação — disse Bagueira.

Na capital paulista, um projeto de teor semelhante acabou sendo vetado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) em dezembro. A administração de Haddad alegou que faltava vagas e estrutura nos cemitérios, além de que grande parte da população poderia entender a medida como um desrepeito a tradições e preceitos religiosos. A proposta havia sido aprovada pela Câmara Municipal de São Paulo, em novembro de 2013.

Fonte: O Globo

Nota do Olhar Animal: Sobre a resistência de religiosos a outro projeto similar, vale a leitura do artigo da filósofa Sônia T. Felipe intitulado A dignidade dos cadáveres e lugares sagrados .

Abate de cão por prevenção não tem lógica científica – especialista

O especialista em doenças infeciosas António Meliço-Silvestre considera que “não há lógica científica” que justifique o abate de animais domésticos como medida de prevenção contra o contágio pelo vírus do Ébola.

O especialista, que em 2003 assumiu a presidência da Comissão Nacional de Luta Contra a Sida, considera o Ébola “uma questão muito complexa” que tem de ser enfrentada “de frente”.

“Recuso-me a aceitar que o caminho passe por matar os nossos animais, pois isso traria muita amargura para a humanidade”, disse à agência Lusa, afirmando desconhecer qualquer dado epidemiológico que aponte para a necessidade deste abate.

Na quarta-feira, o cão da auxiliar de enfermagem espanhola infetada com o vírus Ébola foi morto por decisão das autoridades espanholas, por alegadamente apresentar “um risco de transmissão da doença ao homem”.

“Se vamos contra os nossos animais, é uma tragédia. Temos de aprofundar a questão epidemiológica antes de partir para decisões desta natureza”, adiantou.

António Meliço-Silvestre ressalvou que, em ciência, “nunca existem certezas a 100 por cento”, mas defendeu, por isso, que “a melhor forma de tratar de um assunto é olhando-o de frente e com dados científicos”.

Para os especialistas, não são ainda conhecidos dados científicos que justifiquem esta medida adotada pelas autoridades espanholas.

O catedrático acredita que “o homem vai ganhar” esta luta contra o Ébola, lembrando outros desafios como o combate contra o vírus da sida, no qual trabalhou, e que existe “capacidade científica” para isso, principalmente agora que os Estados Unidos estão “empenhados” nesta batalha.

O abate do cão provocou manifestações de defensores da causa animal na capital espanhola e uma petição que defendia a sua colocação em quarentena, em vez da morte, a qual recolheu 374 mil assinaturas.

A tutora do animal, de 44 anos, foi hospitalizada na segunda-feira depois de se ter detetado que estava infetada com o Ébola.

A auxiliar de enfermagem fazia parte da equipa médica que tratou dois missionários espanhóis infetados com o vírus e repatriados de África, que morreram, respetivamente, em 12 de agosto e 25 de setembro passados.

A febre hemorrágica Ébola já matou mais de 3.500 pessoas na África Ocidental dos 7.478 casos registados em cinco países (Serra Leoa, Guiné-Conacri, Libéria, Nigéria e Senegal), segundo o último balanço divulgado pela Organização Mundial de Saúde, com dados até a 01 de outubro, publicado na sexta-feira em Genebra.

O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com o sangue, líquidos ou tecidos de pessoas ou animais infetados.

Fonte: RTP (Portugal) / mantida a grafia original

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Corte em Nova York julga se chimpanzés têm direitos

Promotor alega que animais têm ‘características humanas’. Objetivo é libertar macacos que vivem solitários e em jaulas.

US us-chimps-legal-right franUma corte de apelação em Nova York irá decidir se chimpanzés deveriam ser declarados “pessoas” em vez de “coisas”, para que os animais possam ser libertados do que críticos consideram encarceramento desumano.

O advogado Steven Wise falou na quarta (7) em benefício de Tommy, que vive sozinho em uma jaula no interior do condado de Fulton. Um juiz recusou um pedido de Wise e seu Projeto de Direitos para Não Humanos para que Tommy fosse liberado para se unir a outros chimpanzés em um santuário na Flórida.

Wise alega que animais com características humanas, como os chimpanzés, merecem direitos básicos, incluindo liberdade de cárcere. Ele também busca libertar três outros chimpanzés em Nova York.

O dono* de Tommy, Patrick Lavery, de Gloversville, disse ao jornal “Albany Times-Union” que o macaco é feliz e tem TV por assinatura e um aparelho de som para se distrair. Ele não compareceu à corte ou enviou documentos.

Fonte: G1 

Nota do Olhar Animal: Mantivemos a expressão “dono”, pois este julgamento nos EUA versa exatamente sobre o direito de tratarmos os animais como “coisas”, passíveis de serem propriedade dos humanos. Chama a atenção o tratamento dado ao chimpanzé pelo “dono”, que disponibiliza para ele aparelhos eletrônicos. Tratar os animais de forma humanizada não é reconhecer seus direitos ou os deveres humanos para com eles. Ao contrário, é reafirmar a visão antropocêntrica que tantos danos vêm causando aos animais não humanos, projetando interesses que não são os deles.
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Ilhabela (SP) abre exposição ‘Olhar Sem Ver’ em defesa da causa animal

SP ilhabela 20141006-tela‘Olhar Sem Ver’ é o nome da exposição de artes promovida pela Apailha (Associação Protetora dos Animais de Ilhabela) e pela Prefeitura de Ilhabela, por meio das secretarias de Saúde, do Meio Ambiente e da Cultura, e da Fundaci (Fundação Arte e Cultura de Ilhabela), no Fórum de Ilhabela.

Em prol à causa animal, sejam os animais domésticos, os silvestres ou os marinhos, os artistas plásticos locais apresentarão na exposição seus quadros, esculturas e fotos.

“O tema proposto pela Apailha é bem interessante, porém, o mais inusitado é o local da exposição, o Fórum, onde as pessoas que frequentam normalmente não estão pensando em arte, muito menos uma grande mostra de arte como esta, o que certamente vai surpreender o público”, comenta o secretário da Cultura, Nuno Gallo, cuja pasta é a responsável pela curadoria da exposição.

O vernissage de abertura da exposição será promovido às 19h desta sexta-feira (10/10) e prossegue até o dia 31 de outubro, no prédio do Fórum, localizado à Rua Benedito dos Anjos Sampaio, nº 29 – Barra Velha.

Mais informações sobre a exposição “Olha Sem Ver” pelo telefone: (12) 3895-7229, no Centro de Controle Populacional de Cães e Gatos.

Serviço

Exposição de Artes “Olhar Sem Ver”
Vernissage: 10 de Outubro, às 19h
Período da mostra: 11 a 31 de Outubro, de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h
Local: Fórum de Ilhabela – Rua Benedito do Anjos Sampaio, nº 29 – Barra Velha

Fonte: Portal R3

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Abaixo-assinado pede a criação de cachorródromo em Campinas, SP

Animais não são permitidos nos principais parques da cidade, diz Prefeitura. Espaço de lazer e diversão para cães e seus tutores já são comuns em SP.

Por Roberta Steganha

SP campinas dsc01424Cansada de ter seu cachorro barrado nas áreas verdes de Campinas (SP), uma moradora resolveu criar um abaixo-assinado virtual para cobrar da Prefeitura um cachorródromo, uma espécie de área de lazer para os animais, que já é realidade em capitais como São Paulo. Atualmente, nos principais parques do município, eles não são permitidos.

A jornalista Ana Paula de Moraes Carvalho Freitas, de 32 anos, conta que tudo começou há dois anos quando se mudou para Campinas. Ela que é dona do dálmata Enzo, de 2 anos, estava acostumada a ir com o cão no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, e se surpreendeu ao chegar no município e descobrir que os cães não são permitidos nos espaços de lazer. “O Enzo é muito ativo. Aí, logo que chegamos, procuramos levar ele em parques, mas dentro do Taquaral não podia e em outros também não. Acabamos desistindo e a gente levava ele só na coleira na rua”, lembra Ana Paula.

No entanto, Ana Paula destaca que apenas essas ‘voltinhas’ para Enzo não são suficientes. “Só uma caminhadinha não gasta a energia, precisa soltar para correr por um bom tempo”, afirma. Por isso, ela seguiu na procura por um lugar em que ele pudesse se divertir. Foi quando após uma ida ao veterinário, ela descobriu uma área dentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Uma veterinária sugeriu levar ele na Praça da Paz. Lá também não pode soltar, mas tem gente que solta e deixa os animais interagirem. Levamos ele lá algumas vezes”, conta.

SP campinas dsc01568Cachorródromo

Segundo Ana Paula, Campinas precisa de um cachorródromo e a jornalista garante que não precisa de muito investimento para criar essa área de lazer para os cães. “Um campinho com um gramado, cercado para não saírem, uma torneira com água e uma lixeira para os tutoress recolherem o cocô”, explica. Ela ainda sugere que esse parque canino poderia ser feito no Taquaral. “Tem espaço para fazer. Poderia fazer na lagoa e também em outros parques que são grandes. Queremos um local com segurança para eles e para quem está em volta”, destaca.

Cansada, ela decidiu tomar uma providência e deu início a um abaixo-assinado virtual para cobrar do poder público municipal um espaço destinado ao lazer dos cães. “Estou pegando assinaturas para levar isso para a Prefeitura e mostrar que tem mais gente que quer também”, conta.

Apoio

A biomédica Nathalia Columban, de 23 anos, também reforça a necessidade de um cachorródromo na cidade e lembra que eles já são realidade na capital. Ela conta que já havia feito um projeto semelhante, mas que não saiu da gaveta e por isso, resolver unir forças com Ana Paula na divulgação do documento. “Eu já havia rascunhado um projeto, mas ele manteve-se guardado. Conheci a Ana através do abaixo-assinado e resolvi compartilhar com ela as ideias e material que tenho para unir forças para tornar esta conquista possível”, reforça.

Assim como Ana Paula, a biomédica também enfrenta dificuldades para passear com seus três cães. “Moro em apartamento e os passeios precisam ser diários, procuro sempre ir a lugares que tenham um espaço verde, uma praça ou um canteiro”, conta. No entanto, ela destaca que estes locais por não apresentarem nenhum tipo de controle têm uma grande carga de parasitas. “E por mais cuidado que se tome, o cão fica exposto a inúmeras doenças parasitárias e verminoses”, destaca.
Passeios nos parques

A Secretaria de Serviços Públicos de Campinas informou que atualmente cães não podem circular nos parques da cidade. A pasta disse ainda que para que isso seja possível é preciso criar uma lei, ter regulamentação e ressaltou que há estudos para que os animais possam passear nas áreas públicas, mas não há previsão de quando isso será realidade.

Sobre os cães no Campus, em nota, a Unicamp informou que a circulação de animais domésticos na universidade é regulamentada desde 2005. No entanto, de acordo com a resolução, é proibida a condução de animais sem coleira e guia de condução. O uso de guia curta, enforcador e focinheira é exigido naqueles que, pela sua raça ou porte, representem riscos. Além disso, afirmou que há placas no campus com orientações.

SP campinas foto 10Polêmicas envolvendo cães

Em 2009 o vira-lata Bob foi alvo de uma polêmica na cidade quando a Prefeitura quis retirá-lo do ponto de táxi do Largo do Santa Cruz, onde ele morava, para levá-lo ao Centro de Zoonoses. Os taxistas, que cuidavam dele conseguiram com apoio de sociedades protetoras dos animais para que ele ganhasse o título de cão solidário e permanecesse no local. Para isso, o cachorro teve de cumprir as determinações da Vigilância em Saúde, tomar as vacinas necessárias e ser castrado. Depois, o animal acabou virando até bloco de carnaval e samba-enredo. Ele morreu em agosto de 2013.

Outro caso que ganhou repercussão foi o caso da cadela Menina, que também era cuidada por taxistas, e foi atingida por uma bomba caseira frente a um hotel em julho de 2012. O explosivo foi jogado próximo ao animal por um integrante da banda do cantor Thiaguinho, quando o grupo deixava o local em uma van para apresentação com o músico em uma casa de shows em Sumaré. A bomba explodiu depois que o cão a pegou na boca. O funcionário foi demitido. Já o animal sobreviveu e foi adotado.

Para Nathalia, apesar dos casos de maus-tratos e violência contra animais ainda existirem, as pessoas têm se conscientizado de que os cães fazem parte da sociedade e por isso, também têm direito ao lazer. “Com essa conscientização é cada vez mais necessário esses espaços para sociabilização e manutenção do bem-estar animal”, finaliza.

Fonte: G1

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Fotógrafa paulistana clica grávidas e recém-nascidos junto dos cachorros da família

Expert em clicar gestantes e recém-nascidos, a fotógrafa Lidi Lopez também costuma incluir os cachorros da família nos ensaios que faz. Confira abaixo algumas imagens da artista, que conta com um estúdio em São Paulo, no Campo Belo. O preço médio do serviço é 1800 reais, com entrega de um DVD com 100 fotos tratadas e editadas.O álbum com vinte fotos custa 450 reais.

1. Lambida amiga

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2. Barrigão

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3. Enrolado no cobertor

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4. Bochechudo

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5. Com amor

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6. Tipo cama

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7. Sorrisinho

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8. Na floresta

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Fonte: Veja SP

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Cachorra sobrevive 14 horas em para-choque após ser atropelada

Animal foi atropelado por carioca em estrada de Santa Catarina. ‘Pequena’ teve fraturas nos ossos e precisa ser operada para voltar a andar.

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A luta pela sobrevivência de uma cachorra de rua, que aparentemente resistiu 14 horas presa no para-choque de uma família carioca após um atropelamento em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, comoveu moradores da região. O acidente aconteceu no domingo passado (21) e marcou as férias de Carlos Roberto Vidal, morador do Rio que passava alguns dias com a família no Sul do país.

De acordo com Carlos, o atropelamento aconteceu no trajeto de volta de um parque de diversões para o hotel. A família viu um vulto na estrada, mas não conseguiu identificar que era o bichinho.

SC camboriu cadela56008cb95650db31b92aec4b1423aa47“Não deu para ver direito o que era, eu estava a 80 quilômetros por hora e ainda estava chovendo. Como não observamos nenhuma manifestação, seguimos viagem. Em seguida, paramos para jantar e fomos para o hotel dormir”, contou o bancário.

No dia seguinte, enquanto a família se preparava para voltar ao Rio, um funcionário do hotel informou que havia um cachorro vivo dentro do para-choque do carro. Carlos afirmou ao G1 que imediatamente chamou o Corpo de Bombeiros da região para resgatar o animal.

“Fiquei espantado, surpreso com aquilo. O cachorro ficou ali dentro por mais de 14 horas e estava vivo. Eu tinha que voltar para casa e não podia ficar mais tempo na cidade, mas paguei a internação dele em uma clínica veterinária. Agora, estou procurando notícias com a veterinária”, disse.

O G1 entrou em contato com a médica veterinária Melissa Marchiori, de 36 anos, que está cuidando da cachorra na clínica BC Vet, em Balneário Camboriú. De acordo com ela, a cachorra está se recuperando bem.

“Ela está bem, mas precisa realizar duas cirurgias ortopédicas para voltar a andar. Eu estou doando a estadia dela com alimentação e todos os cuidados necessários. Consegui também um exame de raio-x gratuito, mas a cirurgia não fazemos aqui na clínica. Estamos procurando alguém que possa ajudar ela a conseguir a cirurgia”, disse Melissa.

A veterinária contou ainda que houve uma mobilização na cidade por causa do episódio com o bichinho, que foi batizado de “Pequena”, por ter aproximadamente cinco meses de vida.

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Fonte: G1

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Psicanalista é demitido do ‘Encontro com Fátima’ após revelar que não gosta de bichos

Francisco disse no ar que achava normal deixar um cachorro de estimação dormir fora de casa, fora do espaço comum dos humanos.

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O psicanalista Francisco Daudt foi demitido do programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’ depois de passar um ano colaborando com a atração. A demissão aconteceu depois que ele revelou não gostar de animais, na última segunda-feira (15). Francisco disse no ar que achava normal deixar um cachorro de estimação dormir fora de casa, fora do espaço comum dos humanos.

“É verdade que eu não gosto muito de bicho. Quando minha filha perguntava qual bicho eu gostava, respondia: ‘leitão a pururuca’. Aí, ela falava: ‘bicho vivo, pai’. Eu respondia: ‘ostra’. Tenho uma relação com o cachorro da minha filha (que durante sete meses fica em sua casa), na qual eu sou o dono e não ele”, disse ele à Fátima Bernardes durante o programa.

O psicanalista participava do programa todas as segundas-feiras comentando os assuntos discutidos na atração. “A gota d’água foi eu insultar a ‘religião’ de algumas pessoas, só porque disse que não gostava de bichos. Foi como falar mal de Maomé para os islâmicos. Vou embora satisfeito, agradecido pelo amor de toda equipe. Afinal, me aturaram durante um ano. O Arruda (diretor) me ligou e disse que o programa não era para ser polêmico e as minhas (opiniões) eram”, disse ele ao ‘UOL’.

Fonte: Tribuna Hoje