Entidades de proteção animal arrecadam mais de R$ 60 mil por meio da Nota Fiscal Paulista

Desde o início do ano, repasse beneficiou 45 instituições no Estado de São Paulo.

De janeiro a julho deste ano, entidades de proteção animal sem fins lucrativos que atuam no estado de São Paulo receberam R$ 61.353,83 em recursos repassados por meio da Nota Fiscal Paulista. O benefício é regulamentado por lei.

Uma das instituições beneficiadas é o Rancho dos Gnomos Santuário, localizado em Cotia (SP), que recebe animais silvestres e exóticos apreendidos pelo Ibama e pela Polícia Ambiental. “O programa é muito bom e os repasses estão sendo realizados com regularidade”, afirma Marcos Pompeu, fundador da instituição.“O Rancho trata e recupera a saúde dos animais para reinseri-los na natureza, mas grande parte das vezes isso não é possível e há necessidade de abrigá-los nas instalações do Santuário.

A associação São Francisco de Assis, que fica em Americana (SP), também recebe recursos do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal. A entidade coíbe maus tratos, cuida, castra, vacina e encaminha cães e gatos abandonados para adoção. Conceição Negri, fundadora da ONG, afirma que os principais gastos da entidade são com ração, medicamento e veterinário. “A lei foi um achado. Estamos nos organizando para ampliar o recolhimento das notas e aproveitar de maneira ainda melhor o benefício.”

As instituições de apoio e proteção animal interessadas devem se registrar no Cadastro Estadual de Entidades (www.cadastrodeentidades.com.br). Na página Autocadastramento, incluir seu CNPJ e seguir os passos seguintes indicados pelo sistema. No mesmo endereço, é possível acessar o Manual da Entidades, onde estão descritos todos os procedimentos e condições necessários ao cadastramento.

Fonte: Globo Rural

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ONG precisa de ajuda para manter cerca de 100 animais, em Parobé, RS

O trabalho da associação se man­tém com doações e recursos pró­prios.

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A Associação Parobeen­se de Proteção aos Animais trabalha há 15 anos e, atualmente, os volun­tários mantêm cerca de 100 animais (foto), todos retirados das ruas. Entretanto, a APPA passa por dificuldades para garantir saúde e alimentos aos cães e gatos e, por isso, tem realizado cam­panhas de doações.

O trabalho da associação se man­tém com doações e recursos pró­prios das integrantes. Desde maio, o grupo está realizando ações men­sais na praça, os chamados “Bazar e Brechó”. Neles, são arrecadados itens como pacotes de ração e co­mercializados outros, como roupas, calçados e acessórios. Os encontros acontecem no segundo sábado de cada mês. A Appa comercializa, ain­da, adesivos para arrecadar fundos e está programando um meio frango.

“Tudo o que conseguimos juntar usamos na compra de ração e do que mais for necessário para manter os animais e garantir sua saúde. Comi­da, remédios, intervenções médicas ou cirúrgicas, como castrações, que representam um grande gasto. Al­guns animais precisam de cuidados especiais, como uma cadelinha que possui um problema nos olhos e eu tenho de limpá-los com soro fisioló­gico todos os dias. Se um animal já requer cuidados, imagine 100”, co­mentou a presidente da Appa, Guio­mar Alda Schmidt, que dedica seus dias aos bichos.

Fonte: Jornal Panorama

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Ong analisa debate eleitoral sobre violência contra animais

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O coordenador da organização não-governamental Olhar Animal, Mauricio Varallo, afirma que algumas candidaturas já se comprometem com a causa da defesa dos animais. Ele acredita que essa inclusão nos programas de campanha é resultado de pressão da sociedade nos últimos anos. Varallo fala sobre os projetos de lei em tramitação para punir o maus-tratos e a tortura de animais. A organização Olhar Animal sugere a criação de uma promotoria específica em defesa dos animais.

Confira a entrevista dada à jornalista Beth Begonha CLICANDO AQUI 

Fonte: EBC

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‘Suipa faz o papel do governo’, defende presidente da CPDA da OAB

Na terça-feira, 30, o futuro da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) será discutido em uma audiência pública, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro. O encontro foi convocado pelo titular do 1° Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro, Eduardo Piragibe, e pelo presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB/ RJ, Reynaldo Velloso.

Em entrevista por telefone ao SRZD, Reynaldo Velloso falou sobre a importância da Suipa e da audiência pública. A instituição tem uma dívida com o governo federal de cerca de R$ 15 milhões relativas a débitos previdenciários.

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SRZD: Por que convocar essa audiência?

Reynaldo Velloso: A gente convocou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), médicos infectologistas, veterinários, o Corpo de Bombeiros que sempre leva animais para lá…

Dessa audiência, a gente vai tirar um documento e vamos tentar levar para a presidente Dilma para que ela perdoe a dívida da Suipa através, por exemplo, de uma Medida Provisória. O problema da Suipa não é tributário, é sanitário. A dívida da Suipa junto ao INSS não é trabalhista, é previdenciária. Essa dívida não devia ser cobrada porque a Suipa faz o papel do governo. O que o governo não faz, a Suipa faz. Essa dívida é a que quando paga o salário, tem que pagar ao INSS uma cota patronal. A instituição teve que optar: ou paga isso, ou paga os salários e ração. A Suipa resolveu fazer a opção pela situação dos animais.

SRZD: Como será o documento tirado da audiência?

Velloso: O documento vai ser formatado e vamos tentar marcar uma audiência com a presidente Dilma para ela através de uma Medida Provisória resolver o problema da dívida. Se isso não for feito, nós vamos mover uma Ação Civil Pública para que o governo faça o que a Suipa vem fazendo. O que não pode é fechar uma entidade e não fazer nada. Nesse caso, o juiz obrigaria o poder público federal ou estadual fazer as obrigações que a Suipa faz.

SRZD: O que representaria o fechamento da Suipa?

Velloso: O fechamento da Suipa seria a sentença de morte de quatro mil animais. Esses quatro mil animais não podem ir para a rua porque podem gerar doenças. Se esses animais todos forem para a rua será uma calamidade pública. E não podemos permitir que eles sejam eutanasiados. Para mim, eutanásia é sinônimo de assassinato.

SRZD: Qual a importância da Suipa para o Rio de Janeiro?

Velloso: Não tem um órgão público que possa ocupar o lugar da Suipa. A Suipa hoje é um somatório de atividades. Ela tem hospital público veterinário, tem crematório e, principalmente, atende os animais das pessoas carentes. Este é o motivo da Defensoria Pública estar nisso, pois ela está olhando o lado das pessoas humildes que querem ter um tratamento adequado para os animais. A Suipa é um hospital público veterinário, pode ser comparada ao Souza Aguiar.

Você imagina quantas pessoas humildes vão ficar sem cuidar dos animais se a Suipa for fechada? Vai ser um caos no Rio de Janeiro. Não é um problema tributário, de arrecadação. É um problema sanitário. O governo tem que ter sensibilidade para perdoar a Suipa e até investir no espaço.

Saiba mais sobre a situação da Suipa:

– Suipa convoca candidatos para questionário sobre proteção aos animais

– OAB e Defensoria Pública pedem ações do governo para salvar Suipa

– Alerj: Suipa é reconhecida como especial interesse social para o Rio

– Sueca cria associação para ajudar a Suipa

– Veterinários da Secretaria dos Animais do Rio pedem ajuda à Suipa

– Justiça determina bloqueio das contas da Suipa

– Suipa: uma manhã salvando animais

– Dívidas e superpopulação: os problemas da Suipa aos 71 anos

– Sidney Rezende: Salvar a Suipa é moral

– Presidente da Suipa entrega carta para Dilma: ‘Tenho certeza que vai abraçar a causa’

– Conheça a história de Empezão, o cavalo salvo pela Suipa

– Suipa recupera cadela disputada por usuários de crack

Fonte: SRZDSRZD

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PR: Chuva alaga canil de ONG e entidade pede doações

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O canil da Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama (SAAU) foi uma das vítimas da chuva forte de ontem na cidade. Parte do telhado das repartições onde ficam os animais foi danificada e agora a entidade depende de ajuda da comunidade para a sua reconstrução.

A SAAU é uma organização sem fins lucrativos que sobrevivem de doações voluntárias feitas pela população. Agora, a necessidade maior é para repor a estrutura precária e danificada dos canis. Com a intensa chuva de ontem o canil ficou alagado, devido a cobertura quebrada. Por isso, a presidente da SAAU, Ana Maria Polaquini pede ajuda a todos para doarem lonas e telhas para cobrir urgentemente os canis, pois. muitos cachorros se encontram na chuva e com frio devido à falta da cobertura Quem puder colaborar basta ir até a SAAU na PR-482 para fazer a doação.

Segundo ela, desde a construção do canil, há 15 anos, não houve manutenção na estrutura do local, e com a verba doada pela prefeitura não foi possível fazer as reformas necessárias. A SAAU conta com um funcionário e com a ajuda de vários voluntários e, principalmente, a população que colabora com doações de dinheiro, rações, medicamentos, castração, casinhas, produtos de limpeza, entre outros.

A direção estima que a reforma do canil custará 18 mil reais e a ONG não tem condições para bancar essa reforma e espera a colaboração da prefeitura e da comunidade para poder realizar as reformas e dar aos mais de 550 animais conforto e proteção. Ana Polaquini destaca ainda o aumento das adoções dos animais. “Estamos doando muitos animais por mês, porém cada vez mais continua chegando mais animais”, ressalta.

Para adotar algum animal do SAAU, basta comparecer ao local e escolher um bichinho de estimação para assim ser assinada uma ficha de comprometimento de castração e responsabilidade com o cachorro ou gato escolhido

Animais Acidentados

A direção informou ainda que, atualmente, a maior despesa da SAAU está sendo com os animais que são atropelados nas ruas da cidade. Umuarama possui uma grande população de animais abandonados e com isso a cidade precisa de um projeto de castração para diminuir a quantidade desses animais sem moradia. Todos os dias pelo menos um animal é atropelado na rua e com isso o SAAU tem hoje vários deles internados nas clínicas veterinárias juntamente com enormes contas para pagar. “Muitas pessoas também nos ajudam fazendo doações em dinheiro para o tratamento dos animais que se encontram nas clínicas veterinárias, doentes e machucados” conta Ana Maria Polaquini.

Fonte: Ilustrado

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Entrevista: A pauta animal e as eleições 2014

ENTREVISTA ebc eleicoesQuem acompanha a propaganda eleitoral no rádio e na TV tem percebido o relevante número de candidatos que apresentam o compromisso com a causa de defesa dos animais como plataforma de campanha. As propostas vão desde a implantação de hospitais veterinários públicos, até a criação de legislação mais rigorosa para punir os que cometem maus-tratos contra animais domésticos e silvestres. A pauta, assim com tamanho destaque, muitas vezes como base da plataforma de candidatos, é algo novo na política brasileira.

Mauricio Varallo, diretor da ONG Olhar Animal, que atua na causa da proteção animal há muitos anos, faz uma análise das mudanças que isso representa na sociedade, que cada vez menos tolera práticas perversas e abusivas contra os animais. Ao mesmo tempo há ainda muitos temas que estão fora das pautas principais dos candidatos e que precisam ser contemplados, como o fim dos testes em animais, o uso de animais vivos em aulas de medicina, a vivissecção, e as implicações do consumo de produtos de origem animal e o tratamento dispensado aos chamados “animais de abate”.

O que revela essa inclusão dos animais na pauta política do Brasil? Que modificações podemos vislumbrar na sociedade brasileira a partir dessa nova postura de candidatos e eleitores?

O programa poderá ser ouvido em ondas curtas, nas frequências 11.780 KHz e 6.180KHz, no Distrito Federal e toda a Amazônia Legal. E de qualquer local pela internet: http://radios.ebc.com.br/nacionalamazonia

Programa Amazônia Brasileira, comandado pela jornalista Beth Begonha na Rádio Nacional da Amazônia.

Amanhã, dia 24/09, quarta-feira, às 9:30h

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Cantora Joanna lança campanha para ajudar animais de rua

Artista firmou parceria com a ONG OitoVidas no Rio de Janeiro.

RJ rj joana215829 36A cantora Joanna lançou a campanha Joanna e OitoVidas, com o intuito de arrecadar doações para animais abandonados que são acolhidos e tratados pela ONG OitoVidas, do Rio de Janeiro.

Apaixonada por animais domésticos, especialmente por gatos, ela pretende construir um futuro melhor para os bichanos, dando mais uma chance aos abandonados ou vítimas de maus-tratos que são recolhidos.

A partir desta sexta-feira (19), Joanna começa uma arrecadação através de sua página oficial no Facebook e conta com os fãs para que a organização consiga atender mais animais que precisam de abrigo e tratamento. O projeto funcionará por meio de cotas e, dentre os prêmios, estão cartões autografados e CDs exclusivos. A doação mínima é de R$10 e poderá ser feita através de depósito bancário ou do PagSeguro, sistema de pagamento pela Internet.

Fonte: O Fuxico

Sociedades protetoras de animais lutam para evitar fechamento por dívidas

As duas maiores e mais antigas sociedades protetoras de animais do Brasil estão travando uma luta com as autoridades para evitar seu fechamento pelas milionárias dívidas tributárias que contraíram com o governo.

A ameaça de fechamento por falta de pagamentos à previdência social espreita, entre outras, as duas instituições decanas do Brasil: a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), fundada em 1895 em São Paulo, e a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), criada em 1943 no Rio de Janeiro.

Rodeada por centenas de cachorros, gatos e outros animais domésticos abandonados ou feridos, a diretora da Suipa, Izabel Nascimento, disse à Agência Efe que suas dívidas são “uma bola de neve” e não param de crescer.

“A Suipa sempre trabalhou no vermelho porque temos muitos animais, não somos a favor de matá-los e constantemente temos superpopulação. Embora estivéssemos no vermelho antes atrasávamos só uns dias no pagamento dos salários. Agora estamos muito atrasados porque nossas contas foram embargadas”, explicou Izabel.

A dívida da Suipa com o governo já ascende a R$ 18 milhões em contribuições à previdência social, enquanto a Uipa de São Paulo deve cerca de metade dessa soma, segundo Izabel.

Este saldo se acumulou desde que, em 1995, o governo deixou de considerar as protetoras de animais como sociedades filantrópicas e de utilidade pública, uma vez que não estão destinadas a pessoas.

Por essa mudança legal, estas sociedades foram equiparadas com as empresas normais, motivo pelo qual passaram a estar obrigadas a pagar à previdência 20% do salário de cada funcionário.

A Suipa, que se mantém principalmente com doações, emprega 160 trabalhadores em três centros, onde atualmente há cerca de cinco mil animais, em sua maioria cachorros e gatos abandonados, mas também galos de briga ou porcos e cabras que foram resgatados de sacrifícios realizados por praticantes de religiões de origem africana.

No centro da Suipa em Benfica, bairro do subúrbio do Rio, também se encontra um cavalo que foi ferido com um tiro disparado por traficantes quando vagueava pelo lixeiro de uma favela em busca de comida, após ter sido abandonado por seu dono.

As sociedades protetoras reivindicam que o governo perdoe a dívida e volte a reconhecê-las como entidades filantrópicas, com as conseguintes vantagens fiscais.

Izabel Nascimento argumenta que a instituição que dirige desempenha um “serviço público” que no Rio de Janeiro nenhum organismo oficial faz.

A Suipa atende de forma gratuita vários pedidos dos Bombeiros, da Defesa Civil, da Prefeitura e de juízes, que recorrem a esta instituição para que cuidem dos animais de estimação de algum falecido ou de animais abandonados ou feridos.

A instituição também tem uma clínica de animais e um crematório com preços populares.

A Ordem dos Advogados do Brasil e a Defensoria Pública acolheram estas sociedades protetoras e convocaram para o próximo dia 30 uma audiência pública na qual participarão médicos e autoridades sanitárias.

“O objetivo é provar que a Suipa não pode fechar, porque se não há um grande risco para a população que os animais causem infecções”, disse à Efe o presidente da comissão de proteção e defesa dos animais do escritório da OAB no Rio, Reynaldo Velloso.

Com os resultados da audiência pública, se elaborará um pedido que será levado à presidente Dilma Rousseff, para que perdoe a dívida por decreto.

Se o governo não atender os pedidos, a OAB e a Defensoria preparam uma ação civil pública na Justiça, enquanto a diretora da Suipa garante que seguirá defendendo os animais mesmo após um possível fechamento.

“Não os matarão, porque primeiro têm que me matar. Antes solto todos os cachorros e gatos em Copacabana”, concluiu Izabel.

Fonte: Terra

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Jornalista propõe projeto inovador em prol dos animais

gatocaGatoca não é (só) blog nem ONG nem escola. Criado em 2007 pela jornalista Beatriz Levischi, especializada em educação e apaixonada por animais, elesocorreu seis cachorros, 77 gatos e três aves, incluindo uma pomba. E os 881 posts ensinaram milhares de leitores a cuidarem melhor de seu bicho de estimação, incentivaram dezenas a adotarem um amigo peludo e inspiraram, pelo menos, meia dúzia a fazer sua parte por um mundo melhor.

Com o objetivo de ampliar o alcance da iniciativa, a jornalista lançou no Catarse o projeto Um Post por Dia para Salvar Vidas, que pretende arrecadar R$ 15 mil até o dia 12 de outubro. Instantaneamente, os apoiadores ganharão um blog de cara nova, textos diários, vídeos exclusivos, fotos extras e recompensas doadas por alguns dos 21 parceiros.

Se a empreitada levantar mais R$ 4,5 mil, a primeira ação offline já sairá do papel: 50 cães e gatos da favela do DER, em São Bernardo, serão esterilizados, evitando que nos próximos cinco anos 13.792.687 bichos acabem na porta do Gatoca ― no site do Catarse, tem a explicação detalhada do mutirão, fotos das recompensas e depoimentos emocionantes.

A ideia sensibilizou o Wings for Change, que, junto com o Instituto Asas e a Fundação Telefônica, investe em projetos inovadores e transformadores, desenvolvidos por jovens entre 18 e 35 anos. Além de apoio financeiro, a parceria compreende uma consultoria para potencializar a campanha e encontros com outros idealistas empenhados em arregaçar as mangas.

Nos planos do Gatoca estão ainda um livro, um aplicativo para tablets e smartphones, um projeto que beneficie crianças e animais. Para participar, basta acessar o site do Catarse, preencher um cadastro rápido e escolher o valor ― é possível contribuir anonimamente. Se o financiamento coletivo não atingir a meta, o dinheiro volta para quem doou.

“R$ 10 plantam muitas sementes de recomeço”, garante Beatriz.

Link para o vídeo: http://youtu.be/EO_KMimigH8?list=UU89uIJ8muo8ugf5MPmX1O2Q

Entidade que abriga 900 cães e gatos em Curitiba faz apelo por ração

A Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) necessita com urgência da doação de ração para os 900 cães e gatos abrigados pela entidade. Apesar de ser uma entidade sem fins lucrativos, a SPAC não tem isenção de taxas e impostos, nem apoio governamental. Por causa da superlotação, a entidade só está recebendo animais doentes ou gravemente feridos.

A SPAC, que há mais de 30 anos luta pelas causas dos animais, é mantida com doações e com as arrecadações dos bingos realizados por voluntários. Além de ração, a SPAC necessita de medicamentos, materiais de limpeza, cobertores e doações em dinheiro para as despesas mensais com energia elétrica, telefone, água e esgoto, entre outras.

As doações podem ser entregues na sede da entidade (Rua Professora Sandalia Monzon, 113), ­no bairro Santa Cândida, em Curitiba (de segunda a sexta, das 9h às 21h; aos sábados, das 9h às 15h e aos domingos e feriados, das 9h às 13h). Depósitos de dinheiro podem ser feitos no Banco: Itaú (341) Agência: 8616 Conta Corrente: 15283-4 Titular: Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba CNPJ: 75.126.474/0001-83.

Todos os animais abrigados pela entidade podem ser adotados, basta levar um comprovante de residência na sede da SPAC e assinar o Termo de Responsabilidade. Mais informações, pelo telefone (41) 9971-8818 ou 3256-8211 e no site www.spacuritiba.org.br.

Fonte: Bonde

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Campanha em Juiz de Fora (MG) arrecada ração para animais abandonados

‘Doe Amor, Doe Ração’ recebe alimento para cães e gatos. Doações podem ser feitas em setembro em três pontos da cidade.

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A Associação Vida Protegida (Avip) e a Sociedade Protetora dos Animais de Juiz de Fora organizam a segunda edição da campanha “Doe Amor, Doe Ração”. A iniciativa tem como objetivo arrecadar ração para cães e gatos abandonados e que são cuidados por Organizações Não Governamentais (ONGs) da cidade. Durante todo o mês de setembro a população poderá entregar os donativos em três pontos da cidade.

A primeira edição da campanha, organizada no ano passado, foi divulgada somente nas redes sociais e conseguiu arrecadar duas toneladas de produtos. Este ano a campanha é aberta ao público e a meta é chegar a sete toneladas de ração.

Segundo o voluntário e idealizador da campanha, Wanderlei Faini, a ração é a principal necessidade das ONGs. “O animal come todo dia. Os maiores custos para as instituições são com ração. As ONGs da cidade estão passando dificuldades”, comentou.

A ração arrecadada vai alimentar mais de 400 cães que são cuidados atualmente pela Associação Vida Protegida e pela Sociedade Protetora dos Animais. Como a associação não tem sede para abrigar os animais que recolhe, ela paga hospedagem e ração para os cães. Inicialmente eles são tratados em clínicas veterinárias e depois ficam hospedados até recuperarem o peso e serem doados.

Mais informações sobre a campanha na Associação Vida Protegida pelo telefone (32) 8818-7130.

Confira os pontos de coleta

Agrotela: Avenida Rio Branco, nº 1960, Centro / Telefone (32) 3215- 5549
Agrotela: Rua São Mateus, nº 340, Bairro São Mateus / Telefone (32) 3232- 2935
Toca dos bichos: Rua Espírito Santo, nº 721, Centro / Telefone (32) 3215- 8869

Fonte: G1 

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Em 10 anos, ONG realiza mais de 11 mil castrações

SP santos ONGdefesa111imageJá são mais de 11 mil castrações e 12 mil atendimentos de emergência em 10 anos de funcionamento. Com sede no Macuco, em Santos, a ONG Defesa da Vida Animal abriga atualmente 40 animais, entre cachorros e gatos, e sobrevive com a ajuda de doações.

A entidade, que completou aniversário no último dia 27 de agosto, tem objetivo de castrar animais de estimação de pessoas de baixa renda e educar a população sobre a necessidade da castração e da tutela responsável.

“Infelizmente, todo dia aparecem animais atropelados. Na última quarta-feira (3) eu tive uma ortopedia de um cachorro que estava vindo de Cubatão”, disse a presidente da ONG, Marília Asevedo Moreira. Por atender animais de outras cidades, ela afirmou que a ONG busca parceiros e ajuda de prefeituras da Baixada Santista que possam auxiliar a manter a estrutura da entidade. ”Recebemos pessoas de Cubatão, Praia Grande, Guarujá e região pedindo ajuda e atendimento para seus animais”, comenta.

Segundo Marília, o intuito do pedido de ajuda é aumentar a castração dos animais nos municípios da região. “Isso irá reduzir drasticamente o número de animais abandonados e pessoas com depressão, porque muitas tiram os bichos das ruas, mas depois não conseguem nem sustentá-los”.

Castrações canceladas

Devido aos atendimentos emergenciais, a ONG acaba cancelando as castrações para se dedicar às cirurgias, que levam muito tempo. Uma triagem seleciona os casos mais urgentes, cujas pessoas não podem pagar por atendimento particular.

A entidade sobrevive com ajuda de sócios que pagam um boleto mensal no valor mínimo de R$ 20,00 e aceita todo o tipo de doações, como medicamentos, jornal, ração de boa qualidade, areia higiênica para gatos, toalhas, panos, caminha de cachorro e tapete higiênico.

Além disso, quem quiser pode depositar sua colaboração na conta da ONG, Caixa Econômica Federal – Agência 0345 – Operação 003 – Conta Corrente 000304-3, e também adquirir os produtos, como a camisa que custa R$30,00 e os adesivos R$3,00

Os animais que a entidade abriga estão à espera de um novo lar. Para entregar os bichos aos futuros tutores, a entidade faz um trabalho de adoção responsável, agendando se for o caso, o retorno do animal para vacinação e castração.

Serviço

A ONG Defesa da Vida Animal fica na Rua Almirante Tamandré, 136, no Macuco, em Santos. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h. Os atendimentos devem ser agendados pelos telefones 3273-3245 ou 9 9751-0236.

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Assista ao vídeo: 

Fonte: A Tribuna

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João Gordo: apoiando campanha do Instituto Nina Rosa

Por Marii Franco

Não é de hoje que João Gordo vem demonstrando o seu amor pelos animais. Primeiro ele e sua família adotaram o porquinho Atum, que inclusive participou de uma das faixas do último disco do Ratos de Porão – ‘Século Sinistro’ e algumas semanas atrás também adotaram um galo que foi resgatado e recuperado depois de anos participando de rinhas clandestinas. Agora João Gordo está apoiando o “Instituto Nina Rosa” que adota e cuida de todos os tipos de animais, não apenas os domésticos.

Se assim como o João você também quer dar uma força para o Instituto, clique no link abaixo e veja como:

http://www.catarse.me/pt/soyouloveanimals

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Fonte: Whiplash / Facebook João GordoFacebook João Gordo

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Sem recursos, Associação Protetora dos Animais fecha as portas em Caratinga, MG

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Durante seis anos, Tilene Botelho, Jussara Freitas, voluntários e associados à Aspac – Associação Protetora dos Animais de Caratinga – se dedicaram a eles… Aos animais, que por muitas vezes, foram vítimas de abandono, de maus-tratos ou de acidentes. Uma longa jornada de trabalho, que segundo os membros da Associação, resgatou e salvou a vida de mais de 1.000 animais.

Um cão cego e outro com a pata amputada são a prova de luta em prol da defesa animal. E, desta vez, a visita à Aspac, teve um motivo diferente. Tilene, presidente da Associação, anunciou o fechamento da Aspac.

“Tem seis anos que a gente está nesta luta em prol dos animais abandonados de Caratinga. E, como tem seis que eu sou a presidente, este ano, a gente abriu uma nova chapa, no mês de maio, mas ninguém se interessou em compor a nova diretoria da Aspac. E, infelizmente, estou muito cansada, porque são seis anos com mais de 30 animais na minha casa direto, e, a Aspac não tem abrigo, a gente tem lar temporário. A luta é muito grande e faltam recursos”, esclareceu Tilene

Além da falta de recursos financeiros, outros motivos também levaram ao fechamento da Aspac como dívidas, a ausência de parcerias com os órgãos públicos e a escassez de mão de obra voluntária para cuidar dos animais.

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A Aspac é uma associação sem fins lucrativos, que nasceu com o objetivo de desenvolver trabalhos de conscientização sobre a posse responsável de animais, de reprimir a prática de crueldades e de realizar campanhas de castração, para o controle populacional. Além de oferecer lar temporário até que os animais pudessem, finalmente, ser adotados. Hoje, a Aspac mantém em sua responsabilidade 24 animais. E, cerca de 10 estão disponíveis a adoção.

 Os membros da Aspac lamentaram o fechamento da Associação, mas a luta em defesa dos animais continua. Na ocasião, Tilene, que não conseguiu conter a emoção, deixou uma mensagem de agradecimento a todos que de uma forma ou de outra fizeram e fazem parte da trajetória da Aspac.

Fonte: Super Canal

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ONG busca fiscais voluntários na região de São Caetano, SP

Por Renata Rocha

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A ONG SOS Cidadania Animal, de São Caetano, busca voluntários para fiscalizar denúncias de maus-tratos contra animais. A entidade recebe em torno de dez a 15 ligações por dia, e os protetores não dão conta de atender a demanda.

Para tanto, será criado o grupo De olho no Anjo, formado por voluntários interessados em ajudar a apurar a veracidade dos casos. “Primeiro fazemos uma notificação extrajudicial para quem pratica os maus-tratos. Normalmente eles doam os animais ou passam a agir melhor. Caso isso não aconteça, acionamos o Ministério Público, que vai agir judicialmente contra o acusado”, explica o presidente da entidade, Ubiratan Figueiredo, 65 anos.

A SOS Cidadania animal foi criada há dois anos, mas a história começou muito antes, há pelo menos 40 anos. Figueiredo fazia o caminho de carro de Santo André até São Caetano quando, na Avenida Queirós Filho, viu um homem chicoteando um cavalo. Ele desceu do veículo e tentou argumentar com o proprietário do animal, mas não houve solução. Desde então se tornou protetor independente. “O número de pessoas que resgatam animais e tentam arrumar um lar para eles é muito grande. Então, há dois anos criamos a ONG. Não temos espaço para abrigo, mas damos assistência veterinária com valor acessível, além de ajudar outros protetores com feiras de adoção.”

A ONG recebe doações de remédios, cobertores, ração, entre outros suprimentos. Localizada em imóvel na Rua Luiz Cavana, 138, no Centro, ainda abriga pequeno número de cães e gatos à espera de uma família.

No local há cirurgião, ortopedista, especialista em animais silvestres, oftalmologista, cardiologista e acupunturista. A cadela Costelinha é uma das pacientes. Ela foi encontrada pela administradora Jaqueline Goulart Simon, 27, passou por cirurgia e permanece na ONG para acompanhamento.

Costelinha estava na fazenda do sogro de Jaqueline, no curral e com sangue na cabeça. Ela tomou uma facada próximo ao olho. “Achei que não sobreviveria. Ainda bem que deu tudo certo.”

Para quem quer adotar, hoje uma das protetoras independentes estará no local com quatro cachorros até às 18h. Amanhã haverá cinco filhotes de cão, disponíveis das 13h às 18h. Para adotar, é necessário levar comprovante de residência atual e RG.

Fonte: Diário do Grande ABC