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Santuário Rancho dos Gnomos lança campanha para a aquisição de nova área

A partir de R$ 10,00 o contribuinte compra um metro quadrado do novo terreno e ganha homenagem num memorial.

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O Santuário Ecológico Ranchos dos Gnomos, localizado em Cotia (SP) e que atualmente abriga cerca de 230 animais entre selvagens, silvestres, exóticos e domésticos, vítimas de tráfico, circo, queimadas, desmatamentos, rinhas e abandono, precisa urgente de uma nova sede. A atual enfrenta problemas sérios com o avanço da cidade e um novo local, de preservação ambiental, já foi escolhido no município de Gonçalves, em Minas Gerais.

Porém, o Rancho só pode realizar esse sonho com a ajuda de pessoas do Brasil todo. Por isso, uma gigantesca e ousada campanha está sendo iniciada em abril para arrecadar pouco mais de um milhão de reais em dois meses – o suficiente para a compra da área. Trata-se de uma “corajosa cruzada” que busca envolver um grande número de amantes de animais na maior campanha de crowdfunding  (financiamento coletivo) já realizada no Brasil, nesse caso, dirigida pela empresa Kickante pelo link www.santuarioanimal.com.br e com apoio da ONG Ampara Animal, Instituto Luisa Mell e do Grupo Porta dos Fundos.

O Rancho dos Gnomos atua há 24 anos no resgate e manutenção de animais das mais variadas espécies, incluindo 12 leões. Inclusive, um deles, o Bartô, é o grande felino veterano do Santuário fundado pelo casal de veganos Silvia e Marcos Pompeu, em 1991. Em 1996, Bartô foi apreendido na casa de um fotógrafo que tinha comprado o leão ainda bebê de um circo para tirar fotos junto de crianças. Para protelar seu crescimento, a alimentação de Bartô consistia de apenas um copo de leite por dia, o que culminou em grave raquitismo.

São tantas as histórias do Rancho que não caberiam num livro. Em cada cantinho bate um coração agradecido

Em 2003 chegaram ao Rancho, por meio da Polícia Militar Ambiental, duas leoas, Agna e Kiara. Elas foram abandonadas dentro de uma gaiola totalmente lacrada por solda e jogada no meio de um matagal na cidade de Jundiaí-SP. Hoje elas vivem com Baguá e Timbo (filhos de um casal de leões oriundos do Bwana Park do Rio – fechado quando constatada a situação trágica em que viviam os animais, morrendo de fome e de doenças). As leoas Biná e Hera foram vítimas de maus-tratos em circos com garras amputadas e queimaduras pelo corpo. Biná teve dente serrado e, decorrente disso, uma grave infecção na boca. Por pouco as duas não morreram.

Cerca de 10 mil animais já passaram pelo Rancho

O Santuário tem ainda 6 onças-parda, 12 bugios, 6 macacos prego, 4 preguiças, 5 veados catingueiro, 4 emas, 1 lontra, 1 quati e cães, gatos, araras, papagaios, gansos, burrinho, galinha d’angola… (Ufa! De perder o fôlego!). Uma infinidade de espécies. Uma verdadeira Arca de Noé com animais que enfrentaram um dilúvio, só que de maus-tratos. E sobreviveram… graças à pequena, mas dedicada equipe do Rancho entre funcionários e voluntários. O Santuário oferece suporte 24 horas por dia aos órgãos oficiais brasileiros como o IBAMA, Polícia Militar Ambiental, Polícia Federal, Defesa Civil e Secretarias do Meio Ambiente no acolhimento desses animais. Realiza ainda um completo programa de educação ambiental pelo qual já passaram cerca de 25 mil crianças e jovens da rede de ensino.

De peito aberto!

“Sabemos que esta empreitada será um grande desafio, mas já vivenciamos desafios há 24 anos. Sou grato por esta missão de vida onde o aprendizado da compaixão, paciência, humildade e respeito a todas as formas de vida são constantes. Estamos vivendo um momento único e queremos dar continuidade ao nosso trabalho. Temos enorme gratidão por Cotia/SP, mas precisamos ir adiante. O primeiro passo é a compra da propriedade e, para isso, estamos contando com todos os amigos dos animais para juntar forças e levantar o capital necessário”, explica Marcos.

Gonçalves (em MG) foi escolhida pelo casal Pompeu por estar afastada do “agito” de São Paulo: são 204 km pelas Rodovias Ayton Senna/Carvalho Pinto, com boas estradas de acesso, localizado na Serra da Mantiqueira, com abundante natureza e pouco mais de 4 mil habitantes, com picos que chegam a 2.100 m de altitude. Trata-se de uma propriedade com 18 hectares e nascentes de água potável. Ou seja, condições muito melhores que as enfrentadas pelos animais do Rancho atualmente com falta de água, poluição do ar e sonora.

“O Rancho do Gnomos é o maior presente que recebi de Deus e sou eternamente grata por esta oportunidade que me permite caminhar ao lado desses seres incríveis e que chamo de irmãos. Ao longo desses 24 anos dedicados a eles, um profundo vínculo foi estabelecido e me fez conhecer o verdadeiro significado da palavra Amor”, declara Silvia.

Além de tudo, o Rancho é “Verde”

Algumas boas práticas são aplicadas no Rancho, por exemplo: permacultura  (no tratamento a seco de dejetos dos grandes felinos, transformando-os em adubo) e fossa biodigestora (no tratamento dos dejetos de outros animais transformando-os em biogás e energia). E ainda tem tratamento de águas cinzas (residuais de pias e ralos), bioconstrução com telhado verde, compostagem e horta orgânica.

Todas as informações pertinentes à Campanha “Santuário Animal” estão no site do Kickante que pode ser acessado pelo link http://www.santuarioanimal.com.br

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Fonte: Assessoria de imprensa do Rancho dos Gnomos

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Sem lugar para abrigar animais resgatados, Organização de Proteção Animal pode fechar

Por Naiara Leonor

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A Organização de Proteção Animal de Mato Grosso (OpaMT) está com prazo para entregar o terreno onde funciona o abrigo dos animais que são resgatados pela ong. O local que foi cedido pela dona, abriga cerca de 200 animais, entre gatos e cachorros. Sem um local adequado para funcionar, a OpaMT corre o risco de fechar as portas e já interrompeu os resgastes por não ter condições de atender os animais.

A presidente da OpaMT, Michelle Scopel, explicou que o prazo máximo para a entrega do terreno é até o dia 21 de maio, e que no momento os animais estão sendo realocados nas casas dos voluntários da ong, mas ela reitera que não há lugar para todos, por isso precisa de ajuda para conseguir um novo local para que o abrigo funcione e os bichinhos não fiquem sem lar. Como uma organização não governamental e sem fins lucrativos, a OpaMT existe por meio de trabalho voluntário e doações de mantimentos, serviços e dinheiro.

Michelle afirmou já ter procurado vereadores e até o Ministério Público na promotoria do Meio Ambiente, para que ajudassem a resolver o problema do terreno, mas segundo ela, a resposta foi de que não há nada que eles possam fazer.

A OpaMT conta com dez voluntários em seu setor administrativo, sendo apenas dois desses os que ficam diariamente no abrigo. Dois estabelecimentos especializados são parceiros da ong, um Pet Shop que ajuda com banho e tosa gratuitos e uma clínica que atende os bichinhos com desconto e auxilia na arrecadação de doações como ponto de coleta.Bazares e rifas também são formas de arrecadação utilizadas pela ong.

Quem quiser ajudar a OpaMT com doações pode entrar em contato com a ong pela página no Facebook “OpaMT” ou pelo email: opamtcontato@gmail.com. Outro ponto de coleta é o Dogmania Pet Shop que além de receber as doações também está vendendo os calendários da ong com fotos e histórias dos animais nas folhas de todo o ano.

Fonte: Olhar Direto

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ONG Trilobita é criada para defender o direito dos animais em Sorocaba, SP

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A Ong Trilobita é uma nova associação sem fins lucrativos em Sorocaba, que visa proteger a vida animal e a preservação do meio ambiente. O objetivo é desenvolver projetos, palestras e campanhas que orientem a sociedade aos direitos dos animais, sustentabilidade, veganismo e ética.

Foi fundada em novembro de 2014 e tem como responsáveis a médica veterinária Patrícia Elena Martins, o advogado João Rodrigues Filho e a bióloga Mônica Campiteli.

Segundo Rodrigues, vice-presidente da ONG, é preciso que as pessoas sejam informadas sobre a causa para poderem entender o motivo pelo qual defendem esses seres vivos. “Optamos por levar informação de uma forma racional às pessoas, de modo que se possa perceber que a causa vai além de uma questão compassiva. Pelo contrário, há elementos científicos e lógicos suficientes para demonstrar que os animais merecem ter seus interesses, como o direito à vida e liberdade, levados em consideração, tanto quanto os nossos interesses.”

Para mais informações, o e-mail da Ong é contato@trilobita.org. Ou pode acessar a página no facebook ‘Trilobita’.

Fonte: JE Online / Texto por assessoria de imprensa

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Sergipe é o 18º estado a ter comissão de direitos dos animais da OAB

Por Fernanda Araujo

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A Comissão de Direito dos Animais da Ordem dos Advogados de Sergipe (OAB/SE), instituída na segunda-feira (30), que defenderá o direito ao respeito e à existência de todos os animais, será presidida por Renata Mezzarano Spektor Cardoso e composta pela vice, Patrícia dos Santos Richrman. A iniciativa é considerada pelos defensores de animais o primeiro passo para dar respaldo às leis e para se chegar a punições mais severas aos agressores. Sergipe, ontem, se transformou no 18º estado brasileiro a ter essa comissão.

Para Nazaré Morais (foto abaixo), presidente da ONG Educação e Legislação Animal – ELAN, a comissão é imprescindível para a criação e manutenção dos direitos dos animais. “É uma consciência crescente, graças a Deus, Sergipe não esperou para ser o último estado do país a fazer isso, mas a relevância disso é gigantesca. Acredito que poderá haver melhor punição e uma abordagem mais correta do respeito à vida”, afirma.

Nazaré se lembra de um caso em Graccho Cardoso, onde um idoso amarrou em seu carro um jegue e o arrastou por cerca de quatro quilômetros, em 2013. “Se nós tivéssemos uma comissão naquela época, imagine o respaldo, a relevância de uma instituição como a OAB estando envolvida nisso. Segundo o FBI, mais de 80% de quem maltrata animal vai terminar fazendo contra a vida humana. Logo em seguida aquele crime, um jovem matou outro jegue de chuchada quase no mesmo lugar. Tem que coibir esses crimes”.

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Outros casos graves de agressões contra animais foram registrados no final do ano passado. “Um juiz deu um tiro em um cachorro em Propriá; uma ninhada de gatos que alguém colocou em um saco plástico e tocou fogo no Bugio; uma gatinha que apareceu no Mercado colocaram bomba e explodiram ela, quase todos ao mesmo tempo”, relembra Nazaré.

Em agosto, a ELAN deve ir à Brasília cobrar a criação de uma CPI dos Animais, de combate ao crime. Entre os assuntos que serão pautados, caso se instaure a CPI, consta a utilização de cavalos em carroça.

“O cavalo vive em média 23 anos, quando utilizado em carroça a vida dele é no máximo cinco anos. E esses corpos sendo jogados à toa. Quando não se respeita a vida dos animais, consequentemente, a vida humana é atingida. Um animal morto não tem cemitério, fica a esmo, todos os insetos que têm contato com esse corpo voltam para o nosso convívio, prejudicando a saúde pública; líquidos podres voltam para os lençóis freáticos, para as torneiras. Só que não tem ninguém pensando nisso”, lamenta.

E continua – Nesse momento, tem esgotos autorizados pela Prefeitura de Aracaju desaguando na lagoa da Sementeira. As bactérias se proliferam, quando chega à época de estiagem a água baixa o nível, tem uma mortandade gigantesca de peixes por afogamento, as aves que comem esses peixes morrem da mesma maneira. Toda essa matéria orgânica contaminada é jogada na natureza sem o menor respeito. Precisamos ter consciência de respeitar a vida do outro sem que sejamos afetados de forma maligna.

Fonte: F5 News

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Sociedades protetoras de animais poderão ter dívidas perdoadas em breve

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha informou ontem (sexta-feira, 27), em São Paulo, que vai acelerar a tramitação da proposta (PL 7947/14) que concede anistia fiscal a sociedades protetoras de animais.

O anúncio foi feito durante visita à sede da União Internacional Protetora de Animais (Uipa). Cunha argumentou que entidades como a Uipa cumprem deveres atribuídos ao Poder Público, promovendo ações preventivas, acolhendo e reabilitando para adoção animais vítimas de abandono e maus-tratos e prestando serviços veterinários a preços populares.

A visita integra o programa Câmara Itinerante, cujo objetivo é conhecer as demandas da sociedade de perto para integrá-las à agenda de prioridades do Congresso.

O 2º secretário da Câmara, deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), lembrou que, além da prioridade para o projeto de anistia fiscal, os deputados também poderão ajudar entidades como a Uipa, que tem representações em várias cidades, por meio de emendas parlamentares.

O PL 7947/14 concede à Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) e à sede paulista da Uipa o perdão de todas as dívidas acumuladas com o fisco federal. De acordo com o autor da proposta, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), a anistia dos débitos com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e com a Secretaria de Receita Federal do Brasil evitaria o encerramento das atividades de duas das mais antigas associações protetivas brasileiras. A Suipa foi criada em 1943; e a Uipa, em 1895.

Fonte: Cenário MT

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Endividada, ONG pode fechar e procura novo lar para cachorros

Endividada, a ONG Vira-Latas MS está prestes a fechar as portas em Campo Grande e procura um novo lar para 34 animais. Com dívida de R$ 16 mil, a entidade recorre a bingos, rifas, almoços e bazares, contudo, há tempos arrecada bem menos do que o necessário.

Segundo a diretora de comunicação da ONG, Maria Cristina Freitas, a média de doações caiu de R$ 2 mil para R$ 400 por mês. “As pessoas têm a tendência de ajudar um mês e acham que no outro não é necessário. Mas não é assim. Os animais continuam precisando de alimentação, consulta, veterinário”, afirma.

Para o custeio do canil, instalado em um imóvel cedido, é necessária a quantia mínima de R$ 4 mil. Com doações sempre aquém do necessário, as contas somam R$ 16 mil. Somente com clínica veterinária, o débito chega a R$ 14 mil.

“Estamos tentando manter aberto. Mas a tendência é fechar se não pagar essas dívidas. Tem que conseguir patrocínio de empresa, de uma pessoa que tenha condições financeiras de disponibilizar um valor mensal. Dependendo somente das doações, não tem como manter um local daquele”, diz Maria Cristina.

Em busca de recursos para pagar as contas de água e luz, que somam R$ 576, a ONG fará um brechó solidário, com venda de roupas, calcados, artesanato, bijuterias e livros.

Também é preciso achar novos endereços para os cachorros. A dificuldade é encontrar lar para os cães adultos, pois a maioria só aceita os filhotes. A ONG não divulga o endereço. “As pessoas falam que quer ajudar, adotar. Mas acontecia de deixar animais amarrados lá na frente”, relata.

O brechó solidário acontece das 9h às 16h do próximo sábado, dia 14, na rua Araguaiana,126, Vila Sobrinho (atrás do Comper Tamandaré).

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Fonte: Agora News

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Maus-tratos a animais: Eis o novo mapa turístico de Portugal

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Os turistas têm agora acesso a um mapa interativo, com motivos para não visitarem Portugal. Em causa estão os maus-tratos a animais, como touradas, zoológicos sem condições e espetáculos que exploram cavalos (como passeio de charrete) ou golfinhos.

Portugal está no mapa dos maus-tratos a animais. Numa iniciativa da FAADA, uma fundação de defesa animal com sede em Barcelona (Espanha), várias localidades portuguesas aparecem num mapa interativo de locais a não visitar.

Para que os turistas “possam viajar de forma responsável”, como argumentou Giovanna Constantini, a FAADA denuncia as atividades em que são realizadas más práticas contra animais, como passeios de charrete (por exploração dos cavalos) e espetáculos envolvendo golfinhos, que apresentam “graves implicações para os animais” e, no caso das experiências de nadar com estes, “pode ser perigosa para as pessoas”.

“Numerosos animais são explorados além dos seus limites, enquanto levam turistas por terrenos acidentados [nos passeios de charrete], debaixo do sol, sem água ou descanso. Sofrem insolações, feridas e são espancados em consequência destas ‘experiências turísticas’ em que os benefícios económicos para os proprietários estão sempre acima do bem-estar dos animais”, condenou a organização espanhola.

No mesmo mapa estão as localidades onde ainda existem maus-tratos a animais, como as touradas, ou onde os animais são mantidos em cativeiro sem as condições determinadas pela legislação europeia, como vários jardins zoológicos.

Neste ponto em particular, o mapa aponta os dez zoológicos nacionais que, de acordo com uam investigação da Born Free Foundation (do Reino Unido) em 2011, operavam sem licença ou não cumpriam determinadas normas comunitárias.

Esses dez jardins zoológicos não dão “qualquer contribuição significativa à conservação das espécies”, uma vez que apresentam maioritariamente animais cuja conservação não é prioritária: “Das espécies ameaçadas, apenas 57 por cento faziam parte de um programa europeu de criação em cativeiro”.

São também zoológicos sem informação para os visitantes (ou incorreta) ou que promoviam o contacto direto com algumas espécies sem qualquer mais-valia pedagógica.

O mapa está online há uma semana e denuncia maus-tratos noutros países, como corridas de cavalos, passeios de elefantes ou de camelo, lutas com galos e a caça em reservas, entre outros.
O pior da lista, de acordo com Giovanna Constantini, é a Tailândia, onde 3800 dos 5000 elefantes são mantidos em cativeiro. Em Espanha, onde está sediada a FAADA, a principal condenação vai para as touradas.

Fonte: PT Jornal (Portugal) / mantida a grafia original

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Animais vítimas de maus-tratos recebem doação de ração e fazem exame de sangue em Araraquara (SP)

Grupos também conseguiram dinheiro para sete castrações.

Por Fernanda Miranda

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Os animais vítimas de maus-tratos no Jardim Santa Lúcia, de Araraquara, passaram pela retirada de sangue para exame na manhã desta terça-feira (10) e já começaram a ser alimentados pelos voluntários das entidades de proteção animal SOS Melhor Amigo e Grupo Independente de Proteção Animal e ao Meio Ambiente de Araraquara (Gipama).

Na tarde de segunda-feira (09), os 16 animais encontrados na casa da acumuladora comeram dois fardos de ração em pasta, em questão de minutos. Vídeo feito pela reportagem da Tribuna Araraquara e do portal Araraquara.com mostra o desespero dos animais na disputa pela comida, como se não se alimentassem há dias.

O vídeo também mostra vários dos bichos, antes de receber comida, se alimentando das próprias fezes. 

A dona da residência, que não quis se identificar, disse que a água está cortada há três meses, desde que soube que seria despejada. Mas garantiu que compra para dar aos cachorros.

No domingo (08), dois animais em situação de risco foram resgatados e levados a uma clínica veterinária. Ontem, mais dois foram tirados do local. Um foi adotado e o outro foi para o médico, mas não resistiu à transfusão de sangue e morreu. 

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Este último, segundo os protetores, não estava no quintal no domingo, o que reforçou as suspeitas de que há animais doentes presos na casa. A dona, no entanto, não autorizou a entrada no imóvel. Ela disse que o pedido era uma ofensa e que ela iria procurar os direitos dela. Depois, mais calma, disse que os protetores estavam ajudando, eram boas pessoas. “Estou disposta a doar os cachorros, mas tem que tirar todos de uma vez para não ter lembrança dos que foram embora”, disse a mulher.

LAR TEMPORÁRIO – Para retirar todos os cachorros do local, os protetores precisam de lar temporário ou definitivo, já que no abrigo da Prefeitura não há espaço para eles, apesar das condições em que estão vivendo e dos riscos que estão correndo. Quem tiver interesse em abrigá-los ou adotar um deles deve entrar em contato com o Gipama ou a SOS Melhor Amigo. 

Até que todos os animais sejam adotados, os voluntários irão à casa diariamente alimentar os cachorros.

DOAÇÃO
– A situação precária em que viviam os 18 animais sensibilizou empresas e protetores de animais, que já se mobilizaram para ajudar os cachorros. 

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Desde que as primeiras imagens vieram a público, as entidades de defesa animal receberam a doação de 250 latas de comida mole, ração seca e produtos de limpeza da Royal Canyn e R$ 550 em dinheiro, que serão revertidos na castração dos animais. Esse valor garante a esterilização de sete cachorros.

As empresas Animalia Farma e Planeta Animal estão doando parte dos medicamentos para atender aos animais com sarna, parasitas e outras doenças; o Canil Siciliano e a Secretaria de Meio Ambiente arcarão com os custos dos exames de sangue e a Laborvet oferecerá descontos no valor dos testes. 

A clínica Pet Vida, que está tratando dos animais, também está apoiando a causa. 

Quem quiser fazer doação de qualquer valor pode deixar na Animalia Farma ou no Planeta Animal em um envelope com o nome “Caso Santa Lúcia”.

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Fonte: Araraquara.com 

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Com 100ª feira de animais, SOS Vira-Lata comemora seis anos

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A SOS Vira-Lata realizou, nesse sábado, sua 100ª feira de doação de animais, e comemorou também seis anos de fundação. Segundo uma das fundadoras, Joana Steiner, ao longo destes anos, cerca de três mil animais acharam um novo lar. Em médica, em cada feira, de 15 a 30 animais são doados.

Neste sábado, cães e gatos, filhotes e adultos, estiveram disponíveis para adoção na praça Maria Rodrigues, em Criciúma. “Ao longo destes anos, tivemos diversas conquistas e crescemos bastante. Nos tornamos mais conhecidos e conquistamos parcerias importantes com clínicas da região, que atendem nossos animais a preços sociais”, destaca Joana.

Atualmente, a SOS Vira-Lata possui 25 membros ativos e 30 voluntários. Este número, no entanto, ainda não é o suficiente. “Precisamos de lares temporários, de pessoas que ajudem a cuidar de alguns cachorros. Mas este não é o único modo de nos ajudar. Quem não possui espaço em casa, pode ajudar no transporte de cães e gatos até as clínicas ou até as feiras”, explica Joana.

Existem, em Criciúma, dois pontos fixos de coleta de doações: a clínica Vivaz e a loja Neguis. A ONG precisa, periodicamente, de remédios, rações, camas para animais e até mesmo roupas de frio para os bichinhos. A ONG possui, ainda, uma loja com roupas, acessórios, calendários e diversos produtos. Ela é montada durante as feiras, que acontecem fixamente nos dois primeiros sábados do mês. A renda da loja é revertida para ajudar no cuidado dos animais.

Para ajudar a SOS Vira-Lata você pode entrar em contato pelos emails contato@sosviralata.org.br, boletososviralata@gmail.com (para pedir um boleto mensal, com valor escolhido por você), ou realizar doações através da conta bancária:

  • Banco do Brasil
  • Agência: 3420-7
  • Conta Corrente: 100392-5

Fonte: Engeplus

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Jovens de Iguatu (CE) criam entidade em defesa e proteção dos animais

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Em Iguatu, jovens se uniram para criar uma entidade de defesa e proteção dos animais.

O Adota Iguatu é uma Organização Não-Governamental que começou através da redes sociais. Hoje o movimento vem ganhando novos parceiros e o trabalho está sendo ampliado.

A ONG surgiu do sonho de um grupo de jovens em criar uma entidade de defesa e proteção aos animais. A equipe conta com cerca de 20 voluntários, além de outras cenenas de seguidores nas redes sociais.

Juntos, lutam pela mesma causa. “É um trabalho que a gente vem desenvolvendo passo a passo e que a gente faz com muito amor. Porque além da questão do resgate dos animais tem a questão da conscientização da população para tentar mudar essa visão que eles têm, principalmente em relação aos animais de rua. Muitos tratam como objeto mesmo”, explica Léo Lima, associado.

O trabalho conciste na retirada dos animais das ruas da cidade para ajudá-los a ganhar um lar de verdade. Mas antes de irem para as novas moradias, os bichos passam por cuidados médicos.

Uma cadela com poucos meses de nascida foi encontradas na rua. Abandonada, bastante debilitada, cega de um olho e doente. Depois que recebeu todo o tratamento e cuidados necessários, vem esbanjando saúde. Por isso, foi batizada de Vida, por ser um exemplo de superação.

Atualmente, cerca de 50 animais já foram adotados pela população. O projeto conta com mais animais disponíveis para a adoção. Uma parte deles está no Centro de Zoonoses e outra na casa de voluntários que apoiam o trabalho da organização.

Além da adoção e lares temporários para os bichos, a ONG também pretende fazer uma campanha de castração. Para isso, busca parceiros. Isso porque tudo é mantido pelos próprios associados.

“Tudo é custeado do nosso bolso, como tratamento e remédios. Carro de resgate, quando alguém tem veículo próprio, vai lá para ajudar. Cada um ajuda com o que tem. É tudo por nossa conta”, explica Fanuel Moreno, presidente da associação.

Além de dinheiro, eles também recebem todo o tipo de doação, como ração, medicamento e produtos de higiene. As pessoas interessadas em contribuir, podem entrar em contato com os integrantes da ONG pelo Facebook.

Fonte: TV Diário