O perigo da construção de um gatil no Complexo do Maracanã, no Rio

O perigo da construção de um gatil no Complexo do Maracanã, no Rio

Tenho acompanhado o caso noticiado pela grande imprensa envolvendo atos de crueldade contra gatos no Complexo do Maracanã. Trabalhei no local durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. O complexo do Maracanã tem seis colônias de gatos: Célio de Barros, Museu do Índio e mais quatro portões. Uma população que à época montava cerca de 200 animais.

Imagem: autor desconhecido

Sobre o antropocentrismo e o egoísmo, ‘inimigos’ dos animais

Por Maurício Varallo

O antropocentrismo é um “inimigo” relevante dos animais não humanos, mas penso que bem menos frequente (e por isso quantitativamente menos danoso) do que o EGOÍSMO. O antropocentrismo me sugere uma preocupação com interesses coletivos, ainda que defina este “coletivo” como algo exclusivamente humano, atribuindo supremacia à espécie, prevalência esta que entendo como um grande equívoco e uma ideia sem sustentação na Ética.

Gatos de vida livre

Por Eduardo Pedroso

Todos os dias recebo solicitação de gente que quer retirar gato de vida livre das ruas para trancafiar nos mais variados lugares.

Matar barata, ter pena de abelha

Matar barata, ter pena de abelha

Por Marcio de Almeida Bueno

Quando criança na escola, lembro daqueles exercícios de ligar figuras afins. A gata com os gatinhos, a cadela com os cachorrinhos, a vaca com um copo de leite, a abelha com um pote de mel. Nessas lições também se falava sobre animais úteis e animais nocivos. A diferenciação era clara, e tudo isso valia nota na hora da prova. Eu era um bom aluno.

Foto: Wilson Kubwaio

E se Jesus comparecesse na sua ceia?

Por Luh Pires

“Jesus entrou na sala, mas o barulho não permitiu que ninguém o percebesse. Ele tentou se comunicar, mas era hora da troca de presentes. Por um segundo, olhou para a mesa, mas ficou devastado com o que viu! Jesus chorou e foi embora sem entender onde errou.”

Reflexões sobre capturas e abrigos

Reflexões sobre capturas e abrigos

Por Eduardo Pedroso

Muitas vezes quem promove controle ético de gatos de rua se depara com situações conflituosas e aborrecedoras. Impossível quem diga o contrário. É algo inerente ao ofício. Como o sapateiro que se envenena ao segurar pregos com a boca e o lavrador que cria calos nas mãos empunhando a enxada, o agente de CED (Captura, Esterilização e Devolução) tem como “efeito colateral” a incompreensão quase que total de sua função social e seus métodos de trabalho.

Foto: Vottus.com

As exceções implícitas no direito dos animais

Por Luh Pires

O olhar complacente para os animais é algo novo. Talvez as novas gerações não percebam, pois, hoje, as redes sociais são abarrotadas de bichinhos fofos e postagens que são alvo de protestos contra os maus-tratos; mas tudo isso é inédito para as demais gerações.

Animais, futebol e ética: a “bola fora” das torcidas

Por Luh Pires

A humanidade está chegando no mais profundo colapso, não há mais senso do ridículo, noção daquilo que é extremamente errado, uma agulha num palheiro encontrar um homem de honra e moral ilibada. No meu tempo, até bandido tinha código de ética: não fazia mal para crianças, nem idosos, nem animais.

Chega de safaris: desconstruindo ‘A Fazenda Africana’

Por Liège Copstein

“Tive uma fazenda na África, no sopé das montanhas N´Gong…”. Assim singelamente a escritora dinamarquesa Karen Blixen, sob o pseudônimo de Isak Dinesen, inicia seu fantástico relato sobre os anos vividos no Quênia, assunto do best seller A Fazenda Africana, publicado em 1937.