Argumentos ambientalistas e antropocêntricos a favor do veganismo representam um grande risco para os animais

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Por Luciano Carlos Cunha Uma visão muito comum dentro do movimento de defesa animal é a de que qualquer argumento que conduza alguém a adotar...
Nova matança ecologista de animais a caminho, agora em Floripa

Nova matança ecologista de animais a caminho, agora em Floripa

Quando é para intervir na natureza para ajudar os animais: "Que arrogância! Você está brincando de deus! Nunca se deve intervir na natureza". Quando é para intervir na natureza para praticar a matança ecologista de animais, em nome da preservação de entidades abstratas, não-sencientes, como espécies e o equilíbrio natural: "aprovado!".

Sobre matar animais em rituais religiosos e as acusações de incoerência

Recentemente, iniciou-se um debate sobre matar animais não-humanos em rituais religiosos, por conta do PL 21/2015, apresentado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. O projeto visa regulamentar o matar animais não-humanos em rituais religiosos (mais detalhes na nota 1). Várias acusações de incoerência têm surgido por conta de vários aspectos do projeto (por focar em religiões de matriz africana, e por visar proibir apenas o matar animais em rituais, e não em outras áreas, por exemplo).
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O argumento da imposição como independente das consequências (variações independentes da espécie da vítima)

A maior parte das pessoas que acusa os defensores dos animais de fazerem uma imposição injustificada porque reivindicam a obrigatoriedade de se respeitar os animais (não consumi-los, por exemplo) faz tal acusação a partir de uma perspectiva especista: jamais diriam o mesmo se as vítimas fossem humanas. Contudo, algumas pessoas manteriam a acusação, independentemente da espécie da vítima. Será justa essa posição, já que não faz referência à espécie? Ou, será culpada de algum outro tipo de arbitrariedade?
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O argumento da imposição como independente das conseqüências: versão especista

O presente texto dá continuidade à discussão sobre as várias formas do argumento da imposição,que consiste em acusar os defensores da obrigatoriedade de se respeitar os animais não humanos (o que incluiria, por exemplo, abolir o seu consumo) de estarem a fazer uma imposição injustificada. Em um texto anterior, defendi que os proponentes do argumento da imposição não estão a alegar que toda e qualquer imposição é injustificada, pois defendem como correta a imposição que se faz sobre os animais não humanos e sobre os humanos que teriam que respeitar um suposto “direito” de, quem desejar, matar e causar sofrimento aos animais não humanos.
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O argumento da imposição que reconhece que respeitar os animais é moralmente obrigatório

Dando seqüência à serie de textos que se propõem a avaliar de maneira mais detalhada oargumento da imposição, discutiremos agora uma forma mais específica que este argumento toma. O argumento da imposição consiste em acusar os defensores da obrigatoriedade de se respeitar os animais não humanos (o que incluiria, por exemplo, abolir o seu consumo) de estarem a fazer uma imposição injustificada. Como vimos em um texto anterior, os proponentes do argumento da imposição não estão a alegar que toda e qualquer imposição é injustificada, pois defendem como correta a imposição que se faz sobre os animais não humanos e sobre os humanos que teriam que respeitar um suposto “direito” de, quem desejar, matar os animais não humanos.
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Por que a acusação de imposição não funcionaria nem mesmo se respeitar os animais...

Em outras postagens, iniciamos uma série de discussões em torno do argumento da imposição. O argumento da imposição, muito resumidamente falando, é aquele que mantém que os defensores dos animais estariam a fazer uma imposição ao defenderem a obrigação de se respeitar os animais, e que fazer tal imposição é um erro. Após um breve resumo do argumento da imposição e das razões para rejeitá-lo, apresentamos um texto onde foi refutada a idéia de que os proponentes do argumento da imposição o fazem por manterem que toda imposição é errada.
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O argumento de que respeitar os animais é moralmente opcional

O argumento da imposição mantém que é errado reivindicar a obrigatoriedade de se respeitar os animais não humanos (por exemplo, a obrigatoriedade de não se consumir produtos de origem animal), pois isso trataria-se de uma imposição. Na postagem anterior, vimos que o que está na base deste argumento não pode ser a idéia de que toda imposição é errada, já que os proponentes de tal argumento pensam que a imposição feita sobre os animais não humanos é correta. O presente artigo investiga os motivos que poderiam levar alguém a acreditar que respeitar os animais não humanos é moralmente opcional (isto é, permitido, mas não obrigatório).
luciano cordeiro

O argumento de que toda imposição é errada

Um dos argumentos mais utilizados para se defender a desconsideração pelos animais não humanos é o argumento da imposição. Ele tem como objetivo, ou defender que não há o dever de respeitar os animais (ou seja, visa negar que os animais sejam objeto de consideração moral direta), ou de que não é correto que existam leis obrigando a respeitar os animais (ou seja, visa negar que os animais devam ter direitos legais).
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Defesa naturalista do especismo baseada nas distinções biológicas

O seguinte argumento é muito comum:
 
“As espécies, diferentemente das raças, existem, biologicamente falando. Ou seja, não são meras construções humanas. As raças, pelo contrário, são meras construções humanas; não existem naturalmente. É por esse motivo que a analogia entre racismo e especismo não funciona, e é também por isso que o racismo é errado enquanto o especismo não é”.
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O argumento da arbitrariedade

Em outra postagem, discutimos uma defesa comum do especismo que parte do relativismo moral. Oferecemos um argumento geral para se rejeitar o relativismo moral. Contudo, outras defesas do relativismo ficaram a ser discutidas. Esse artigo discute um argumento a favor do relativismo que afirma que todos os julgamentos morais são igualmente arbitrários. Chamarei-o de argumento da arbitrariedade.
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