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Carroças também carregam trabalho infantil

Quem circula por Porto Alegre de olhos abertos, vendo além do que o comodismo e a passividade permitem enxergar, vai reparar em um grande número de carroças costurando becos, ruas e avenidas da Capital. Não são carroças romantizadas, como muitos fazem força para acreditar, comparando-as com as charretes turísticas de Nova York, parisienses ou mesmo aquelas perdidas nas memórias da infância, na zona rural. A realidade, há muito, já asfaltou o bucolismo de quem ainda sonha acordado.
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O que você promete aos animais?

Diz você a palavra amor como acessório indissociável a toda referência que faz ‘aos animais’? Algo difuso, para alguns escolhidos sortudos. Mesmo que ignore, ou faça vista grossa de fiscal corrupto à concussão e pressão contidos naquele café com leite, inocente, e na fatia de queijo que bem lembra a infância? Repete, você, ‘compaixão’ a animais não-humanos distantes do ponto em que a vista alcança, tal como golfinhos, baleias, focas e ursos na China? 
MARCIO 190411 anda thumb

‘Jesus, apaga a luz’ ou começa a Farra do Peixe em Porto Alegre

Então alguém aperta um botão escrito ‘Páscoa’, e as pessoas todas – a maioria – passam a se agitar em um ritmo diferente, que inclui filas nas lojas, crianças com orelhas de coelho e comida específica. Juro que gostaria de saber o nome desse alguém, mas enfim.
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A ‘vista-grossa’ que não vê os animais lá na ponta

Me preocupam os debates, que ora pululam nas redes sociais, sobre veganismo / libertação animal / antiespecismo que abrem exceções, na exceção em que propomos, preocupados que somos com os animais. Sempre em benefício humano, com o silêncio dos não humanos lá longe, na outra ponta da gangorra, estão as brechas tão defendidas.
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Quem quer, afinal, a liberdade dos animais? – parte 1

É muito bonito dizer-se favorável à liberdade dos animais, mas eu me pergunto realmente quem é que quer que eles sejam livres. Pois de alguma maneira, mesmo dentro da ‘causa’, muitos mantêm vínculos invisíveis com essa submissão forçada dos animais não humanos aos humanos. Fora da causa, os interesses econômicos, a cultura da violência e do sadismo, a servidão voluntária perante alguns ‘eleitos’ e as tradições martelam a permanência da escravidão animal neste planeta.

Os executivos movidos a Tico e Teco

No livro Eles Fizeram Tudo Errado!, o autor Adam Horowitz relata casos famosos de trapalhadas de grandes empresas. No capítulo 8, intitulado ‘Jurídico’, há uma pepita do especismo oriunda, quem diria, da Disneylândia. Abaixo, os principais trechos.
MARCIO 181210 anda thumb

A máquina que se alimenta da indiferença liga o turbo para o Mortal, digo,...

Pouco me importa o invisível espírito natalino, a necessidade de demonstrar afeto via presente em data específica – antes ou depois disso, ‘não teria graça’, a lágrima que cai à meia-noite, os parentes e suas perguntas sobre como vai a vida, o abraço sincero de quem não se vê durante os demais 364 dias, o embrulho em papel laminado para parecer caro. 
Matar barata, ter pena de abelha

Matar barata, ter pena de abelha

Por Marcio de Almeida Bueno Quando criança na escola, lembro daqueles exercícios de ligar figuras afins. A gata com os gatinhos, a cadela com os...
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Casacos de pele ou o especismo que dá no couro

As pessoas aí – mesmo as ruminantes de carne – se chocam com os vídeos da indústria de peles, e nem daria para não se chocar mesmo, mas mantêm o couro só no sapatinho. Até hoje nao entendi por que a bifurcação mental entre animais fofos e peludos – e de certa forma distantes, e a vaca que capota no cimento do matadouro. 
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Gastronomia social ou ‘desplugue o ADSL agora mesmo e pisoteie o modem’

Como é que eu vou explicar para esse pessoal que tudo comemora à volta de uma mesa, que o veganismo prescinde de um bom churrasquinho para que a felicidade seja completa? Aqui no RS, a conhecida ‘farta gastronomia italiana’ não passa do momento familiar do dia, o evento social da semana. Hora de dar risadas, debater alguns problemas da casa, reclamar da falta de dinheiro, mandar o filho cortar o cabelo, e no sábado encontrar outras famílias com o mesmo ritmo. Aí eu vou mandar dispersar, como uma tropa de choque, justamente no único momento de relax do dia, da semana, do mês. ‘Não espete essa asinha de frango, vó!’. Não vai ser fácil.

 

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Os macacos amestrados da Indonésia ou ‘quanto riso, ó quanta alegria’

O jornal Denver Post publicou neste mês de junho uma galeria do fotojornalista Ulet Ifansasti, que na cidade de Jacarta, Indonésia, esteve acompanhando os macacos treinados que fazem truques na rua. São, talvez, algumas das mais perturbadoras imagens que já vi na minha vida de jornalista e ativista pró-animais. 
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