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Projeto castra e cadastra animais em Santa Adélia, SP

Em quatro meses, município cadastrou 350 animais entre cães e gatos.

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É comum vermos cães e gatos abandonados pelas ruas sem uma devida assistência. Em Santa Adélia, o “Projeto Castração” busca o controle de natalidade de cães e gatos do município, com a castração gratuita. Em quatro meses, cerca de 350 animais já foram castrados. 

“Temos um centro cirúrgico totalmente equipado para essa finalidade. As nossas últimas aquisições é uma autoclave e uma cuba ultrassônica para a lavagem de instrumentos. Além das cirurgias, fazemos palestras nas escolas para a conscientização dos cuidados com os animais e guarda responsável”, informou a veterinária Fabrizia C. Polimeno.

Além das castrações, todos os animais que são atendidos estão sendo cadastrados. “Estamos realizando um censo para termos controle da população de cães e gatos no município”, disse.

O atendimento veterinário tem prioridades para animais de rua, animais que vão para doação e a população de baixa renda. Animais de raça não são castrados. Uma média de sete animais por dia são castrados.

“O objetivo principal é o controle de natalidade de cães e gatos. Como consequência direta, conseguimos o controle de zoonoses, saúde pública, bem estar animal e da população”.

De acordo com o projeto, em relação aos animais de rua, após a castração é feito o possível para encontrar doadores. ”Quando não conseguimos doá-los, devolvemos para a rua, mas com monitoramento. Fizemos uma reunião com o Prefeito Marcelo Hercolin sobre a possível abertura de um abrigo de animais. Estamos buscando informações sobre a viabilidade desse projeto”.

O atendimento veterinário é realizado das 8h às 16h para castração e das 16h às 17h, para consultas e agendamento, na Casa da Agricultura (Praça Anuor Nahes, 227-centro), (17)3571-1148.

“É um projeto importante para que as outras prefeituras sigam o exemplo e consigam controlar a natalidade destes animais”, ressaltou a coordenadora do Meio Ambiente, Flávia Banhos.

VOCÊ SABIA?

Uma cadela pode ter duas vezes por ano seis filhotes. A metade pode ser fêmea e com um ano as filhotes podem ter cria também. E para ter o controle a melhor opção é castração. Injeções e outros medicamentos podem gerar graves doenças ao animal (Fonte: Projeto-Pro Animal).

Fonte: O Regional

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Cadela tem parte da língua cortada em Pires do Rio, no sudeste de Goiás

Tutor diz que estava viajando quando agressão ocorreu; animal sobreviveu. Este é o segundo caso de violência contra cães na cidade em 30 dias.

GO piresdorio cadelaUma cadela teve parte da língua cortada em Pires do Rio, no sudeste de Goiás. O tutor do animal, Rubens Machado da Silva, afirma que estava viajando quando aconteceu a agressão e só percebeu que havia algo errado quando o cão demonstrou dificuldade em se alimentar e beber água. O responsável pelos maus-tratos ainda não foi identificado. Este é o segundo caso de violência contra um cachorro registrado em menos de 30 dias na cidade.

Rubens conta que ao retornar da viagem, no fim de julho, percebeu que a cachorra, chamada Pitchuca, estava magra e triste. “Eu abri a boca dela pensando que tinha uma espinha de peixe e vi a língua cortada”, disse. Para ajudar o cão a se hidratar, o tutor utilizou uma seringa para conseguir colocar água na boca do animal.

Como os ferimentos não foram tratados no dia em que ocorreram, devido à ausência do tutor, a lesão necrosou, sendo necessário amputar parte do órgão. “Quando a gente fez o exame clínico dela, ficou claro que teve uma tentativa de corte, foi um corte parcial. Em função dessa lesão, mais ou menos um terço da língua necrosou e teve que ser amputada”, explicou o médico veterinário José Ricardo Mansur. Após ser atendida, a cadela passa bem.

Para o profissional, os casos de violência contra animais que têm ocorrido no município precisam ser investigados de maneira urgente. “Tem que achar esse culpado de maus-tratos para ver o que está acontecendo por aqui”, disse Mansur.

Outro caso

GO piresdorio patasNo último dia 14 de julho, também em Pires do Rio, outro cão foi vítima de maus-tratos e teve as patas traseiras amputadas. Segundo informações da Polícia Militar, o animal foi encontrado se arrastando, sem as patas, pelo quintal da casa do tutor, que acionou a corporação. O cachorro foi socorrido e encaminhado a uma clínica veterinária da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com os policiais militares, no dia em que o animal foi achado ferido, um homem solicitou ajuda da PM afirmando que tinha chegado em casa após o trabalho e se deparado com o cão agredido. Ele afirmou que criava o cachorro e não sabia quem tinha sido o autor da agressão.

Ainda segundo a PM, os agentes identificaram, por marcas de sangue e relato de testemunhas, que as patas do cão foram cortadas em frente a uma casa localizada uma rua acima de onde ele foi encontrado.

A Polícia Civil investiga o caso e identificou o suspeito de ter cometido o crime, que é usuário de drogas, mas o homem nega ser o autor dos maus-tratos. Ele foi liberado após prestar depoimento à polícia, pois, segundo o delegado Eduardo Eustáquio, não há provas que o incriminem.

Fonte: G1

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Bombeiro resgata filhote de cachorro de um incêndio e o adota

Apenas dois filhotes da ninhada sobreviveram e um deles foi encaminhado para centro de emergência local.

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O bombeiro Kyle Durham recebeu uma chamada telefônica sobre um incêndio em um galpão, em Ocklahoma, Estados Unidos. Ao chegar no local, soube que havia uma ninhada de filhotes de cachorro. Ele fez tudo o que tinha que fazer para salvá-los.

“Começamos a escutar um gemido que vinha dali e logo depois retiramos os filhotes”, comentou.

Da ninhada encontrada somente dois conseguiram sobreviver. Um deles foi transferido para a organização “Animal Emergency and Surgical Center”.

O outro foi adotado pelo bombeiro, que decidiu levar o animal para a sua casa. Quando Durham viu um dos animais, sentiu que era amor à primeira vista. O cachorro foi batizado de “Champion”, que significa campeão.

Ele está se recuperando bem, mas tem uma orelha queimada e muitas cicatrizes pelo corpo. Infelizmente, uma de suas patas terá de ser amputada, já que está muito lesionada pelas chamas e não poderá ser tratada.

A família está muito contente em poder incluí-lo como um novo membro. Estão contentes de que Champion, que teve um começo de vida difícil, vá viver com eles feliz e muito bem cuidado.

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Fonte: Globo Rural

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Macaé (RJ) registra mais um caso de maus-tratos contra animal

Depois de ser abandonado pelo tutor em lixão, cavalo doente acabou morrendo.

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Há cerca de uma semana, Macaé registrou mais um caso de crueldade contra os animais, tendo um desfecho nada feliz. Uma égua doente foi abandonada em meio ao lixo no bairro Jardim Vitória, agonizando até à morte.

Segundo o relato de uma testemunha, que pede para não ser identificada, algumas pessoas tentaram buscar socorro, porém sem êxito. “No dia 30, o animal foi abandonado. Algumas pessoas tentaram acionar os órgãos municipais, mas como sempre, não fizeram nada. Um veterinário foi ao local, medicou, mas sem muitos detalhes disse que se ela não levantasse seria melhor sacrificá-la. Mas acabou que no final ela morreu e esse foi mais um caso de maus-tratos onde o dono do animal nada sofre”, conta.

Casos desse tipo já foram presenciados em Macaé. Um deles aconteceu no início do ano passado, quando uma outra égua foi abandonada agonizando durante uma semana na comunidade Águas Maravilhosas.

Quando o assunto é denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais, o Brasil possui legislação pertinente e autoridades competentes que são responsáveis pela manutenção da lei e punição de crimes.

Em caso de maus-tratos com qualquer tipo de animal, seja doméstico ou silvestre, a população deve denunciar.
É considerado maus-tratos o abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, entre outros.

Ao presenciar qualquer situação dessa, vá até a delegacia de polícia mais próxima e faça um boletim de ocorrência ou compareça a Promotoria de Justiça do Meio Ambiente. A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

Fonte: O Debate ON

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Os sapatos embarrados da maioria

Por Marcio de Almeida Bueno

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Semelhante a um auditório, quem assume a postura de vestir o manto que não traz manchas de sangue animal recebe olhares furiosos, invejosos, amargos e desaprovadores. Sem dizer palavra, o uniforme vegano já provoca uma onda de choque que, conforme a distância, sacode as pratarias da casa das boas famílias. Com a Internet, os olhares viram palavras furiosas ou debochadas, dirigidas a quem não está rebolando no ritmo que agrada a maioria.

Porque há quem prefira não incomodar, contar só as piadas já conhecidas, vestir o que ‘se está usando’, mimetizar-se na sociedade. Incapacidade de lidar com a reprovação de um olhar, então incorpora-se ao rebanho humano por adesão.

Então é esse povo, aí fora, que eu preciso fazer entender que os animais estão sendo explorados neste exato instante. Seja em protestos, textos, materiais distribuídos ou menos no exemplo pedagógico de ser algo que eles não são, mas podem ser. O complicado é tentar dar instrução a quem se acha, por idade, já conhecedor de todos os fluxos certos e errados da vida, das engrenagens emperradas e das que deslizam azeitadas, qual escolha facilita as coisas, e qual irá sujar os sapatos de barro.

Mas os animais vivem o terror conforme a categoria em que, azar, acabaram nascendo. ‘Com serventia’, apetitoso, para lazer, para trabalhos forçados, para testes, para sadismo, para caça, para pisar em cima ou jogar veneno, para ferver vivo, para extrair sua liberdade através das tetas cheias de leite, do útero que rende presentes fofos, do cu que fornece ingrediente para o bolo da vovó. E a eles, cabe o olhar de medo ante o humano que lhe aprisona e faz cálculos desse rendimento ao final do dia, o olhar de procura dos que foram jogados fora, e farejam a família e o lar que, até então, lhe parecia ser o mundo em que viveria para sempre.

Em cada detalhe, é necessário explicar, explicar novamente e até desenhar o que está acontecendo nas 24 horas do dia, para gente que não se interessa em adquirir conhecimento, mas, nos parcos fiapos de saber, articula uma crítica que considera devastadora a quem não aceita a exploração animal. Saem decretos sólidos de quem não está inteirado do assunto, mas é contra. Nunca ouviu falar, mas é contra. ‘Sempre viveu assim’, então é contra.

Gente que toma decisões erradas na própria vida, coleciona arrependimentos, dores de cabeça e rotas erradas, mas se considera apto não só a debater, mas ter uma posição mais lúcida, mais sensata e razoável do que aqueles que carregam algum catecismo abolicionista sempre à mão, para leitura. Do que aqueles que já descobriram que a mudança na sociedade e na cultura vai ocorrer sob responsabilidade dos preparados, instruídos e bem-intencionados.

Tudo aquilo que hoje é legal mas é imoral já foi aceito, e no futuro será ilegal. Mas a maioria prefere espernear, presa às tradições culinárias, ao cunhado que tem fazenda, ao vizinho que tem loja de sapatos. A maioria, em sua movimentação unicelular, assiste com desprezo à minoria que incomoda, que resolveu espiar por cima do muro, que experimentou sabores, que avaliou os horizontes sem consultar o índex.

E os animais aguardam, na coleira diária, na engorda programada por tabelas do Excel, na gaiola do comércio, no fordismo da indústria. A maioria não vê, pois já aprendeu a abstrair o remorso e a culpa em datas, compras, emoções embaladas para presente, bebida e cigarros, embalos e liturgias. Pisa no que não é menor mas está menor, e limpa os sapatos embarrados antes de entrar em casa, todos os dias.

Fonte: ANDA


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Olhar Animal – www.olharanimal.org


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No AM, quase 300 quelônios são apreendidos em barco no Rio Juruá

Homem de 34 anos foi preso por crime ambiental, segundo a Polícia Civil. Mais de 20 mil quelônios foram capturados ilegalmente na região neste ano.

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Um mecânico de 34 anos foi preso no município de Juruá, a 674km de Manaus, na segunda-feira (4), por crime ambiental. De acordo com a polícia, ele foi detido em uma embarcação no Rio Juruá com quelônios.

Cerca de 292 quelônios, duas embarcações rápidas de pequeno porte e uma espingarda foram apreendidos. Os animais estavam dentro de vários sacos. Ainda segundo a polícia, cerca de 60 animais já estavam mortos no momento da abordagem, possivelmente, por asfixia.

Um homem e uma mulher, não identificados, conseguiram fugir em uma voadeira no momento da aproximação deles. Na delegacia, o suspeito que foi preso afirmou desconhecer as pessoas. Os 232 animais vivos foram devolvidos ao habitat natural pelas autoridades locais.

Segundo a polícia, as fiscalizações na área são realizadas frequentemente durante os finais de semana, desde o mês de maio, com o objetivo de combater a caça predatória de quelônios na região do Rio Juruá, onde existem lagos que concentram grandes quantidades dessa espécime no Amazonas. Na época da vazante do rio, que acontece de maio a agosto, tartarugas, jabutis e tracajás, se deslocam para a área de várzea, com o intuito de botar ovos e se reproduzir. É nesta fase que caçadores fazem a captura, que é ilegal, e armazenam para comercialização.

Neste ano, de acordo com a polícia, já foram capturados mais de 20 mil quelônios na região de Juruá e vendidos ilegalmente para os municípios de Uarini, Tefé, Fonte Boa, Carauari, Manaus e outros. Em três meses de operação, foram resgatados cerca de 893 animais que seriam vendidos para consumo.

O homem preso foi autuado por crime contra a fauna (artigo 29 da Lei 9.605) e porte ilegal de arma (artigo 14 da Lei 10.826/03). Ele ficará detido na delegacia à disposição da justiça.

Fonte: G1

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Golfinho é encontrado morto na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio

Animal foi encontrado morto na tarde desta terça-feira. Banhistas fizeram registro do mamífero.

Um golfinho foi encontrado morto na Praia do Leblon, na altura da Rua José Linhares, Posto 11, na Zona Sul do Rio, na tarde desta terça-feira (6). Curiosos, diversos banhistas se aproximaram do animal para fazer um registro.

A Comlurb informou que removeu o golfinho morto e o levou para a gerência do Leblon. A Companhia acionou a UERJ, que irá remover o animal para estudos.

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Fonte: G1

Alta velocidade e pouca sinalização causam mortes de animais silvestres

Motoristas reclamam de precariedade das estradas de Mato Grosso. Diversos animais silvestres estão sendo resgatados nas rodovias.

A falta de sinalização e o excesso de velocidade podem ser fatores que têm causado acidentes envolvendo animais silvestres nas rodovias estaduais. Poucos animais conseguem sobreviver ao acidente e muitos são encontrados mortos às margens das estradas de Mato Grosso. Os atropelamentos ocorrem no período noturno, quando as luzes confundem ou até paralisam os bichos.

“É sempre importante frisar que o condutor respeite a velocidade permitida na via, que ele ande com atenção. Muitas vezes, com o excesso de velocidade, ele avista o animal, mas não consegue frear por que está em cima”, explicou a tenente do Batalhão de Trânsito, Darlene do Nascimento Paiva. Na MT-040, que liga a capital ao município de Santo Antônio do Leverger, distante 35 km, vários animais atropelados podem ser encontrados em poucos quilômetros de estrada.

A situação não é diferente na MT-060, no trecho que liga Várzea Grande, região metropolitana da capital, ao município de Poconé, a 104 km. Nessa rodovia, é comum ver filhotes de lobos e até felinos que não tiveram tempo de escapar dos veículos em alta velocidade. “Eu ando a 80 km por hora e nunca atropelei porque dá tempo para desviar”, ressaltou a advogada Nilza Bento.

As estradas não têm qualquer placa de sinalização para alertar os motoristas. “Percorro praticamente toda semana essa estrada e são poucos lugares que têm esse tipo de sinalização. Então é válido sim toda a campanha para a conscientização”, analisa o ciclista Sanner de Ramos.

Nas rodovias federais, o mesmo problema costuma acontecer. No último fim de semana, foram encontradas duas jaguatiricas. Um dos casos foi na BR-163, próximo a Sorriso, a 420 km da capital. Os animais silvestres que sobrevivem aos atropelamentos são conduzidos para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), onde permanecem até se recuperarem. Só então eles são encaminhados para alguma unidade de conservação ou são levados de volta para a natureza.

“Algumas vezes a gente recebe até animais que foram atropelados, já recebemos lá de Chapada dos Guimarães, animais de grande porte, como anta, veados catingueiros. E, em geral, o impacto é bastante severo, […] até onde é possível a gente tenta a recuperação”, conta a doutora responsável pelo setor de animais silvestres do Hospital Veterinário da UFMT, Sandra Helena Ramiro.

Ela explica que muitas vezes, na ânsia de ajudar o animal, as pessoas podem acabar provocando outro acidente com o motorista que segue na mesma rodovia. Outro ponto mencionado por Ramiro é que o próprio animal, ainda com dor, pode causar algum ferimento à pessoa que está socorrendo. Dessa forma, destaca que a primeira coisa que dever ser feita é sinalizar a rodovia para mostrar que existe um problema e tentar entrar em contato com a Polícia Rodoviária Federal ou Polícia Ambiental da região, já que eles possuem equipamentos específicos para o resgate.

Fonte: G1

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Ibama flagra 57 cães usados em caça ilegal em área de preservação em MT

Operação ocorreu durante o final de semana em Ribeirão Cascalheira (MT). Segundo o Ibama, nove pessoas foram autuadas por caça e pesca ilegal.

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Cinquenta e sete cães que eram utilizados para caça ilegal foram apreendidos durante uma operação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), neste final de semana em uma Área de Preservação Permanente (APP) na região do município de Ribeirão Cascalheira, a 893 km de Cuiabá. De acordo com o Ibama, nove pessoas foram autuadas por caça e pesca ilegal. A operação ocorreu no sábado (2).

Conforme o Ibama, um grupo de caçadores era monitorado pelos agentes. A procura pelos suspeitos começou depois do Ibama receber a informação que eles teriam saído em caminhões com cavalos e cachorros para irem até a região da Terra Indígena Pimentel Barbosa, entre Canarana e Ribeirão.

MT ibamamt cacada4 fotosidivanresendeUm grande acampamento foi encontrado em uma fazenda naquelas proximidades. No local foram encontrados 11 homens, oito cavalos e 57 cães da caça foxhound. O grupo era composto por empresários, de Minas Gerais e São Paulo, e um policial militar paulista aposentado.

Eles contavam com uma grande estrutura composta por caminhões, caminhonetes, barcos, armas e apetrechos de caça e pesca. No acampamento foram encontradas partes de peixes e de animais silvestres. O grupo de caçadores também contava com pessoas pagas para monitorar e informar sobre a presença de fiscais do Ibama.

Os integrantes do grupo foram autuados por pescar ilegalmente, já que não possuíam nenhum tipo de documento profissional.

Fonte: G1

Nota do Olhar Animal: Chegaremos em um dia em que toda a caça e pesca será ilegal. Até lá, que sejam reprimidas as já previstas em lei como crime.
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Entidades pedem ajuda para remover rinocerontes da África do Sul

Mais de mil animais da espécie foram mortos no ano passado para a venda de chifres que atende demanda de compras da Ásia; projeto tem custo de US$ 8 milhões.

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O número de rinocerontes na África do Sul tem diminuído a cada dia e preocupado entidades ambientais. Em 2013, mais de mil animais da espécie foram mortos por caçadores para a retirada dos chifres para atender a demanda de vendas na Ásia.

Para ajudar na preservação da espécie, as empresas Grande Plains Conservation e & Beyond pretendem remover cem rinocerontes da África da Sul para Botswana para tentar impedir a caça e a morte desenfreada desses animais.

A iniciativa tem um custo de US$ 8 milhões. O projeto prevê que cada um rinoceronte seja marcado e microchipado para pesquisa e monitoramento.

Dereck Joubert, presidente-executivo da Great Plains, conta que estão sendo caçados um rinoceronte a cada nove horas.

Cerca de 80% da população de rinocerontes do mundo vivem na África do Sul, com estimativa de mais de 25 mil. A maioria habita no vasto parque nacional de Kruger, onde mais de 60% da caça do animal é ilegal.

O presidente do Botswana, Ian Khama, está entre os oradores na conferência de Londres sobre o comércio ilegal de animais silvestres e na busca de ajuda para a causa.

Saiba como fazer doações e como funciona o trabalho dessas entidades através da página oficial do movimento.

Fonte: O Tempo