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Campo Grande: Para comer com os olhos, torta de chocolate não parece, mas é vegana

Por Paula Maciulevicius

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Na cobertura, granulado e amêndoas caramelizadas, ao redor, chantilly e por dentro, creme de chocolate com mais amêndoas. A torta é para comer com os olhos e o paladar. Quem olha e prova não consegue diferenciar, mas os ingredientes usados na receita não levam leite nem ovos. Nada de origem animal. O bolo é um belo exemplar de que é possível se comer de tudo dentro da dieta vegana.

A criação é da funcionária pública Roseni Feitosa, de 39 anos. Até os 27 ela seguia uma alimentação como outra qualquer. “Eu fui onívora, comia carne, verduras, de tudo. Aí eu casei e decidi ser ovolactovegetariana”, conta. Por uma década ela manteve apenas os subprodutos de origem animal, como leite e ovos, riscando do cardápio todos os tipos de carne.

O ponto crucial chegou há dois anos, enquanto assistia a um documentário. “Ficamos chocados e por ética, paramos de comer produtos ou subprodutos. Não me alimento, nem me visto e nem uso de entretenimento nada que envolva sacrifício ou que cause dor aos animais”, narra.

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Paralelamente às restrições alimentares, Roseni sempre foi apaixonada pela culinária. Cozinhava para a família, a sobrinhada, os amigos e entre as panelas e o fogão se viu no desafio de adaptar a cozinha ao novo paladar. “Tive de organizar, fazer adaptações, alguns foram experimentos mesmo, pesquisas na internet para veganizar minhas receitas”, pontua.

Foi brincando de descobrir novos sabores que ela chegou aos doces. As fotos que ilustram essa matéria são todas receitas 100% veganas. Até quem não é muito de se aventurar nos fornos da vida se pergunta como é possível assar um bolo sem leite e ovos?

A substituição, Roseni sabe de cabeça. “No lugar dos ovos, acrescento mais fermento ou linhaça, que faz da massa mais macia e suave. No lugar do leite, eu uso água ou leite de castanha”, indica. Leite que pode ser preparado a partir de qualquer castanha. “Com amêndoas, por exemplo, deixa de molho em água por 12h. No outro dia, você despreza essa água, coloca no liquidificador com 4 vezes mais de água, bate e coa. É bem simples”, ensina Roseni. O leite pode ser usado com café, ou até tomado com chocolate.

Para quem foi adestrando o paladar e o metabolismo aos poucos, Roseni entende o impacto que uma alimentação sem origem animal alguma ainda causa. “Até hoje eu me assusto quando olho a maravilha que eu consigo fazer sem queijo nem ovo. Na verdade isso é uma questão cultural”, avalia.

O restante dos ingredientes são os de sempre: trigo, cacau ou chocolate em pó – sempre optando pelo meio-amargo e prestando atenção senão leva leite na descrição do produto – açúcar orgânico ou normal, fermento e também chantilly. “Uma das marcas que uso é a Puratos, que não leva leite”, sinaliza.

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Nas reuniões entre amigos começaram a surgir o pedido de encomendas e, há cerca de um mês, a funcionária pública passou a encarar um terceiro turno na produção de tortas, ao criar a “Chocolatíssimo”.

“Dá para fazer tudo, brigadeiro, pavê. Eu costumo dizer que a minha cozinha é sem crueldade”, comenta. As tortas atendem o público em geral e por incrível que pareça são poucos os veganos que encomendam. “Dia desses fui a uma festa, levei uma torta e a maioria dos convidados comeu. A minha acabou primeiro que as demais, que eram normais. Isso mostra que, além de não perceberem a diferença, é mais gostoso”, compara.

A redação do Lado B provou e aprovou. A massa do bolo é macia como estar mordendo um pedacinho do céu e o recheio também é puro chocolate. “Além de me trazer o benefício da saúde, me trouxe a consciência tranquila, porque eu estou deixando o planeta melhor”, resume Roseni.

Por enquanto, a Chocolatíssimo trabalha com os seguintes sabores: torta mousse de chocolate e morango, torta ganache de chocolate e chantilly, torta creme de chocolate e beijinho, torta creme de chocolate e beijinho de maracujá, torta creme de chocolate e nozes e torta creme de chocolate e amêndoas caramelizadas. Todas custam R$ 49,00 o quilo.

O contato para encomendas são os telefones: 9225-7790, 8157-5317 e 9946-3787. E também está no Facebook, na Fan Page: https://www.facebook.com/chocolatissimo.tortas.

Fonte: Campo Grande News

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Veggi & Tal lança loja virtual de produtos veganos

VITRINE loja-vegO site Veggi & Tal, parceiro do Olhar Animal, lançou sua loja virtual. Segundo seus gestores, o objetivo é ‘promover o veganismo e favorecer sua aplicação prática e cotidiana’.

O site busca oferecer produtos que atendam às necessidades do público vegano, que sejam úteis e acessíveis, promovendo o consumo consciente e autonomia. E priorizando os alimentos naturais, integrais e produtos produzidos no Brasil.

A loja disponibiliza também o serviço de bike-entrega para algumas regiões da cidade de São Paulo – ecologicamente responsável e mais barato do que o serviço tradicional de entrega via Correios.

Comprando na loja, o internauta estará apoiando e contribuindo com a continuidade do importante trabalho do Veggi & Tal em prol do veganismo e dos direitos animais.

Para conhecer a loja, acesse www.loja.veggietal.com.br

Para acompanhar as novidades, curta a fanpage da Loja Veggietal no Facebook.

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Sapatos veganos e artesanais

A palavra de ordem para Bárbara Mattivy e Pamella Magalli é reaproveitar, foi daí que surgiu a Insecta Shoes, uma marca que cria sapatos veganos, 100% sustentáveis, criativos e exclusivos. O objetivo delas é aumentar a vida útil dos produtos que já existem, sempre de maneira inovadora e criativa. 

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A dupla garimpa peças de roupas usadas, seleciona diversos tecidos, texturas e estampas, que dão uma nova vida para sapatos abandonados. Sem utilizar nenhuma matéria-prima de origem animal, são criados oxfords e botas com acabamento vegano, que são comercializados pela internet para todo o Brasil.

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Os sapatos veganos são classificados como eco-friendly e podem ser colecionáveis, pois nenhum modelo se repete. A marca foi lançada no começo deste ano e conquistou o mercado, que foi muito receptivo à novidade.

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Uma saia pode se transformar em até cinco sapatos, que embora tenham a mesma matéria-prima não serão iguais, porque terão cores diferentes na sola, forro e cadarços. A Insecta garante que a chance de encontrar um sapato vegano igual a outro não existe. Além de únicos, os sapatos veganos contam uma história, que tenta trazer um pouco mais de cor e consciência para o mundo.

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Fonte: Exib.me / insectashoes.com

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Florianópolis (SC) ganha primeira hamburgueria vegana

Por Cristiano Santos 

O casal Ivan Silva e Ingryd Calazans Affonso, ele cozinheiro e ela designer, inaugurou esta semana entre o Campeche e o Rio Tavares, na região sul da ilha de Florianópolis, a Sabiá Burguer, uma hamburgueria vegana que entrega à domicílio de bicicleta. Eles moram há quase dois anos na Capital.

Adeptos da alimentação que prioriza o direito dos animais, eles elaboraram a ideia focados no aumento do público vegetariano.

Além, claro, da preocupação com a sustentabilidade. No cardápio, sempre em busca de produtos orgânicos, estão três massas criadas para o hambúrguer: de lentilha, grão de bico e tofu e algas. Pão integral e queijo vegano também fazem parte das opções. Para o tempero, a dupla buscou inspiração nas cozinhas indiana e ayurvédica, além dos molhos como o requeijão de macadâmia e a pasta de berinjela.

Os sanduíches custam entre R$ 10 e R$ 13 (a taxa de entrega entre R$ 1 e R$ 5) e o atendimento ocorre de quinta-feira a domingo, das 18h às 21h.

Pedidos podem ser feitos pelo fone 9950-3520 (também via WhatsApp) ou nas redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

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Faz Bem: Brasília (DF) agora conta com lanchonete vegana

A Faz Bem é uma casa de produtos veganos, além de uma lanchonete incrível, tudo é feito na hora com a melhor qualidade e o melhor atendimento. Faz bem cuidar da alimentação. 

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Se você é ou não vegano, mas se importa bastante com sua alimentação e saúde e gosta de comer comida de qualidade com preço justo você precisa conhecer a lanchonete Faz Bem. A Faz Bem reabriu as portas a pouco mais de um mês com muita novidade, uma fachada linda e redecorada, uma equipe dedicada e divertida que torna o atendimento tão delicioso quanto os sanduíches e muitas opções no cardápio que está totalmente adaptado ao cliente que é o verdadeiro chefe da casa.

Além da venda de produtos veganos e 100% naturais, a casa fica aberta todos os dias de 11h as 22h. A casa também tem muitas promoções para entretenimento da clientela, como dias especiais em que você monta seu lanche do jeito que você quiser por um preço menor. Não se assuste se alguém te atender usando um chapéu de vaca, frango ou outro animal, peça para tirar uma foto. 

Serviço

Faz Bem – Casa Vegana
407 Norte – Bloco E – Loja 59
Telefone: (61) 3447-8112
Horário: 11h às 22h

Fonte: De Boa

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Produtos de beleza veganos serão vendidos com exclusividade em e-commerce masculino

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Uma das marcas de produtos de beleza veganos mais famosas do mundo, a Alva terá sua linha masculina Alva for Him vendida com exclusividade no e-commerce brasileiro Men’s Market.

Com os selos Cruelty Free, do PETA, que certifica produtos que não são testados de maneira alguma em animais nem levam componentes desta origem, e Ecocert, uma das líderes mundiais na certificação de artigos ecológicos, a Alva é uma das marcas veganas mais respeitadas do mundo.

A linha Alva for Him, que inclui produtos como xampus, espuma de barbear, gel pós-barba, entre outros, combina ingredientes naturais e orgânicos como manteiga de cupuaçu tropical e andiroba, manteira de karité, óleo de jojoba, óleo de semente de uva e vitamina E.

Para Pedro Prellwitz, sócio-diretor do Men’s Market, essa é uma parceria comemorada no site, uma vez que o mercado de beleza natural cresce dez vezes mais rápido que o convencional. “Para nós é muito importante contar com a confiança da uma marca que é sucesso em 40 países e 5 continentes e procura se estabelecer no mercado brasileiro.”

Fonte: Veja SP

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Empreendedora uniu paixão culinária e saúde para oferecer gastronomia vegana

Por Carla Kempinski

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A paixão de Bia Gonzaga por gastronomia começou bem cedo. Com apenas 11 anos fez sua primeira ousadia culinária: usou pimenta em um bolo de chocolate – e todo mundo gostou. Logo em seguida teve que assumir a cozinha da família, pois a mãe trabalhava fora e Bia era a mais velha de três irmãs. Com essa liberdade para criar em casa, seus pratos sempre foram experimentais. E Bia gosta de dizer que tem uma memória gustativa. “Sempre gostei de ler receitas, mas nunca as segui; combino os ingredientes na cabeça e mesmo antes de ir para a panela sei o que vai dar certo.”

Essa aptidão culinária desde a infância foi só o início de uma trajetória gastronômica que culminou com o Sushi da Bia, empresa que atende pessoas que estão em busca de uma melhora na saúde através da alimentação ou que estão em transição da dieta vegetariana para a vegana.

Sua caminhada profissional começou aos 20 anos, quando passou a trabalhar com comida japonesa, mais especificamente sushi. Chegou a abrir um sushi bar, mas a sociedade se desfez. Então ampliou a linha de serviços e passou a oferecer finger foods, petiscos servidos sem pratos ou garfos, para serem comidos com as mãos. Paralelamente trabalhou em alguns restaurantes e hotéis para ganhar experiência e conhecer novas técnicas. Em 2005 começou a faculdade de Gestão Comercial e trabalhou com administração e marketing em uma empresa da área, mas sempre mantendo o atendimento aos eventos gastronômicos. A demanda aumentou e ela optou por se dedicar só aos eventos.

O divisor de águas aconteceu quando se tornou vegetariana. Bia abriu uma barraquinha na Feira Agroecológica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, onde todas as quartas-feiras vendia sushi e quitutes orgânicos e veganos até dezembro de 2012. Mas a demanda por eventos e o trabalho de personal chef fizeram tanto sucesso que não lhe deixaram tempo livre para a feira. Agora, com o Sushi da Bia, a chef atende somente por encomendas, apresentando uma gastronomia saudável baseada na não-utilização de produtos de origem animal. “Minha principal motivação é a divulgação do veganismo, através de uma gastronomia saudável e com opções sem glúten, mas com muito sabor e de vanguarda.”

A empresa possui um mix de serviços amplo e flexível, e com cardápio variado: gastronomia para eventos, personal chef, cursos e treinamentos presenciais e on-line, e consultoria de cardápio. “Atualmente oito famílias recebem minha visita como personal chef, ficando com o congelador abastecido com quitutes saudáveis para duas semanas.”

www.facebook.com/sushidabia

Fonte: Empreendedor

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Bate Papo com a estilista de noivas vegana: Renata Buzzo

Já falamos aqui sobre o vestido de noiva vegano. Agora conversamos com a autora da peça. A estilista Renata Buzzo conversou com a gente à respeito de moda sustentável, porque entrou nessa e o que as noivas podem achar em seu ateliê.

Mais Dicas de Casamento: O que te levou a migrar para uma moda vegana? Qual seu diferencial e como chegou a esse processo de produção?

Renata Buzzo: O que me levou a abrir uma marca vegana foi o fato de eu me tornar vegana. Sou vegetariana há bastante tempo e vegana há dois anos e meio. Me tornar vegana coincidiu com o termino da faculdade e começo da vida profissional, dessa forma, acabei percebendo o quanto seria difícil trabalhar como estilista pra outras marcas e ainda sim ser vegana, pois não existe uma preocupação com a causa animal na moda brasileira. Então decidi abrir a marca nesses moldes! O meu diferencial talvez seja o fato de unir alta costura, luxo e causa animal. Realmente é uma combinação inusitada!

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Mais Dicas de Casamento: você acredita que isso seja eficiente, rentável, ou seja, consegue ser justa em seus processos de produção e manter um preço justo ou seu produto final custa um valor muito fora? Como manter esse equilíbrio?

Renata Buzzo: Sim, é perfeitamente viável. O preço final não foge da realidade do mercado e consigo manter a qualidade dos produtos me envolvendo 100% na produção. Minha equipe é pequena e nós não somos uma confecção. Tudo é muito manual e primo pela qualidade não pela quantidade.

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Mais Dicas de Casamento: Muitas marcas brasileiras que se diziam sustentáveis tem mostrado que fazem parte da roda do trabalho escravo. Qual seu ponto de vista sobre isso?

Renata Buzzo: A grande maioria se esquece que o ser humano também faz parte do ambiente, logo se você explora o trabalho humano você não é sustentável. É preciso respeitar o ser humano pra que esse respeite o meio ambiente. Falando da marca, eu não utilizo em hipótese alguma essas oficinas que empregam bolivianos em condições insalubres de vida, acho muito triste tamanha falta de respeito com o próximo. Minha equipe é pequena e coloco a mão na massa junto com eles, não terceirizo nada.

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Mais Dicas de Casamento: Qual é o sentimento das noivas quando conhecem seu trabalho? Acha que existe muito preconceito com a moda sustentável?

Renata Buzzo: Primeiramente, gostaria de esclarecer uma coisa:

Evito dizer que minha marca é sustentável, minha marca tem como causa. A causa animal! Lógico que adotamos práticas sustentáveis como reduzir a emissão de refugo têxtil, reaproveitamento de materiais que seriam descartados em outros lugares, o conceito de Slow Fashion, uma produção manual o que em termos de economia de energia é bem sustentável, mas volto a dizer, a minha preocupação é animal! São eles que movem e gosto do meu nome associado a eles. Marcas que se auto intitulam sustentáveis tem de monte por aí.

Respondendo a pergunta, as noivas se sentem especiais por utilizarem um produto com um conceito bacana. Quanto ao preconceito…eu não sinto nenhum, mas de maneira geral. Há um tempo atrás talvez até por falta de informação existia tal preconceito sim, mas hoje é um assunto quente, em pauta, aos poucos as pessoas estão abrindo a cabeça pro consumo responsável. 

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Mais Dicas de Casamento: E noivas que não são veganas pode usar suas roupas?

Renata Buzzo: Lógico! Esse é outro engano que costuma ocorrer, Algumas pessoas pensam que por não serem veganas ou vegetarianas, não podem usar meus vestidos. Isso não existe! Meu produto é pra todos que curtem o meu trabalho e que de alguma forma se sensibilizam pela causa animal …costumo dizer: “a marca é vegana,a estilista é vegana, o público não necessariamente”

Na verdade 80 % do meu público não é vegetariano.

Quer seu vestido com a Renata? Fácil! Acesse o site da Renata Buzzo e entre em contato

Veja mais looks de noiva vegano:

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Fonte: Dicas de Casamento