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Polícia fecha rinha de galo e detém suspeito de maus-tratos na Paraíba

 
Rinha funcionava em sítio na Zona Rural de Queimadas, no Agreste.Seis animais foram resgatados; um galo foi encontrado morto pela PM.

Uma rinha de galos que funcionava em um sítio na Zona Rural da cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba, foi desarticulada no domingo (10). Uma equipe da Polícia Militar Ambiental resgatou seis animais e encontrou um outro morto. Um homem de 49 anos, suspeito de manter a rinha, foi detido e encaminhado para a delegacia de Queimadas.

De acordo com o comandante do 1º Pelotão Ambiental de Campina Grande, tenente Rodrigo Rodrigues, os policiais chegaram até o local com a ajuda de denúncias anônimas feitas ao Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop). “Quando os policiais chegaram estava acontecendo uma disputa e vários participantes conseguiram fugir, mas o proprietário da residência foi detido e conduzido até a delegacia”, contou.

O oficial detalhou ainda que na casa onde acontecia a rinha foram apreendidas balanças de precisão que pesavam os galos competidores antes das lutas, bolsas para o transporte dos animais e esporões sintéticos. O suspeito de manter a rinha foi autuado em flagrante por maus tratos e multado no valor de R$ 4,2 mil, segundo a PM.

Fonte : G1

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Polícia prende 19 pessoas por rinha de galos em sítio de Andradina, SP

Policiais também apreenderam 27 galos, que estavam machucados. Comerciante disse que alugou sítio para rinhas e levou multa de R$ 86 mil.

A polícia prendeu 19 pessoas por causa de uma rinha de galos em um sítio em Andradina (SP). O local foi descoberto depois que a polícia recebeu uma denúncia anônima. O caso aconteceu no fim de semana.

Os policiais também apreenderam 27 galos, que estavam bastante machucados. Um comerciante, de 52 anos, disse que alugou o sítio para promover as rinhas. O homem levou uma multa de R$ 86 mil.

Os outros participantes também foram multados em R$ 6 mil cada um. Todos os suspeitos vão responder pelo crime de maus-tratos a animas e podem pegar de três meses a um ano de prisão.

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Fonte: G1

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Rinha de aves é flagrada e mais de 20 pessoas são detidas em João Pessoa, PB

Polícia Ambiental realizou operação no bairro de Mangabeira. Cerca de 50 aves foram apreendidas.

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Mais de 20 pessoas foram detidas em flagrante pela polícia, quando participavam de uma rinha de aves em João Pessoa, neste sábado (2). Cerca de 50 pássaros foram apreendidos durante a operação realizada pela Polícia Ambiental.

De acordo com a polícia, a ação na manhã de hoje aconteceu após o recebimento de denúncia de que a “briga” de pássaros estava acontecendo no bairro de Mangabeira.Os envolvidos foram multados e vão responder por crime ambiental.

“Vale salientar que as pessoas flagradas recebem multa administrativa de R$ 500 por espécie de ave e, no procedimento penal, podem receber pena que vai de três meses a um ano de detenção”, explicou o major Tibério, da Polícia Ambiental.

Fonte: G1

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Filipinas: Luta de cavalos ilegal e cruel continua

Apesar das leis locais e nacionais, os organizadores continuam encontrando maneiras de manter suas rentáveis lutas de cavalos longe dos olhos das autoridades

Por Pia Ranada / Tradução de Alice Wehrle Gomide

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“Bratatatatatatat!” grita o locutor enquanto dois cavalos brancos lutam até a morte na Vila de Dawis, Digos City, Davao del Sur.

Seus flancos, tensos pela ameaça de violência, estão cobertos de sangue e sujeira. Depois de morder seu adversário no pescoço, um cavalo bate os cascos no chão como se fosse um touro.

A multidão vai à loucura e apitos soam em êxtase. As crianças, assistindo em galhos de árvores, gritam em sintonia com seus pais, fazendo apostas entre elas.

Gravada em vídeo pelo grupo de direitos animais Network for Animals (NFA), a luta de cavalos ocorreu em 16 de maio de 2014.

Essa é somente uma entre dezenas que ocorrem nas províncias de Mindanao todos os anos.

Esta é uma violação clara do Ato Republicano Nº 8485, ou Ato do Bem-Estar Animal de 1998, que proíbe lutas e abusos de cavalos. Qualquer pessoa que participar de uma luta pode pegar detenção de 6 meses a 2 anos, e multada entre P30.000 a P100.000 (U$ 676 – U$ 2.200), dependendo se houve morte do cavalo ou não.

Em uma luta de cavalos, dois machos são colocados na arena com uma égua no cio. Os garanhões são estimulados a cruzar com a égua e logo em seguida são contidos, a fim de induzir comportamento agressivo.

Quando se tornam violentos o suficiente, os cavalos são soltos para que lutem pela égua.

Essa prática cruel, que deixa centenas de cavalos morrendo ou gravemente feridos, acontece nessa região desde 1980, de acordo com o NFA Filipinas.

Campanhas agressivas fizeram com que dois governadores – Jose Zubiri de Bukidnon e Emmylou Taliño-Mendoza do Cabato do Norte – proibissem as lutas em 2014.

Mas participantes dizem que aqueles que ganham muito dinheiro com essas lutas mudaram de táticas para evitar a lei.

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O NFA, que vem investigando essa prática desde 2009, diz que até já existem dois eventos agendados para 2015: um de 24 a 26 de abril em San Isidro, Valencia, Bukidnon e outro de 12 a 14 de julho em Sinoda, Bukidnon.

Zubiri, informado pelo Rappler sobre as lutas supostamente agendadas, se comprometeu a avisar os preocupados prefeitos das respectivas cidades.

É o acompanhamento de um decreto que ele lançou em junho de 2014, ordenando a polícia e todos os prefeitos da província de Bukidnon a interromperem qualquer luta de cavalos que ocorrerem em suas áreas de jurisdição.

Mas os grandes lucros desses eventos garantem que a prática está aqui para ficar, a não ser que haja forte intervenção pela polícia e pelos políticos.

Muito lucro

A diretora do NFA Filipinas Mel Alipio ficou sabendo da existência de lutas de cavalos em Mindanao pela primeira vez em 1988. Moradores explicaram a ela que, no começo, era uma forma de entretenimento para os remotos vilarejos dos indígenas lumads “onde não havia televisão”.

Com o passar dos anos, apostas foram introduzidas, aumentando o número de lutas organizadas durante as festividades dos vilarejos. Ganhos financeiros elevados provocaram financiamento maciço, gerando lutas mais bem organizadas, maior público, e eventual aceitação pelas comunidades.

Em 2009, o NFA filmou 13 lutas. Em 2014, foram 20. Em ambos os casos, grande parte das lutas (7 e 6, respectivamente) ocorreu em Bukidnon.

Atualmente, os lucros variam de P100.000 a P1 milhão (U$ 2.200 – U$ 22.500). Participantes apostam qualquer quantia entre P10.000 e P1 milhão (U$ 225 – U$ 22.500) em um cavalo.

Os organizadores – chamados de “promotores” – dos eventos ganham pelo menos P500.000 (U$ 11.300) por evento, Alipio disse ao Rappler. Isso mesmo após os gastos de transporte do público desde o vilarejo até o local da luta, comida, e honorários para os árbitros, chamados de “cowboys”.

Eles também lucram com as taxas de entrada – P300 por pessoa ou até P500 (U$ 6,8 – U$ 11) por pessoa com os melhores cavalos.

Para completar, eles conseguem grandes apostadores para patrocinar as lutas. Uma luta que ocorreu em junho de 2014 foi supostamente patrocinada por um governador de Mindanao e teve a participação de vários oficiais públicos.

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Um vice-governador até fez o discurso de boas-vindas e pessoalmente entregou “uma quantia enorme de dinheiro aos cristos ou coletores de apostas”, disse Jill Alipio que estava presente no evento.

Mas os promotores são os que ganham mais dinheiro, tirando de 10% a 20% de todos os apostadores que ganham as apostas.

Não é fácil renunciar todo esse dinheiro por causa de um decreto.

Mel Alipio disse que os organizadores agora estão mais cautelosos. Eles limitam a duração dos eventos para um dia, ao invés do usual 3 dias. Esses agora ocorrem em áreas ainda mais isoladas, longe de cidades ou vilarejos centrais. E se eles costumavam pedir permissão para realizar os eventos, agora eles se abstêm de fazê-lo.

Morte lenta e sofrida

Enquanto apostadores humanos e organizadores estão salivando com a promessa de altos lucros, os cavalos estão salivando de medo durante uma luta.

Para eles, as lutas são um prelúdio de uma morte torturante.

Um veterinário que pediu para ficar anônimo, disse que os cavalos usualmente morrem de hemorragia interna após um coice do seu adversário.

“Porque um coice é mais dolorido que uma mordida. O coice de um cavalo é 10 vezes mais forte que [Manny] Pacquiao (famoso boxeador filipino). Dois dias depois, às vezes até uma semana depois, eles morrem. Essa é uma morte lenta e muito sofrida. Outros simplesmente são mortos pelos seus donos”, ele contou ao Rappler.

Os cavalos recebem graves ferimentos pelas mordidas. Jill Alipio disse que viu um cavalo arrancar os testículos de um outro com uma mordida. Outra vez, o maxilar de um cavalo foi deslocado.

“Ganyan ka-cruel ang mga tao. Alaga, partner sa life, iaaway. Kung tingin nila hopeless, papatayin nila (Isso mostra a crueldade dos humanos. Um bicho de estimação, um parceiro na vida, então são forçados a lutar. Se eles forem fracos, serão mortos)”, disse o veterinário.

Cavalos feridos foram forçados a lutar por 5 horas. Recentemente, organizadores impuseram um limite de uma hora – não por bondade, mas para dar a outros pares a chance de lutar, disse Alipio.

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Cruel também é o treinamento que os cavalos lutadores devem suportar.

Uma prática é ensinar ao cavalo como “boxear”, segurando-os para o alto com corda e os forçando a socar o ar, como se estivessem boxeando.

Para ensinar o cavalo a ser implacável, eles são colocados em uma falsa arena com uma cabra, que devem espancar até a morte.

Alguns cavalos se tornam tão agressivos que, em mais de uma ocasião, mataram seus treinadores, disse Alipio.

Batalha maior ainda

Mas com o decreto e a presença de ativistas de direitos animais, uma maior batalha está ocorrendo fora da arena.

A NFA vem tentando dissuadir as pessoas sobre a cultura da luta de cavalos. Alipio disse que eles estiveram em Bukidnon, Davao Del Sur, e Cotabato, oferecendo vacinação gratuita para os cavalos.

“Durante a vacinação, antes da injeção nós dizemos: vamos cuidar deste animal, nós te daremos medicamentos, daremos vitaminas para os desnutridos, mas, se possível, não faça com que eles lutem. A próxima vez que a gente te ver, nós não cuidaremos do seu cavalo. Por que qual o sentido, a gente cura os cavalos e depois você faz com que eles lutem?”

Mas o caminho é difícil. Mesmo se as pessoas começassem a ficar com pena dos seus animais, a atração pelo dinheiro muitas vezes ganha, disse Alipio.

Os organizadores também frequentemente têm fortes laços com figuras políticas ou empresários ricos que lucram com as lutas.

Um ciclo de ganância e conivência emprisiona os cavalos muito melhor do que qualquer ringue de bambu.

Mas já há progresso. Três meses após a liberação do decreto anti-lutas de cavalos em Bukidnon em junho de 2014, a polícia conseguiu interromper um evento que ocorria no vilarejo de Mandaing, Cabanglasan, em Bukidnon.

Mas as lutas provavelmente continuarão se os organizadores ou patrocinadores continuarem foragidos.

O Ato de Bem-Estar Animal de 1998 deveria proteger os cavalos. Mas consegue uma lei enfrentar uma prática tão arraigada? Ou a luta de cavalos irá evoluir para se tornar tão aceita como a luta de galos?

Quanto mais a resposta é adiada, mais os cavalos irão cair, sangrando, dentro da arena.

Fonte: Rappler

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Polícia fecha rinha e 11 galos são resgatados em Linhares, ES

Também foram encontrados objetos usados em rinhas de galo, num total de 12 esporas plásticas e dois arcos com serras, supostamente utilizados para a retirada das esporas

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Após uma denúncia anônima, a Polícia Ambiental descobriu o funcionamento de uma rinha de galo no Bairro São José, em Linhares. Os agentes da 2ª Companhia do Batalhão de Polícia Ambiental constataram maus-tratos aos 11 galos que se encontravam no local, os quais estavam com as esporas cortadas e escoriações.

O local foi descoberto no último sábado (18). Eles ainda encontraram duas aves acondicionadas em gaiolas com pouca iluminação e ventilação, com espaço reduzido para movimentação, no quintal da propriedade.

Além das aves, também foram encontrados objetos comumente usados em rinhas de galo, num total de 12 esporas plásticas e dois arcos com serras, supostamente utilizados para a retirada das esporas.

Diante da constatação do crime de maus-tratos, os animais e os objetos foram apreendidos e encaminhados para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Linhares. Em seguida, os animais foram encaminhados ao Projeto CEREIAS, em Aracruz.

Durante a ação da Polícia Ambiental, o responsável pela rinha não estava no local, porém se apresentou ao delegado logo após a ocorrência.

A Polícia Ambiental orienta que atos de abusos e maus-tratos de animais configuram crime ambiental e quem testemunhar essa ação deve procurar informar o fato aos órgãos ambientais para serem tomadas as medidas cabíveis.

Fonte: Folha Vitória

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Piripá (BA): Polícia estoura rinha de galo de ex-vereador

Por Micael Batista Silveira

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Após denúncia na última segunda-feira, 13, a Polícia Militar realizou uma operação que culminou na detenção de duas pessoas, na terça (14), em uma rinha de galo em Piripá. Adalberto Santos Souza, 30 anos e Joaquim Carlos Trindade, 38 anos foram levados à delegacia da cidade para prestar esclarecimentos.

Conforme depoimento dos detidos, a Rinha de galo pertence a Antônio Marcos Ribeiro, conhecido popularmente por Toni de Nair, ex vereador na cidade. O flagrante foi realizado em uma casa a 1 km de Piripá, na estrada que dá acesso a comunidade rural de escôncio.

Ao menos 150 animais eram mantidos em cativeiro para a prática, alguns já debilitados. Em contato com a redação do JFC, o PM Paulo Custódio informou que foram encontrados no local seringas e remédios que são aplicados nos galos de briga. O IBAMA de Vitória da Conquista foi solicitado para fazer o recolhimento dos animais e tomarem as devidas medidas de proteção. As pessoas que tiverem envolvimento comprovado podem responder pelo crime de maus-tratos.

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Toni de Nair ocupou cadeira na câmara de vereadores de Piripá entre 2005 e 2008, já a sua esposa, Ana Núbia Barbosa Rocha, conhecida como Ana de Toni (PT do B) é vereadora na cidade.

Suspeita-se que apostadores de toda a Bahia e também de outros estados como Minas Gerais frequentem a Rinha. Em 2011, outra operação da policia flagrou um dia de apostas no local onde estavam presentes mais de 300 pessoas dentre apostadores e donos de galo. Toni conseguiu fugir no momento da ação policial e também não foi detido.

A ocorrência foi registrada na Delegacia Territorial do Município de Piripá.

Fonte: Folha de Condeúba

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Galos usados em rinha de briga são resgatados em Outeiro, PA

Foram apreendidos na tarde desta terça-feira (14) 84 galos usados em rinha de briga. Os animais estavam em um sítio no distrito de Outeiro, em Belém.

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Esta é a segunda apreensão de galos de briga no Pará em menos de cinco dias. No último sábado (11), a Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil do Pará, apreendeu 62 galos neste sábado (11) em Marituba, na Região Metropolitana de Belém (RMB), com os esporões e as asas cortados. Uma pessoa foi detida e deve responder pelo crime de maus tratos.

A DEMA informou que o dono do sítio de Outeiro foi detido e autuado por crime contra a fauna e poderá ser condenado à pena de três meses à um ano de detenção, e ainda deverá pagar multa pelo crime ambiental.

Fonte: G1

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Galos são apreendidos com sinais de maus-tratos em Marituba, PA

Uma pessoa foi detida neste sábado (11) suspeita de crime de maus-tratos. Galos apresentam esporões e asas cortados.

PA marituba galosA Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), da Polícia Civil do Pará, apreendeu 62 galos neste sábado (11) em Marituba, na Região Metropolitana de Belém (RMB), com os esporões e as asas cortados. Uma pessoa foi detida e deve responder pelo crime de maus-tratos.

De acordo com o diretor da Delegacia de Repressão a Crimes contra a Fauna e a Flora da Dema, Marcos Lemos, a suspeita é de que os animais eram usados em rinhas de galo.

“São os chamados galos combatentes para serem usados em lutas. Os animais estavam com mutilação e vários sem penas”, informou.

O suspeito assinou um termo circunstanciado de ocorrência e foi liberado, mas responderá criminalmente perante à Justiça pelo crime. A pena é de três meses a um ano de detenção e multa.

Fonte: G1

Polícia flagra rinha de galo e prende seis pessoas em Rio Branco, AC

Ao menos 50 animais eram mantidos em cativeiro para a prática. Flagrante ocorreu no último sábado (4), no bairro Belo Jardim I.

Seis pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Militar, no último sábado (4), em uma rinha de galo. O flagrante foi realizado em uma casa no bairro Belo Jardim I, em Rio Branco. Ao menos 50 animais eram mantidos em cativeiro para a prática. Segundo o delegado responsável pela Delegacia de Flagrantes (Defla), Jarlen Alexandre, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia e liberados após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Eles devem responder pelo crime de maus-tratos.

“Eles foram liberados após assinarem o TCO e vão responder em liberdade até ter que seja realizada a audiência. O juizado que determina o valor da multa. Os animais foram encaminhados para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis [Ibama]”, esclareceu o delegado.

Ainda no fim de semana, a Defla registrou 39 ocorrências, sendo 18 no sábado e 21 no domingo de Páscoa. Entre os crimes, estão porte de arma, porte de drogas para consumo, tráfico de drogas, desacato, entre outros.

Fonte: G1

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Pelotão Ambiental flagra rinha de galo em terreno baldio na cidade de Socorro (SE)

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A Polícia Militar, por meio do Pelotão Ambiental (PPAmb), prendeu um cidadão acusado de crime ambiental de maus-tratos de animais no conjunto Parque dos Faróis, município de Nossa Senhora do Socorro.

A ação aconteceu no domingo, 29, quando uma guarnição policial foi acionada via Ciosp 190 com a informação de que uma rinha de galo estava ocorrendo em um terreno baldio localizado no Parque dos Faróis. Os policiais seguiram ao local indicado e flagraram dois animais brigando e algumas pessoas ao redor assistindo.

Ao notarem a presença da PM, os homens que estavam no local saíram correndo e abandonaram três galos. Um deles foi detido pela PM e assumiu ser dono de um dos animais, que estava bastante machucado.

O homem, os três galos e o material utilizado na rinha de galo foram encaminhados à Delegacia Plantonista. No local, foram encontrados biqueiras, esporas, tesouras, serras, esparadrapos e medicamentos de uso veterinário. A ocorrência foi atendida pelo sargento Barros, cabos Soares, Márcio e Givonaldo, soldados B. Santos, Hugo e Regina.

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O cidadão responderá pelo crime ambiental expresso no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9605/98):

“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal”

 Clique aqui e conheça a Lei de Crimes Ambientais

Fonte: Site do Bareta