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Polícia Ambiental flagra rinha de galo em São Miguel do Oeste, SC

Pessoas que estavam no local fugiram com a chegada da polícia.

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A Polícia Militar Ambiental de São Miguel do Oeste flagrou uma rinha de galo na noite do último sábado (20), na comunidade de Linha Cambucica, interior de Riqueza. Ao chegar ao local onde acontecia o evento criminoso, várias pessoas fugiram em direção a uma mata.

Durante a fiscalização, além de duas arenas utilizadas para a prática ilegal, também foram encontrados diversos tipos de materiais, entre eles biqueiras, balança para pesagem, esporas artificiais, mochilas para o transporte das aves, serras e lixas utilizadas para no corte de esporas, medicamentos diversos e 14 galos.

Também em revista a um dos veículos que estava no local, foi encontrada uma Pistola Taurus, calibre 380, com 12 cartuchos intactos. O proprietário estava com o registro da arma vencida e não possuía a devida autorização de porte de arma de fogo. Diante do flagrante, o responsável foi preso e conduzido à delegacia de Polícia Civil.

Segundo a Polícia Militar Ambiental, o proprietário do local e as demais pessoas que participavam da rinha de galo serão responsabilizadas e responderão por crime ambiental de maus tratos a animais, com aplicação de multa administrativa que pode chegar a R$ 7 mil.

A Polícia Militar de Mondaí também participou da ação, dando apoio à operação desenvolvida pela Polícia Militar Ambiental de São Miguel do Oeste.

Fonte: Radio Porto Feliz

Rinha de galo é desarticulada pela PM em Serrolândia, BA

Uma rinha de galo foi desarticulada por policiais militares da 24ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM)/Jacobina no povoado de Novolândia, município de Serrolândia, e 60 galos de briga foram apreendidos, após denúncia anônima na tarde de sábado (13).

Ao chegar no local indicado, de propriedade de Dezival Gomes do Nascimento, a guarnição realizou abordagens a pessoas que assistiam as brigas e flagrou Wilson Souza Alves com um pino de cocaína, o qual relatou que adquiriu na mão de Leandro Lima Macêdo, pelo valor de R$ 20,00. Já este último informou ter adquirido no Distrito de Paraíso, a quantia de R$ 30,00 de droga com a pessoa identificada como José Carlos Rios Gomes.

Também foi encontrado com José um pino de cocaína, que disse ter adquirido num posto de combustíveis em Capim Grosso. Todos foram apresentados à Delegacia de Jacobina.

Muitos dos 60 galos de briga apreendidos pareciam ter sofrido maus-tratos. Foi conduzido à delegacia Manoel Alves de Oliveira por ser reincidente nesta prática.

Fonte: PM da Bahia

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Polícia do PR fecha rinha de galo e detém 30 pessoas

Policiais Civis flagraram na noite de ontem (12), uma “rinha de galo”, na localidade de Xaxim, interior de Toledo.

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Foi necessário deslocar um ônibus da Prefeitura Municipal de Toledo para levar todos os 30 envolvidos para a 20ª SDP. Segundo o delegado chefe da 20ª SDP de Toledo, esta ação vai prosseguir no combate a este tipo de crime em Toledo e região.

Fiscais do IAP também acompanharam a ação policial movida por denúncias de que o ilícito estava ocorrendo na localidade.

Farto material foi apreendido no local, inclusive uma anotação do resultado das apostas.

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Fonte: Correio do Lago

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Polícia de Amargosa (BA) desmonta rinha de galo e apreende menores

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Policiais Civis e Militares desmontaram uma rinha clandestina de galo de briga, no Bairro da Catiara, na cidade de Amargosa, e apreenderam dois menores no local.

De acordo com o DPC Adilson Bezerra, eles receberam a denúncia da existência de uma rinha e começaram a investigação, que culminou com a apreensão dos menores e continuam investigando esta prática criminosa na região.

Além dos galos de briga, também foram encontrados no local pássaros da fauna silvestre brasileira, que foram apresentados ao Ministério Público Ambiental de Amargosa.

Fonte: Criativa Online

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Polícia prende grupo que praticava caça de animais silvestres e rinha de galo no PR

Por Niomar Pereira

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Uma grande operação das polícias Civil e Militar, realizada na manhã desta sexta-feira, 12, resultou na prisão de cinco pessoas, apreensão de armas, pássaros silvestres e galos de rinha na região de Franscisco Beltrão, PR. A ação foi desencadeada cedo, por volta das 6 horas, no Assentamento João de Paula, Linha Capinzal, 1º de Junho e Novo Horizonte, no interior de Renascença. As autoridades consideraram o resultado da operação satisfatório.

Foram apreendidas seis espingardas, uma garrucha e um revólver calibre 38. Em uma das residências, os policiais encontraram cinco espingardas, calibres 32 e 36, uma delas com registro vencido e as demais com numeração raspada, além de três pássaros silvestres e carne, possivelmente de veado. No total participaram 35 policiais de Francisco Beltrão, Marmeleiro e Renascença.

O sargento Joaquin Juarez de Almeida, comandante do Destacamento da Polícia Militar de Renascença, disse que há muito tempo a polícia vinha recebendo denúncias, através do telefone 181, de moradores reclamando da caça de animais e presença de pessoas com armas de fogo. Ele conta que em uma das propriedades foi localizada uma arena para rinha de galos, que é proibida pela Lei de Crimes Ambientais, com grande quantidade de material e aves usadas na prática ilícita. A polícia apreendeu 13 galos, 52 rolos de fita esparadrapo, tesouras cirúrgicas e vários objetos como esporas, biqueiras e luvas, usadas no treinamento dos animais.

O delegado Valderes Luis Scalco, titular da Comarca de Marmeleiro, ressaltou que a operação foi resultado da parceria entre as policias, que desenvolveram um trabalho de investigação, e da importante participação da população com as denúncias. De posse das informações, a policial apresentou pedidos de busca e apreensão que foram deferidos pelo Judiciário. Juarez falou que os moradores das comunidades estavam amedrontados porque recebiam ameaças constantes para não denunciar.

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Fonte: Jornal de Beltrão

Dupla é detida em rinha de galo em Araruna (PR); nove aves feridas foram apreendidas

Nove galos machucados foram apreendidos em residência no Centro de Araruna, PR (a 91 quilômetros de Maringá) onde ocorria uma rinha na noite de domingo (7).

De acordo com a Polícia Militar (PM), por volta das 21h30, houve uma denúncia anônima que, na Rua Rocha Pombo estava o correndo uma competição e briga de galo. Na casa, pertencente a V.S.L., os policiais constataram que havia uma rinha e duas aves bastante machucadas. Três pessoas que estariam praticando o crime de maus-tratos contra animais foram identificado como C.B.F., e J.C. Em buscas, foram localizados mais seis galos, que também estavam muito ferido, e um indivíduo conhecido por J.C.G., que estava escondido nos fundos da residência, mas fugiu.

Os envolvidos foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Araruna para prestar esclarecimentos, e os galos apreendidos e encaminhados ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para providências cabíveis.

Fonte: O Diário

Polícia interrompe rinha de galos em Araucária, PR

Em uma operação conjunta, a Guarda Municipal e a Polícia Civil localizaram uma rinha de galo de briga na quinta-feira, 27 de agosto, na rua Dr. Odilon Carrano, bairro Fazenda Velha. No local, dois senhores aposentados foram flagrados fazendo a rinha com dois galos índios. Eles ainda tentaram parar a briga dos galináceos e os esconder em um banheiro, mas não deu certo.

Na casa os policiais e os guardas municipais encontraram 10 galos confinados e ainda um octógono, uma espécie de cercado onde os galos eram colocados para brigar. Foram apreendidos os galos, três esporas artificiais e os dois idosos foram conduzidos a Delegacia onde responderam um Termo Circunstanciado pela prática do crime de maus-tratos a animais.

Fonte: O Popular do PR

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Polícia Ambiental fecha rinha de galo no ES

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Denúncia anônima levou a Polícia Militar Ambiental a apreender 24 galos de briga na localidade de Desengano, zona rural de Muqui.

Os animais estavam com poucas penas e sem alimentação adequada. Um rapaz de 27 anos foi preso em flagrante e levado para a delegacia. Prestou depoimento e responde ao processo em liberdade.

Fonte: Jornal Fato

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Justiça libera rinha de galo na Paraíba

Juíza libera rinha de galo e decisão revolta ambientalistas na Paraíba

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A briga de galo voltou a ser liberada na Paraíba. A decisão foi da juíza da 5ª Vara da Fazenda da capital, Maria de Fátima Lúcia Ramalho, por entender que o “galismo” – nome dado à prática – é um esporte milenar e que a Legislação brasileira não traz nenhuma proibição a tal. A decisão revoltou defensores da fauna e flora brasileira, a exemplo da Associação Paraibana Amigos da Natureza (Apan).

A presidente da associação, Socorro Fernandes, disse que a decisão foi vista como um retrocesso. “Não podemos aceitar que esse absurdo seja liberado. Classifico a decisão como falta de humanidade, pois a briga de galo configura crime de maus-tratos a animais silvestres”, destacou. Para a associação, a juíza desprezou a lei ambiental 9.605/98, que proíbe crimes contra a fauna e prevê, além de multa, detenção de seis meses a um ano. A lei se estende aos animais silvestres, nativos, exóticos, domésticos ou domesticados.

Segundo a ambientalista, quem for flagrado em rinha de galo é enquadrado em crime ambiental, que prevê detenção de três meses a um ano. A multa é de R$ 2 mil mais R$ 200 mil por cada animal envolvido. “A maior punição é se um grupo, de três ou mais pessoas, for pego praticando o crime”, disse. Nesse caso, o grupo pode ser autuado por formação de quadrilha. “Apenas pessoas doentes e ambiciosas classificam o crime ambiental como esporte”, declarou. De acordo com Socorro Fernandes, o sofrimento vivido pelos galos é terrível. Quando completam um ano de idade, o galo já está preparado para a briga e passa pelo trato, que implica cortar as penas do pescoço, coxas e da região abaixo das asas. “O treinamento é cruel, ninguém pode imaginar o sofrimento a que esses animais são submetidos”, lamentou. A luta entre galos dura cerca de uma hora.

“Permitir que a prática da briga de galo ou a prática de galismo é voltar à barbárie”, declarou Socorro Fernandes, acrescentando que a associação vai procurar o Ministério Público, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e a Polícia Federal. “Pedimos que a população continue denunciando a prática de briga de galos, o que pode ser feito através do telefone 3042-5875. “Não podemos permitir que a falta de sensibilidade e humanidade afetem os animais”, concluiu.

A decisão da juíza foi a resposta de uma ação pela Associação de Criadores e Expositores de Raças Combatentes que teve o objetivo de conseguir liminar que proíba o impedimento do livre exercício do “galismo” por órgãos ambientais. “É que não há no ordenamento juridíco vigente norma que proíba a prática do esporte denominado popularmente briga de galo”, destacou a juíza em seu parecer.

A decisão ainda deve render muita polêmica. O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Ronílson da Paz, disse que o setor jurídico do órgão está analisando a decisão da juíza para tomar as providências necessárias e cabíveis. “A liberação tem de ser analisada minuciosamente, pois pode acontecer da Justiça estadual não ter competência para julgamentos sobre leis federais e interferir nas ações do Ibama”, explicou Ronilson.

Conforme ele, a prática de qualquer atividade na área pode culminar em multas que variam entre R$ 1 mil a R$ 1 milhão. O superintendente lembrou que a rinha de galo, além de configurar delito penal, por maus-tratos a animais, também configura infração ambiental. Segundo Ronílson da Paz, existe uma área, embargada pelo Ibama desde 2008, que servia de palco para rinhas de galo em João Pessoa. A arena das rinhas ficava no bairro do Rangel. No local, o Ibama apreendeu mais de 200 galos que lutavam nas apresentações que aconteciam à noite.

Fonte: PB Agora