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Entidade protetora dos animais tenta salvar cachorro que teve o couro arrancado em Prudentópolis, PR

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As voluntárias e voluntários da Associação Protetora do Animais São Francisco de Assis (APASFA) de Prudentópolis, na região Centro Sul do Paraná, estão tentando salvar o cãozinho que teve o couro arrancado.

A crueldade contra o cachorrinho está repercutindo enormemente e chama a atenção pelo estado em que o animal foi deixado, com o couro de grande parte do corpo arrancado. Quem teria feito essa barbaridade?

A comunidade está mobilizada para ajudar o bichinho e encontrar o autor do crime. Internautas desconfiam de que o animal poderia ser usado para um ritual de Magia Negra.

Nas redes sociais, a entidade pede ajuda para cuidar do cachorrinho que recebeu o nome de Vitório e de outros animais resgatados, recolhidos por voluntárias e voluntários, tratados, recuperados e postos para adoção responsável.

QUEM PUDER E QUISER AJUDAR ESTA SÉRIA E IMPORTANTE ENTIDADE, ACESSE O LINK: (APASFA – Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis)

A APASFA publicou dados para doações no Facebook

Doações via depósito bancário

Mantemos uma conta bancária em nome da ASSOCIAÇÃO PROTETORA DOS ANIMAIS SÃO FRANCISCO DE ASSIS, conta essa que está aberta para qualquer tipo de auditoria:

CAIXA ECONÔMICA AGÊNCIA- 0401 CONTA POUPANÇA – 000015460-3 OPERAÇÃO – 013 CNPJ: 15.174.490/0001-10

Fonte: Folha Centro Sul

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Moradores encontram animais mortos em um caixão em Criciúma, SC

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Durante esse final de semana, moradores do Morro Albino que passam pela Rótula do Imigrantes tiveram uma surpresa: encontraram diversos animais mortos dentro de um caixão. Ainda não se sabe bem a quantidade, mas acredita-se que aproximadamente dez animais tenham sido sacrificados em um ato de magia negra.

A Polícia Militar esteve no local para verificar se o caixão foi roubado de algum cemitério, mas o Portal Engeplus ainda não obteve respostas. Conforme uma das moradoras, Adriana Boaroli Pavei, atos como esse são constantes no local. “É uma encruzilhada, e acontece com frequência. Já estávamos até achando normal os despachos que realizam, mas isso que aconteceu agora é pior. São muitos animais, antes encontrávamos uma galinha enforcada, ou um cabrito, agora é pior. Estamos preocupados porque além dos animais sacrificados fica próximo das plantações de bananeira, o que pode gerar um incêndio”, comenta.

Os moradores também se preocupam com a poluição do local, pois, são os proprietários dos terrenos que ficam responsáveis de efetuar a limpeza. Conforme a Polícia Ambiental de Maracajá para classificar esse tipo de atitude como um crime é preciso avaliar a causa da morte dos animais.

Se for constatado que houve crueldade e maus tratos, o causador deve cumprir de três meses à um ano de prisão e ainda pagar um multa de R$ 500 por animal e espécie. Em dezembro do ano passado um caso de magia negra foi registrado em Braço do Norte, e sete pessoas foram presas. De acordo com a legislação brasileira, realizar ritual de magia negra não é proibido por lei, desde que não prejudique ninguém ou seja em lugares inadequados.

Fonte: Engeplus

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Ritual hindu sacrificará 500 mil animais no sul do Nepal; vídeo

Realizado a cada cinco anos, ritual reverencia Gadhimai, a deusa do poder.

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Nesta sexta-feira, aproximadamente um milhão de fiéis da religião hindu se reunirão em um remoto templo ao sul do Nepal, para homenagear a deusa Gadhimai. Entre rezas, ofertas e outros rituais, o culto será marcado por um peculiar detalhe: o maior sacrifício de animais do mundo.

Realizado a cada cinco anos, o líder religioso do templo conduzirá as preces e também protagonizará um ato de oferecimento de sangue humano antes do sacrifício dos animais. O ritual segue até sábado.

Da última vez que foi realizado, em 2009, cerca de 250 mil búfalos, cabras, ovelhas e galinhas foram executados pelas espadas de religiosos, acompanhado por milhares de pessoas.

Gadhimai, a Deusa do Poder

INDIA StopSacrificiosNewsletter32-108x108Na religião hindu, Gadhimai é conhecida como a deusa do poder, levando seus devotos a praticarem o sacrifício animal como forma de atrair prosperidade. Para chegar ao local da prática religiosa, muitos desses animais são levados ilegalmente entre as fronteiras do Nepal com a Índia.

A lei do homem

Entretanto, em outubro, a Suprema Corte da Índia responsabilizou governo caso algum búfalo ou qualquer outro animal seja transferido pela fronteira sem as devidas autorizações legais.

Na útlima quarta-feira, dois dias antes do ritual, mais de 2 mil animais foram apreendidos, além da prisão de centenas de pessoas. Os restos dos animais sacrificados, ao final do encontro, serão comercializados, enquanto os crânios dos búfalos serão transformados em objetos de adoração.

Fonte: Catraca Livre 

Nota do Olhar Animal: Como nos mostra o biólogo Sérgio Greif em seu artigo ‘Sacrifício de animais‘, todas as grandes religiões, em algum momento de sua história, praticaram o sacrifício de animais humanos e/ou não humanos. Também nelas, o ser humano prioriza seus interesses, pouco se importando com o dano causado a outros seres.
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Uso de animais em rituais está chegando ao fim, diz presidente da CPDA/OAB-RJ

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O Presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB/RJ, Reynaldo Velloso, discursou durante a XXII Conferência Nacional dos Advogados, que está sendo realizada no Rio Centro, na Barra, que os tempos de sacrifícios com animais em rituais religiosos está chegando ao fim e que esta será uma das bandeiras da Comissão no próximo ano.

Leia a declaração completa de Reynaldo Velloso:

“Não há necessariamente conflitos de interesses ao se tratar do tema religião/animal. O que existe é uma perfeita integração na discussão. Não proponho a extinção ou proibição de crenças ou tradições, mas a observância da legislação vigente e seu devido cumprimento.

Lembro que o respeito pelos diversos sistemas religiosos não devem ser tão forte que nos impeça de avaliarmos a sua legalidade e legitimidade.

Não discutimos discriminação racial, até porque não apoiamos a intolerância religiosa ou qualquer outra forma de discriminação, mas lembro que os sacrifícios de animais em rituais religiosos não está adstrito somente às religiões de origem africana, não vamos, portanto, atrelar estes assassinatos a questões raciais.

O embate é estritamente jurídico, pois a liberdade de crença é um direito individual, mesmo sendo de um grupo, e o direito dos animais não serem submetidos a atos de crueldades, constitui um direito difuso, coletivo. Fica evidente a prevalência do direito maior.

As restrições à liberdade religiosa, não se limitam às normas de proteção do animal, mas a limites impostos à toda e qualquer atividade.

Os Direitos Fundamentais previstos pela CF não são absolutos. O direito à propriedade, por exemplo, é relativo quando temos a figura da desapropriação. A vida é fundamental, mas temos a pena de morte em casos de guerra.
A inviolabilidade da correspondência, deixa de existir no estado de sítio. O direito de ir e vir, também se restringe em caso de estado de sítio.

Entendo que o direito a liberdade religiosa não é absoluto e deve se submeter às restrições previstas a qualquer atividade. Iremos empreender esta luta no próximo ano.

O argumento da tradição, em pleno século XXI, não se sustenta, pois não estamos numa tribo africana há 3 mil anos atrás. Hoje não se executam criminosos por enforcamento ou em fogueiras, nem se põem homens para lutar com leões, como no império Romano. Os Astecas ofereciam crianças aos deuses, prática bárbara abolida há tempos.

E não falo somente na questão moral, mas também na legislação, pois o sacrifício de animais é ilegal, como determina a lei N° 9605/98, quando proíbe que os animais sejam submetidos a maus-tratos. Como se não bastasse, a Constituição Federal proíbe a crueldade contra animais.

Finalizando, sacrificar animais, sob o argumento de “pacificar deuses”, ou a título de “agradar entidades”, ou “pagar favores”, não os livra da dor e da morte. Além de tudo não acredito que uma entidade superior, um ser divino, precise de matança de um ser indefeso para maior elevação e aumento de grandeza.

Devemos basear a nossa responsabilidade moral e ética nos princípios da justiça e da compaixão e bondade e não em valores familiares e acomodações com argumentos falhos , como tradições e outras similitudes. Muitas vezes me pergunto: Quem são os irracionais?”

Fonte: ABN

Apesar de proibição local, milhares de animais são sacrificados no estado de Odisha, Índia

Tradução de Natália Prieto

Como parte de uma anual cerimônia religiosa, milhares de animais foram sacrificados em Odisha, Índia, nessa quinta-feira (02/10). Apesar da proibição local, garantida pelo Código Penal Indiano (IPC) de proteção aos animais, os bichos foram sacrificados durante procissão de Durga Puja, festival hindu que homenageia a deusa Durga.

Durante a procissão, que completou o trajeto de quatro quilômetros, mais de três mil animais, incluindo galos, cabras e ovelhas, foram mortos como forma de reverência à deusa. “O governo tomou várias medidas para motivar as pessoas a não matar os animais. Mas, ainda assim, eles fizeram os ‘sacrifícios’”, afirmou o superintendente da polícia local, que se identificou apenas como Ray.

Ele ainda disse que o número de animais mortos nessas ocasiões tem caído nos últimos anos, mas a prática ainda é comum em outras regiões da índia, que sacrificam em nome de outras divindades, como Puri, Kendrapada e Bolangir.

Fonte: TwoCircles.netTwoCircles.net

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Dinamarca proíbe o abate para rituais religiosos e ministro diz que ‘os direitos dos animais vem antes de religião’

Por Adam Withnall / Tradução de José Eduardo Droghetti Haddad

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Após anos de campanhas, ativistas pelos direitos animais conquistaram um grande feito na Dinamarca. Anunciada na semana passada, e efetivada ontem (25.09), a nova lei proíbe o abate religioso de animais nos rituais das carnes Halal e Kosher. Criticada por líderes judaicos como um ato antissemita, a mudança foi encarada como “uma clara interferência na liberdade religiosa”.    

Para que a carne seja considerada Kosher pela lei judaica, ou Halal pela lei islâmica, o animal precisa estar consciente na hora da morte. Ambos os rituais devem realizar o abate cortando a garganta do animal, prática considerada mais ‘humana’, pois o corte acelera a morte do animal e não prolonga seu sofrimento.

Em entrevista concedida ao canal dinamarquês TV2, Dan Jorgensen, ministro da Agricultura e Alimentos, defendeu a decisão do governo ao afirmar que “os direitos dos animais vem antes de religião”. Contrário à decisão, o rabino Eli Ben Dahan, vice-ministro de serviços religiosos de Israel, disse que o antissemitismo está dando as caras na Europa e está se intensificando nas instituições governamentais.

Opositores também afirmaram à TV Al Jazeera que a medida é uma clara interferência na liberdade religiosa, limitando os direitos dos muçulmanos e judeus de praticar sua religião na Dinamarca. Há, inclusive, uma petição para revogar a decisão do governo.

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A proibição dividiu opiniões no país, principalmente após o ocorrido com a girafa ‘Marius’, que foi morta para ser servida como alimento aos leões do zoológico de Copenhagen. Para criticar a proibição, internautas utilizaram o Twitter para relacionar o abate da girafa com a mudança na lei. Frases como “Na Dinamarca é bacana abater uma girafa saudável na frente de crianças, mas um frango kosher/halal é ilegal” e “o mesmo país que abateu uma girafa em público para alimentar leões está banindo a carne Halal por causa dos procedimentos”, foram algumas das manifestações.

Ano passado, políticos na Grã-Bretanha disseram que não tornariam ilegal o abate religioso, apesar da “forte pressão” da RSPCA (Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra os Animais, em tradução livre).

Fonte: The Independent 

Nota do Olhar Animal: A proibição do abate para rituais na Dinamarca representa um grande avanço em um dos temas mais complexos em relação à defesa dos interesses dos animais, dada a subjetividade das questões religiosas e a pouca disposição das pessoas em questionar estes dogmas, submetendo-os a uma avaliação da eticidade dos mesmos. É muito importante a medida, que reconhece a maior relevância do impacto das ações humanas sobre outros seres sencientes. Se há incoerência entre a existência desta lei e se permitir o abate da girafa Marius no zoo (e realmente há), como indicam os religiosos dinamarqueses, esta incoerência deve servir não para justificar a continuidade do abate em rituais, mas sim para indicar a necessidade de ações que protejam os animais também em outras situações. Um equívoco ético não justifica outro. É aceitável admitir o sacrifício de humanos em nome da “liberdade religiosa”? Os motivos que direcionam a resposta para um “não” devem ser estendidos aos animais não humanos, pois não há diferenças RELEVANTES que justifiquem um tratamento diferenciado nesta questão.
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Estado na Índia bane sacrifícios de animais em rituais religiosos

Tradução de Igor Leutz

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O Supremo Tribunal em Himachal Pradesh, norte da Índia, baniu a antiga tradição local em que animais eram sacrificados por questões religiosas, alegando que tais práticas são cruéis e ‘bárbaras’. O Tribunal ainda solicitou à polícia, e outros oficiais, que fizessem valer a proibição, principalmente no que diz respeito ao abate de cabras em templos hindus espalhados por todo o estado.

Dois juízes presentes na última sessão (26/08/2014), disseram que mais ninguém sacrificará animais em nome de adorações. “Milhares de animais são sacrificados todo ano em nome de cultos. Estes sacrifícios causam dor e sofrimento extremos aos animais. Tais sacrifícios, com requintes de barbárie, não podem ser permitidos para satisfazer uma divindade”, afirmaram na ocasião.

O Supremo Tribunal também questionou as razões que justificariam a existência e a necessidade de tais sacrifícios ainda nos dias de hoje, reforçando que “tais rituais têm de mudar na Era Moderna”.

Ativistas pelos direitos animais apresentaram uma petição, decisiva na consideração do Tribunal, e comemoraram o feito após longa espera pela resposta. “Ficamos muito contentes com a decisão de proibição de sacrifício de animais, uma vez que ela terminará com séculos de crueldade praticada em nome da religião”, disse o ativista local Rajeshwar Negi.

No entanto, o deputado estadual Maheshwar Singh defendeu as práticas, alegando que “essa decisão é contra crenças tradicionais e os costumes de muitas pessoas”.

Com o objetivo de agradar divindades hindus, cabras e ovelhas são sacrificadas no início do inverno em diversos templos espalhados por Himachal Pradesh. Os animais são simbolicamente oferecidos à divindade e depois são servidos de alimento aos camponeses e seus convidados durante o período de frio.

Em alguns festivais, conhecidos como Shaand e Bhunda, os animais são sacrificados logo na entrada dos templos, onde são mortos a sangue frio com a utilização de facões.

Fonte: AFP

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Sacrifícios em ritual revolta Sociedade Protetora dos Animais

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A Sociedade Protetora dos Animais denunciou à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e à Rede de Defesa e Proteção Animal de Curitiba (RDPA) um suposto ritual realizado em uma residência no bairro Tingui, em Curitiba, na noite de ontem. Segundo denúncia, um bode e seis galinhas teriam sido sacrificados.

Segundo informou por meio de nota a Sociedade Protetora dos Animais, as imagens (que você pode conferir acima), já foram enviadas às autoridades competentes para serem anexadas aos processos que já havia sido registrado para averiguação.

“Lembrando que se a prática de religião é protegida por nossa Constituição Federal, os animais também são protegidos de práticas que os submetam a crueldade pela mesma Constituição. Esclarecemos também que religiões como a Umbanda são confundidas com práticas onde há sacrifício de animais, mas a Umbanda não se baseia neste fundamento, não ‘utiliza sangue’ em seus trabalhos, sendo que muitas vezes prega o vegetarianismo”, esclarece a Sociedade Protetora dos Animais. “Além disso, para matar animais é necessário ter estrutura adequada de acordo com a legislação sanitária. Na nossa concepção, o culto de religiões deve promover a prática do bem e da caridade, não se utilizar do sofrimento de seres de qualquer espécie”, completa.

Fonte: Bem Paraná

 Sugestão de leitura: Sacrifício de Animais, por Sérgio Greif.

Sacrifício de animais

O sacrifício de animais em rituais religiosos é prática mal vista pela sociedade ocidental de uma maneira geral, tanto devido à crueldade envolvida quanto devido à má impressão visual que causam, associação dessas práticas com feitiçaria etc. No entanto, muitas das pessoas que demonizam as religiões onde animais ainda são sacrificados ignoram que a crueldade envolvida no sacrifício de animais é similar à crueldade praticada quando o animal é abatido para consumo, seja por qual método seja.