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Vídeo: Mergulhador salva tartaruga e se surpreende com gratidão do animal

Mesmo com as nadadeiras machucadas, animal se aproxima de seu salvador com um gesto de agradecimento.

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Dois mergulhadores Cameron Dietrich e Colin Sutton estavam na costa do México em busca de atuns para pescar. Um deles percebeu que uma tartaruga estava presa à rede de pesca, e imediatamente pulou no mar para salvá-la. 

O animal assustado, nadava com um pedaço de rede de pesca em suas nadadeiras, que além de dificultar sua locomoção já se encontravam feridas. A dupla então se atira ao mar com a intenção de resgatar o animal e registrar o momento com uma filmadora.

Para a surpresa dos mergulhadores, a tartaruga, ao ser solta, se afasta dos mergulhadores com um pouco de dificuldade por causa das feridas, e depois se reaproxima calmamente de seu salvador, em um gesto de carinho e gratidão.

Fonte: O Dia

Nota do Olhar Animal: Salvar tartarugas, matar peixes. Uma esquizofrenia moral/ambiental? Peixes são seres sencientes e, portanto, devem receber os mesmos cuidados, a mesma consideração. Será que fizeram a conexão? Vale o registro da reação da tartaruga, incrível.

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Vídeo: Elefantes resgatados de maus-tratos se divertem na chuva pela primeira vez

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Na Tailândia, elefantes são usados como atrações turísticas e treinados para carregar pessoas, participar de shows onde dançam ou pintam e ainda servem para transportar objetos pesados. Embora muitas pessoas não saibam, esses animais enfrentam um treinamento abusivo para se comportar desta forma e sofrem maus-tratos diariamente.

Em Chiang Mai, a instituição Save Elephant Foundation, resgata e abriga esses animais que passaram anos sofrendo uma série de abusos e os dá a chance de uma nova vida. No local, os elefantes se alimentam, caminham e se divertem livremente.

Um casal de elefantes que era usado para trabalho forçado, chegou ao local com um filhote de poucos meses e, pela primeira vez em suas vidas, tiveram a oportunidade de desfrutar a chuva. Ao som de “Have You Ever Seen the Rain” da banda Creedence, um vídeo mostra os três absolutamente encantados com a água que cai do céu.

Assista!

Fonte: Animais Sensacionais

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Posto de gasolina em Porto Alegre acolhe animais de rua durante o frio

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O frio chegou de vez em boa parte do país. Assim como os moradores de rua, animais abandonados e bichinhos desaparecidos também sofrem bastante com os dias gelados. Eles costumam procurar abrigo em comércios e casas, mas nem sempre são bem recebidos. Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, um posto de gasolina conquistou moradores da região ao acolher os cães que precisavam de ajuda.

Funcionários improvisaram bacias e cobertores para receber os hóspedes durante o inverno, e ainda oferecem água e ração. A comerciante Cinthia Cramer flagrou a boa ação ao abastecer o carro no local. “Fiquei olhando admirada, mas só tinha visto um cão. Resolvi descer para ver de perto. Foi quando me deparei com os outros todos acomodados em suas devidas bacias. Achei o máximo. Me emocionei com a criatividade e fotografei. Eles nem me deram bola, continuatam no aconchego. São uns queridos”, contou.

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Para quem quiser ajudar os animais, o contato pode ser feito pelo e-mail posto@postohipica.com.br.

Fonte: Procura-se Cachorro

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Homem arrisca a vida para salvar urso de 170 quilos

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A história deste salvamento invulgar chega-nos de Osceola, uma região no estado da Flórida, nos EUA, onde existe uma reserva de vida selvagem.

Só que um dos habitantes, um urso, deixou a reserva e aproximou-se de uma área urbana, em busca de comida.

Dado o alerta, uma equipa da Floresta Nacional de Osceola deslocou-se rapidamente até ao local e alvejou o grande mamífero com um dardo tranquilizante.

Foi então que as coisas se complicaram: é que o urso, ao sentir-se atingido pelo dardo, fugiu e, em pânico, procurou refúgio no mar.

A sorte do animal, com 170 quilos de peso, é que Adam Warwick não hesitou em arriscar a vida para o salvar.

Este biólogo da Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida atirou-se à água, ignorando o perigo: apesar do dardo tranquilizante, o urso ainda estava acordado.

Adam Warwick aproximou-se do ‘gigante’, mantendo-se sempre nas costas do urso, e rebocou-o até à costa, onde estava uma escavadora que, de seguida, transportou o sonolento animal de volta para a reserva.

Fonte: PT Jornal / mantida grafia original

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Casal cria cadeira de rodas para cães em Minas Gerais

Cadeira é feita de tubos de PVC, com rodinhas de carrinho de feira. Invenção surgiu em Uberaba e já ‘invadiu’ várias regiões do Brasil.

Por Fernanda Resende

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Foi através de uma criação da biomédica Renata Lima Teixeira Cobo e do administrador Albano Ferreira Cobo que mais de mil animais em todo o Brasil voltaram a se locomover. O casal criou uma cadeira de rodas com materiais alternativos capaz de devolver alegria ao melhor amigo do homem.

Segundo Renata Cobo, a ideia surgiu quando ela trabalhava no laboratório do Hospital Veterinário de Uberaba e presenciou uma cadela abandonada perder os movimentos após sofrer uma lesão na coluna, em abril de 2012. “A maioria dos funcionários do hospital se apaixonou pela cadela, que levava o nome carinhoso de Princesa, e queria ajudar de alguma forma. Como uma cadeira de rodas tradicional era muito cara, eu e meu marido, que adora desafios, tentamos fazer algo similar. Criamos a primeira cadeira de rodas para cães utilizando tubos de PVC, rodinhas de carrinho de feira, faixas elásticas e um suporte para as patas. Foram cerca de três meses fazendo, testando e adaptando”, relembrou.

A biomédica contou que quando o trabalho ficou pronto, ela colocou a Princesa em cima da cadeira e ela saiu disparada pelo hospital. A felicidade ao ver a alegria da cadela, segundo Renata Cobo, foi o que a motivou a continuar com a invenção. “Esse trabalho significa muito, pois através dele conseguimos diminuir o número de animais sacrificados por terem perdido os movimentos.

É muito gratificante ver aquele bichinho que ficou tanto tempo deitado ou se arrastando poder correr na cadeirinha”, disse.
Já são dois anos que o casal se dedica a fabricação de cadeirinhas para “cãodeirantes” do Brasil inteiro. Renata Cobo e o marido fazem o trabalho durante os fins de semana e cada estrutura fica pronta de 15 a 30 minutos. Eles já chegaram a fazer 40 cadeiras em um só domingo.

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O trabalho não gera lucro, mas gera satisfação. Renata Cobo contou que para fazer a cadeira só solicita o material, que tem valor de R$ 70. A mão de obra fica por conta dela e do marido. Quando há a necessidade de enviar a cadeira para fora de Uberaba, o requerente também arca com as despesas de envio. “Gostaríamos de ter condições de não cobrar nem o material nem o envio, mas não é possível arcar com tantos pedidos”, confessou.

As cadeiras são destinadas a animais paraplégicos, tetraplégicos ou com alguma dificuldade de locomoção. “Amamos muito os animais e a nossa missão é proporcionar melhor qualidade de vida aos bichinhos necessitados. Nosso contato para dúvidas ou encomendas é através do e-mail: re.cobo@hotmail.com ”, concluiu a biomédica. 

Fonte: G1 

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Luís tira seu cão do frio e ganha calor humano

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Sorridente e de cabelos e barba feitos, o morador de rua Luís Carlos Maciel Santana, 53 anos, saiu do anonimato por sua atitude, mostrada em foto publicada quarta-feira pelo Diário da Região: pegou seu único cobertor e protegeu o fiel companheiro Skafi, um pit bull de 10 anos, na noite mais fria do ano na cidade, a última terça-feira, quando os termômetros marcaram 11 graus. 

A partir da imagem feita pelo fotógrafo Hamilton Pavam e publicada na quarta-feira no jornal impresso e no Diarioweb, a vida dele mudou. Centenas de pessoas fizeram doações ao homem de olhos claros e sorriso fácil, que fica durante o dia no Calçadão de Rio Preto, SP. “Eu não sei como posso agradecer a todos os que me ajudaram e ajudaram o meu companheiro. Tudo o que é meu é dele também. Se eu tenho um pão, metade é minha e a outra é dele. Eu dei a minha coberta pra ele, porque eu sei que ele também sente frio”, afirma Luís, que pretende, em breve, viajar de bicicleta até Belo Horizonte.

O analista contábil Roberto Prota, 50 anos, foi uma das pessoas que colaboraram com Luís. “A história de amor dele com o cachorro me sensibilizou demais e por isso eu vim conhecê-lo. Me emocionei muito com a história e dei uma pequena ajuda ao homem que ama os animais”, diz Prota. Luís Carlos tem um sonho. Quer se aposentar. Um acidente de trabalho há seis anos tirou dele a capacidade de trabalhar. Desde então, ele vive das doações. Ele é separado da mulher há mais de 10 anos, tem dois filhos, mas também diz não saber onde eles estão.

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“Meu maior sonho é sair dessa vida e não depender de ninguém. Quero ganhar o meu salário, dignamente e continuar cuidando dos meus cachorros”, afirma Luís, que além de Skafi (ele diz faz questão de dizer que essa é a grafia correta), também cuida da cadela Lilica, uma pit bull.

Luís afirmou que ontem não levou Skafi para o calçadão de novo porque o animal estava com frio. “Deixei ele em casa hoje descansando. Tá muito frio pra trazer o coitadinho”, contou Luís, que deixa os dois cães na est}ancia São Pedro, prolongamento da avenida Mirassolândia, zona norte.

Até ontem à tarde, a foto e a reportagem foram visualizadas na página do Facebook mantida pelo Diário por 599.040 pessoas, receberam 4.910 “curtidas”, 6.752 compartilhamentos e 296 comentários, a maior audiência de 2014.

Fonte: Diário da Região

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Garoto de 9 anos constrói casas para ajudar animais abandonados

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Ken cresceu sonhando em um dia ter um abrigo para ajudar os animais abandonados que vivem perto de sua casa, mas ele nunca achou que poderia alcançar seu objetivo tão cedo.

O menino fez o seu melhor para ajudar os cães e gatos vadios locais, que moram próximos a sua casa, nas Filipinas. Ele frequentemente passava um tempo com eles e oferecia comida ao máximo de cães que pudesse, mas o que ele desejava mesmo era construir um abrigo, onde ele poderia realmente ajudar seus amigos.

Então, há alguns meses, depois de verem as fotos de Ken na internet, pessoas de todo o mundo começaram a doar dinheiro. “Temos dinheiro suficiente para cuidar dos cães, alimentando-os com rações de alta qualidade e fornecer-lhes cuidados veterinários adequados”, escreveu ele em seu site.

Ken e seu pai foram capazes de construir um abrigo temporário para os três cães, chamado Blackie, Brownie e White Puppy, em sua garagem. Ken nomeou a casa de The Happy Animals Club.

“Eles ganharam muito peso e as suas feridas abertas estão curadas”, escreveu Ken. “Eles também aprenderam a não ter medo de seres humanos”.

Ele pretende colocar os filhotes para adoção em breve. E graças às doações no início deste mês, Ken foi capaz de assinar um contrato de um ano para ter um espaço onde ele possa continuar com sua organização sem fins lucrativos para os animais de rua. Ele espera tê-lo instalado e funcionando em breve.

Fonte: Surgiu

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Cachorro com apenas duas pernas visita a praia pela primeira vez e não para de correr

O boxer Duncan Lou Who nasceu com uma deformação nas pernas traseiras, que precisaram ser completamente amputadas. Desde então, o cachorro tem sido uma inspiração para seus tutores.

Sem conseguir se acostumar à cadeira de rodas especial, o animal prefere viver a vida sobre apenas duas patas. Em sua primeira visita à praia, em Vancouver, no Canadá, na última semana, ele fica extasiado de emoção e não consegue parar de correr e brincar.

“Usamos a câmera lenta nesse vídeo, mas NENHUMA imagem foi acelerada. Isso dá uma ideia do quão rápido Duncan realmente é”, diz a descrição do vídeo. É lindo ver o bichinho se equilibrando para correr e brincando no mar!

O cachorro foi à praia acompanhado dos boxers Rou, Ducky and Miso. A organização sem fins lucrativos, Panda Paws Rescue, cuida desses e outros animais.

Fonte: Extra

Crianças voluntárias leem para gatos abandonados (Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

Fotos: Crianças voluntárias leem para gatos abandonados em abrigo nos EUA

Objetivo do programa é incentivar leitura entre os pequenos, além do auxílio aos bichinhos sem tutores; imagens causam comoção na web 

Crianças voluntárias leem para gatos abandonados (Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

Faz sucesso na web as imagens divulgadas pelo abrigo para gatos “Animal Rescue League of Berks County”, localizado na Pensilvânia, nos Estados Unidos.

O local, em parceria com escolas da região, decidiu lançar um programa de incentivo à leitura, além do auxílio aos bichinhos sem tutores.

As crianças interessadas podem visitar o abrigo e dedicar alguns minutos do seu dia à leitura de um texto ou de um pequeno livro aos bichinhos. Muitos dos pequenos voluntários aproveitam para acariciar e brincar com os animais.

Denominada “Book Buddies”, ou “amigos do livro”, na tradução para o português, a iniciativa está agradando aos pequenos, professores, pais e comovendo internautas das mais diversas regiões do mundo. Veja fotos:

 (Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

(Foto: Divulgação/Animal Rescue League of Berks County)

Fonte: Globo Rural 

(Foto: reprodução)

Cachalotes adotam um golfinho com deformação física

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Quando os ecologistas Alexander Wilson e Jens Krause do Instituto Leibniz de Ecologia de Água Doce e Pesca Continental partiram em meados do 2011 à Ilha do Pico, a segunda maior ilha maior do arquipélago dos Açores, e se dirigiram 20 quilômetros mar adentro para estudar o comportamento de um grupo de cachalotes que tinham divisado previamente, nunca imaginaram o acontecimento inédito que iam ter a oportunidade de presenciar.

Uma vez que situaram sua embarcação nas proximidades dos cachalotes, descobriram estupefatos que, junto aos exemplares adultos e aos filhotes, nadava em atitude amigável outro cetáceo bem menor que o resto: um golfinho-nariz-de-garrafa adulto com uma deformação espinhal que lhe conferia a seu rabo uma forma de meio S.

O fenômeno que contemplavam era único, já que ainda que os golfinhos são animais gregários no relacionamento com outras espécies, nunca antes haviam observado esse comportamento nos habitualmente tímidos cachalotes.

Como é possível ver no vídeo, o golfinho não se limitava a nadar em companhia destes gigantes que chegam a superar os 20 metros de comprimento e as 56 toneladas de peso, senão que mostrava uma atitude brincalhona, que era não só tolerada, senão em ocasiões também correspondida por seus insólitos parceiros de viagem.

Os cientistas continuaram estudando este grupo de mamíferos marinhos durante os seguintes 8 dias e comprovaram que esta pouca habitual união familiar se mantinha no tempo do mesmo modo que o comportamento afetuoso entre os membros da mesma.

A pergunta que inevitavelmente fizeram foi: como este golfinho acabou convivendo com cachalotes? Ainda que seja muito difícil dar uma resposta inequívoca, a teoria mais provável é que sua deformação de nascimento tenha lhe proporcionado uma situação de desvantagem com respeito a seus congêneres, fazendo com que fosse relegado na escala social e que também tenha resultado muito difícil manter a trepidante velocidade de cruzeiro de seus iguais.

Abandonado a sua sorte, o golfinho provavelmente decidiu unir-se aos cachalotes e conviver na segurança que oferece sua cercania. Isso lhe proporcionou um nado bem mais pausado e o fato de que, enquanto os exemplares adultos submergem nas profundidades para buscar alimentos, sempre deixam uma babá nas águas superficiais para cuidar dos filhotes.

Mais difícil de entender é o porquê os cachalotes aceitaram de bom grado a companhia deste recém chegado, já que os biólogos marinhos ocasionalmente já observaram exemplares de golfinho molestando e inclusive perseguindo filhotes de outras espécies de baleias.

Não parece provável que sentimentos tão naturais entre os humanos como a pena ou a empatia estivessem entre as causas que explicassem as voas vindas dos cachalotes a seu curioso e amigável hóspede. Quem sabe, tenham apreciado a atitude amistosa do golfinho ou que, simplesmente, pensaram que se tratasse de um filhote que nasceu com um corpo estranho.  

Fonte: Negócio Digital