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Coalas ganham luvas para tratar patas queimadas em incêndios; vídeo

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Um hospital especializado em animais silvestres na Austrália está dando luvas para coalas que tiveram suas patas queimadas nos incêndios que estão devastando florestas no sul do país.

Estes marsupiais se movem lentamente e, por isso, estão entre os animais que correm mais riscos nas temporadas de incêndios na Austrália; em geral, eles morrem devido a queimaduras e desidratação.

O hospital de Adelaide faz o tratamento e depois coloca luvas para proteger as patas queimadas durante o período de recuperação do animal.

Segundo funcionários do hospital, se o coala for resgatado e atendido rapidamente, eles podem acabar sendo retornados ao seu habitat e levar uma vida normal.

Fonte: BBC Brasil

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Campanha estimula pessoas a colocar potes de água para cães e gatos de rua

Nos meses de verão, animais sofrem com a alta temperatura e podem apresentar quadro de desidratação e queimaduras.

Por Ricardo Porto

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A sensação términa que beirou os cinquenta graus no Rio de Janeiro nas últimas semanas exige cuidados com o corpo não só dos humanos, mas também dos animais. Principalmente os que vivem abandonados nas ruas, que sofrem maior exposição direta ao sol.

Pensando nisso, entidades ligadas à proteção dos animais estimulam nas redes sociais pessoas a encher potes com água para matar a sede de cães e gatos. É o que faz a nutricionista Suzana Firmino desde que adotou um vira-lata abandonado. Sem condições de criar mais cachorros, ela coloca um vasilha com água e comida na porta de casa antes de sair para o trabalho.

A jornalista Valéria Viana também procura dar água a cães e gatos sem tutores. No entanto, ela relata resistência de comerciantes da rua onde mora.

De acordo com a presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais, a Suipa, Isabel Cristina, por causa do forte calor, os cuidados com a hidratação dos animais acabam sendo redobrados no abrigo da entidade.

No verão, aumentam nas clínicas veterinárias os casos de animais com sinais de desidratação e queimaduras. De acordo com médica-veterinária Raquel Rocha, muitos atendimentos são feitos após o animal ter sido preso por corrente em área de pouca sombra ou levado para passear e até mesmo correr sob sol forte.

A temperatura corporal de cães e gatos é de cerca de dois graus acima da média dos humanos. De acordo com a veterinária Raquel Rocha, é importante que o pote com água fornecido para o animal seja colocado em uma sombra para que o líquido permaneça fresco.

Fonte: CBN

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Moradores de Mogi das Cruzes (SP) se unem e salvam cão com ‘bicheira’ e pelo emaranhado

Campanha mobilizou internautas e animal finalmente foi tosado. Dezenas de vermes foram retirados do cachorro, que precisou ser sedado.

Por Jenifer Carpani

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O cachorro Dread, que vivia nas ruas de Mogi das Cruzes (SP), ganhou outro tipo de liberdade quando veterinários de uma clínica e uma ONG que atua na cidade se uniram e livraram o animal dos vermes e pelos que estavam acabando com a sua saúde. Ele teve um ferimento no olho e contraiu uma doença conhecida como ‘bicheira’, que é causada por moscas varejeiras. Somente durante a tosa, foram retiradas do animal dezenas larvas, mas ele teve que ser anestesiado e internado, porque outras larvas ainda devem ser expelidas durante o tratamento.

Uma mobilização de moradores, de veterinários e da ONG Fera (Frente por Educação e Responsabilidade Animal) buscava pelo cão nas ruas do Distrito de Jundiapeba. A bancária Fernanda Moreno, de 32 anos, que é vice-presidente da Fera, ajudou no salvamento do animal ao divulgar nas redes sociais a foto do poodle abandonado. “Uma amiga que trabalha em uma clínica veterinária estava indo para casa e viu esse cachorro andando pelas ruas de Jundiapeba na quinta-feira passada. Ela me ligou e nós combinamos de sair para procurá-lo no sábado, mas nesse dia não o encontramos mais”, conta.

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A procura pelo cachorro envolveu também uma campanha que Fernanda fez em uma rede social, que teve mais de 180 compartiilhamentos. Segundo ela, o acaso ajudou no salvamento do cachorro nesta quarta-feira (7). “Uma senhora viu ele nas ruas de Jundiapeba e ficou com dó, então foi comprar um remédio para dar para ele. Por coincidência, ela foi até a clínica veterinária que a minha amiga trabalha. E ao relatar as condições em que ele estava, minha amiga se lembrou dele e foi até lá”.

O cachorro, que recebeu o nome de Dread por causa da situação do seu pelo, foi levado para a clínica. “Ele tinha piorado bastante e por pouco não perde o olho. Na clínica ele já foi anestesiado e começaram a limpeza dele. Foi quando tiraram esse copinho de larvas”, conta.

Fernanda diz que o processo de recuperação está indo bem. “Ele está se alimentando bem, abana o rabinho e parece mais bem disposto. Só que por orientação veterinária ficará ate sábado (10) internado. Seu exame deu apenas um pouco de anemia e alterações leves por conta da infecção no olho. Não perdeu o olho mas os vermes estavam alcançando o cérebro. Foi realmente bem fundo. Mas a veterinária descarta alto risco. Pelos exames ele logo ficará bem”, conta animada.

A boa notícia é que Dread não voltará para as ruas. “Conseguimos uma vaga em um lar temporário para ele. Lá ele vai ser cuidado, tratado, e quando ele estiver reestabelecido, ele será vacinado e depois vai para doação”, diz. Fernanda conta também que o processo de espera pela adoção não deve demorar. “Não vai ser difícil de arrumar um dono para ele. A gente não sabe se vai ficar alguma sequela, mas acho que não”, diz.

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Bicheira

Fernanda conta que a bicheira, que Dread contraiu, é comum entre os animais. “Infelizmente esse tipo de coisa é muito comum. Quando o animal é ferido e ninguém cuida, rapidamente ele pode ser consumido pelos vermes. A doença é conhecida como bicheira. A mosca coloca um ovo, nascem as larvas e é muito rápida a multiplicação”, explica.

Segundo ela, o animal pode acabar morrendo. “É muito rápido, em menos de 15 dias o animal morre na rua porque atinge o cérebro. Teve um caso com um pitbull que ele também estava machucado no olho. Nós pegamos para tratar dele, mas infelizmente ele não resistiu e morreu depois de dois dias”, lamenta.

A integrante da ONG explica que a doença é fácil de ser curada se for identificada no início. “É simples de cuidar no começo, com remédios e se for algo mais grave é com antibiótico. É só procurar se informar. Mas às vezes o animal tem dono mas a pessoa não sabe o que fazer e tem casos que a pessoa joga até óleo queimado! Ou então as pessoas vão deixando, deixando e chega em um estado deplorável”, conta.

Fernanda pede que as pessoas não ignorem os animais na rua. “Quando a pessoa ver o animal nessa situação não enxota, tenta entrar em contato com o veterinário ou com um pet shop para saber como ajudar. Não precisa levar para a casa se não puder, mas ajude a salvar. Vamos ter um pouco mais de atitude e procurar saber um pouco mais a respeito, né?” diz. Segundo ela, nem todos os tratamento são caros. “Nem tudo é um custo alto. O custo fica alto quando chega em uma situação dessas que o Dread chegou, mas no início não. Acho que se as pessoas pudessem cada uma fazer um pouquinho já seria melhor”, afirma.

Fonte: G1

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O homem que resgata felinos gigantes pelo mundo; vídeo

Tudo começou em 2013, no México, quando Eduardo, seu primo Miguel e um especialista em cuidados animais descobriram que um filhote de pantera, cuja mãe morreu no parto, estava sendo vendido para um empresário que o deixaria sedado em cativeiro para servir de atração para turistas.

Eduardo conseguiu interceptar o filhote antes de chegar nas mãos desse empresário e junto com Rachel, sua namorada na época, levaram a panterinha pra casa e cuidaram do bebê, batizada como Cielo para que ela se tornasse uma pantera saudável em um ambiente apropriado.

Eduardo, junto com Rachel e amigos, fundaram a The Black Jaguar-White Tiger Foundation e já resgatou dezenas de felinos de zoológicos em condições precárias, circos e atrações que proporcionavam maus tratos aos animais. Tem até uma onça pintada brasileira chamada Ma-Tzu.

Conheça o trabalho da fundação aqui, você pode ajudar Eduardo e seus amigos a cuidarem dos felinos cada vez melhor através de doação.

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Fonte: Catraca Livre

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Homem faz resgate arriscado de cachorro que caiu em cratera no DF; vídeo

Buraco tem 5 metros de profundidade e foi provocado por vazamento de águas pluviais.

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Um cachorro foi a primeira vítima de uma cratera que se abriu em um terreno baldio na QNL 10, em Taguatinga Norte. Imagens feitas por moradores da região mostram o momento em que o tutor do animal tenta resgatá-lo.

Na primeira tentativa, ele puxa o cão com uma corda, mas, sem sucesso, resolve entrar no buraco para salvar o bicho de estimação. O enorme buraco de 5 metros de profundidade fica perto de uma rua residencial e começou a se forma há cerca de um mês.

Na segunda-feira (5) a Defesa Civil interditou a área próxima ao buraco e concluiu que o problema foi provocado por um vazamento de água de uma manilha, que passa no meio do buraco. O engenheiro do órgão, Mário Henrique Furtado diz que há risco de novos desabamentos e recomendou providências urgentes.

— O posto [de combustíveis] foi notificado a evitar o tráfego de veículo próximo a erosão para não correr o risco de aumentar.

A Novacap, responsável pelas obras de recuperação da erosão, ainda não iniciou os trabalhos no local.

Assista ao vídeo:

Fonte: R7

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Peixes-boi reabilitados no AM serão devolvidos à natureza

Seis animais chegaram à RDS Amamã com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Peixes-boi receberam atendimento e foram reabilitados.

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Seis peixes-boi amazônicos que estão em reabilitação serão devolvidos à natureza. Os animais estão sob os cuidados da equipe do Instituto Mamirauá e de moradores de comunidades ribeirinhas, no Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária, o “Centrinho”, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, no município de Maraã (AM).

Todos os animais chegaram ao Centrinho com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Esse será o terceiro evento de soltura de peixes-boi amazônicos reabilitados, realizado pelo Instituto Mamirauá.

A soltura acontece no Lago Arati, em frente à comunidade Vila Nova do Amanã, setor Paranã do Amanã, no dia 11 de janeiro. Durante o dia estão programadas atividades nas comunidades Vila Nova do Amanã e Boa Esperança, com participação dos moradores dessas e outras comunidades da Reserva.

Os animais foram acompanhados por uma equipe formada por veterinários, oceanógrafos, educadores ambientais e técnicos, além dos comunitários que também participam e contribuem para os cuidados. Desde a chegada no Centrinho, é acompanhado o estado clínico dos animais e verificada a necessidade de cuidados especiais, no caso de ferimentos, desidratação ou doenças.

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“Ao chegar no Centrinho, nossa primeira preocupação é hidratar o animal, verificar se ele está bem, avaliar o estado clínico, e oferecer a alimentação. Acompanhamos com a biometria periódica, monitorando o desenvolvimento do filhote”, afirmou Miriam Marmontel, pesquisadora do Instituto Mamirauá.

Os seis espécimes, dois machos e quatro fêmeas, serão soltos na natureza por terem apresentado desenvolvimento adequado ao longo do tempo em que permaneceram no Centrinho. Após a soltura, os animais continuam sendo monitorados pelos pesquisadores em ambiente natural. É adaptado à cauda um cinto equipado com transmissor de sinais de rádio.

“Cada cinto tem uma frequência única, então conseguimos acompanhar esses animais individualmente. É o momento de verificar se eles estão se adaptando bem ou não. Saber se estão fazendo a rota migratória, se estão em local rico em alimentação, se estão juntos ou não, se estão se deslocando ou se permaneceram parados em algum local”, reforça Miriam.

O último evento de soltura dos animais reabilitados pelo Instituto Mamirauá aconteceu em agosto de 2012. Na época, cinco peixes-boi foram devolvidos à natureza, sendo que quatro deles foram adaptados com cintos com radiotransmissores. Foram acompanhados durante cinco meses, até a perda de sinal do último peixe-boi monitorado.

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Piti foi o primeiro peixe-boi a chegar no Centrinho e participou da primeira soltura. No entanto, não se adaptou ao ambiente natural e precisou ser recapturado, para impedir a contínua perda de peso observada na época pelos pesquisadores. Nessa nova soltura, espera-se que ele esteja mais adaptado ao ambiente e se desenvolva bem.

O Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária foi criado pelo Instituto Mamirauá em 2008, e é um criatório conservacionista autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama). Há 15 anos, antes da criação do Centrinho, o Instituto Mamirauá realizou a primeira soltura de um peixe-boi reabilitado da Amazônia.

Fonte: A CríticaFonte: A Crítica

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Homem resgata cão ferido no Macapá e faz diário de evolução do animal no Facebook

Cachorro teve ferimento grave no olho esquerdo. Luta pela sobrevivência do animal emocionou internautas.

Por Cassio Albuquerque

Um vira-lata de aproximadamente seis meses ganhou o carinho de centenas de internautas após sua história ser contada no Facebook em uma espécie de “diário eletrônico” escrito pelo gaúcho Diego Mesquita, de 29 anos, que está morando no Amapá há quatro meses. O cachorro, batizado de “Pirata”, teve um grave ferimento no olho esquerdo e sinais de maus-tratos. O administrator conheceu a história do cão em outubro de 2014 e desde então mostra em posts diários a evolução do animal.

O drama do “Pirata” chegou até Mesquita através da motorista Laudenice Monteiro, de 38 anos, membro da ONG Anjos Protetores, que cuida de cães e gatos abandonados na capital. Ela recebeu uma ligação informando que o cachorro estava na rua e muito machucado.

“Essa pessoa me disse que ele [Pirata] precisava de ajuda, pois estava com ferimentos muito graves e poderia morrer a qualquer momento. Fui até o local e depois de muita procura finalmente consegui encontrá-lo. Ele estava fraco e debilitado, mas mesmo assim abanou o rabo para mim, como se estivesse pedindo ajuda”, contou Laudenice.

Como não tinha condições de custear o tratamento veterinário do animal, Laudenice resolver buscar ajuda no Facebook. Ela publicou um texto pedindo ajuda, foi quando Mesquita a procurou e disse que cuidaria do cachorro.

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Após sair da clínica, “Pirata” passou a morar na casa do administrador. Foi a partir daí que começou a amizade dos dois. A primeira publicação foi realizada no dia 5 de outubro em um grupo de proteção aos animais e relata a primeira refeição do cachorro após o resgate. O registro teve mais de 578 curtidas.

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“Não imaginava que essa história ia ganhar essa repercussão toda. Minha intenção era fazer uma publicação semanal sobre a evolução dele, mas como percebi que muita gente estava dando energia positiva e acreditando na sobrevivência dele resolvi fazer uma espécie de diário”, declarou.

A cada postagem sobre o estado do cão, o número de admiradores da boa ação de Mesquita só aumentava. Um dos registros que mais emocionou o gaúcho foi quando “Pirata” latiu pela primeira vez após quatro dias de tratamento.

“Aos poucos ele ia se recuperando do ferimento, que tinha muitas larvas. Ele também está mais forte e quase nem dava mais para ver as costelas. Tenho certeza que ele vai sair dessa e vai ter a vida de um cão normal”, aposta Diego.

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Apesar da evolução, Pirata teve uma crise anêmica no dia 11 de outubro e precisou ser internado. O drama foi relatado por Diego no grupo, através de uma mensagem que emocionou os internautas.

“O dia de hoje não foi fácil pra mim. Acordei e assim que vi o Pirata ruim fiquei bem triste, pois já amo esse guri e o que mais quero agora é vê-lo bem. Acabo de voltar da Clínica, emocionado… ao entrar e falar “Pirata”, ele logo virou a cara e abanou o rabo. Senti que ficou feliz ao me ver e a nossa troca de olhar foi a melhor recompensa que poderia receber. “, diz o trecho da publicação que teve mais de 700 curtidas.

No dia 15 de outubro, o animal passou por uma cirurgia de remoção do globo ocular e de reconstrução do local da infecção com a aplicação de enxerto, mas parte do material precisou ser retirada no dia 30 após uma rejeição. Após os dois procedimentos bem sucedidos, o cão teve uma boa reação e teve alta no dia seguinte. Todo o custeio foi pago por Diego e com a ajuda de internautas que acompanharam o caso desde o início.

Apesar do sofrimento, o gaúcho se surpreendeu com a evolução rápida de ‘Pirata’, que atualmente está recebendo aulas de adestramento.

“Ele é um guerreiro. A gente já tem uma história, pois acima de tudo, ele é uma companhia para mim. Conseguimos mesmo com todas as dificuldades, ter um final feliz”, disse orgulhoso.

A fama de “Pirata” no perfil de Diego Mesquita foi tão grande, que no fim de novembro foi realizado uma tarde de autógrafos no Parque do Forte, no Centro de Macapá, onde o animal foi apresentado pessoalmente a internautas que acompanharam o processo de recuperação através das postagens do gaúcho.

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Simone Souza, de 26 anos, disse que ficou emocionada e que a história do animal a motivou a adotar um cão de rua.

“É uma superação das grandes. Muitas pessoas não fariam o que o Diego fez. Por isso ele ganhou admiração e respeito de tanta gente por essa grande prova de amor”, concluiu.

Fonte: G1

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Populares dão exemplos de solidariedade e salvam cachorros da morte

Os animais saíram machucados, mas passam bem. As imagens foram enviadas à redação através da ferramenta VC Repórter. 

Em tempos onde o sentimento de individualismo predomina, fica cada vez mais difícil flagrar praticas de boas ações das pessoas para com o próximo. Mas, contrapondo esse cenário, dois cearenses deram exemplos de humanismo e cidadania ao ajudar quem estava precisando, mesmo que fossem dois cachorros em perigo, como foram os casos.

Nordeste vc reporterAo ouvir o choro de sofrimento de uma cadela machucada, o inspetor de saneamento, Rondinelle Simião, 35 anos, não pensou duas vezes e resolveu ajudar. Ele conta que viu o animal preso entre os muros de duas casas, na rua Vicente Lima Ramalho, no município de Russas, e chamou ajuda do Corpo de Bombeiros da cidade. Como a viatura demorou a chegar, ele mesmo fez o salvamento.

“De longe escutávamos o choro da cadela, que estava presa em um espaço de apenas 15cm. Chamei os bombeiros, mas eles demoraram muito e eu mesmo tive que fazer o salvamento”, relatou.

Rondinelle escalou o muro e tentou içar a cadela usando uma corda. Como o espaço era reduzido, não foi possível. Foi ai que o inspetor resolveu quebrar a parede de uma das residências e conseguiu tirar a cadela. O animal estava fraco e machucado, mas saiu com vida e já passa bem.

Cachorro cai em canal e é resgatado por populares

A segunda boa ação foi registrada no último sábado (3), quando um temporal caiu sobre Fortaleza. Na ocasião, um cachorro acabou caindo dentro do canal da Avenida José Bastos, no cruzamento com a Rua Piauí.

Ao ouvir os latidos, um homem providenciou uma corda para tentar laçar o animal. Após várias tentativas, finalmente o cachorro foi resgatado com vida do canal. Os simples, porém nobres gestos, foram enviados redação do Diário do Nordeste através da ferramenta VC Repórter, pelo aplicativo WhatsApp. 

Fonte: Diário do Nordeste

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Mulher adota filhote de beija-flor com dificuldades para voar em São Carlos, SP

Animal está há 40 dias com a balconista e recebe cuidados de uma bióloga. Beija-flor tesoura é comum na região e recebe nome pelo formato da cauda.

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Uma balconista de São Carlos (SP) adotou e passou a cuidar de um filhote de beija-flor após constatar que o animal estava com problemas para voar. O bicho está há 40 dias com a mulher e recebe cuidados constantes para sua melhora. A mulher conta com a ajuda de uma bióloga para ajudar na recuperação do filhote.

“A mãe dele chocou aqui na garagem e de uns dias para cá percebi que ele não queria mais ficar no ninho, ficava no chão. Foi então que percebi que ele estava com um probleminha na asa e comecei a cuidar dele”, disse Milene Oliveira.

O ninho foi feito em uma das vigas do telhado da casa e três filhotes nasceram. Um deles, no entanto, ficou com a asa direita machucada. Foi então que a mulher adotou o pássaro e procurou a bióloga Ariani Leoni para ajudar.

“Para que ele não fique no chão, orientei que ela recolha o animal para dentro de casa e forneça uma alimentação artificial de água com néctar ou açúcar, desde que o bebedouro seja higienizado todos os dias e a água que restar seja descartada”, explicou Ariani.

SP saocarlos vazio 1Por enquanto, o beija-flor está em observação, mas o passarinho já esta se arriscando a dar os primeiros vôos, resultado da dedicação de toda a família. Além disso, a mãe do animal também deu atenção ao filhote, um ritual que se repete várias vezes ao dia.

No Brasil, existem 100 espécies de beija-flor. A que foi encontrada por Milene é uma das mais comuns na região, o beija-flor tesoura, que recebe o nome por causa do formato da cauda. Ele é também um dos maiores, já que um adulto pode checar a 20 centímetros.

O beija-flor se tornou o centro das atenções da casa e deixará saudades, segundo a família. “Ela [Milene] é minha neta e ele meu bisneto. Quando ele for embora, vamos ficar sentidos por perdê-lo”, disse o avô Luiz Brandão.

Fonte: G1

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Tutor de peixinho-dourado paga R$ 1,2 mil para livrá-lo de constipação intestinal

O tutor de um peixinho-dourado em Norfolk, na Inglaterra, pagou cerca de 300 libras (o equivalente a R$ 1,2 mil) em custos veterinários para livrar seu animal de um entupimento no intestino.

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A especialista Faye Bethell usou água com anestesia para realizar o procedimento cirúrgico.

“Ao fim e ao cabo, eles são todos animais de estimação e as pessoas são apaixonadas por eles”, disse Bethell.

“O peixinho dourado estava constipado por causa de um nódulo que bloqueava a eliminação das fezes, e não por causa da dieta ou qualquer outra razão”, acrescentou ela.

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A cirurgia, que durou quase 1 hora, foi realizada por Bethell com a ajuda de outras duas enfermeiras veterinárias.

“Uma enfermeira injetava a anestesia por meio de um tubo que entra dentro da boca do peixe e em suas guelras, enquanto uma segunda monitora os batimentos cardíacos do animal”, explica a veterinária.

“Obviamente, nós discutimos todas as opções (com o tutor) e ele decidiu seguir adiante com a cirurgia”.

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O peixinho-dourado-moderno (Carassius auratus auratus) é uma versão domesticada de uma carpa selvagem da Ásia oriental.

Cientistas que estudam o animal afirmam que ele pode perceber as mesmas cores do que os seres humanos, características que nem todos os primatas têm.

Humanos têm três tipos de células sensíveis à cor em seus olhos, mas os peixinhos dourados tem um quarto tipo de receptor de cor, que lhes permite perceber a luz ultravioleta.

Fonte: BBC Brasil 

Nota do Olhar Animal: Vale a leitura do artigo Os peixes: uma sensibilidade fora do alcance do pescador, de Joan Dunayer, sobre os peixes, também sencientes e merecedores de consideração moral.