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Mesmo com lei rigorosa, animais ainda são flagrados soltos em área urbana

Em pleno horário de ‘pico’, filhote de cavalo pastava em rotatória da Avenida Tancredo Neves, em Presidente Prudente, SP, nesta quinta-feira (2)

Por Valmir Custódio

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Apesar da vigência de uma lei mais rigorosa que prevê punições para os casos de animais soltos na zona urbana de Presidente Prudente, ainda é possível constatar que este tipo de irregularidade persiste no município. Na manhã desta quinta-feira (2), um filhote de cavalo foi flagrado pelo iFronteira pastando na rotatória entre a Avenida Tancredo Neves e a Rua Abílio Nascimento, na altura do Jardim Itatiaia.

O flagrante foi feito por volta das 8h e o animal estava em uma rotatória que liga vias movimentadas entre a zona leste e o Centro. Próximo ao local ainda há um terminal urbano de transporte coletivo, o que gera, também, trânsito elevado de ônibus naquela região.

No dia 3 de junho de 2014 entrou em vigor a Lei 8.545/2014 que pune tutires que deixam animais soltos na cidade. Pela lei, é “proibida a permanência de animais de grande porte (equinos, bovinos, caprinos, ovinos, bubalinos, suínos e outros) e de pequeno porte (cães, gatos e outros) soltos nas vias e logradouros públicos ou locais de livre acesso ao público”.

A lei ainda aponta que, se forem encontrados nessas situações, os animais serão apreendidos pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e ficarão sob a custódia do poder público. “As infrações previstas na presente lei, sem prejuízo das sanções cíveis e criminais cabíveis, serão punidas gradualmente, por meio de advertência e multa”, conforme consta no artigo 21.

Acidentes

Constantemente o iFronteira tem publicado matérias sobre acidentes causados por animais soltos em vias públicas.

Em um dos casos, no dia 16 de setembro, uma empresária de 24 anos sofreu escoriações leves após ter sua motocicleta interceptada por um cavalo na Avenida Salim Farah Maluf, na altura do Jardim Maracanã, em Presidente Prudente.

No dia 5 de setembro, um caminhão bateu na traseira de um carro por volta das 10h na altura do km 567 da Rodovia Raposo Tavares, em Presidente Prudente. Os condutores dos veículos alegaram que havia um cavalo no meio da pista.

Em 27 de agosto, um operador de cabine cinematográfica de 22 anos sofreu escoriações pelo corpo e teve sua motocicleta danificada após ter se chocado com três cavalos que estavam na Rua Maria Aparecida Cuissi Cesco, no Jardim Panorâmico, em Presidente Prudente.

No dia 25 de maio, o iFronteira flagrou animais soltos pastando no gramado da rotatória do Cristo, na Avenida Manoel Goulart, na altura do Jardim Icaray, em Presidente Prudente.

Reação agressiva

O secretário municipal de Comunicação, Marcos Tadeu Cavalcante Pereira, explicou ao iFronteira que as fiscalização e as apreensões têm ocorrido com frequência no município toda vez que os casos são denunciados à Prefeitura de Presidente Prudente. No entanto, em muitas apreensões os fiscais encontram resistência dos tutores dos animais.

“Toda vez que alguém aciona a Prefeitura ou o CCZ, uma equipe vai ao local para retirar o animal e colocá-lo em uma área adequada. Mas, muitas vezes, quando a equipe chega para fazer a apreensão, os funcionários são hostilizados pelos tutores, os quais reagem com certa violência ao perceberem que os animais serão retirados. A fiscalização tem ocorrido e o que falta é a conscientização dos tutores”, destacou.

A Secretaria Municipal de Comunicação orienta a população para que, caso flagre animais soltos na cidade, entre em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone (18) 3905-4220 ou pelo 156 da Prefeitura de Presidente Prudente.

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Fonte: iFronteira

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Israel proíbe cavalos em carroças

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Em plena guerra, Israel deu um exemplo para por fim à crueldade com animais. O país acaba de se tornar o primeiro do mundo a proibir carroças e carruagens puxadas por cavalos e burros.

A mudança veio depois de 10 anos de campanha do grupo israelense de direitos dos animais israelense Hakol Chai, que ajudou a redigir a legislação.

O grupo documentou o abuso que sofriam cavalos e burros, obrigados a transportar cargas pesadas de lixo, restos de construção…

Os animais frequentemente passavam fome, eram espancados, privados de cuidados veterinários básicos, e forçados a trabalhar longas horas sob o sol quente, sem acesso à sombra ou água.

E quando não podiam mais trabalhar, muitos cavalos eram simplesmente abandonadas.

“Estamos entusiasmados com esta vitória em nossa luta para acabar com esse fenômeno cruel, fora de moda, que não tem lugar no moderno Estado de Israel”, disse Reut Reshef, representante Hakol Chai”

É encorajador ver que, no meio de uma guerra, Israel também lembra a importância de tsa’ar badalei chayyim (compaixão pelo sofrimento dos animais) “.

Felizmente, cidades americanas, como Charleston, Carolina do Sul, e Nova York, em breve devem seguir o exemplo de Israel e proibir carruagens puxadas por cavalos nas ruas movimentadas da cidade.

E o Brasil? Qual seria a disposição política para seguir esse bom exemplo?

Fonte: BAND (com informações do Peta.Org)

Aprovado projeto de proíbe prefeitura de Passo Fundo (RS) devolver cavalos vítimas de maus-tratos

A proposta agora passa por apreciação pelo Prefeito Luciano Azevedo, que poderá vetar ou sancionar.

Foi aprovado por unanimidade na sessão plenária do último dia 15, da Câmara de Vereadores, projeto de Lei que trata sobre a destinação de cavalos apreendidos pelo poder público devido a maus-tratos.

Pela proposta, de autoria do vereador Márcio Tassi, esses animais serão recolhidos, tratados e não serão mais devolvidos aos tutores A destinação será dada pelo órgão competente da Prefeitura Municipal.

O projeto proíbe que os cavalos vítimas de maus-tratos retornem para o uso em Veículos de Tração Animal, e nem seja objeto de doação para pessoas causadoras de maus-tratos.

Na justificativa da proposta o autor cita que alguns carroceiros não cuidam bem de seus animais. Os cavalos são submetidos a carregar peso excessivo, tem uma péssima alimentação (muitas vezes apenas o capim), são mal ferrados, e, na maioria das vezes com o olho esquerdo vazado propositalmente, para não se assustarem com os veículos que passam pelo seu lado no trânsito.

Atualmente, em muitos casos, o município recolhia, tratava e devolvia o animal para o proprietário. Após ser aprovada na Câmara a proposta agora passa por apreciação pelo Prefeito Luciano Azevedo, que poderá vetar ou sancionar. Se for aprovada pelo chefe do Poder Executivo, a lei passa a vigorar imediatamente.

Fonte: Rádio Uirapuru (editada)

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Cavalo morre por causa de maus-tratos e abandono em Garça, SP

Amarílis foi resgatada com a ajuda da Secretaria de Serviços Urbanos e levada ao Hospital Veterinário da Faef.

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Na última quarta-feira (17) à tarde, o presidente da Ong S.O.S Totó, Mauro Rosa, e o vereador Francisco Christóforo Júnior receberam um chamado para resgatar uma égua que estava caída próxima à antiga estação ferroviária (estrada Castelo D’Agua). Mais um dos vários quadros registrados de maus-tratos e abandono.

A eguinha, batizada por seus salvadores como Amarílis, estava deitada, sem água e sem comida (e ao que tudo indica, sem água e sem alimentação há dias, dado seu estado visível de desnutrição e desidratação): “Ela estava ao sol, totalmente desidratada, anêmica, magra e com um dos olhos perfurados já há algum tempo”, descreve o vereador em rede social.

Com a ajuda da Secretaria de Serviços Urbanos, Amarílis foi levada até o Hospital Veterinário da Faef, onde recebeu pronto-atendimento e ficou em tratamento intensivo, porém o animal não resistiu e faleceu poucas horas depois.

O caso de Amarílis, assim como de outros cavalos que foram vítimas de seus “tutores” por maus tratos, negligência e abandono só engrossa o coro dos cidadãos preocupados com o bem estar dos animais e exigem que esses “donos” não saiam mais impunes – afinal, manter um animal sob tais condições, é tido como crime ambiental.

Entretanto, conforme o vereador Christóforo afirmou, ainda não se sabe quem é o dono de Amarílis – ninguém apareceu para reclamar o animal, e nem poderia, afinal a égua foi, sem dúvida, largada para morrer na estrada: “Não sabemos quem é o dono ainda, mas fiz o Boletim de Ocorrência de Preservação de Direitos, pois pegamos o animal sem consentimento do proprietário”, explica.

Além dela, cavalos como Gaúcho e Trovão também foram resgatados na mesma situação e reforçam o pedido de que o tratamento dispensado a esses animais usados como meio de transporte e trabalho, sejam rapidamente revistos.

Principais pontos do projeto que proíbe uso de veículos com tração animal

Prestando serviços junto aos voluntários da Ong S.O.S Totó, o vereador Francisco Christóforo Júnior foi testemunha de diversos casos de abandono e maus tratos não somente praticados contra cães ou gatos, mas ultimamente também contra cavalos. A entidade já realizou o resgate de vários deles, deixados “à própria sorte” em terrenos, amarrados sob o sol, sem água e visivelmente desnutridos. Há ainda os casos dos cavalos que são displicentemente soltos por seus donos e que vagam pelas ruas e estradas, correndo o risco de causar acidentes.

Desta forma, no dia 9 de junho o vereador propôs em sessão camarária o projeto de lei que visa proibir o uso de veículos de tração animal pelas ruas de Garça – projeto que ainda precisa passar por votação. O projeto, desde sua apresentação, tem levantado diversas opiniões – de um lado há os que dizem que o projeto é muito radical, pois há muitas famílias na cidade e na zona rural que dependem das carroças como meio de locomoção e trabalho, mas de outro lado há aqueles que querem ver o fim do abuso (e mortes) contra os animais.

O vereador destacou que seu projeto tem a intenção de proteger os animais, mas oferecer aos charreteiros apoio para que permaneçam no mercado de trabalho através de cursos de capacitação. Para ele, não debater este tema seria como ser conivente com os quadros de mortes e abandonos que os cavalos em nossa cidade vêm sofrendo: “A lógica do lucro acaba falando mais alto, o que provoca um trabalho excessivo e desgastante, além do excesso de carga, alimentação insuficiente e de má qualidade, ausência de permanente acompanhamento veterinário, baias inadequadas e insalubres para pernoite, dentre outros”, descreve em seu projeto, alertando que é preciso encontrar uma substituição no modo como esse trabalho de tração é feito.

Além disso, há as zoonoses que podem ser transmitidas; entre os equinos as mais recorrentes são: a actinobacilose, transmitida por contato ou mordida e que provoca abscessos nas mãos e braços; encefalomielite equina, que provoca infecção do sistema nervoso; o antrax, causado pelo patógeno Bacillusanthracis, e que no homem causa lanfadenite e linfangite; Influenza A, que pode causar febre e sinais respiratórios, com risco de facilitar as infecções bacterianas oportunistas; leptospirose, causada pelo agente etiológico Leptospirainterroganse que provoca febre alta, dores de cabeça, sinais de irritação das meninges, tosse seca, dores musculares, hemorragias e conjuntivite; febre maculosa, transmitida por carrapatos e que provoca febre alta, dores de cabeça, dores musculares, manchas vermelhas pelo corpo; doença de Lyme, também transmitida pela picada do carrapato que em sua fase crônica pode causar artrites, tendinites, cardiopatias ou neuropatias; raiva, que em humanos causa febre, dores de cabeça, paralisia, danos neurológicos permanentes e morte; salmonelose, causado pela Salmonellaentericae que é transmitida aos humanos por meio do contato com as fezes dos equinos, causando náusea, vômito, diarreia, desidratação e febre; sarna, cuja lesão causa inflamação cutânea e hiperqueratose; verminoses, cujos sintomas são dores abdominais, diarreia, náusea, febre, dores musculares; estomatite vesicular, que em humanos provoca fortes dores de cabeça e musculares, dores nas articulações, olhos e náusea.

Francisco Christóforo explicou, também na sessão do dia 9 de junho, que o projeto pretende vetar a presença de animais soltos ou atados por cordas nas ruas, sejam elas pavimentadas ou não; carroças ficarão sujeitas à remoção, podendo ser resgatadas num período de até trinta dias – passado este prazo, os veículos serão desmontados podendo ser leiloados ou doados às entidades inscritas na Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Já os animais serão retidos por fiscal, que acionará o orgão controlador de zoonoses que o transportará e “fichará”, podendo ser posteriormente resgatado pelo dono ou doado a associações civis sem fins lucrativos que protejam esse animal. O resgate do animal por parte do dono poderá ser vetado em caso de reincidência. Por fim, o projeto prevê que as famílias cuja renda venha do trabalho de tração animal terão prioridade nos cursos de qualificação e capacitação oferecidos pela Prefeitura.

Fonte: Jornal da Comarca

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Agredido, cavalo agoniza por mais de 24h em Salvador, BA

Moradores se revoltaram com a demora do resgate e criticaram órgão da Prefeitura.

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Um cavalo, supostamente agredido por traficantes no bairro do Uruguai, foi resgatado na última quarta-feira (17), pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) com o apoio da Transalvador e da vereadora Ana Rita Tavares (Pros).

O animal permaneceu deitado durante todo o dia com diversas escoriações pelo corpo.

A demora no atendimento causou a revolta de moradores do final de linha do bairro. “É um absurdo esse descaso. Desde cedo esse animal padece. Tentamos ligar para diversos órgãos da Prefeitura sem êxito. Quando consegui atendimento, alegaram falta de veículo para transportar o bicho. Se não fosse a intervenção da vereadora Ana Rita, ele morreria aqui”, desabafou a moradora Nilzete.

Por volta das 20h, um caminhão do tipo munk, cedido pelo órgão de trânsito, chegou ao local. As duas veterinárias enviadas pelo CCZ divergiram quanto à aplicação da eutanásia, já que o cavalo por vezes tentava se levantar e não apresentava fratura nas patas.

Ao final, populares aplaudiram a força tarefa, que também contou com o apoio da Polícia Militar. O cavalo foi encaminhado para o CCZ, mas acabou morrendo.

Fonte: Tribuna da Bahia

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Cavalo não resiste a carga de tijolos e cai, em Camaçari, BA

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Mais uma demonstração de maus-tratos contra animais, registrado em Camaçari. Desta vez o fato aconteceu no bairro Verde Horizonte. Um morador do bairro que enviou fotos e informações denunciando que, casos como este revelado na imagem, acontecem com frequência.

“Total descaso com os animais que, carregando muito além de sua capacidade caem pelas ruas do bairro. Mesmo nesta situação o tutor ainda disse que o animal estava com manha”.

A foto mostra um animal caído na via, preso a ele uma carroça carregada de bloco. Como não viu jeito do cavalo levantar, o tutor teve que esvaziar a carroça, enquanto o cavalo continua caído no chão.

Fonte: Camaçari Notícias

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Cavalo abandonado em Presidente Prudente (SP) passa por exames em hospital

A Lei Municipal 8.545/2014 corrobora a afirmação da veterinária, apontando a responsabilidade do CCZ nestes casos.

Por Bruno Saia

Um cavalo abandonado, que estava sob os cuidados de moradores, no Residencial Francisco Belo Galindo, em Presidente Prudente, foi resgatado ontem e encaminhado para o Hospital Veterinário da Unoeste (Universidade do Oeste Paulista), onde passou por uma série de exames e está em observação. Uma nota enviada ontem pela Secom (Secretaria Municipal de Comunicação) informava que o animal sofreria eutanásia, o que não ocorreu. “A prefeitura, por meio do CCZ [Centro de Controle de Zoonoses], removeu o animal e levou-o ao Hospital Veterinário. Lá constatou-se a impossibilidade de cura. Assim sendo, decidiu-se pela eutanásia do mesmo”, dizia o texto.

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“Nós recebemos o cavalo trazido pelo CCZ, que disse que ele deveria ser eutanasiado, mas nossos veterinários irão fazer o possível para tentar salvá-lo”, afirma a diretora do curso de Veterinária, Gláucia Prada Kanashiro. “Aqui é uma instituição particular e a obrigação de tratar dos animais nestes casos é do CCZ, porém, como veterinária, eu não posso negar esse atendimento”, completa a médica. Ela ressalta que, aparentemente, o cavalo estava apenas subnutrido e que ainda não era possível apresentar um diagnóstico definitivo.

A Lei Municipal 8.545/2014 corrobora a afirmação da veterinária, apontando a responsabilidade do CCZ nestes casos. “Os animais de grande porte [equinos, bovinos, caprinos, ovinos, bubalinos, suínos e outros] e pequeno porte [felinos, caninos e outros] encontrados soltos ou amarrados em vias e logradouros públicos ou locais de livre acesso ao público serão apreendidos pelo Centro de Controle de Zoonoses e ficarão sobre a custódia do poder público, nos termos da presente lei” detalha o texto.

Ajuda da população

O cavalo esteve por cerca de dez dias solto no Belo Galindo, recebendo água e comida dos moradores, além de se alimentar dos gramados nos terrenos da área. Porém, o auxílio da população não foi suficiente. “Na quarta-feira, ele se deitou nesta área e não conseguiu levantar mais de tão fraco que estava”, conta Márcio Roberto de Souza, 37, que mora na região.

“Nós ligamos para o CCZ e fomos informados que não havia um veículo disponível para resgatar o animal, mas nós não podíamos deixá-lo aí jogado. Então, armamos uma tenda para protegê-lo do sol, compramos ração e demos água e comida direto na boca dele, que mal conseguia se mexer”, completa. “Depois de muita insistência funcionários do CCZ finalmente vieram recolhê-lo hoje”, conclui o morador. Até a conclusão desta edição, não havia nenhuma notícia sobre o proprietário do cavalo. A reportagem ainda tentou repercutir a situação com o diretor do CCZ, Célio Nereu Soares, mas não conseguiu contatá-lo e ele não retornou as ligações.

Fonte: O Imparcial

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Cavalo agoniza em rua e moradores se mobilizam para ajudar

Animal adoeceu e está deitado na via há cerca de três dias. CCZ e bombeiros foram acionados para a remoção do equino.

Por Stephanie Fonseca

SP presidenteprudente cavalo agonizandoMoradores da Rua Pedro Toledo Coca, no Residencial Francisco Belo Galindo, em Presidente Prudente, SP, se mobilizaram para ajudar um cavalo que há cerca de três dias adoeceu, não consegue se levantar e está agonizando no local. A prefeitura, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para a remoção do equino, no entanto, até o momento desta publicação, nesta sexta-feira (12), não foi atendido. 

Conforme uma dona de casa, de 38 anos, que não quis ser identificada e reside nas proximidades, falou que o cavalo estava em posse de um rapaz que no bairro. No entanto, nos últimos dias, o suposto dono parou de cuidar do animal. “Um vizinho viu o cavalo caído no asfalto e chamou todo mundo para tentar ajudar a levantá-lo [o cavalo]”, relata.

A mulher ainda contou que alguns moradores conseguiram arrastar o cavalo até o final da rua, que não tem saída, e montaram uma pequena cobertura para tentar escondê-lo do sol. “Ele está agonizando, só de ver no olhar do animal, dá para perceber que ele está mal”, diz a moradora. “Ninguém sabe quem é o verdadeiro dono do cavalo”, acrescentou.

De acordo com o funcionário público Márcio Roberto de Souza, 37 anos, o cavalo está nas proximidades há alguns dias. Moradores perceberam que o animal estava sem água e ração e começaram a cuidar do equino. “Ele adoeceu e não conseguia levantar, ligamos para o Corpo de Bombeiros e para o CCZ, mas ninguém veio ainda”, alegou.

O subtenente Marcos Bratifisch, do Corpo de Bombeiros, afirmou que nenhuma ocorrência foi registrada, pois este tipo de serviço é de responsabilidade do Centro de Controle de Zoonoses. “Possivelmente, o atendente orientou que a prefeitura fosse avisada, para que o veterinário da zoonose possa dar um disgnóstico do que deve ser feito com o animal, ou seja, se tem condições de recuperação ou se deverá ser sacrificado”, disse.

O subtenente ainda esclareceu que, quando o animal oferece riscos à saúde ou, por exemplo, se ele cair em um poço, o centro pode solicitar o auxílio da corporação para a remoção. “No caso do cavalo, ele não oferece risco e nesta situação, com o animal deitado, não temos condições de transportá-lo, só se houver um veículo com carroceria”, explicou.

Por telefone, a equipe de reportagem do G1 entrou em contato com o CCZ, porém foi informada que o diretor do órgão, Célio Nereu, não estava no local. Ainda na ligação, uma atendente afirmou que um motorista estava aguardando a liberação de alguns documentos para recolher o equino.

Fonte: G1

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Cavalo abandonado para morrer é resgatado em terreno de Palmas, TO

Animal foi encontrado pela Guarda Metropolitana, na região sul da capital. Estudante se ofereceu para cuidar do cavalo até o tutor ser localizado.

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Um cavalo abandonado foi encontrado caído e com a saúde fragilizada no setor Santa Fé, região sul de Palmas, nesta quarta-feira (10). Segundo a Guarda Metropolitana, que fez o atendimento, o animal tem cerca de 6 anos e “apresentava sinais de fraqueza, não conseguia ficar em pé e passou a maior parte do tempo deitado em um monte de areia num lote baldio”.

Segundo a Prefeitura de Palmas, o estudante Eduardo Linhares Galvão Amorim se ofereceu para ficar responsável pelo animal e cuidar da saúde dele. Para ficar com o cavalo, Amorim precisou assinar o termo de fiel depositário, que é a atribuição dada a alguém para assumir a guarda de determinado bem.

O animal ficará sob a responsabilidade do estudante até que o tutor apareça ou seja localizado. De acordo com a Guarda Metropolitana, o tutor do cavalo poderá responder criminalmente por maus-tratos e abandono de animal em via pública e ainda pagar multa de R$ 1,5 mil.

Fonte: G1

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Égua abandonada é recolhida pelo CCZ de Ponta Porã, MS

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do Governo Municipal de Ponta Porã recolheu nesta semana nas proximidades do horto florestal uma égua que estava abandonada e perambulando pelas ruas da cidade. Segundo informações do veterinário Dr. Avelino de Osti os tutores abandonam esses animais uma vez que eles acreditam que já está esgotada a vida útil de trabalho.

Dr. Avelino informou ainda que existe indícios que a égua recebia maus-tratos, e ainda está em péssimas condições de saúde “possivelmente a égua foi abandonada pelo tutor, e ainda por ser um animal de tração existe indícios de abusos e maus-tratos por conta da ignorância de seus tutores, pois nessas condições o proprietário acredita já não serve para o trabalho” ressaltou.

Uma vez recolhida pelo CCZ, o animal fica aguardando o possível resgate através do pagamento de multa, se isso não ocorrer, o animal irá receber os atendimentos preliminares, com uma alimentação saudável e receber os devidos exames para constatar verminose e babesia (doença transmitida por carrapatos), se constatado e após o tratamento, o animal ficará disponível para adoção.

O veterinário ainda manifestou que na grande maioria dos casos é muito difícil encontrar o tutor desses animais, e muito deles, uma vez que são recuperados com o devido tratamento, ainda tem muita vida útil para o trabalho rural, principalmente nos assentamentos, posteriormente ficamos monitorando essas adoções.

Fonte: Repórter MS