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Homem é acusado de praticar zoofilia e maltratar animais

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Um homem é acusado de praticar sexo e maltratar animais na rua Concórdia, no bairro São João, em Feira de Santana (a 109 quilômetros de Salvador). De acordo com os moradores, José Adriano Nascimento, que aparenta ter 30 anos, é o suspeito pelos atos criminosos.

A Comissão de Proteção dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) realizou nesta sexta-feira, 28, uma ação de resgate e combate à pratica no local da denúncia, mas não encontrou o suspeito. O acusado foi denunciado por moradores.

Em entrevista ao Portal A TARDE neste sábado, 29, a advogada Carolina Busseni, presidente da Comissão da OAB, informou que encontrou o ambiente em más condições. “A situação era terrível, o local totalmente insalubre, com muito lixo, entulho, plantas, com muito fedor, foco de dengue e com muitos ratos”.

As investigações serão feitas e caso sejam confirmadas, o acusado pode pegar de 3 meses a 1 ano de prisão, segundo a lei 9.605. Se for constatado mortes no local, a pena pode aumentar de um terço a um sexto.

No momento da ação, uma mulher que se apresentou como tutora do suspeito informou que ele possuía problemas mentais. “Continuaremos as investigações para confirmar o distúrbio, mas até o momento ele é considerado um criminoso”, disse a advogada.

Conforme as denúncias, os animais eram pegos no meio da rua e levados para dentro da casa, onde também eram mortos e pendurados com cordas.

Quatro cães e um gato foram resgatados e encaminhados para atendimento veterinário, onde realizam exames clínicos e laboratoriais neste fim de semana. Na segunda-feira, 1º, os animais deverão ser encaminhados para órgão e instituições que irá disponibilizá-los para adoção.

A operação foi realizada em conjunto com as ONGs de Proteção Animal da Bahia, a Associação de Proteção Animal de Feira de Santana, ABPA Portal do Sertão e o Comando da Policia Regional Leste, que colaborou com as investigações.

Fonte: A Tarde

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Sexo com animais é negócio em Espanha

Proxenetas cobram mais de 140 euros por sessão de sexo com cães. Cliente também pode escolher ovelhas, burros ou cavalos.

Por P.Z.G.

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A conversa telefónica é o primeiro passo. Discutem-se preços, o que se quer fazer, escolhe-se o local e o animal. Em Espanha, os proxenetas de animais podem cobrar mais de 140 euros por uma sessão de sexo com cães. Além disso, as deslocações são pagas a peso de ouro.

O jornal espanhol El Mundo estudou o emergente mercado da zoofilia (sexo com animais), uma vez que não há legislação que proíba as práticas sexuais com animais em Espanha. Em fóruns na Internet, a procura e a oferta são diversificadas: homens e mulheres de várias idades, solteiros e casados, procuram cães, ovelhas, cavalos ou burros. Os animais são criados desde o nascimento para um só fim – fazer sexo com humanos.

“Espanha converteu-se num paraíso para gente com estas inclinações e é uma grande produtora de pornografia zoófila. O facto de este género de práticas terem lugar na clandestinidade, não quer dizer que não aconteçam. Aliás, acontecem mais do que se pode imaginar”, alerta a advogada Nuria Menéndez de Llano, grande defensora da proibição da zoofilia e membro do Observatório de Justiça e Defesa Animal.

A Dinamarca era um dos poucos países europeus no qual a zoofilia era considerada legal. Agora, à semelhança de quase toda a Europa, já foi anunciada uma lei que proíbe os atos sexuais com animais.

Fonte: CM Jornal (Portugal) / mantida a grafia original

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Estudo aponta que zoofilia é indicativo pedofilia e outros crimes sexuais

Os autores de violência sexual contra animais (zoofilia) e contra crianças (pedofilia) não são punidos por tal crime, já que a lei brasileira não traz um tipo penal específico para os casos. Assim como as crianças, os animais não são capazes de consentir emocionalmente com o abuso sexual.

Na literatura da justiça criminal, o artigo ‘Repensar a bestialidade’, propôs a noção de “violência sexual inter-espécies”, argumentando que as relações sexuais com animais é um paralelo a agressão sexual contra crianças e mulheres, porque em ambos os casos há problemas de coerção, dor e a falta de consentimento.

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Em vários países existem dispositivos contra a zoofilia e a pedofilia, mas, no Brasil, para punir o pedófilo é necessário se valer de outros crimes tipificados pelo Código Penal, como estupro, atentado violento ao pudor, presunção de violência, lesão corporal, corrupção de menores e, se for o caso, homicídio. E para punir o Zoófilo é necessário se do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, no que se refere à prática de abuso, maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais.

Estudos de criminosos sexuais adultos parecem apoiar a co-ocorrência de crimes sexuais contra animais e seres humanos. Um estudo conduzido pela Universidade de Iowa descobriu que 96% dos jovens que tinham tido relações sexuais com animais não-humanos também admitiram crimes sexuais contra humanos e relataram vários outros delitos, do que os outros criminosos sexuais de mesma idade. Isso parece indicar que o sexo com animais pode ser um importante indicador de potencial ou co-ocorrência de crimes sexuais contra crianças, mulheres, seres humanos em geral. E validou a tese de que o abuso sexual contra os animais e contra os seres humanos estão muito mais ligados do que se pensava.

A zoofilia, é uma parafilia (antigamente chamadas de perversões sexuais), definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais de outras espécies. Tais indivíduos são chamados zoófilos. Um outro termo, bestialidade, se refere ao ato sexual entre um humano e um animal não-humano. Existem casos em que a violência chega até a morte. O agressor não se contenta em estuprar, mas também tortura e mata a vítima seja ela não-humana ou humana.

Nas leituras tradicionais a zoofilia é considerada como uma perversão sexual humana, associando-a a transtornos neuróticos, rudez, insensibilidade e grosseria. Na Teoria Freudiana a zoofilia é classificada como um transtorno da sexualidade humana, enquanto que na Classificação Internacional de Doenças (CID-10), está listada na categoria F65.8 (Outros Transtornos de Ordem Sexual) e que também aborda a bestialidade.

Além da prática individual, existem casos da exploração “institucionalizada” de animais, como por exemplo, em determinadas regiões da Indonésia e Tailândia, onde se utilizam fêmeas de orangotangos em bordéis, alugadas para a prática de prostituição, como o caso de Pony, a orangotango que levou 10 anos para se recuperar dos abusos sexuais.

Casos de animais estuprados como os do Tigre, o cão estuprado, esfaqueado e furado de pregos, e da cadela é estuprada em banheiro em Cruz Alta/RS, podem se repetir e continuarem impunes.

Talvez a justiça com as próprias patas seja mais rápida e eficaz – que o digam as porcas que se vingaram do caseiro que praticava estupro.

Em fevereiro de 2013, a Alemanha aprovou uma lei que proíbe a zoofilia no país e estabelece multa de quase 25 mil euros; após pesquisas alemãs revelarem que cerca de 500 mil animais eram mortos por ano após sofrerem abusos sexuais.

A Dinamarca um dos únicos na Europa que ainda não tem uma legislação no assunto — tem apresentado um aumento nos números de turismo sexual clandestino, como a zoofilia. Porém, uma recente pesquisa feita no país, pelo Instituto Gallup, revelou que 76% dos dinamarqueses apoiam a proibição da prática. Um ministro pretende criar uma emenda à lei de bem-estar animal no próximo ano. Em entrevista, ele disse que o país precisa proibir o sexo com animais. “O mais importante é que, na grande maioria dos casos, isso é um ataque contra os animais”, declarou o ministro.

— Em todas as circunstâncias, não há benefício algum para o animal. Eles, naturalmente, não podem dizer ‘não’ para seus abusadores.

Embora o governo da Dinamarca já tenha alterado a lei, as propostas do ministro indicarão, de forma explícita, a proibição do sexo com animais.

Zoofilia e o câncer de pênis

Um estudo em 2011, de como o sexo com animais pode provocar câncer de pênis, foi coordenado pelo urologista Stênio de Cássio Zequi, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Várias espécies foram citadas: éguas, mulas, vacas, cabras, ovelhas, porcas, cadelas etc. A maior parte (59%) dos homens declarou ter feito sexo com animais por um período de um a cinco anos. “Na nossa amostra, vimos que transar com animais dobra o risco de desenvolver câncer de pênis”, diz Zequi. “Essa é uma novidade mundial, algo que ainda não havia sido demonstrado.”

Zoofilia e a pornografia com animais

Leis contra os seres humanos realizando atos sexuais com animais, quando existem, estão preocupadas com o ato em si, e o que comumente se refere ao termo bestialidade , ao invés da atração sexual para os animais. Por esta razão, as proibições de pornografia zoofílica é ainda mais variada; ela pode ser ilegal se um ato de sexo real com um animal está envolvido, mas ás vezes não é clara se há uma mera representação, como uma pintura ou um desenho animado. Nesse caso, as leis contra a obscenidade deveriam ser aplicáveis. Todo o imaginário zoofílico é amplamente considerado. como pornografia.

O Brasil por não conter uma legislação específica contra a zoofilia, é listada pela Wikipédia, como sendo um país onde a mesma é considerada legal, não levando em consideração que os zoófilos podem ser enquadrados no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais.

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Referências

  • Alavarez, W. & Freinhar, J. (1991). Um estudo de prevalência da bestialidade (zoofilia). International Journal of Psicossomática, 38, 45-57.
  • American Psychiatric Association (1994). Manual Diagnóstico e Estatístico de transtorno mental
  • Ascione, F. & Arkow, P. (Eds.). (1999) O abuso de crianças, violência doméstica e abuso animal.
  • Beirne, P. (1997). Repensar a bestialidade: para um conceito de interespécies agressão sexual. Theoretical Criminology, 1, 317-340.
  • Bernstein, D., Ahluvalia, T., Pogge, D., Handelsman, L. (1997). trauma em uma população psiquiátrica adolescente. Jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente, 36, 334-340.
  • Cerrone, G. (1991). zoofilia em uma população rural.: Dois estudos de caso Journal of Rural Psicologia Comunitária, 12, 29-39.
  • Duf campo, G., & Hassiotis, A., & Vizard, E. (1998). zoofilia em jovens abusadores sexuais. Journal of Forensic Psychiatry, 9, 294-304.
  • Flynn, C. (2000). Por que os profissionais de família não pode mais ignorar a violência contra animals. Relações Familiares, 49, 87-95.
  • Jory, B. & Randour, M. (2000). AniCare O modelo de tratamento de abuso de animais. Washington
  • Grove, MD: Psicólogos para o Tratamento Ético dos Animais.
  • Raupp, C., Barlow, M., & Oliver, J. (1997). Percepções de violência familiar: animais Sociedade e Animais 5, 219-237.
  • Wikipédia

Fonte: Mural Animal 

Nota do Olhar Animal: As vítimas não humanas já seriam razão suficiente para o repúdio e o combate a este tipo de violência. Mas é importante destacar a conexão entre a zoofilia e outros crimes sexuais cometidos  principalmente contra seres em situação de vulnerabilidade. Todos devem ser combatidos, claro. A matriz da violência é uma só, como há anos aponta a pesquisadora e filósofa Sônia T. Felipe. 
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Dinamarca deve banir sexo com animais em 2015

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A partir de 2015, os cidadãos da Dinamarca não mais poderão fazer sexo com animais. Por lei. “Eu decidi que devemos banir o sexo com animais”, informou o ministro da Alimentação e Agricultura do país, Dan Jørgensen, ao jornal dinamarquês Ekstra Bladet. “Isso se deve a inúmeros motivos. O mais importante deles é que a maioria dos casos [de zoofilia] ocorre com um ataque [sexual] contra os animais.”

Um dos motivos para que a nova lei seja aprovada é a reputação nacional: até o momento, a legislação dinamarquesa permite sexo entre humanos e animais. De acordo com o instituto de pesquisas Gallup, 76% da população acha que a zoofilia deve ser proibida.

Aos 24% restantes, o ministro lembra: “Os animais naturalmente não podem dizer ‘não’ ao sexo. Portanto, ele deve ser banido.”

A Dinamarca é, hoje, um dos principais destinos para os amantes dos animais. Inclusive, a Vice fez uma boa reportagem sobre o assunto, chamada “Animal Fuckers”.

Fonte: Brasil Post

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Protetora de animais denuncia estupro de cadelas em Vitória da Conquista, BA

De acordo com Débora, os casos de violência no município são frequentes.

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O município de Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, foi o cenário de várias barbáries envolvendo animais. A protetora de animais Débora Almeida Lima denuncia que várias cadelas estão sendo vítimas de abuso sexual na cidade. De acordo com Débora, os casos de violência no município são frequentes.

Após denúncias, ela conseguiu resgatar duas cadelas que foram vítimas de abuso. O primeiro animal foi encontrado há três semanas, no bairro Campo das Águas, depois que uma amiga da protetora revelou que uma cadela havia sido violentada. O animal foi encontrado na casa da dona que, depois de conversa, decidiu entregar a cadela. O animal estava com a região íntima bastante machucada. Já a segunda cadela foi resgatada há 15 dias, no bairro de Patagônia. Ainda segundo a protetora, os animais foram encaminhados para o veterinário, que confirmou os abusos.

A protetora de animais explica que já registrou várias ocorrências no Disep (Distrito Integrado de Segurança Pública), mas desistiu de registrar os últimos casos, pois era ridicularizada quando pretendia registrar os fatos. Ela lamenta a falta de interesse da polícia de investigar os casos.

— É sempre aquela carinha de riso.

Ela afirma que já foram feitas várias denúncias, mas nunca tive retorno. Ainda de acordo com Débora, em alguns casos, foi informado o nome e endereço dos agressores, mas a polícia “fazia pouco caso” e alegava que “isso não era de responsabilidade deles”.

— Eles dizem que tem que conversar com o Capitão, pois não estão autorizados a deslocar uma viatura para esse tipo de ocorrência.

As duas cadelas resgatadas estão em um lar temporário, espaço alugado pela protetora de animais. Débora denuncia ainda que, em muitos casos, as pessoas conhecem os agressores, mas têm medo de fazer as denúncias. Muitos animais também são mortos após o crime.

O Portal R7 BA entrou em contato com o Disep, que informou que as denúncias contra abusos ou maus-tratos de animais são registradas, investigadas e encaminhadas ao Ministério Público.

Fonte: R7

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Bezerros estão morrendo após ataques de ‘tarado’ na região de Rio Preto, SP

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O mistério ronda uma propriedade rural da região de Rio Preto. O fazendeiro que prefere ficar no anonimato quase não acreditou quando descobriu que cinco dos seus bezerros, de dois dias a uma semana de vida, foram supostamente violentados por um homem na fazenda localizada na Vila Maria, entre Monte Aprazível e Neves Paulista.

Os ataques aos animais começaram na terça-feira da semana passada e continuaram até a última segunda-feira. O dono do rebanho afirmou que todos os dias vai até o local, por isso foi encontrando os animais em dias alternados, caídos e ensanguentados. “Chamei um veterinário que foi até a minha propriedade e constatou que os animais foram violentados por homens.

Dois, um macho e uma fêmea, já morreram. Os outros três estão entre a vida e a morte. Isso vem acontecendo desde a semana passada, dia após dia. Já reforçamos a segurança, estamos nos empenhando para pegar essa pessoa”, contou o fazendeiro ao Diário. “Quero que a justiça tome providências sobre esse caso”, acrescentou ele, entrevistado pelo repórter Edgar Vicente, da rádio cidade FM, de Monte Aprazível. Investigações A Polícia Ambiental afirmou que ainda não foi procurada pelo proprietário e, até ontem, não estava sabendo do caso.

O cabo Gilvan Paz de Souza afirmou que a Polícia Ambiental vai procurar quem está cometendo o crime, mas ainda não tem ideia nem de como começar as investigações. “Vamos averiguar essa denúncia. É realmente muito séria e até atípica. Vamos ter que estudar o caso”, afirmou o cabo Gilvan.

O suspeito pode ser enquadrado na lei federal de crimes ambientais, relacionada a maus-tratos contra animais, com pena que pode variar de 3 meses a um ano, além de multa. Para o professor do curso de veterinária da Universidade Unirp de Rio Preto, Guilherme Gonçalves Fabretti Santos, é possível que uma pessoa, ao cometer esse ato, seja movido apenas por maldade. Provavelmente utilizou algum objetivo para ferir os animais.

“O ideal é ver para poder concluir, mas embasado no que o dono contou, pode ter ocorrido uma ruptura na parede da vagina da fêmea e no ânus do macho, provocando uma toximia grave, que é quando os conteúdos caem no abdômen dos animais.

As mortes podem ter sido também em decorrência de um sangramento muito grande. Acredito que a pessoa deva ter utilizado de algum objeto para praticar o ato”, afirmou.

Fonte: O Correio News 

Nota do Olhar Animal: Zoofilia, mais uma violência cometida contra os animais. Não pior que a cometida contra bezerros por pecuaristas: confinamento, apartação da mãe, tortura, abate. E contra suas mães, violentadas nos processos de inseminação artificial e em outras tantas situações.