‘Carne limpa’?

Começaram a revelar detalhes da “engenharia do processo de produção da carne de laboratório”. Uma pena que não o fizeram a tempo de eu poder usar no livro “Carnelatria: escolha omnis vorax mortal”.

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A religião do prato

A religião mais fascista do mundo é a do prato animalizado, porque defende a vida de uns poucos cinco bilhões de humanos que comem animais e condena uns 70 bilhões desses à morte, a cada ano. Do dogma religioso do consumo de sangue, sim, carne, leite e ovos são matérias hematogênicas, feitas com sangue, não há Papa que tenha se abstido até a presente data, nem sacerdotes, desde os tempos de Davi, nem bispos de qualquer credo, nem fiéis de qualquer tonalidade sacral.
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De sangue e de indignação

Pareceu estranho, na postagem anterior [A religião do prato] considerar que leite é sangue? Então explico um pouco mais. A carne é formada por sangue. Quem come carnes come sangues. Todos os componentes que estão no leite materno estavam no sangue que passava do corpo da mãe animal para o cordão umbilical enquanto o feto estava no útero e suas carnes se formavam.
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Sacrifício ou sacrilégio?

Quando um humano mata outro, chamamos de homicídio. Se a morte foi intencional preferimos chamar de assassinato. Quando matamos um cão não damos nenhum nome ao nosso ato. O mesmo vale para matar um porco, uma galinha, uma ovelha, uma vaca, um cavalo, um rato.
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O que quer dizer bem-estarismo animalista?

Quer dizer que se alguém trata bem um animal, mesmo que tratar qualquer animal já seja um manejo não natural e pressuponha interferência e domínio sobre o corpo dele, então a pessoa pode usá-lo, explorá-lo e matá-lo, compensando, assim, com o ‘abate humanitário’, o grande trabalho que teve para manter o corpo do animal em condições de uso e consumo futuro das carnes dele.
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Todos os animais se comunicam, nós é que somos embotados demais para entendê-los!

Uma entrevista dada pelo astrofísico Dr. Neil deGrasse Tyson, sobre a limitação da inteligência humana especista e antropocêntrica, sobre a comunicação interespécie, empatia e a sugestão de que zoológicos virtuais funcionam muito bem para firmar nas crianças a empatia por todas as formas de linguagem animal, sem especismos eletivos ou elitistas.
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Morte humanitária? Onde, mesmo? Nem aqui, nem lá!

Só existem matadores de animais porque existem comedores de carnes. Quem é mais responsável por essa matança? Se não houver mais demanda por carne, essa vileza humana acaba em uma semana. E carnes com selo de qualidade não diferem dessas sem selo, o animal padece igual, sente igual e morre igual. Não adianta querer aliviar o peso da consciência. Se é carnista, faz parte disso tudo aí.
 
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Xenoespecismo

Essa palavra formei no ano passado, juntando duas outras: xenofobia e especismo, para poder designar as reações iradas das pessoas formadas nas culturas ocidentais que se revoltam e xingam outras pessoas não criadas no ocidente, por conta de essas abaterem para comer animais beijados e acariciados aqui em nosso país, ou deste lado do mundo ocidental: cães e gatos. 
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Do espírito à letra da lei, para além do xenoespecismo

Propor um texto de lei para assegurar direitos fundamentais aos animais não humanos é tarefa tão ou ainda mais complexa quanto a de redigir uma lei para garantir novos, ou redesenhar antigos direitos humanos. Por um lado, o texto precisa ser claro para que os interesses a serem assegurados possam ser aceitos e respeitados. Por outro lado, o espírito desse texto deve expressar o direito do sujeito de modo universal, geral, imparcial e final.
 
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Direitos animais, uma exclusividade humana?

Tirar a vida dos animais é considerado um direito humano universal. Dez vezes a população de humanos é o número de animais mortos por ano ao redor do mundo para alimentar pouco mais de cinco bilhões de humanos que consomem, através de seus alimentos animalizados, 80% de toda proteína vegetal nobre cultivada ao redor do planeta e dada de comer aos animais que são mortos para virar bife, linguiça, presunto, salsicha e patê, ou que têm sua vida abreviada pela escravização de seus corpos na produção de ovos e de laticínios.
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Senciência e direitos animais

Já está provado cientificamente, por análises feitas em laboratório, que a ostra libera endorfinas no transporte bruto, e não as libera quando transportada suavemente. Ora, só há liberação de endorfinas para compensar algo doloroso ou estressante. Os estudos em neurologia estão a pleno vapor. É preciso dar atenção ao que os cientistas estão escrevendo sobre a mente, a consciência e a sensibilidade de todos os animais.
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Brinquedos são estiletes poderosos de formatação moral

Marca renomada de bonecas produz boneca negra com espanador: “neguinha do espanador”, desenhada por uma mulher, que, ao receber críticas dos negros e de outros movimentos sociais, diz que cada pessoa interpreta o que ela fez de acordo com seu nível cultural, tipo: se você critica minha boneca, você é pouco culto, pois se eu sou artista eu tenho o direito de fazer o que bem entendo, pois a liberdade de expressão me assiste, ou algo desse teor.
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