Ministro do Reino Unido ajuda a salvar cães que seriam sacrificados

Os cachorros Kevin e Dazz ganharam a atenção do país após morderem um morador de Leicestershire e terem sido condenados ao sacrifício.

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Cães do exército foram salvos do sacrifício após mobilização da população e do ministro de Relações Exteriores do Reino Unido. Imagem ilustrativa. (Foto: Pixabay)
Cães do exército foram salvos do sacrifício após mobilização da população e do ministro de Relações Exteriores do Reino Unido. Imagem ilustrativa. (Foto: Pixabay)

Os cachorros Kevin e Dazz eram cães farejadores de bombas durante a guerra no Afeganistão. Há quatro anos, eles foram adotados por um treinador do Centro de Defesa Animal em Melton Mowbray, em Leicestershire, na Inglaterra. Eles quase foram condenados ao sacrifício, mas foram salvos graças à comunidade que se importa com os animais.

Há algumas semanas, um dos cachorros mordeu um morador de Melton Mowbray e, por isso, autoridades da cidade pediram que os cachorros recebessem uma injeção letal. A decisão causou comoção em muitas pessoas, inclusive no ministro de Relações Exteriores Alan Duncan, que começou uma campanha nas redes sociais e entre políticos para que os animais não fossem mortos.

Duncan contatou o secretário de defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, pediu que os animais não fossem sacrificados e também insistiu para que não fossem mandados de volta ao Afeganistão, porque não estariam seguros lá. “As pessoas que trabalham com cachorros estão devastadas com essa história – elas me imploraram para salvá-los”, disse Duncan ao The Sun.

Na noite da última segunda-feira, 4, Williamson confirmou que os cachorros agora estão a salvo. “Eu instruí meu departamento de que esses cachorros devem ser poupados. Nós estamos falando com instituições de caridade e procurando por locais onde eles possam viver de forma mais tranquila. Vamos garantir que eles tenham um futuro brilhante, nós vamos fazer de tudo para cuidar desses animais, que são parte importante da família militar”, disse Williamson ao The Sun.

Fonte: Estadão

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