Motoristas são flagrados com 15 galos de rinha da BR-369, no PR

Fiscalização realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-369, em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, apreendeu 15 galos de rinha em situação de maus-tratos. A abordagem foi realizada por volta das 23h deste domingo (9).

Segundo boletim emitido pela PRF, dois veículos foram abordados: um Vectra e um Gol, ambos com placas de Maracaí (SP).

No porta-malas do Vectra, havia 13 galos de rinha da raça Índio, amarrados e feridos. No Gol, mais dois galos na mesma situação. Também foram encontrados materiais usados no preparo dos galos para as rinhas como tesouras, lixas, esporas e seringas.

Os motoristas confessaram que estavam em uma rinha em Sapopema e retornariam para São Paulo. O condutor do Gol também não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Quatro ocupantes do Vectra e dois do Gol foram encaminhados à Delegacia de Cornélio Procópio.

Fonte: TN Online

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PM prende 17 pessoas em rinha de galo de Araguari, MG

Uma denúncia anônima antecipou a Polícia sobre a competição; 43 aves foram apreendidas, além de bicos e esporas de metal.

Por Gustavo Lamaeira

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Dezessete pessoas foram detidas em uma rinha de galo de Araguari, no Triângulo Mineiro, nesse domingo (9). Conforme a Polícia Militar do Meio Ambiente, o local era observado desde o sábado (8), quando uma denúncia anônima antecipou sobre a competição.

Os militares chegaram até uma casa no bairro Independência no início da manhã, e logo perceberam o entra e sai de pessoas com as aves. Por volta do meio-dia, a Polícia entrou e flagrou os suspeitos de maus tratos a animais. No local foram apreendidos esporas e bicos de metal e 43 galos, a maioria com as esporas arrancadas, o que configura a mutilação.

Um pássaro da fauna silvestre também foi encontrado no imóvel.

Ainda segundo a Polícia Militar, entre os detidos estava um homem com passagens por dois homicídios. Todos as aves foram doadas a instituições filantrópicas de Araguari, por determinação da Justiça.

Os 17 suspeitos foram levados para a Delegacia de Plantão, ouvidos e liberados.

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Fonte: O Tempo 

Nota do Olhar Animal: “Todos as aves foram doadas a instituições filantrópicas de Araguari, por determinação da Justiça.” Qual terá sido o destino das aves? A panela? Infelizmente, a leis que visam proteger os animais de torturadores ainda estão longe de salvá-las deste destino. O mesmo acontece com os animais resgatados da farra-do-boi, com a concordância de ONGs de “proteção animal”.
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HQ ‘O.R.L.A – Liberdade aos animais’ terá lançamentos em três cidades

História em quadrinhos feita por ativistas tem como propósito debater a abolição da exploração animal.

Por Marcelo Naranjo

O direito dos animais é um assunto controverso. Ele toca em várias questões que permeiam a vida de todos, como alimentação, vestuário, transporte, produtos de beleza, lazer, remédios e outros. Ninguém quer ter seus hábitos mudados. Isso gera resistência. É justamente para contribuir com o debate, ou ao menos fomentar a discussão, que a HQ O.R.L.A – Liberdade aos animais (formato 21 x 28 cm, 128 páginas, R$ 15,00) foi criada.

Um grupo de ativistas dos direitos dos animais tem como propósito a abolição animal. Mas não é só. A sigla do grupo significa Organização para Reabilitar e Libertar Animais, e reabilitar, para eles, é entendido de maneira nada comum.

A HQ tem roteiro de Matheus Moura e arte de Caio Majado, Abel e Joniel Santos. A edição traz vários extras, com diversos artigos e uma galeria de pin-ups de artistas convidados.

O título foi publicado a partir de uma parceria entre as editoras Reverso e Quadrinhópole, com incentivo da Secretaria Municipal de Cultura de Uberlândia, por meio do PMIC – Programa Municipal de Incentivo à Cultura, de 2013/2014.

O.R.L.A – Liberdade aos animais terá evento de lançamento em São Paulo, na Gibiteria, no dia 12 de novembro, a partir das 19 horas; em Goiânia, no dia 20 de novembro, a partir das 19 horas, no SESC-GO; e em Uberlândia, no dia 8 de dezembro, às 20h, na Casa da Cultura.

Confira outras informações clicando aqui.

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Fonte: Universo HQ

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Uberaba (MG): Interrompida a tramitação de PL que permite transporte de animais em ônibus

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O Plenário da Câmara aprovou na reunião ordinária desta sexta-feira, 7, pedido da vereadora Denise Max – Denise da Supra (PR), de sobrestamento ao Projeto de Lei nº 242/14, que permite o transporte de animais domésticos de pequeno porte nos ônibus coletivos da cidade.

Diante do parecer inconstitucional da Comissão de Justiça, Legislação e Redação argumentando que a matéria é exclusiva do Poder Executivo, Denise disse que entende a posição da comissão, mas se mostrou indignada por não ter autonomia para disciplinar a matéria. Ressaltou que sua proposta é ajudar as pessoas que não possuem veículos próprios e precisam levar seus animais a um hospital, posto de vacinação ou veterinário. “Alguns donos, para não ver o animal agonizar de dor, arriscam a transportá-los de forma clandestina, em recipientes inadequados, o que pode agravar ainda mais a saúde dos bichos”, defendeu a vereadora, acrescentando serem animais que não irão colocar em risco a saúde e a segurança dos usuários.

Ismar Marão (PSB) lembrou que está tramitando na Casa o PL nº 152/14, também de autoria da vereadora Denise, permitindo o transporte destes animais, desde que o proprietário atenda algumas exigências como: o peso máximo do animal; estar em recipiente adequado; portar cartão de vacina, etc. O vereador sugeriu que o projeto em discussão (242/14) seja votado juntamente com o de nº 152/14, por entender que uma matéria depende da outra. “Aprovando o projeto que regulamenta o tipo e como o animal possa ser transportado, o segundo projeto poderá ter legalidade para ser aprovado”, ressaltou. Denise acatou a sugestão e pediu agilidade no retorno dos projetos à pauta.

Fonte: JM Online

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Homem é preso por maus-tratos a animal em Cicero Dantas, BA

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Policiais do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) flagraram Genilson Castro dos Santos, 26 anos, maltratando um animal em via pública, na cidade de Cícero Dantas.

O fato ocorreu durante a tarde de sábado 08, quando os policiais visualizaram um ferimento profundo no animal, dando voz de prisão imediatamente ao suspeito.

Genilson foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Cícero Dantas, onde foi apresentado e se encontra à disposição da justiça.

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Fonte: Pombal Alerta (com informações e fotos da Polícia Militar)om informações e fotos da Polícia Militar)

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‘Vocês são os que não comem carne, né?’ e o gado com fones de ouvido

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Na verdade, o abate é tão somente uma das faces da escravidão animal – de forma diferente, podemos citar os cavalos de carroça, os coelhos em laboratórios de testes de produtos, o touro na tourada, o macaco no zoológico, a lagosta viva no restaurante chique, os cachorros nas fazendas chinesas, a lista é quase infinita. Quer dizer, há o abate final após uma vida de não-liberdade, e há a vida inteira de tortura, sem a bênção da morte como fim do terror. Se bem que, por exemplo, os cavalinhos de carroça são estourados a vida toda, e na finaleta alguns acabam no abatedouro, diferente de seus iguais que capotaram no asfalto e espumaram pela boca até a chegada do toque piedoso da senhora Morte.

Então o cidadão médio nivela a coisa como ‘não comem carne, né?’, pelo máximo de excentricidade que consegue vislumbrar – um abstêmio, como já ouvi certa vez. Pensar naquilo que não lhe traz um ganho imediato, e sempre para si, está fora de cogitação, pois desde o parar de fumar até a reza aos domingos, é sempre para benefício pessoal, em última análise.

Mas há uma realidade por trás do glamour aparente, desta opção não-escolhida que a maioria segue entoando tal como não escolheu o time de futebol para o qual torce, mesmo que grite e pule a cada jogo assistido. E a grande massa pensa, por ignorância ou remorso, que tudo é como no sítio da Vovó Donalda, com animais felizes e de estimação. Uma rápida análise das embalagens dos produtos em supermercado nos faz pensar que os animais voluntariamente dão sua vida pela carne servida aos humanos, a galinha cordialmente se esforça para dar os ovos aos humanos, o porco aparece com chapéuzinho de cozinheiro, etc. Sempre para os humanos, jamais seus corpos-ingredientes são gentilmente cedidos às feras, aos predadores naturais – os tão citados carnívoros! – ou a quem, vá lá, esteja moribundo e morrendo de fome. Sempre ao dono-patrão-proprietário-’tutor’-patriarca-humano.

Aquela visão bucólica da pecuária, onde sempre parece que o gado está de fones de ouvido, praticamente meditando.

E os processos industriais ou da agricultura familiar não entram nesse cálculo, porque para quem morre ou dá seus anos de vida em troca de alimento diário, tanto faz se o algoz é de uma família quatrocentona latifundiária oligárquica ou é pobre, sem-terra. Há quem fique chocado ao ver uma castração a frio – ‘tradição’ cívica em regiões do RS – que ocorre sempre longe dos flashes da mídia comprometida em lamber as botas do patronato rural. Mas quem faz a castração a faca, faz de forma automática, com cigarro no canto da boca, já esquentando o fogareiro rústico para apreciar as bolas de touro, “que se abrem como couve-flor, quando está no ponto”, como já escutei.

Quem martela o gongo do antiespecismo pretende descolar as pálpebras da pessoa ao lado, largar uma bolinha de ping-pong nas ideias, com vistas não a um ganho seu, mas ao que percebe como justo. Talvez isso é o que provoque tantas reações contrárias e narizes torcidos, em um mundo onde quem não leva algum, está por fora.

E qualquer informação desagradável, imagem chocante, nada mais é que o mundo real, o expediente diário de quem decide a utilização deste ou daquele animal para seu lucro, ou para o lucro de seu patrão. Entretanto, a imagem desagradável do macaco no laboratório é fruto de quem acha que os animais estão aí para nos servir, a imagem desgradável do porco pendurado em ganchos é fruto de quem acha que os animais estão aí para nos servir de alimento, ‘e todo esforço é necessário, afinal de contas’. o antiespecismo aponta essa injustiça e propõe uma vida fora do que a ‘tradição’ manda.

Não se separa a atitude em gavetinhas etiquetadas, compartimentando as pessoas conforme os conceitos até então aprendidos – e que diariamente se provam errados. Não comer carne é ‘um pequeno passo para o homem’ etc. Mas é uma ação para abrir as demais portas, que como as pálpebras estavam seladas pelo bom-mocismo das ideias, pelo medo de parecer idiota.

Fonte: ANDA


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Olhar Animal – www.olharanimal.org

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Cadela é encontrada com um olho arrancado e o rabo decepado em João Pessoa

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Esta semana em João Pessoa, precisamente no bairro do Bessa, foi constatado um grave caso de crueldade contra uma cachorrinha que teve o olho esquerdo arrancado e o rabo decepado. Este caso é um em um milhão que acontece todos os dias em nosso país e que na maioria das vezes fica impune porque são feitos às escuras e os animais são abandonados na rua. Foi o que aconteceu com Flor (vamos chamá-la assim nessa matéria), que foi encontrada vagando pelas ruas, chorando com dores, pois o rabo ainda estava em carne viva.

A foto da cadelinha foi exposta nas redes sociais de muitas pessoas que torciam para que o tutor aparecesse ou que aparecesse alguma pista sobre quem cometeu esse crime ou, o mais esperado, que alguém se disponibilizasse a adotá-la. De acordo com informações, assim que encontrada, Flor foi levada ao veterinário que cuidou dos ferimentos e a medicou. Flor, que é muito dócil, está sendo cuidada num lar temporário, mas até agora está a espera de adoção.

Crime previsto em lei

Em nossa legislação atual maltratar animais (quer sejam eles domésticos ou selvagens), caracteriza-se crime ecológico, conforme art.32 da Lei 9.605, de 13.02.98, com detenção de três meses a um ano, e multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Já o Dec.Fed. 24.645/34, que ainda está em vigor quanto ao que se pode considerar maltratar, elenca nos artigos 3º ao 8º os atos assim considerados. Existe ainda legislação específica que disciplina a utilização de animais em experiências científicas.

Constituem-se crimes a “briga de galo”, a “briga de pássaros”, a “farra do boi”, “a briga de cães”, bem como em se exigindo trabalho excessivo ou maltratar animais em circo, em rodeios, vaquejadas entre outros.

A Lei Federal prevê, também, que é crime abandonar animal de estimação infringindo-lhe fome e desabrigo, já que dependem do seu dono para sobreviver.

Quem tiver alguma informação sobre esse caso ou que queira adotar a cachorrinha Flor, podem entrar em contato com Haryanne ou com a APAAB.

Como proceder diante de maus-tratos contra animais

Em caso de emergência ou flagrante, ligar para o número 190 ou 197. Se os maus-tratos forem com cavalos, ligar para a EPTC, no número 118.. Se não houver flagrante, registrar a ocorrência em uma delegacia de Polícia Civil ou em uma unidade da Poliícia Militar da cidade ou da mais próxima do local do crime. Importante não esquecer de fotografar o animal que foi vitima, bem como recolher todas as provas que constate o crime.

Fonte: PB Agora

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Mula é resgatada de poço desativado em área rural de Araçatuba

SP aracatuba mula aracatubaMula participava de cavalgada que percorreu vários bairros da cidade. Próprios participantes do evento conseguiram resgatar o animal.

Uma mula precisou ser resgatada depois de cair em um poço desativado de cerca de dois metros em um sítio na área rural de Araçatuba (SP). O acidente aconteceu neste domingo (9) durante uma festa no local. Os próprios participantes do evento conseguiram resgatar o animal.

A mula participava de uma cavalgada que percorreu vários bairros da cidade. Depois do trajeto, foi realizada uma festa no sítio. Durante a confraternização, o homem que estava com o animal não teria visto o poço desativado e o animal acabou caindo.

Os participantes chegaram a acionar a equipe do Corpo de Bombeiros, mas antes de a equipe chegar, eles conseguiram resgatar o animal depois de improvisar um barranco. O animal não ficou ferido.

Fonte: G1

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Cadela que teve a pata supostamente amputada com facão precisa de cirurgia

ONG pede contribuição para custear as despesas com o procedimento.

Uma cadelinha, que já ganhou o nome de Vitória, foi encontrada gravemente ferida na última quinta-feira (06) no bairro Gurupi, zona Leste de Teresina. A Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais – APIPA foi acionada e fez o resgate do animal. Contudo, devido à gravidade da agressão que amputou parte da pata dianteira esquerda de Vitória, ela precisará passar por cirurgia. Sem poder custear o procedimento, a Associação pede ajuda à sociedade.

“Pela forma como está o ferimento, acreditamos que tenha sido amputada com um facão. Foi um ato de muita maldade. Achamos que está prenhe e venha até perder os filhotes. Mas a situação não dava pra esperar, pois já estava necrosando”, informa a vice-presidente da APIPA, Daniela Ramos.

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Realizada de forma emergencial, a cirurgia vai custar R$ 500 e a Associação não pode arcar com os custos, já que mantém quase 300 animais, dentre cães e gatos, em seu abrigo, que necessitam de inúmeros cuidados. Para os que puderem ajudar, estão disponíveis as contas bancárias: no Banco do Brasil, AG. 3507-6 C/C 57615-8. Caixa Econômica Federal: AG. 855 OP. 13 C/P 83090-0. Santander AG. 4326 C/C 13000087-4

Daniela destaca ainda que situações como as de Vitória chegam quase diariamente à sede da APIPA, que nem sempre pode socorrer os animais devido aos poucos recursos disponíveis. Os animais são agredidos a pauladas e até facadas. Além disso, há os casos de abandono, que igualmente constituem crimes de maus-tratos.

“Além dos maus tratos físicos, outra coisa que nos preocupa muito são os abandonos. Animais adultos, idosos e muitos filhotes. Por isso ressaltamos tanto a importância da castração de cães e gatos. Assim poderemos ajudar na prevenção de novos nascimentos de bichinhos indesejados e diminuir os maus-tratos e abandonos”, relata.

Como denunciar

Quem flagrar situações de abandono ou agressão a qualquer espécie animal, pode denunciar por meio dos contatos da Polícia Ambiental do Piauí: (86) 3225-2748 / (86) 9929-3407 e os e-mails: cipama@pm.pi.gov.br / bpa@pm.pi.gov.br

O abandono de animais é crime previsto pela Lei Federal Nº 9.605 e pelo artigo 164 do Código Penal brasileiro. O artigo 32 da Lei diz que “é considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. Quanto à pena, a prisão pode chegar a um ano, além de multa. No Código Penal, o artigo 164 determina que é crime “introduzir ou deixar animais em propriedade alheia, sem consentimento de quem de direito, desde que o fato resulte prejuízo”. A pena é de detenção de até seis meses ou multa.

Fontes: Apipa / Pportal O Dia

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Após morte de 17 animais, voluntários arrecadam doações em Matão, SP

Alagamento fez com que cães e gatos se afogassem na terça-feira (4). Material recebido inclui grande número de rações, cobertores e shampoos.

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Após a morte de 17 cães e gatos no Canil Municipal de Matão (SP) por conta de um alagamento na terça-feira (4), voluntários da ONG Amigos da Mulekada estão arrecadando doações para os animais. De acordo com a organização, foi recebido um grande número de rações, cobertores, shampoos, produtos de limpeza e tablados de madeira. Além disso, o local foi limpo por colaboradores e agentes da Prefeitura.

A presidente da ONG, Solange Sola, está animada com a repercussão do episódio. “As pessoas têm ajudado muito. Recebemos muitas doações de cobertores, ração e outras coisas. A Prefeitura também ajudou muito e disse que deve doar um novo terreno para o canil em janeiro do ano que vem. Já temos, inclusive, promessas de deputados que tem interesse em ajudar na reconstrução do abrigo”, relatou.

De acordo com Solange, o abrigo já conseguiu suprir a maior parte de suas necessidades com as doações, mas alguns itens ainda são necessários. “Se as pessoas quiserem doar, precisamos de patê de gato, pois temos muitos. Além dos felinos, também há um cachorro que tem um problema na mandíbula e não consegue comer. Ele só se alimenta desse patê. Outro uso que fazemos do patê é misturá-lo com os remédios dos animais”, falou.

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Doações em dinheiro também são bem-vindas. “Usamos o dinheiro para pagar as consultas dos animais, comprar medicamentos e eventuais itens que possam faltar no canil”, afirmou.
Para fazer as doações, há um box disponível na Rodoviária de Matão onde podem ser depositadas. No caso de ajuda em dinheiro, mais informações podem ser obtidas pelo número (16) 99757-5344.

Colaborações

Segundo a voluntária Heloísa Ribas, A ajuda veio de diversas cidades da região, como São Carlos e Ribeirão Preto. “Muita gente está ajudando. Os animais já estão bem melhores, já que existem inclusive veterinários auxiliando alguns deles. Os casos mais urgentes foram encaminhados ao Hospital Veterinário de Matão e os outros permanecem ou no canil ou na casa de voluntários”, disse.

Sobre a limpeza no local após os estragos causados pela chuva, Heloísa afirma que a ONG recebeu ajuda de voluntários, da Prefeitura e até mesmo da população, que se dirigiu até o local motivada em ajudar os animais. “A Prefeitura ajudou muito enviando caminhões e tratores para remover a terra que entrou no canil. Os colaboradores da ONG, junto a pessoas que vieram de forma espontânea, limparam tudo lá dentro”, contou.

Enchente

A forte chuva que atingiu a cidade de Matão no dia 4 causou uma enchente que matou 10 filhotes de cachorro, seis filhotes de gato e um cão adulto no Canil Municipal. Além disso, a única ponte de acesso para o canil foi destruída pela chuva. Na ocasião, a Prefeitura informou que o abrigo não estava preparado para lidar com chuvas desse porte e deve ser transferido para outra área, ainda sem prazo.

A chuva também provocou alagamentos e interditou um trecho da Rodovia Washington Luís (SP-310) sentido interior. A Defesa Civil registou ao menos seis pontos de alagamento no município.

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Fonte: G1