Moradores denunciam que gatos são envenenados em bairro de Petrolina, PE

Denúncia é de comunitários do Fernando Idalino Bezerra. Maria das Neves cria cinco gatos e teme pela vida dos felinos.

Moradores do bairro Fernando Idalino Bezerra, que fica na Zona Leste de Petrolina, no Sertão pernambucano, temem pela vida dos gatos de convivem na vizinhança. De acordo com os relatos de quem mora na Rua 6 do bairro, os animais estão sendo envenenados.

Segundo a recicladora Maria das Neves Silva, de 52 anos, na rua já foram encontrados mortos de 8 a 10 gatos nas últimas semanas. “Isso é um crime. Eu não temo só pelos meus gatos, mas também pelos demais que estão ameaçados”, desabafa a moradora do bairro.

Maria das Neves, que mora com dois filhos de 21 anos e um neto de 10 anos, cria cinco felinos. “Eles são a alegria da casa. Meus filhos são loucos por eles, cuidam, vacinam e compram ração. Não sei como alguém é capaz de fazer isso, tirar uma vida. A última foi uma gata que estava prenhe, amanhã será outro gato e a gente precisa saber quem está fazendo isso”, afirma a recicladora.

Segundo o médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses de Petrolina, Paulo Lima, ainda não há confirmação sobre o envenenamento no bairro Fernando Idalino Bezerra. “No caso dessa denúncia, ainda não há nada de concreto. Somos um órgão de apoio clínico e veterinário, visando a preservação da saúde pública”, destacou Paulo.

Ainda segundo o veterinário, a recomendação é que qualquer demanda que envolva animais, seja por maus-tratos ou envenenamento, devem ser encaminhados para a polícia, o Ministério Público, a Vigilância Sanitária ou o próprio Centro de Zoonoses.

Fonte: G1

Nota do Olhar Animal: Recomendações sobre como evitar novos envenenamentos de animais estão disponíveis no site.  Clique aqui .
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A obsessão pelo retrocesso

Por Ellen Augusta Valer de Freitas 

Se aquilo que protege nos provoca medo,
quem vos protegerá do medo?”

(Nagarjuna, em A Árvore da Sabedoria)

Podemos ter um reflexo sobre a mentalidade das pessoas ao observar os que estão lá no ‘poder’. Aqueles indivíduos que foram eleitos pela população, que muitas vezes vota no vizinho, no cara que paga a churrascada, no candidato do marido ou do chefe. Eles chegam ao cargo e, além de não fazerem nada de relevante para a sociedade, ainda conseguem inviabilizar as conquistas que já conseguimos com muita luta.

Temos diversos exemplos de casos em que a mania pelo retrocesso mais parece uma piada de mau gosto, que nos provoca a indignação e nos embrulha o estômago.

O mais bizarro é o projeto 4548/1998, de autoria do deputado José Thomaz Nonô, que pretende eliminar do artigo 32 da lei 9605/98 a inclusão de “animais domésticos ou domesticados” como vítimas de maus-tratos. Se nos parece risível, saibam todos que ele já tem parecer favorável.

Esses projetos de lei são os trabalhos que estes cidadãos realizam, com salários altíssimos e pouca repercussão para a população. A justificativa para este PL é que poderá permitir vaquejadas, farras do boi, cavalhadas e outras “atividades populares” que certamente provocam crueldade com os animais, como já cansamos de ver. Ele considera estas práticas, criminosas dentro da lei 9605/98, como mero esporte. Mas o que vemos são os animais correndo desesperadamente, sendo cerceados por um bando de sádicos com um prazer incrível no olhar. E, no final, muitas vezes a Polícia Militar se obriga a matar os animais, devido ao estado lastimável em que se encontram.

Só este exemplo já nos bastaria para entender como a nossa política beira o inútil, enquanto temos outras coisas mais importantes para serem feitas. Mas não para por aí.

A Lei Arouca, que legitima o uso de animais na ciência.

O fato é que a legislação considera maus-tratos a animais como crime, e que as alternativas devem ser usadas sempre que existirem.

Sabemos que existem alternativas ao uso de animais em pesquisa e ensino, mas que são desconsideradas pelos comitês de ética e pelos pesquisadores quando se trata de efetivar suas pesquisas. O Brasil está atrasado em termos de uso das alternativas aos animais, mas, em vez de se atualizar, cria um artifício para continuar na idade da pedra. Leiam parte da carta aberta ao Senado publicada pela ativista Eliane Carmanin Lima:

“Em 1995, o deputado Sérgio Arouca propôs uma nova legislação que se detinha na questão dos testes em animais na ciência e pesquisa e o uso de animais no ensino. Não existia ainda a Lei de Crimes Ambientais, mas já existia uma legislação federal que garantia que animais não sofressem maus-tratos ou fossem submetidos à crueldade.

E a lei de 1998, Lei de Crimes Ambientais, exige que as alternativas sejam realizadas, sempre que existirem. A questão é que estas leis são gerais e não detalham várias situações como a lei de Arouca de 1995 propõe, mas isto não chega a ser um problema, porque a lei parte do permitido e do não permitido, cabendo às autoridades previstas pela lei avaliarem se há ou não ilicitude nas condutas. O que é ilícito, e neste caso crime, é o fato de haver ou não crueldade para com os animais, já que isto é proibido desde 1934 e se mantém proibido pela própria Constituição Federal de 1988.

A lei de Arouca elimina a restrição da vivissecção e no seu dizer de “regular” ela passa a permitir algumas condutas que causam dor e amplia o uso dos animais. Ela joga muito com esta palavra “regular”, como se não houvesse uma regulação antes. Como foi visto acima, já existia legislação sobre o tema e o que ela apresenta não é tão mais “regulador”. Na realidade esta lei, que foi elaborada há 13 anos, regula liberando o uso de animais muito mais do que se permitia antes”.

Temos aí outro exemplo de como o retroceder, anulando leis anteriores, é comum aqui neste país; em que reina a alienação e a recusa ao desenvolvimento.

A última novidade em termos de retrocesso foi o que aconteceu com a ALPA em São Leopoldo. Ou seja, quando lutamos tanto para ter um espaço para abrigar animais abandonados e conseguimos, sempre há aqueles que querem tirar vantagem da situação, e jogar no lixo anos de batalha pelo respeito aos animais.

Segundo matéria publicada no Jornal Vale dos Sinos e outros meios, o canil da Associação Leopoldense de Proteção aos Animais abriga 400 cães que estão morrendo de inanição, além de outros 26 gatos. Segundo reportagem feita pelo Jornal do Almoço, da RBSTV, afiliada da Rede Globo, os cães não têm água, não têm comida e estão abandonados à própria sorte. Morrem até 20 cães por dia, de acordo com a reportagem. A presidente da entidade, Ana Maira Gomes, afirma que os cães estão comendo bem. No entanto, as imagens mostram o contrário. Ela também afirma que a Prefeitura não deposita a verba para custear as despesas do canil há 4 meses, e que não há voluntários. Apenas 8 funcionários cuidam do canil, mas não há entre eles sequer um veterinário.

A Prefeitura estava disponibilizando em torno de R$ 6 mil mais apoios diversos. Mas a instituição não soube aproveitar tal repasse, como se constatou nas diversas denúncias desde dezembro de 2008. Muitos voluntários deixaram de ajudar, alegando que seus esforços estavam sendo inúteis. E, como sempre, a corda arrebenta do lado mais frágil, ou talvez do único lado frágil, que é o lado dos animais. As fotos dos cães magros e doentes deixa qualquer um fora do sério, mas não incomodou nem um pouco os que estão na direção do tal estabelecimento, pois simplesmente alegavam falta de pessoal e ficou por isso mesmo. O triste e lamentável exemplo de como as coisas andam aqui no país.

Poderíamos dar outros exemplos que ocorrem em asilos, creches e outros lugares, de onde ligam para nossa casa pedindo ajuda, mas não sabemos se o salário dos aposentados e as ajudas de custo das Prefeituras e outras entidades estão indo parar em bolsos de particulares. Mas como a minha área é defender os animais, deixo estas denúncias para as pessoas que defendem os interesses humanos, pois cada um deve fazer sua parte.

Como nos disse o filósofo Ricardo Timm de Souza na sua brilhante palestra, “estamos suportando o insuportável”. Estamos aceitando o inaceitável, e é claro que nada disso nos ficará impune, em nossas consciências. Se existe essa consciência coletiva, depois de acabar com todos os animais, a humanidade comerá a si própria, como aliás já foi feito muitas vezes em tribos antigas. Pois aqui a falta de orientação ética é alarmante.

Não é indignante saber que o pouco que conseguimos nos é tirado com tanta facilidade pela corrupção e por interesses mesquinhos?

Não é bárbaro saber que boa parte da população vota no cara que pagou os churrascos e os brindes, e que pouco se informa sobre os acontecimentos reais da nossa civilização?

Se é, então está na hora de acordarmos do nosso sonho particular, da nossa vida diária comum e pensarmos nestas questões que hoje nos parecem distantes, mas que amanhã estarão na nossa porta, mais graves do que podemos imaginar.

Bibliografia:

http://cartaabertaaosenado.blogspot.com/

http://www2.camara.gov.br/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/sileg/prop_detalhe.asp?id=20554

http://www.pensataanimal.net/index.php?option=com_content&view=article&id=105&Itemid=1

http://www.pensataanimal.net/index.php?option=com_content&view=article&id=100:referencias-contrarias-a-experimentacao&catid=100:experimentacaoanimal&Itemid=64

http://www.gaepoa.org/site/index.php?m=Noticia&id=136

http://comentarios1153.blogspot.com/

Fonte: ANDA


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Olhar Animal – www.olharanimal.org

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Homem é acusado de maltratar animais em Rio Preto, SP

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O soldador A.B., de 45 anos, é acusado de maus-tratos a animais por seus vizinhos, que ligaram para a Associação Protetora dos Animais de Rio Preto para informar que os oito cachorros e dois gatos dele estavam sem comida e água há vários dias.

Segundo o boletim de ocorrência, a testemunha E.J.S., 38, disse ser da Associação de Animais e que os cães do soldador comiam o cadáver de um outro cachorro, pois não eram alimentados pelo dono. Os animais foram levados pela Associação. A polícia vai investigar o caso.

Fonte: Diário Web

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Seminário de Ética e Direito Animal acontece na Casa de Cultura Japonesa, em SP

Espaço fica dentro da Cidade Universitária.

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Nos dias 6 e 7 de novembro, acontece a oitava edição do Seminário de Ética e Direito Animal. Organizado pelo Grupo de Pesquisa sobre Ética e Direito Animal do DIVERSITAS (Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos da FFLCH-USP), o evento tem como tema “Direitos Animais – Direitos Humanos”. Em ambos os dias, o seminário acontece na Casa de Cultura Japonesa (situada na Cidade Universitária), das 14h às 19h, e tem entrada Catraca Livre.

O objetivo é gerar um espaço de diálogo analítico e reflexivo sobre as relações econômicas, sociais, políticas e culturais que derivam da falta de reconhecimento e de concessão de direitos aos animais.

Confira abaixo a programação completa:

Dia 6

14h – Abertura – Grupo de Pesquisa sobre Ética e Direito Animal do DIVERSITAS/USP

14h15 – 1ª mesa: Relações pluriétnicas e multirraciais

“Perspectivas e desafios na expansão da proteção aos direitos humanos e animais” – Marcos Padilha (USP)

“Servidão e abolicionismo animal em J. M. Coetzee” – Jefferson Saraiva (UEL)

“O especismo, o direito dos animais e a sua legitimidade sob a ótica do neoconstitucionalismo” – Maíra Galinskas (UMC)

15h – Debate com o público

15h30 – 2ª mesa: Relações de consumo

“Os limites éticos do mercado diante do capitalismo pós-moderno” – Ana Paula Castelhano (USP)

“Exploração animal, um eco do capitalismo” – Karynn Capilé (UFPR) e Eloisa Benvenutti de Andrade, doutoranda em Filosofia pela FFLCH-USP

“Consumo, riqueza e barbárie: ‘The lives of animals’ visitado” – Ângela Rodrigues (UEL)

“Os direitos animais na era do consumo massificado” – Isaac da Silva (USP)

16h30 – Debate com o público

17h – Coffee break

17h30 – 3ª mesa: Relações de consumo

“A construção de um estado de ‘bem-estar animal’, responsabilidade estatal, políticas públicas e a garantia dos direitos animais no Brasil” – Arnaldo Filho (UFMA)

“O animal não-humano: Pessoa ou coisa?” – Carlos Frederico de Jesus (USP)

“Deveres com respeito à natureza enquanto deveres indiretos para os seres humanos em Kant” – Rejane Kalsing (UFSC)

“Biocentrismo e a outorga de direitos a animais não-humanos” – Thaís Viotto (ITE)

18h30 – Debate com o público

19h – Encerramento

Dia 7

14h – 1ª mesa: Relações de gênero

“Filosofia ecofeminista: O feminismo repensado por Karen J. Warren a partir da lógica de dominação” – Daniela Rosendo (UFSC)

“Masculinidade e violência: uma cultura predatória” – Daniel Kirjner (UNB)

“Estudo de representações e práticas envolvendo mulheres e animais entre trabalhadores de abatedouros industriais” – Laura Luedy (Unicamp)

“Gastropolíticas e convenções de gênero: a cosmologia feminista vegana” – Íris do Carmo (Unicamp)

15h – Debate com o público

15h30 – 2ª mesa: Relações de gênero e educação na literatura

“O encontro entre os homens e as vacas em ‘A Maçã no Escuro’, de Clarice Lispector” – Michelle Tambosi (UEM)

“A ética animal em Clarice Lispector” – Rayssa Gaspar (UEM) e Evely Vânia Libanori (UEM)

“A morte de uma baleia segundo o especismo de Lia Luft e o abolicionismo de Clarice Lispector” – Kélvia Trentin (UEM) e Juliana Ficher (UEM)

16h15 – Debate com o público

16h45 – Coffee break

17h15 – 3ª mesa: Educação

“Experiência do ensino dos direitos animais nas escolas” – Clarice Arnold (PUC-RS)

“Inserção dos direitos animais nas aulas de Matemática: Uma perspectiva etnomatemática” – Sarah dos Santos (IFMG)

“Animais nas escolas” – Maria de Fátima Martins (USP)

“Análise de resultados positivos de campanhas desenvolvidas por ONGs de proteção animal” – Janaína Antunes (PUC-SP)

“O discurso dos protetores de animais e sua imagem na mídia” – Kátia Oliveira (PUC-SP)

18h30 – Debate com o público

19h – Encerramento

Serviço

O QUE

8º Seminário de Ética e Direito Animal

QUANTO

Catraca Livre

ONDE

Casa de Cultura Japonesa
Avenida Professor Lineu Prestes, 159
Butantã
São Paulo

VER NO MAPA

Qui 06/11, das 14:00 às 19:00
Sex 07/11, das 14:00 às 19:00

ADICIONAR À MINHA AGENDA DO GOOGLE

Fonte: Catraca Livre

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Cavalos abandonados e maltratados são apreendidos em Mesquita, RJ

Um deles foi encontrado em estado deplorável, magro, com muitos ferimentos e bicheiras no corpo.

Quatro cavalos foram apreendidos, na manhã desta quarta-feira, em ruas de Mesquita, na Baixada Fluminense, pela Defesa Civil do município. Os animais estavam soltos, comendo lixo e um deles desnutrido, cheio de ferimentos e bicheiras.

Três deles, um macho, uma égua e um potro, foram pegos na Rua Manoel Duarte, no Centro e Mesquita. O quarto animal foi apanhado na Avenida Presidente Castelo Branco, em Edson Passos, após denúncia de moradores. O animal foi encontrado em estado deplorável, magro, com muitos ferimentos e bicheiras no corpo.

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“Esse caso não é simplesmente uma apreensão, é um animal vítima de maus tratos e não volta para o dono, mesmo que apareça alguém reclamando por ele. Ele receberá atendimento veterinário e tratamento adequado”, explicou o diretor de Operações da Defesa Civil, Diego Pereira.

Os outros três, apesar das melhores condições, também receberão tratamento. Caso o tutor não apareça nesse período, os animais serão encaminhados para o Curral Municipal de Japeri. Para a retirada dos cavalos, o tutor terá que pagar multas e taxas de estadia, caso queira resgatá-los. “O tutor pode resgatar seu animal e receberá apenas uma advertência para não deixar que circulem livremente pelas ruas.”

A Defesa Civil de Mesquita é o órgão responsável pelo resgate de animais de grande porte e também de animais silvestres maltratados ou mantidos ilegalmente em cativeiro. As denúncias podem ser feitas através do número 199.

Fonte: O Dia

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Cão leva tiro na boca e no olho e moradores ficam revoltados

Um cachorro levou dois tiros na tarde de terça-feira, 4, na avenida Pansani, em Votuporanga, SP, e sobreviveu. Moradores ficaram indignados. O vira-lata, um filhote de dez meses, está internado em uma clínica veterinária do município.

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) vai investigar e tentar localizar o autor dos disparos. Quem chamou a Polícia Militar foi a aposentada Maria Aparecida Bombanato, de 62 anos. O cão baleado estava caído na calçada. “No momento em que cheguei percebi os ferimentos à bala. Tinha muito sangue em volta dele.”

A aposentada conta que se desesperou. “Fiquei indignada com a situação. Além de chamar a polícia também liguei para a Sociedade Protetora dos Animais (Spavo).” Ela e uma voluntária da Spavo levaram o cachorro a uma clínica. De acordo com o veterinário Mario Sérgio, o animal está vivo por um verdadeiro milagre. “Um dos disparos passou de raspão pelo pescoço, já o outro atravessou uma parte do olho e ficou alojado na boca”, disse.

O veterinário relatou também que o cachorro passou por cirurgia para a retirada da bala. “Provavelmente a visão ficará afetada, mas ele está bem agora. Foi um milagre.”

Segundo a aposentada que ajudou no salvamento, o filhote pertence a um vizinho. “O dono estava trabalhando quando tudo aconteceu, mas ele já sabe dos tiros e me disse que o cachorro deve ter escapado no momento em que abriu o portão para trabalhar”, disse.

A aposentada, que trabalhou durante 13 anos em delegacias, acredita que os tiros podem ter vindo de uma arma calibre 38. “Não sou policial e não posso afirmar com certeza, mas pelo tamanho da bala, creio que seja esse o calibre.” Os policiais que atenderam o chamado fizeram um boletim de ocorrência. O caso foi encaminhado à DIG, que tenta agora identificar a origem dos disparos.

Fonte: Diário Web

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Trinta e seis baleias morrem ao ficarem encalhadas na Nova Zelândia

Outros 22 animais conseguiram voltar para o mar com ajuda de voluntários.

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Trinta e seis baleias-piloto morreram ao ficarem encalhadas juntas em uma praia na baía de Plenty, na Nova Zelândia. Outros 22 animais conseguiram voltar para o mar com a ajuda de voluntários e biólogos.

As razões para que os cetáceos encalhassem todos de uma vez ainda são desconhecidas pelos especialistas. No entanto, as baleias-piloto têm um comportamento particularmente propenso a isso. A maior operação de resgate já feita envolveu cerca de mil baleias nas Ilhas Chatham, em 1918.

Na ação desta semana, voluntários e biólogos do Projeto Jonah conseguiram trazer de volta ao mar 22 animais. A operação utilizou boias de flutuação e baldes para manter as baleias devidamente molhadas. Infelizmente, outros 25 morreram ainda na praia. Já 11 baleias tiveram de ser sacrificadas por conta das condições do encalhe.

Cientistas acreditam que as baleias se encalham intencionalmente porque elas teriam alguma doença e nadariam até as areias para tirar a própria vida. No entanto, existem inúmeras teorias em torno de encalhe em massa, incluindo o seu comportamento altamente sociável. Uma teoria delas é que, quando uma baleia fica encalhada, os outros membros do grupo tentam salvar sua vida e acabam ficando encalhados também.

As baleias-piloto são o maior membro da família dos golfinhos. O seu nome vem do fato de que os que cada grupo segue um “piloto” no grupo.

Fonte: Paulínia News

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Deputado apresenta projeto de lei que proíbe o uso de animais em circos em GO

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O deputado Mauro Rubem (PT-GO) – presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Goiás – apresentou no dia 8 de outubro, o projeto de lei que proíbe a utilização de animais de qualquer espécie em circos ou estabelecimentos similares em todo o território do Estado de Goiás.

Para Mauro Rubem, o foco principal é a busca pela valorização e a proteção da vida dos animais. “Temos que garantir a proteção dos animais que sofrem maus-tratos, exploração, abandono, além de coibir o uso deles como atração”, destacou.

O texto sugere que se os estabelecimentos forem flagrados cometendo este tipo de prática receberão multa de até R$ 5 mil por dia de descumprimento da norma. Além da punição financeira, serão ainda aplicadas medidas como a apreensão do/s animal/is e a proibição de prática de qualquer espetáculo por até cinco anos.

“Os animais em circos e ambientes similares vivem confinados e acorrentados em pequenas jaulas, sem a mínima condição de higiene. Há diversos casos de espancamentos com barras de ferro, pedaços de pau, além dos animais serem submetidos a choques elétricos. É preciso que isso acabe e que as companhias com atrações neste segmento repensem na forma como utilizam os animais que temos na natureza”, reforçou Mauro Rubem.

Veja a íntegra do projeto clicando aqui.

Fonte: Assessoria do deputado

Bombeiros resgatam cachorro de poço em Panambi (RS); vídeo

Animal ficou preso em buraco de 6 m de altura por 5 horas.

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Um cachorro foi resgatado na noite da última segunda-feira (3) após cair dentro de um poço na cidade de Panambi, no Rio Grande do Sul. Após passar cerca de 5 horas dentro do buraco os bombeiros utilizaram uma escada para socorrer o animal.

Os donos da casa, onde fica o poço de 1 metro de diâmetro e 6 m de altura que chamaram o resgate após escutar os latidos do cachorro. Quando o resgate chegou, o animal estava sem forças para nadar, mas passava bem.

Fonte: R7

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Garis encontram filhotes de cachorro dentro de saco de lixo em Blumenau, SC

Animais foram achados dentro do caminhão na madrugada desta terça (4). Funcionários perceberam gemido dos cães e conseguiram salvá-los.

Por Joana Caldas

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Abandonados dentro de um saco, dois filhotes de cachorro foram encontrados por garis de Blumenau, no Vale do Itajaí, na madrugada desta terça-feira (4). Os animais chegaram a ser colocados dentro do caminhão, que tinha compactador, mas os trabalhadores ouviram os gemidos dos cães e conseguiram salvá-los.

Os filhotes estavam dentro de um saco, junto com o lixo deixado na calçada, de acordo com o gerente de Resíduos Sólidos do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Blumenau (Samae), João Carlos Franceschi. Os funcionários recolheram a sacola com os cachorros e colocaram no caminhão. Por sorte, os trabalhadores ouviram os gemidos dos animais antes que o saco chegasse ao compactador do veículo.

Rapidamente, os funcionários pegaram a sacola e retiraram os dois cães. Eles foram colocados dentro de uma caixa de papelão e transportados na cabine do caminhão até o Samae. De acordo com Franceschi, os animais são dois machos e têm de 50 a 60 dias de idade. Depois de serem tirados do caminhão, os filhotes foram alimentados com leite.

Na manhã desta terça, foi encontrada uma pessoa para adotar os cachorros. Franceschi contou que o funcionário de uma empresa terceirizada foi a Central de Resíduos Sólidos do Samae por causa do trabalho e viu os filhotes. Ele, então, decidiu adotá-los. “Ele tem dois filhos pequenos, vai presenteá-los”, detalhou. O funcionário afirmou que irá buscar os cães na tarde desta terça.

SC blumenau cachorrosencontradosnolixoblumenaucaixa2Abandono recorrente

Animais abandonados em sacos de lixo não são novidade para o Samae. Segundo João Carlos Franceschi, nove deles foram resgatados pelos funcionários da empresa no ano passado e colocados para adoção. Eles são colocados em sacolas para serem levados pela coleta de lixo ou abandonados na estação do Samae localizada no bairro Salto do Norte.

Devido a essa recorrência, os servidores já conhecem pessoas que gostam de animais e ajudam nesses casos. Os funcionários já se juntaram para pagar castração e atendimento veterinário, contou Franceschi. Em seguida, os animais recolhidos são encaminhados para adoção.

Fonte: G1