11 pessoas são presas durante rinha de galo em Ipatinga, MG

Foram apreendidos dois galos e materiais usados na rinha. Polícia também apreendeu 11 pássaros silvestres.

Onze pessoas foram presas na noite deste domingo (7), na chácaras Oliveiras, em Ipatinga suspeitos de participarem de rinha de galo. Segundo informações da Polícia Militar, após a denúncia anônima, a PM chegou até o local e encontrou uma arena montada e dois animais preparados para a briga.

Ainda de acordo com os militares, os dois galos estavam machucados. No local também foram encontrados 11 pássaros da fauna silvestre.

A polícia relatou que no momento da abordagem, o proprietário do espaço contou que ele criava galos, e que esporadicamente, realizava as rinha. Ainda de acordo com o dono do imóvel, os dois animais que estavam preparados para participar da briga pertenciam a duas pessoas, que conseguiram fugir durante a chegada da polícia.

Os militares apreenderam esporas artificiais, onze pássaros e dois galos. As 11 pessoas foram conduzidas para delegacia de Ipatinga já foram ouvidas e liberadas.

Fonte: G1

PORTUGAL: Partidos políticos fecharam hoje proposta conjunta. Maus-tratos ficam no Código Penal e o abandono é criminalizado

PSD e PS fecharam hoje o diploma que criminaliza os maus-tratos a animais. Na versão final, a que o i teve acesso, fica previsto que “quem infligir maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias”. Se dos maus-tratos resultar a “morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afectação grave e permanente da sua capacidade de locomoção”, a moldura penal eleva-se para “pena de prisão até dois anos ou pena de multa até 240 dias”.

Os dois pontos que estavam ainda em aberto – a inscrição das medidas no Código Penal e a criminalização do abandono – ficam contemplados no novo quadro legal. O texto final estabelece que “quem, tendo o dever de o guardar, vigiar ou assistir, abandonar animal de companhia, pondo desse modo em perigo a alimentação e prestação de cuidados ao animal, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 60 dias”. Sanções que entram como aditamento ao Código Penal.

O diploma define animais de companhia como “qualquer animal, detido ou destinado a ser detido pelo homem, designadamente no seu lar, para seu entretenimento e companhia”. Uma definição que pretende abarcar os animais errantes – cães ou gatos, por exemplo – pelo que maus-tratos infligidos nestas situações passam também a ser alvo de criminalização.

O texto introduz também alterações relativas às associações zoófilas, que poderão no futuro “requerer a todas as autoridades e tribunais as medidas preventivas e urgentes necessárias e adequadas para evitar violações” – “em curso ou iminentes” – à legislação de protecção de animais. E poderão constituir-se assistentes “em todos os processos” de infracção a esta lei, ficando dispensadas do pagamento de custas.

O projecto de lei, que será subscrito em conjunto por PSD e PS será votado na próxima quinta-feira em votação final global, após o que seguirá para promulgação do Presidente da República. A criminalização dos maus-tratos a animais está a ser discutida no parlamento desde Maio de 2013, altura em que socialistas e sociais-democratas avançaram com dois projectos sobre esta matéria.

Fonte: Jornal i (Portugal) / mantida a grafia original

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Após denúncia, CCZ de Capivari (SP) encontra três cães mortos e um abandonado em casa

Responsável, que se mudou na quarta-feira, 25, disse que buscaria animais assim que conseguisse um veículo.

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Após denúncia de moradores à rádio Raízes FM, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) resgatou um cachorro desnutrido na sexta-feira, 27. Ele estava sozinho no quintal de uma casa, na Rua Nazira Mattar, em Capivari. Além disso, três foram encontrados mortos e levados pela Secretaria de Planejamento e Obras da cidade. O animal recolhido foi encaminhado ao CCZ para atendimento veterinário. 

De acordo com os vizinhos, a moradora da casa, que é catadora de materiais recicláveis, se mudou recentemente abandonando os animais no local, no qual foram encontrados muito lixo, ratos e baratas.

Ela afirmou à rádio que dois dos cachorros pularam do caminhão no momento da mudança e que o neto os trancou na residência. Segundo a mulher, os animais ficariam na casa até que ela conseguisse um veículo para buscá-los. Ela garantiu, ainda, que os bichos estavam vivos quando deixou a casa, na quarta-feira, 25.

A Vigilância Sanitária deu 48 horas para que a ex-moradora realizasse a limpeza do imóvel. Caso contrário, a responsabilidade seria do proprietário. Segundo a chefe da Vigilância Sanitária, Kelly de Campos, a casa está em processo de recuperação judicial e as chaves estão em posse da mulher.

De acordo com a diretora administrativa do CCZ, Maisa de Camargo, será redigido um Boletim de Ocorrência (BO) noticiando o fato e a responsável vai responder por maus–tratos e crime ambiental. Ainda segundo ela, o cachorro resgatado já foi adotado e seu estado de saúde é considerado muito bom.

Nota da redação de O Semanário: O jornal O Semanário entrou em contato com a ex-moradora da residência, mas ela não quis dizer sua idade, tampouco se pronunciar sobre o assunto.

Fonte: O Semanário

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PORTUGAL: Vítimas de actos de violência

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Depois de serem ouvidas várias manifestações de desagrado por parte da população contra a realização da largada de touros no Parque D. Carlos I, no âmbito do III Festival do Cavalo Lusitano do Oeste, aparentemente um “grupo de pessoas” “vandalizou” algumas das estruturas.

Nos dias que se seguiram e em entrevista aos meios de comunicação locais, um dos representantes da Câmara Municipal, o vereador do PS e vice-presidente da Associação de Criadores de Cavalo Lusitano do Oeste, Jorge Sobral, afirma que foram destruídas “meia dúzia” de boxes, que são propriedade da Câmara, e como tal, propriedade pública. Questionamo-nos neste ponto se estaria a falar em nome da Câmara ou enquanto organizador do evento. Questionamo-nos ainda para que fim utilizará a Câmara de Caldas da Rainha as boxes para cavalos ao longo do ano?  

Os artigos que se seguiram nos jornais locais falam em “actos de violência”, na “destruição moral e económica do evento”. Enquanto activistas pelos direitos dos animais temos dificuldade em entender a que se refere um acto de violência contra objectos inanimados, neste caso as boxes para cavalos, sendo que a violência é por definição executada contra seres vivos. Neste caso, a única violência que poderia ser enunciada seria aquela que se realizou contra os animais utilizados no Festival. Para todos aqueles que questionam a forma pouco ética como se tratam os animais usados para entretenimento e desporto, isto é, pelos olhos de um(a) amigo(a) dos animais, a violência é o que se passa nas praças de touros, no desporto equestre, na caça, nas lutas, nas corridas, na criação industrial de animais, e de um modo geral na sua comercialização. Nesta óptica, os acontecimentos durante as festas da cidade de Caldas da Rainha de 2014, não são mais do que um acontecimento imoral, que demonstra uma cultura que incentiva a crueldade e que alimenta o círculo violento da tradição senhorial sempre ligada a eventos próprios da idade medieval.  

Compreendemos então que o que pode ter levado alguém a sentir a necessidade de destruir parte das estruturas é a sensação de impotência por saber que o medo da maioria das pessoas preocupadas com os animais é o mesmo que os cavalos e touros sentem numa arena. Muitos deixam-se ficar devido à forma “clara e democrática” como se ameaça e agride quem não concorda e quem está disposto a correr riscos, incluindo a própria liberdade, estabilidade económica ou social para chamar a atenção em relação aos abusos que são realizados contra estes animais.

Mais tarde, viemos a saber que o orçamento para a realização do III Festival do Cavalo Lusitano do Oeste foi dividido irmãmente entre a Câmara Municipal de Caldas da Rainha e a PROTOIRO, mais exactamente 80mil euros a cada parte, ficando ainda a Câmara responsável por suportar a logística, o aluguer de bancadas, a preparação do parque e a produção e emissão de um spot publicitário televisivo. E perguntamo-nos então, se a Câmara só gastou quem terá lucrado realmente com isto?  

Este texto foi redigido a pensar nos animais não humanos, nos crimes de que são vítimas inocentes e nas acções utilizadas para os defender. Se não gosta que o tratem a si como um recurso e não gosta de ser explorado com que direito defende que o façam aos animais?

Para terminar resta-nos ainda expor algumas considerações sobre o Museu Joaquim Alves, o mais recente plano da Câmara Municipal de Caldas da Rainha para a criação mais um Museu deste vez dedicado à tauromaquia e equitação. De quantos mais museus precisa esta cidade se não consegue tornar os actuais sustentáveis? E qual o interesse de um museu desta natureza em Caldas da Rainha? Finalmente se a tauromaquia é um negócio privado de determinadas famílias latifundiárias porque motivo se sente a CMCR no dever de lhes patrocinar um museu?

CREA – Caldas da Rainha pela Ética Animal

Junho de 2014

Referências:

https://www.youtube.com/watch?v=2_xSnaYq6kQ&app=desktop

http://www.jornaldascaldas.com/JournalNews/Journalnewsdetail.aspx?news=2955bd91-4e7a-42a3-b27e-88ab97339752 Museu da Tauromaquia Joaquim Alves

http://www.gazetacaldas.com/40350/festival-oeste-lusitano-traz-as-grandes-feiras-de-volta-ao-parque/

http://www.jornaldascaldas.com/PSP_investiga_vandalismo_contra_
infraestruturas_do_festival_do_cavalo_lusitano

Fonte: CREA Pelos Animais (Portugal) / Mantida a grafia original

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Hotel Toriba, em Campos do Jordão, (SP) passa a receber animais domésticos

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Quem viaja com animal de estimação conta com mais uma opção de hospedagem em Campos do Jordão, em São Paulo. Desde o mês passado o Hotel Toriba passou a oferecer aos hóspedes a possibilidade de acomodar animais domésticos de pequeno porte.

No check-in o cliente recebe de cortesia um Kit Pet com cama, cobertor, um pote para ração e outro para água e um tapete higiênico. A unidade permite um número máximo de dois animais de mini a pequeno porte – cachorro ou gato – por apartamento. Os bichinhos devem pesar até dez quilos e ter mais de seis meses de idade.

Todos devem estar com a vacinação em dia e em algumas áreas serão restritas a circulação de animais.

Fonte: Hotelier News

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Baleia jubarte fica encalhada e morre em praia do município de Prado, BA

Animal foi encontrado com uma corda amarrada no meio do corpo.

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Uma baleia de cerca de 15 metros de comprimento foi encontrada encalhada em uma praia do município de Prado, localizado a 804 km de Salvador, no extremo sul do Estado. Segundo moradores locais, a suspeita é que a baleia seja uma Jubarte.

O animal tentou voltar para o mar, mas não conseguia se mover. A baleia encontrava-se com uma corda que estava amarrando o meio do corpo. O animal não resistiu e acabou morrendo.

Não há informações sobre a retirada da baleia ou sobre as circunstâncias do encalhamento.

Fonte: R7

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PORTUGAL: Câmara de Viana recua no regulamento anti touradas

Por Nelson Garrido

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Um grupo de activistas que reclama o fim das touradas em Viana do Castelo criticou nesta segunda-feira a câmara por não ter aprovado um regulamento de protecção de animais que poderia “dar mais força” à proibição destes espectáculos no concelho.

“Estamos, novamente, no ponto zero no que diz respeito às touradas”, diz a porta-voz do movimento “Touradas em Viana? Não obrigado” numa carta aberta ao presidente da câmara, publicada nas redes sociais.

“Aparentemente Viana não quer ser cidade anti touradas. É muito triste porque sabemos quantos milhares de assinaturas recolhemos para sustentar o regulamento municipal e nem discussão pública foi feita”, afirmou Ana Macedo, contactada pela Lusa.

Confrontado com as críticas, o autarca José Maria Costa escusou-se a prestar declarações.
Esta posição do movimento cívico surge na sequência da decisão da autarquia de recuar no regulamento para protecção dos animais face à publicação da legislação nacional que veio regulamentar a realização de espectáculos tauromáquicos.

“Perante isto, o nosso regulamento municipal deixava de ter sentido, já que há um regulamento nacional para estas actividades”, explicou José Maria Costa, na semana passada, no final da reunião ordinária da assembleia municipal.

Na altura, o autarca adiantou que o decreto-lei n.º 89/2014, publicado em Diário da República a 11 de Junho, veio “clarificar de uma vez por todas” o regime de realização de touradas.

“Está finalmente definido que é à Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC) e às câmaras que compete, em paralelo, licenciar e autorizar a realização de espectáculos tauromáquicos em cumprimento das respectivas condições técnicas, sanitárias e de segurança”, frisou.

Já o grupo de activistas contrapõe: “Até agora não foi possível evitar as touradas e não vai ser agora com uma lei que protege as touradas que vamos conseguir. Ou Viana se assume como anti touradas ou então desiste. Continuar a alegar que somos e não fazer nada nesse sentido não pode ser”.

Ana Macedo defendeu que o documento “poderia dar mais força à autarquia” e considerou que quem aconselhou o presidente da câmara sobre a suficiência da lei geral “aconselhou mal”.

A porta-voz lembrou que em Julho passado entregou na autarquia um abaixo-assinado com “milhares” de apoios contra o regresso das corridas de touros ao concelho, esforço que agora “caiu por terra”.

“Não acredito que seja o próprio presidente da câmara a tomar uma decisão destas. É lógico que ele tem que seguir conselhos de alguém. Parto do princípio que esses conselhos sejam de juristas que trabalhem para a câmara. Agora, realmente não funcionam há três anos”, referiu.

Em Maio, o movimento Vianenses pela Liberdade anunciou a data de 24 de Agosto para a realização de uma nova tourada na cidade.

Em 2009, o anterior executivo aprovou uma deliberação recusando a realização de touradas no concelho, sempre que tal dependesse da autarquia, transformando Viana no primeiro município anti touradas do país.
Contudo, desafiando essa posição, a federação das associações taurinas Prótoiro realizou duas touradas no concelho, em 2012 e 2013, instalando para tal uma arena amovível em terrenos privados, autorizada pelo tribunal.

Fonte: Publlico PT (Portugal) / mantida a grafia original

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Cavalo vítima de maus-tratos recebe prótese

Casal de Caxias do Sul adotou animal, que ganhou nome de Campeão. 

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Em junho de 2013, a Brigada Militar (BM) e a Sociedade Amigos dos Animais (Soama) receberam denúncia de maus-tratos de um cavalo, que estava ferido e foi abandonado numa área de mato no bairro Parque Oasis em Caxias do Sul, na Serra. Nesta segunda-feira, faz pouco mais de um ano que o animal foi encontrado. Ele sobreviveu, foi adotado por um casal e ganhou uma prótese em uma das patas.

Assim que localizaram o animal, BM e ONG procuraram ajuda veterinária, porque o cavalo apresentava baixo peso, estava tomado de “bicheiras” e não conseguia nem levantar. O casal Vitor Boldrini e Adriana Castilhos Suzin, que passou pelo local, pediu para ficar com o animal e se comprometeu a providenciar o socorro necessário.

O cavalo ganhou o nome de Campeão e foi levado até a Cabanha Del Fuego, em Monte Bérico, onde passou a ser cuidado e medicado 24 horas por dia. Ele foi tratado pela bióloga Renata Onzi e pelo marido Mauricio Lazzari, que se uniram à causa e se revezavam para salvar o animal, com aplicação de soro, vacinas, curativos e até mesmo transfusão de sangue.

Apesar de toda a dedicação, uma ostemielite tomou conta de uma das patas e, um mês depois de encontradro, o animal passou por uma amputação. Inconformados com o destino do cavalo da raça crioula, com procedência registrada e nominado “Baião da Bandeira 198” de uma cabanha de Jaguarão, amigos do casal uniram força, fizeram rifa para angariar dinheiro e conseguiram colocar uma prótese no Campeão.

Passado pouco mais de um ano de sua localização, com gastos que se aproximam de R$ 15 mil, o equino recuperou o peso e caminha normalmente com ajuda da prótese, que já teve que ser trocada quatro vezes para se adaptar ao tamanho do cavalo, que ainda continua crescendo.

Este é primeiro caso de adaptação de pata mecânica que se tem registro de um equino no Rio Grande do Sul, e segundo caso no Brasil, o protético de prótese humana, fez o projeto em caráter experimental, comovido com a trajetória de amor, cuidado e sofrimento dispensado pelos amigos. “É importante a divulgação, para conseguirmos novas informações e experiências que possibilitem o desenvolvimento de recursos adequados para a melhor qualidade de vida do Campeão”, disse a bióloga Renata.

O homem suspeito do crime foi identificado e respondeu a um processo criminal, mas teve a pena convertida em multa.

Fonte: Correio do Povo

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ONG resgata elefante aprisionado por 50 anos e animal chora

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Sabia que elefantes podem chorar? O paquiderme Raju derramou lágrimas ao ser resgatado na última sexta-feira por uma organização não governamental, depois de 50 anos aprisionado, na Índia. O animal vivia acorrentado pelas patas e era usado pelo tutor para pedir dinheiro. A ONG britânica Wildlife SOS fez uma operação conjunta com a polícia local para libertar o bicho durante a madrugada.

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Foram 10 veterinários, 20 guardas florestais e seis policiais envolvidos no resgate do elefante. “A equipe ficou completamente abismada de ver as lágrimas rolarem durante o resgate. Foi absurdamente emocionante para todos nós. Nós sentimos que ele percebeu que seria liberado”, contou a porta-voz da ONG, Pooja Binepal, em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. “Elefantes não são só imponentes, mas também muito inteligentes, que já mostraram ter sentimentos de luto. Só podemos imaginar o que meio século de tortura fez com ele”.

Segundo o relato de Pooja, o elefante nunca tinha vivido afastado das correntes. A Wildlife SOS soube da existência de Raju exatamente um ano antes de conseguir liberá-lo. Eles buscaram confiscar o animal por vias judiciais. O processo foi atrasado porque o dono do elefante não tinha nenhuma documentação de posse do animal. “O Raju deve ter sido capturado quando era filhote e foi vendido de mão em mão. Nós acreditamos que ele tenha tido incríveis 27 donos”, explicou.

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“Quando o localizamos, em julho de 2013, suas condições eram patéticas. Ele não tinha abrigo à noite e era usado para pedir dinheiro para turistas. Ele não era alimentado adequadamente, então os turistas lhe davam doces. Devido ao seu estado de fome e exaustão, ele começou a comer as embalagens de papel e plástico.

Assim que eles receberam a autorização judicial, a equipe fez a operação de resgate. O elefante estava muito ferido, sobretudo na região das patas que ficava acorrentada e está cheia de abcessos. “Será um processo longo de reabilitação, queremos ensiná-lo que os humanos não são símbolos só de dor e brutalidade, mas vai demorar. Quando estiver pronto, vai começar a conviver com outros dois elefantes, Rajesh e Bhola, que também sofreram uma crueldade indescritível”, explicou.

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Fonte: Extra

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Prefeitura de Santos (SP) inaugura Centro de Adoção Animal nesta segunda-feira

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Após dois anos de obras e investimentos de R$ 575.507,79, a Prefeitura de Santos inaugura nesta segunda-feira um Centro de Adoção Animal, que ficará instalado na Av. Francisco Manoel, s/nº, próximo à Santa Casa. O local irá substituir a atual sede da Codevida, que fica na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 375.

O novo espaço, o primeiro do País a cumprir as normas internacionais de bem estar animal, possui baias com solário e cinco áreas de soltura com piso de terra, além de sala de banho e tosa. O foco principal é o controle populacional, disse a administração municipal. O Centro abrigará todos os serviços da Codevida até a conclusão da reforma na antiga sede, que será transformada em uma Unidade Básica de Saúde Animal.

Entre os serviços realizados pela Codevida estão atendimento clínico aos animais, como castração, vacinação, abrigo e doação de cães e gatos abandonados. Por mês, são feitas, em média, 700 consultas, 300 castrações e 80 cirurgias emergenciais e programadas. Em 2013, foram 13 mil atendimentos, dos quais cinco mil cirurgias. Atualmente, estão à disposição para adoção 120 gatos e 90 cães

A preocupação da Prefeitura com a saúde dos animais está relacionada ao número cada vez maior de pessoas com cães e gatos em casa. Estatísticas apontam, por exemplo, que o Brasil é o segundo País do Mundo em animais de estimação. Ao todo, são 101 milhões. Segundo a Secretaria de Finanças, apenas em Santos, existem 117 estabelecimentos comerciais de petshop. Em 2012, o mercado pet brasileiro faturou R$ 14,2 bilhões, segundo a Abinpet.

Fonte: A Tribuna