Prefeito Marquinhos Trad (PSD) falou sobre o tema durante agenda pública (Foto: Kleber Clajus)

UPA veterinária em Campo Grande (MS) precisa de recursos estaduais e federais para funcionar

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) explicou que para a UPA-VET (Unidade de Pronto Atendimento Veterinário) funcionar em sua plenitude, precisa de parcerias com recursos estaduais e federais, para desempenhar todas as funções previstas em lei.

A estrutura foi instalada como um anexo do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), inaugurada no dia 02 de março. No local está se fazendo a castração de cães e gastos, mas para expandir os demais atendimentos e atividades previstas, precisa de aporte financeiro.

“Só precisa chegar o dinheiro e não usar as causas da saúde para se fazer palanque. O prefeito (Marquinhos Trad) já demonstrou boa vontade em tocar o projeto, o que atrapalha é a questão financeira”, disse o vereador Chiquinho Telles (PSD), autor da lei e líder do prefeito na Câmara Municipal.

Polêmica – Na sessão de ontem (10), o vereador Francisco Gonçalves (PSB) questionou a demora para que a estrutura funcionasse na prática, e ainda criticou que a unidade estava sendo utilizada como “palco político”.

O prefeito fez questão de rebater a afirmação. “Esta posição é apenas opinião daqueles que com certeza vão disputar a eleição, mas o eleitor é sábio para diferenciar os que falam e os que realmente fazem”.

Projeto – A UPA-VET foi criada com o objetivo atender cães, gatos, cavalos, asnos e burros, na prestação dos primeiros socorros, além de atendimento de urgência e emergência. Também consta no projeto de lei aprovado, serviços como consultas, medicações e cirurgias.

A intenção era formar parcerias com universidades, que ajudarão, por exemplo, na realização de exames complementares necessários para um atendimento de excelência dos animais de estimação.

Os estabelecimentos veterinários também poderiam se cadastrar voluntariamente, oferecendo desconto aos tutores para prestar a continuidade do tratamento do animal, caso haja necessidade, ou na compra de medicamentos.

Por Leonardo Rocha e Kleber Clajus

Fonte: Campo Grande News

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