Foto: Care2/CNN

American Airlines recusa o embarque de homem e cão fugitivos do Irma devido a regulamentos injustos. Vamos mudar isso

Quando o furacão Irma tornou-se um perigo imediato para os moradores da Flórida, Matt Varga começou os preparativos para ele e sua cadela, Meeka, deixarem o estado. Entretanto, os planos para deixar a Flórida em segurança fracassaram, pois, apesar do desastre natural, não foi permitido que Meeka embarcasse no avião sem uma caixa de transporte.

Após fazer as reservas para um voo da American Airlines, Varga procurou em lojas de animais uma caixa de transporte adequada para Meeka viajar que estivesse de acordo com os regulamentos federais. Infelizmente, após procurar em dez lojas, sua busca provou-se infrutífera. Sem tempo a perder, Varga decidiu arriscar e foi ao aeroporto junto de Meeka assim mesmo. Mas logo descobriu que a American Airlines não estava disposta a abrir uma exceção aos regulamentos sobre a caixa transportadora, apesar do furacão que se aproximava. No final, Varga e Meeka voltaram para casa, na esperança de que tudo corresse bem.

Quando as vidas dos animais estão em jogo, companhias aéreas, hotéis e outros negócios semelhantes costumam abrir exceções a esse tipo de política rígida em momentos de emergência, como desastres naturais. Uma petição no site Care2 sobre o caso de Varga e Meeka aponta para esse fato, e sugere que essa também seja uma situação em que as companhias aéreas deveriam tomar tal atitude, em vez de dar ao homem a pseudo-opção de abandonar sua cadela ou simplesmente voltar para casa e enfrentar o furacão.

Já que Meeka é uma cadela de pequeno porte e poderia ficar sentada no colo de seu tutor, o risco de permitir que ela embarcasse sob a cuidadosa supervisão de Varga era provavelmente bem menor que o risco de os dois voltarem para casa e permanecerem na zona de perigo. “Ao aderir rigorosamente a políticas genéricas, a American Airlines colocou as vidas de Matt Varga e Meeka em grave perigo”, declara a petição.

O cumprimento inabalável de políticas criadas para circunstâncias “normais” durante um momento de emergência pode provar-se não apenas precário, mas também fatal. Clique aqui para assinar a petição para que a American Airlines emita um pedido de desculpas e reconsidere a adesão a procedimentos estritos em futuras emergências.

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Por Aleksandra Pajda  / Tradução de Camila Uemura

Fonte: One Green Planet

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