Após aparição de peixe-boi em SE, Fundação Mamíferos Aquáticos orienta o que fazer ao avistar animal

Após aparição de peixe-boi em SE, Fundação Mamíferos Aquáticos orienta o que fazer ao avistar animal
Peixe-boi no litoral de Sergipe — Foto: Fundação Mamíferos Aquáticos

Com a chegada do verão e do período de férias, cresce o movimento de pessoas nas praias e nos rios do estado de Sergipe. Para evitar que essa movimentação tenha impacto no meio ambiente, a Fundação Mamíferos Aquáticos, com sede em Aracaju, emitiu um alerta para orientar banhistas sobre como devem proceder ao avistarem um peixe-boi. Nesta terça-feira (15) um deles foi avistado por moradores da Atalaia Nova, no município da Barra dos Coqueiros.

O litoral do estado é frequentado por três peixes-boi que foram reintroduzidos na natureza. Um já é um velho conhecido dos sergipanos, o peixe-boi-marinho ‘Astro’ que vive entre o litoral sul de Sergipe e norte da Bahia há mais de 20 anos. Os outros dois são ‘Tinga’ e ‘Tupã’.

Segundo os especialistas, moradores, turistas, banhistas, pescadores não devem tocar, alimentar e nem fornecer bebida aos animais.

Caso alguém encontre um peixe-boi-marinho, o melhor a fazer é manter distância, respeitando a área de uso do animal, e apenas admirá-lo de longe.

Para os condutores de embarcações motorizadas, a orientação é que antes de acionar o motor, olhem ao redor e verifiquem se tem peixe-boi marinho próximo. A hélice em movimento pode machucar e matar o animal. Se estiver navegando e avistar o animal nas proximidades, a orientação é reduzir velocidade ou desligar o motor para evitar colisões e atropelamentos.

Serviço

Se o peixe-boi estiver em perigo, machucado ou encalhado, entre em contato com o Projeto Viva o Peixe-Boi-Marinho pelos telefones: (83) 99961-1338/ 99961- 1352 (WhatsApp) / (79) 99130-0016.

Fonte: G1

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.