Balanço do Gremar aponta 350 animais resgatados com vida em 2016 na região da Baixada Santista

Balanço do Gremar aponta 350 animais resgatados com vida em 2016 na região da Baixada Santista
Maioria dos animais encontrados mortos são Tartarugas (Divulgação/Gremar)

No último ano foram resgatados 1.657 animais na região da Baixada Santista. Desses, 350 conseguiram sobreviver graças a atuação de profissionais do Instituto Gremar, que atua junto ao Plano de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), projeto coordenado pela Univali, a partir de iniciativa da Petrobras.

Foram salvos 12 mamíferos, 188 aves e 150 quelônios (tartarugas). Os outros 1.307 animais foram localizados já mortos, sendo 688 quelônios, 579 aves e 120 mamíferos.

As carcaças (dos animais mortos) são alvo de estudo do instituto, que trabalha com equipes multidisciplinares no monitoramento ambiental e reabilitação de animais vitimizados, além de realizar também cursos de capacitação profissional, atividades de educação ambiental e realizar atendimento a emergências ambientais com fauna.

Organização não governamental pioneira, a entidade já atuou em mais de três mil ocorrências nos últimos 12 anos.

Projeto

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama. Tem como objetivo avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos.

Na primeira fase do projeto, a Petrobras firmou contrato com a Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que faz o monitoramento de aproximadamente 800 km de praias entre Laguna (SC) e Ubatuba (SP), coordenando doze entidades, entre elas o Gremar.

Fonte: A Tribuna 

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