Cadela sofre parada cardíaca 24h após ser abandonada e ficar imóvel em SP

Cadela sofre parada cardíaca 24h após ser abandonada e ficar imóvel em SP
Cadela está internada após sofrer uma parada cardíaca, menos de 24h após ter sido abandonada em Praia Grande (SP) — Foto: Praia Grande Mil Grau e Reprodução/Redes Sociais

Uma cadela sofreu uma parada cardíaca menos de 24 horas após ter sido abandonada em uma rua do bairro Caieiras, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo apurado pelo g1 nesta quinta-feira (8), o animal está internado com suspeita de parvovirose canina, uma doença contagiosa que afeta as células do intestino e provoca quadros severos de vômitos e diarreia.

VÍDEO: Cachorra fica imóvel após ser supostamente abandonada por homem que estava em carro

Uma câmera de monitoramento flagrou o momento em que a cachorra foi abandonada e ficou imóvel no meio da Rua Joaquim Bueno. Nas imagens, é possível ver um homem descendo do carro pelo banco do passageiro, abrindo a porta traseira e deixando a cadela no meio da via, fugindo do local em seguida (veja o vídeo acima).

Horas após ter sido abandonada, ela foi resgatada pelo protetor de animais e vereador Cadu Barbosa (PTB), que a deixou no gabinete dele. O parlamentar contou ao g1 que cuidaria do animal até que fosse possível colocá-lo para a adoção.

Na última terça-feira (6), ao chegar ao gabinete ele notou que a cadela havia evacuado muito sangue. Ele já tinha ido ao local buscá-la para levar ao veterinário e seguiu com o plano. Momentos depois, o animal sofreu uma parada cardíaca.

De acordo com o protetor, a cadela foi internada e está em “situação delicada”. Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado com o intuito de identificar e punir os responsáveis pelo abandono.

“[A cadela] está triste demais. Você sente no olhar dela. Depois [vamos] castrar e tentar arrumar uma família para dar amor para ela. É isso o que a gente pretende fazer” , explicou Barbosa à reportagem quando fez o resgate.

O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) e com a Prefeitura de Praia Grande, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Fonte: G1