Cães esfaqueados no litoral de SP são resgatados por ONG

Cães esfaqueados no litoral de SP são resgatados por ONG

Três cachorros foram vítimas de maus-tratos ao serem esfaqueados em Mongaguá. Um desconhecido teria cometido o crime, e ele segue sendo procurado. Os cães foram resgatados com vida, e encaminhados para a ONG Patinhas que Brilham, em Santos.

A coordenadora da organização, Ângela Bandeira, contou para o THMais como foi a chegada da denúncia, o resgate e o estado de saúde dos animais. Ela ficou espantada com tamanha crueldade do crime ocorrido no último dia 27 de agosto.

“A denúncia chegou por meio do WhatsApp, uma mulher, que é defensora de animais de Mongaguá e que ajuda de maneira voluntária. Fazemos o tratamento com os animais lá na cidade, mas em um certo momento, quando um cão foi se alimentar, a mulher viu o corte profundo e ele estava sangrando. Imediatamente ela pediu socorro e pedi para que trouxesse o animal até aqui”.

“Só que duas horas depois, a mulher chamou a ONG, mas por conta de outros dois cães que estavam feridos. A indignação foi tão grande que pedimos que ela trouxesse imediatamente aos animais. Queria tirar a dor deles, já que sentiam demais. A profundidade do corte foi tão grande que suspeito que houve o uso de um facão ou machadinho. Isto deixou a gente muito triste ao saber o porque tanta maldade assim dos cães. Eles são amorosos e não faziam mal a ninguém. Quem faz isso com cães, faz com qualquer pessoa.”

Além dos três animais feridos, Ângela relatou que um quarto animal também ficou ferido, mas não houve o resgate da ONG, porque um tutor que tinha condições, levou o cachorro para ser tratado em Mongaguá.

Os cachorros foram levados ao local pela autônoma Natália Ágata, de 27 anos. Ela que atua como voluntária da ONG em defesa dos animais.

O caso foi registrado na Delegacia de Mongaguá, após registro de boletim de ocorrência. A ONG acredita que mais animais também podem ter sido vítimas de maus tratos. Os animais receberam atendimentos médicos e dois deles passaram por castração. A cadelinha precisou de um tratamento específico.

Por Leonardo de Jesus Francisco

Fonte: th+

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