Canil Municipal inicia projeto piloto de castração química de cães em Chapadão do Sul, MS

Canil Municipal inicia projeto piloto de castração química de cães em Chapadão do Sul, MS

A Prefeitura de Chapadão do Sul, através da Secretaria de Saúde, preocupada com o problema dos cães soltos na rua em nossa cidade, realizará um projeto piloto de castrações dos animais.

Conforme explicou o veterinário responsável técnico pelo canil municipal, Luiz Fernando Torres, “primeiramente, vamos começar com a castração química dos cães machos do canil e futuramente será aberto um cadastro para as pessoas que queiram fazer esse procedimento. A segunda etapa do projeto será a castração das femeas, com o apoio da ONG Arca de Noé”.

Nos dias 09 e 10 deste mês, Luiz Fernando Torres participou de capacitação no centro de Controle Zoonoses da Cidade de Americana (SP), que já vem fazendo a castração química com o produto infertile e também usando a identificação eletrônica (microchip), desde de 2009.

Houve a troca de informação com a Dra. Aneli, responsável técnica pelo CCZ de Americana, sobre as ações e procedimentos que são feitos na cidade e sobre a castração química nos animais. Com o Dr. Ricardo Lucas, responsável técnico pelo produto infertile, o médico veterinário de Chapadão do Sul recebeu orientações sobre como usar e aplicar o produto de maneira correta.

A Castração química é um procedimento não invasivo, com uso de um produto químico aplicado diretamente no testículo, provocando uma lesão testicular, causando infertilidade. Desenvolvido para tornar o controle populacional de cães mais prático e econômico.

Este projeto piloto vai de encontro ao projeto de Lei de Identificação Eletrônica dos Animais (microchip) e ao projeto Manejo e Controle dos Animais Abandonados em Chapadão do Sul, que já foram encaminhados para Câmara Municipal.

Fonte: Cassilândia Jornal 

Nota do Olhar Animal: A castração química de cães surgiu há alguns anos em meio à polêmica. Segundo os críticos, não havia estudos suficientes sobre a dor causada pelo método. O defensores, por outro lado, alegavam que os animais não sentiam mais dor do que um animal castrado cirurgicamente. 

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