Capivara ferida busca refúgio em estacionamento de supermercado de Campo Grande, MS

Capivara ferida busca refúgio em estacionamento de supermercado de Campo Grande, MS

Funcionários de um supermercado na avenida Coronel Antonino, na região norte de Campo Grande, tiveram uma surpresa ao chegar para trabalhar na manhã desta quarta-feira. Uma capivara passeava no estacionamento da loja.

Segundo a operadora de loja, Valéria Caroline Vasconcelo Rodrigues, aparentemente o animal está ferido. Tem marcas na cabeça e na pata traseira e permaneceu inquieto durante toda a manhã. “Primeiro ela estava na saída do estacionamento, depois andou um pouco e foi para outro ponto e agora está próxima a entrada”.

Valéria diz que para fazer o resgate do animal foram acionados vários órgãos de segurança, como a Polícia Militar Ambiental (PMA) e o Corpo de Bombeiros. “A preocupação é porque ela está ferida e no sol”, diz a operadora, que nos dois anos em que trabalha na loja não se lembra de um episódio similar.

Veja mais imagens da capivara no estacionamento no vídeo abaixo:

Capivara ferida busca refúgio em estacionamento de supermercado de Campo Grande
G1 MS

O resgate demorou e acabou ocorrendo somente no fim da manhã, por volta das 11h30. Segundo a PMA, uma das equipes que estava fora da cidade, resgatando filhotes de papagaio que caíram do ninho, foi deslocada para capturar a capivara e encaminhá-la ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS).

Devido ao grande número de parques, áreas verdes e cursos de água, a presença de capivaras é comum em vários locais de Campo Grande. Em janeiro deste ano, por exemplo, uma família foi vista passeando por corredores do Hospital Universitário (HU).

Na época, o biólogo Milton Longo explicou que, apesar de frequente e até servir de atrativo para moradores e turistas, a presença desses animais em ambientes cercados de pessoas, pode provocar danos à saúde humana.

“O principal risco que isso pode acontecer é o fato delas possuem bastante carrapatos e eles, por sua vez, podem estar infectados por uma bactéria chamada Rickettsia rickettsii que é a responsável pela transmissão da febre maculosa”, alertou Longo.

Já o biólogo José Sabino destacou na época que na cidade os animais estão acostumados a viver em ambientes urbanos, e, consequentemente, no meio de pessoas.

“Esses animais são roedores de grande porte. Têm uma inteligência bastante razoável e são curiosos. Então, essa é a razão pela qual eles podem entrar em ambientes que às vezes a gente nem espera”, afirmou Sabino.

Capivara ferida busca refúgio em estacionamento de supermercado de Campo Grande
O resgate demorou e acabou ocorrendo somente no fim da manhã, por volta das 11h30. Segundo a PMA, uma das equipes que estava fora da cidade, resgatando filhotes de papagaio que caíram do ninho, foi deslocada para capturar a capivara e encaminhá-la ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS).

Devido ao grande número de parques, áreas verdes e cursos de água, a presença de capivaras é comum em vários locais de Campo Grande. Em janeiro deste ano, por exemplo, uma família foi vista passeando por corredores do Hospital Universitário (HU).

Na época, o biólogo Milton Longo explicou que, apesar de frequente e até servir de atrativo para moradores e turistas, a presença desses animais em ambientes cercados de pessoas, pode provocar danos à saúde humana.

“O principal risco que isso pode acontecer é o fato delas possuem bastante carrapatos e eles, por sua vez, podem estar infectados por uma bactéria chamada Rickettsia rickettsii que é a responsável pela transmissão da febre maculosa”, alertou Longo.

Já o biólogo José Sabino destacou na época que na cidade os animais estão acostumados a viver em ambientes urbanos, e, consequentemente, no meio de pessoas.

“Esses animais são roedores de grande porte. Têm uma inteligência bastante razoável e são curiosos. Então, essa é a razão pela qual eles podem entrar em ambientes que às vezes a gente nem espera”, afirmou Sabino.

Por Anderson Viegas

Fonte: G1

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