Cinco das seis espécies mais traficadas no mundo existem em Angola

Cinco das seis espécies mais traficadas no mundo existem em Angola

Cinco das seis espécies animais mais traficadas mundialmente existem em Angola, revela um documento do Ministério do Ambiente, a que a Angop teve hoje (quinta-feira) acesso.

De acordo com um documento, elaborado no âmbito das celebrações do 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, trata-se do elefante, rinoceronte, pangolin, tartaruga marinha e grandes símios.

No quadro desta situação, acrescenta o documento, o Ministério do Ambiente busca preservar a fauna e a flora selvagem, com a protecção de espécies ameaçadas de extinção como a palanca negra gigante, assim como combate ao comércio ilegal de marfim de elefantes e rinocerontes.

No quadro dos compromissos assumidos a nível internacional, Angola busca a descoberta de novas espécies traficadas, recuperação dos parques nacionais e reservas naturais e a potenciação do ecoturismo.

“Entendemos que a conservação da biodiversidade e protecção do ambiente é igualmente uma prioridade para a melhoria e preservação da qualidade de vida dos cidadãos”, refere o documento.

Entre vários desafios em execução e em carteira, já foi criado o Decreto Executivo que proíbe a venda de marfim e seus derivados em Angola, enquanto aguarda-se pela concretização da instalação de piquetes da Unidade de Crimes no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.

Angola possui 162 mil 642 quilómetros quadrados de áreas protegidas, 13 porcento do território nacional, um percentagem que poderá aumentar até 2020.

Estes 162 mil 642 quilómetros quadrados da superfície do território nacional estão cobertos por parques nacionais e regionais reservas naturais integrais e parciais, onde são encontradas várias espécies de animais e plantas.

Fonte: Portal Angop / mantida a grafia original

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