Conselho de Ética do MS investigará acadêmico que matou gata Vivi em Campo Grande

Conselho de Ética do MS investigará acadêmico que matou gata Vivi em Campo Grande

Estudante pode ser condenado a pagar multa ou mesmo ser preso

Por Kleber Clajus

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Além de processo criminal por maus-tratos, acadêmico de medicina de 24 anos terá que enfrentar o Conselho de Ética da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), depois de matar gata a tiros por “brincadeira”. O crime ocorreu na semana passada no Bairro Monte Carlo, em Campo Grande.

Em nota, a instituição pontuou que “embora o fato não tenha ocorrido nas dependências da Instituição, ou durante qualquer atividade acadêmica, a UEMS lamenta e repudia o episódio que envolveu um de seus estudantes”.

Conselho de Ética, bem como o departamento jurídico, devem investigar o caso e suas implicações com base na legislação interna da instituição.

O acadêmico justificou o crime, na segunda-feira (25), como uma “brincadeira”. Ele foi localizado por investigadores da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat), com ajuda de imagens da agressão ao animal atingido por tiro de pressão e chumbinho na barriga.

Pelos maus-tratos, há possibilidade de condenação ao pagamento de multa e reclusão de três meses a um ano.

Confira íntegra da nota de esclarecimento da instituição:

Na última sexta-feira (22) um acontecimento lamentável comoveu muitas pessoas em Mato Grosso do Sul: segundo informações veiculadas pela imprensa e já de conhecimento público, uma gata foi morta após ser atingida por um tiro de espingarda de pressão.

O autor do disparo é aluno da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e, embora o fato não tenha ocorrido nas dependências da Instituição, ou durante qualquer atividade acadêmica, a UEMS lamenta e repudia o episódio que envolveu um de seus estudantes.

O caso, que já tramita devidamente na justiça, também será analisado pelo Conselho de Ética da Universidade, juntamente com o departamento jurídico. Os setores responsáveis analisarão o caso com base nas legislações internas da instituição.

A Universidade também se coloca à inteira disposição da justiça para auxiliar, no que lhe couber, no esclarecimento deste ou de qualquer outro incidente que envolva um de seus alunos ou servidores.

Fonte: Correio do Estado

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