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Denúncia de cavalo com trancas em Monte Aloia, na Espanha

A Associação Libera reclama por mais meios técnicos e humanos para os agentes ambientais poderem reforçar as atividades de vigilância.

Por Gabino Porto / Tradução de Nelson Paim

A Associação de protetores de animais Libera e a Foundation Franz Weber (FFW) receberam a notícia através de seu link de denúncias na internet de um cavalo com trancas (mecanismo de madeira que impede seu livre movimento) em Monte Aloia de Tui, Espanha.

Segundo explicaram, “apesar de ser uma conduta constitutiva de delito seguem aparecendo equinos imobilizados nos montes galegos”. A organização explicou que além do link de denúncia que a Associação Animalista Libera e a FFW criaram há três anos há o site www.senpexas.info para identificar a situação de cavalos com trancas e outros artefatos de crueldade em suas patas. A página recebeu neste domingo (8) um novo aviso em Monte Alia convertendo-se no caso de número 150 que tem sido documentado pelos protetores dos animais.

A imagem de um cavalo com um objeto de imobilização em uma das patas dianteiras é uma imagem, todavia, muito comum em diferentes montes da comunidade, como o que se localiza no município de Tui, “e supõe-se um novo fracasso nas políticas de prevenção aos maus-tratos da própria junta da Galícia”, segundo denunciam estas organizações.

Neste sentido, os grupos protetores de animais têm reclamado mais meios técnicos e humanos para que um grupo de funcionários, os agente do meio ambiente, possam reforçar as atividades de vigilância nestes espaços verdes, contribuindo para dissuadir a colocação das conhecidas popularmente como “pexas” ou “trancas” e localizando aqueles equinos que, no entanto, ainda carregam estes elementos de tortura.

A organização também indica que a colocação de qualquer elemento que imobilize os cavalos e lhes cause dor física ou emocional pode ser uma conduta constitutiva de delito de maus-tratos, com penas de até um ano de prisão e inabilitações especiais para o exercício de profissão, comércio ou guarda de animais por no máximo de 36 meses.

Fonte: Faro de Vigo

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