Dez caçadores condenados em cinco anos

Dez caçadores condenados em cinco anos

Dez caçadores furtivos foram condenados por abate indiscriminado de animais selvagens nos últimos cinco anos, revelou hoje (sábado), em Luanda, o director nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação do Ministério do Ambiente de Angola, Joaquim Manuel.

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Em declarações à Angop a propósito do abate de uma palanca a 35 quilómetros do parque nacional de Cangandala (Malanje), o responsável referiu que estes caçadores foram detidos nos parques nacionais de Cangandala (Malanje), Bicuar (Huila), Mavinga e Luiana (Kuando Kubango).

“Vamos continuar a trabalhar com os nossos parceiros, entre eles as Forças Armadas e a Polícia Nacional, para que a caça furtiva, sobretudo comercial junto dos parques e áreas de conservação nacional, seja mitigada”, disse.

Segundo Joaquim Manuel, o combate à caça furtiva deve ser actividade de toda a administração pública e não uma exclusividade do Ministério do Ambiente.

O director nacional admitiu que as estruturas do Ministério do Ambiente são novas e carecem de expansão pelo território nacional, como é o caso do Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), órgão criado para fazer frente a prática nocivas ao ambiente.

“Enquanto isso não acontece, as direcções provinciais do Ambiente tem estado a trabalhar no seu programa de luta contra a caça furtiva, através das suas secções municipais e comunais.

Fonte: Portal Angop (Angola) / mantida a grafia original

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