Em vídeo, funcionária afirma que tratamento não é a política do CCZ

Em vídeo, funcionária afirma que tratamento não é a política do CCZ

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Os vídeos mostram a confusão que se formou no local, onde a jovem Aline Felix, de 24 anos, acompanhada do marido, foi agredida e ameaçada para que as informações não fossem divulgadas.

Os vídeos cedidos ao Top Mídia News mostram uma funcionária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) afirmando, na tarde deste domingo (7), que o local não possui espaço para abrigar ou tratar cães com leishmaniose. As imagens mostram a confusão que se formou quando a jovem Aline Felix, de 24 anos, acompanhada do marido, foi agredida e ameaçada para que as informações não fossem divulgadas. Ela acusa a entidade de ter sacrificado um cão poucas horas depois do recolhimento, não havendo tempo para realização de exame que comprovasse a contaminação.

O que deixou os portetores mais indignados é que a mulher afirma que o órgão é apenas para a “eliminação” de qualquer animal que vá para lá. “O CCZ quer se apoiar na lei de que eles podem sacrificar pois é positivo para a doença, mas no vídeo está claro que eles Mandam para eutanásia todos que estão doentes independente da doença”, afirma Katiana Macedo, testemunha do ocorrido.

O caso

A jovem foi ao local vacinar seus dois cachorros e aproveitou para perguntar de um cão que havia sido “resgatado” pelo Centro no dia anterior, no Bairro Pioneira, sem a presença dos agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista (Decat), já que o animal sofria maus-tratos.

Quando as funcionárias perceberam que a conversa estava sendo gravada, tentaram retirar os celulares para apagar as gravações. No segundo vídeo, a veterinária ordena que os portões sejam fechados até que todas as imagens fossem apagadas.

No momento em que o caso foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do bairro Piratininga, a nossa reportagem tentou ouvir a posição dos funcionários envolvidos, mas eles preferiram não se pronunciar. Até o fechamento desta matéria, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Campo Grande não havia se posicionado sobre o caso.

Fonte: Topmídia News 

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