Estudante de biologia é preso suspeito de manter 11 cobras exóticas em apartamento de Valparaíso de Goiás

Estudante de biologia é preso suspeito de manter 11 cobras exóticas em apartamento de Valparaíso de Goiás
Cobras exóticas são apreendidas em apartamento de estudante de biologia, em Valparaíso, Goiás. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um estudante de biologia, que não teve a identidade divulgada, foi preso, na manhã desta quarta-feira (13), suspeito de manter 11 cobras exóticas dentro do apartamento onde mora, em Valparaíso de Goiás, cidade goiana no entorno do Distrito Federal. Segundo a delegada Samya Noleto, o homem disse que mantinha as serpentes em casa por hobby.

Como o nome do suspeito não foi divulgado pela autoridade policial, o G1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última publicação desta reportagem.

De acordo com a delegada, agentes da Secretaria do Meio Ambiente de Valparaíso solicitaram apoio por parte da corporação depois que receberam uma denúncia de que várias cobras estavam sendo criadas no local de forma irregular.

Cobra exótica é apreendida dentro de apartamento de estudante de biologia em Valparaíso, Goiás. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

“O detido confessou a autoria. Ele disse que criava porque gosta de animais exóticos. Como ele não comprovou a procedência e autorização para manutenção dos animais, foi conduzido para delegacia para lavratura do procedimento cabível”, disse.

Ainda segundo a delegada, o estudante assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado. De acordo com a investigadora, ele deve responder, em liberdade, por crime ambiental. Se condenado pode pegar até quatro anos de prisão.

Já as cobras foram encaminhadas para a Secretaria do Meio Ambiente do município, que ficará responsável pelos animais.

De acordo com o biólogo Edson Abrão, que analisou as imagens divulgadas pela Polícia Civil, as cobras apreendidas são exóticas e não peçonhentas, ou seja, não possuem veneno.

Cobras exóticas são apreendidas dentro de apartamento de estudante em Valparaíso, Goiás. — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Por Millena Barbosa

Fonte: G1

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