EUA: Estudantes da Universidade de Washington protestam contra o trauma das dissecações animais

EUA: Estudantes da Universidade de Washington protestam contra o trauma das dissecações animais

Por Jessica Chasmar / Tradução Alice Wehrle Gomide

EUA Washington estudantes protestam1

Um grupo de estudantes da Universidade George Washington, nos EUA, juntou mais de 21.000 assinaturas em uma petição exigindo que a universidade permita que estudantes optem por não realizar dissecações em animais devido às suas “convicções pessoais”.

A petição do Care2 pede que estudantes que não estejam buscando uma formação em biologia tenham a opção de usar “alternativas humanas como programas virtuais de laboratório, e nunca serem penalizados por optarem por essas alternativas”.

A petição foi criada pelo GW Animal Advocates, um grupo ativista dos direitos dos animais do campus, que possui o objetivo de disseminar conscientização sobre bem-estar animal e os esforços de proteção animal, reportou o jornal da faculdade.

“Nós, os assinantes, reconhecemos que os estudantes nunca devem ser forçados a participar de algo que vai contra suas crenças”, a petição diz. “O estresse adicional causado pela dissecação obrigatória é desnecessário e evitável. Traumatizar estudantes forçando-os a usar animais de ummodo que o estudante rejeite por qualquer razão é extremamente antiético e desonroso”.

“Com esta petição, nós estamos pedindo por uma norma de opção na George Washington University para os estudantes matriculados em qualquer e todos os cursos de biologia que possuem dissecação em seu curriculum”, continua. “Muitas alternativas para dissecações in vivo estão disponíveis, assim como um laboratório virtual que proverá uma educação comparativa dos pontos principais, assim como uma experiência aumentada, já que alguns programas têm a habilidade de mostrar processos contínuos, como um coração batendo – algo que as dissecações in vivo não conseguem prover para o estudante”.

Fonte: Washington Times

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.