Família recupera cadela sequestrada na porta de drogaria em Belo Horizonte, MG

Família recupera cadela sequestrada na porta de drogaria em Belo Horizonte, MG
Kika foi encontrada depois de ser vendida no Aglomerado da Serra (Foto: Reprodução Internet)

Tristeza, alívio e felicidade foram as sensações experimentadas pela engenheira civil Luciana Curi, de 47 anos, em apenas um dia. A sexta-feira começou triste, a partir do momento em que ela teve uma cadela sequestrada na Savassi. Mas o dia terminou bem quando o animal voltou para os braços da família, depois de ser vendido por uma usuária de drogas no Aglomerado da Serra, Centro-Sul de BH.

Tudo começou na manhã de ontem, quando Luciana amarrou a cadelinha Kika, da raça poodle, na grade de uma drogaria na esquina da Rua Cláudio Manoel com a Avenida do Contorno, no Bairro Funcionários, Centro-Sul de BH. Enquanto ela fazia compras, as câmeras do estabelecimento flagraram uma mulher que se aproxima e leva a cachorra, fugindo pela Cláudio Manoel antes de pegar a Rua Maranhão e em seguida a Avenida Getúlio Vargas, segundo testemunhas.

Muito abalada, Luciana divulgou o vídeo do crime, que se espalhou pelas redes sociais e não demorou para dar resultados. “Uma mulher viu uma pessoa vendendo um cachorro por R$ 50 no Aglomerado da Serra e desconfiou que pudesse ser o meu. Ela acabou descobrindo a pessoa que comprou e fez contato com ela”, afirma Luciana.

Kika foi encontrada depois de ser vendida no Aglomerado da Serra
(foto: Kika foi encontrada depois de ser vendida no Aglomerado da Serra)

Porém, a então nova tutora da cadelinha disse que devolveria apenas se recebesse mais dinheiro do que o tanto que desembolsou, o que foi combinado entre Luciana e a mulher que descobriu o sequestro. Luciana, então, acabou recebendo de volta o animal. “É uma sensação de alívio muito grande que nem sei explicar. A Kika é das minhas filhas e chegou lá em casa com dois meses. Hoje, ela está com 13 anos”, afirma Luciana.

Apesar da via crucis para conseguir de volta o animal de estimação, a engenheira disse que não pensa em repassar tudo que conseguiu para a polícia. “Eu fiz a ocorrência para que sejam tomadas as providências, mas não vou fazer mais nada. Recuperar a Kika está suficiente”, afirma.

Por Guilherme Paranaiba

Fonte: Estado de Minas 

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