AL BarroDuro fiscais animais mortos

Fiscais da Limpeza Urbana flagram animais mortos em lixeira de hospital veterinário

Operação vistoria clínicas, hospitais, pet shops, academias, farmácias e laboratórios da capital

Por Thiago Gomes e Larissa Bastos

Fiscais da Superintendência Municipal de Limpeza Urbana (Slum), da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) e da Vigilância Sanitária de Maceió flagraram, durante inspeção ocorrida na manhã desta terça-feira (24), irregularidades em um hospital veterinário, localizado no Barro Duro, em Maceió, e em outro seis estabelecimentos. Uma delas é ter encontrado animais mortos nas bambonas de lixo, sem o devido acondicionamento e com odor muito forte (em estado de decomposição).

A unidade de saúde era apenas o primeiro ponto da fiscalização, desencadeada com a finalidade de verificar as instalações sanitárias, de limpeza e de controle do meio ambiente de clínicas, hospitais veterinários, pet shops, academias, farmácias e laboratórios.

Além dos animais mortos encontrados dentro do lixo, o estabelecimento não tem contrato com uma empresa que recolha o resíduo comum, mantendo-o apenas para o lixo infectante. Na oportunidade, os fiscais explicaram que os estabelecimentos que geram mais de 400 litros de lixo por dia devem realizar o recolhimento por conta própria, não mais cabendo ao município fazê-lo.

“Encontramos várias irregularidades e, por isso, lavrados os autos de infração. Eles tinham dois animais mortos nas bambonas comuns, sem acondicionamento, e isso não pode acontecer. Os animais precisam ficar acondicionados até que seja feito o recolhimento”, disse o coordenador de fiscalização da Slum, Carlos Tavares.

Ele informou, ainda, que o documento de recolhimento do lixo infectante que o hospital apresentou era do dia 11, o que gerou uma das autuações

Farmácia

Já numa farmácia na mesma região, a fiscalização detectou irregularidade quanto ao recolhimento do lixo infectante. Segundo os fiscais, um funcionário da rede de farmácias está responsável por recolher este tipo de lixo em todas as unidades, levando-o para a central de resíduos porque a empresa tem contrato apenas com esta. Durante a fiscalização, os funcionários alegaram que não sabem o que é feito com o lixo em seguida.

“Autuamos a farmácia por isso, e ela também foi notificada. Agora, tem 48 horas para legalizar esta coleta e apresentar os documentos necessários à Slum”, explicou Carlos Tavares.

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Fonte: Gazeta Web

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