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Foi decretada pena máxima para americano que queimou uma cachorra até a morte

Foram dados cinco anos de prisão para o homem que adotou uma cachorra através das redes sociais e quando ela estava em sua posse a incinerou viva.

Tradução de Alice Wehrle Gomide

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Ironicamente, a cachorra da raça Pitbull que se chamava Lucky (Sortuda) e foi oferecida para adoção através do site Craiglist, uma rede social americana aberta, já esteve no meio de vários episódios de violência.

Arthur M. Vieira, quem adotou a cachorra em 2015 para depois atar suas patas e queimá-la até a morte, foi condenado por um tribunal do estado da Virgínia a uma pena de cinco anos de prisão, a máxima permitida pelas leis de casos de maus-tratos a animais.

“Não posso permitir que as emoções influenciem minha decisão, mas tampouco posso deixar de levar em conta o grau de maldade neste delito”, disse no dia 13 de janeiro o juiz Steven Frucci ao dar a sentença contra Vieira, de 27 anos de idade.

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A descoberta

“Não entra na minha cabeça o nível de ira que se deve ter para fazer algo assim”, acrescentou o magistrado, de acordo com uma notícia publicada na imprensa local.

Em maio de 2015, um grupo de bombeiros que foram controlar um incêndio florestal encontraram os restos carbonizados de Lucky, junto a uma corda, uma lata de fluído para isqueiros e uma focinheira. Um microchip recuperado dos restos permitiu chegar até Vieira, que nas suas primeiras declarações admitiu ter adotado o animal, mas logo disse que havia dado a cachorra à outra pessoa. Interrogado, não conseguiu manter essa versão e acabou confessando a autoria do ato brutal.

“Nem ao menos posso começar a compreender por que alguém faria algo assim. Não creio que nenhum de nós possa”, disse Meghan Conti, oficial da Divisão de Controle de Animais, em declarações ao jornal WVEC. “Se uma pessoa é capaz de pegar um animal vivo e torturá-lo dessa forma, o que mais é capaz de fazer?”, se perguntou.

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O condenado

Vieira se declarou culpado em novembro, e na audiência final do dia 13 de janeiro, se mostrou incapaz de explicar suas ações. “Só quero dizer que sinto muito. Não posso explicar o que fiz, estou muito envergonhado por ter feito isso”, disse na corte.

Fonte: Montevideo Portal

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