França arranca pelo a coelhos vivos para produção

França arranca pelo a coelhos vivos para produção

Uma filmagem secreta gravou o processo de produção de lã angorá num cativeiro.

Por Joana Lobão e Natacha Nunes

 O grupo de ativistas, One Voice, gravou as condições em que os coelhos de angorá são criados em cativeiro e o processo para obter a lã.

Ao contrário do que acontece no caso das ovelhas, a lã de angorá é mais cara se for arrancada em vez de cortada. Por esta razão os coelhos passam por um processo de raspagem que lhes arranca o pelo todo. Os animais, amarrados numa mesa, agonizam com a dor, até não terem um único pelo no corpo e serem, de novo, traçados numa gaiola.

A lã de angorá é bastante valiosa no mercado pela sua textura macia e mais quente do que a lã e a sua fibra mais fina.

Há três anos o grupo PETA, organização que luta pelos direitos dos animais, expôs a situação que se vivia nos cativeiros da China. A nova investigação pretende dar a conhecer o que se passa em França. Os ativistas testemunharam o abuso que os animais estão a sofrer, para fazer jus a um mercado requintado, e resolveram expor esta prática ao mundo para tentar acabar com esta prática.

Fonte: Correio da Manhã / mantida a grafia lusitana original

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.