Gato ‘Cupido’ passa uma semana com flecha na cabeça e sobrevive

Gato ‘Cupido’ passa uma semana com flecha na cabeça e sobrevive
A Flecha não comprometeu os órgãos vitais do gato. Foto: Mundo LR

Um gato sobreviveu ao ser acertado com uma flecha que penetrou sua cabeça e rondou pelas ruas cerca de uma semana até ser resgatado por tratadores de animais. O felino foi submetido a uma operação, na qual se tirou a flecha. O acontecimento passou em Virginia Ocidental (Estados Unidos).

Cupido foi encontrado com uma flecha de madeira em sua cabeça. Foto: Metro/AWLA
Cupido foi encontrado com uma flecha de madeira em sua cabeça. Foto: Metro/AWLA

O animal foi encontrado dia 14 de fevereiro por uma moça do condado de Hardy. Ela disse que gatinho tentou tirar a flecha de madeira incrustada na cabeça, a qual tinha em sua cabeça aproximadamente uma semana antes de ser encotrado, segundo disse Chelsea Jones, portavoz da Associação de Animal Welfare League of Arlington (AWLA), ao Jornal CNN dos Estados Unidos.

Um grupo de resgate ao animal levou o gato em urgência a uma clínica veterinária, onde deram medicamentos para dor, mas não puderam realizar a operação que necessitava. Foi assim que a organização contactou a AWLA, cujos membros ficaram surpresos ao ver um animal sendo tão carinhoso nas condições que se encontrava.

Cupido depois de sua operação. Foto: AWLA
Cupido depois de sua operação. Foto: AWLA

O felino foi transferido a uma sala de emergência e submetida a uma operação que durou duas horas, na qual retiraram a flecha e trataram das feridas.

Os médicos comprovaram que a flecha não comprometeram nenhum órgão vital, o gatinho foi chamado de Cupido, “em parte porque foi encontrado no Dia de São Valentim e também por ser incrivelmente doce e afetuoso que era, apesar de ter tanta dor e mal-estar”, contou Jones.

Flecha extraída do Cupido. Foto: AWLA
Flecha extraída do Cupido. Foto: AWLA

Agora, Cupido deve recuperar-se das infecções que provocou a ferida. Seus cuidadores trabalham pelo seu bem-estar. “Este pequeno é um lutador”, escreveu a Organização da Virginia (Estados Unidos) em sua página do Facebook.

Tradução de Maira Lavalhegas Hallack

Fonte: La República