Gatos são encontrados mortos no Centro Administrativo, em Teresina (PI), e polícia suspeita de envenenamento

Gatos são encontrados mortos no Centro Administrativo, em Teresina (PI), e polícia suspeita de envenenamento
Protetores de animais cuidam de animais abandonados no Centro Administrativo. Foto: Divulgação /Polícia Civil do Piauí

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a morte de pelo menos dez gatos nos últimos dois meses no Centro Administrativo, no centro de Teresina. A suspeita é que os animais tenham sido vítimas de envenenamento.

O delegado Emir Maia, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, explicou que os primeiros casos aconteceram em junho deste ano, quando uma vigilante do local encontrou dois gatos sem vida e comunicou à polícia.

“Duas pessoas nos relataram ainda que, durante a noite, ocorre o abandono de gatos no Centro Administrativo. A população desses animais tem crescido assustadoramente e, ao que parece, alguém começou a envenená-los”, disse o delegado.

Os gatos abandonados estão sob o cuidado de protetores de animais. Há, inclusive, um espaço no Centro Administrativo com alimentos para os bichos. A administração do Centro Administrativo informou ao G1 que são compradas rações periodicamente aos gatos, além de ser colocada água com frequência para eles. Leia a nota ao fim da reportagem.

A Polícia Civil requisitou imagens de câmera de segurança do local e está ouvindo testemunhas. A investigação está sendo feita para identificar tanto os responsáveis pelo envenenamento dos animais como pelos abandonos.

Confira a nota da administração:

A administração do Centro Administrativo informa que não está ciente da morte de gatos, nos últimos três meses, no Centro Administrativo. Mas vai aguardar o posicionamento e o inquérito da Polícia Civil. Administração também realiza a compra periódica de ração para os animais que circulam e moram pelo local. Abandonar ou maltratar animais é crime previsto pela Lei Federal nº 9.605/98. A colaboração e a consciência de todos é fundamental.

Por Laura Moura, G1 PI

Fonte: G1

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