Grávida suspeita de maus-tratos a animais passa por audiência de custódia e é liberada em Itapetininga, SP

Grávida suspeita de maus-tratos a animais passa por audiência de custódia e é liberada em Itapetininga, SP
Grávida de nove meses foi presa por maus-tratos a animais em Itapetininga — Foto: UIPA/Divulgação

A mulher presa em flagrante por maus-tratos a animais, em Itapetininga (SP), passou nesta quinta-feira (25) por audiência de custódia. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita, que está grávida de nove meses, foi ouvida e liberada.

O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (24), no bairro Gramado I, onde dois cachorros foram encontrados em condições precárias na sua residência da mulher.

De acordo com a União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), foram encontrados dois cães da raça pit bull com sinais de maus-tratos. Uma equipe da ONG foi ao local acompanhada de policiais militares após receber denúncias de moradores sobre os maus-tratos contra animais.

As equipes encontraram os cães sem ração e com um pote de água coberto de limbo. Eles também apresentavam ferimentos nas patas e nas cabeças.

Os animais foram resgatados e encaminhados para uma clínica veterinária, onde foram medicados.

Um laudo dos veterinários também constatou que o cão macho, com idade entre um e quatro anos, e uma fêmea, de cinco meses, estão abaixo do peso, com carrapatos e outras doenças.
 
Vídeo: Mulher é presa por suspeita de maus-tratos de animais em Itapetininga.

A cadela teve alta e foi encaminhada para o canil da UIPA. Já o macho ficará por mais tempo na clínica para a realização de outros exames.

De acordo com a UIPA, esta é a segunda prisão por maus-tratos de animais que acontece em Itapetininga. Em dezembro de 2020, um homem foi preso após ser visto arrastando um cachorro por uma corda, no centro da cidade.

Os pit bulls ficarão sob os cuidados da UIPA e foram rebatizados com os nomes de Zaya e Zeus. Assim que se recuperarem, estarão disponíveis para adoção.

Fonte: G1

Os comentários abaixo não expressam a opinião da ONG Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.