SP itu sagui 55288

História de superação: conheça “Kisha”, nova sagui do Projeto Mucky

Primata passa por tratamento para voltar a se mover.

Após ser resgatada por voluntários, a sagui-de-tufo-preto “Kisha” foi entregue ao Projeto Mucky no começo de abril. Mantida anteriormente como um pet, chegou a Itu demonstrando desnutrição e abatimento.

Com carinho e cuidados, aos poucos, a sagui adulta está se recuperando de um quadro severo de osteodistrofia (deformidades devido à má nutrição). “Quando chegou ao Mucky apenas o seu braço esquerdo se movimentava, ou seja, a macaquinha não conseguia sair do lugar. Além disso, apresentava uma estranha coloração alaranjada e tinha a pelagem falha e opaca”, lembra a equipe do Projeto.

Em um mês de intenso tratamento, medicamentos, florais, alimentação balanceada, suplementações vitamínicas e olhares bem atentos dos tratadores, a melhora de Kisha é notória e diariamente comemorada por todos. “Ela já esboça os primeiros passinhos, arrastando-se de um lado para o outro e escalando pequenos obstáculos colocados para estimular seu desenvolvimento motor”, conta a equipe. Em breve, Kisha poderá escolher um companheiro ou uma família para tornar os seus dias mais alegres e, quem sabe, ainda possa ganhar um padrinho ou madrinha para lhe ajudar.

O Projeto

O Projeto Mucky existe há 30 anos com o objetivo de reabilitar os primatas brasileiros que sofrem de maus tratos em função do tráfico de animais. É o principal programa voltado a saguis no Brasil.

O espaço está voltado principalmente para a qualidade de vida dos primatas. Portanto, ele não está aberto ao público. Mas é possível conhecer, com agendamento prévio, dentro de um contexto de aprendizagem e educação ambiental.

Para mais informações sobre o Projeto Mucky, agendamentos e colaborações, entre em contato com os responsáveis pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 4023-0143.

Leia mais: www.projetomucky.org.br

Fonte: Itu.com.br

Mais notícias

{module [427]}

{module [425]}

Os comentários abaixo não expressam a opinião do Olhar Animal e são de responsabilidade exclusiva dos respectivos autores.