Fotos: Divulgação

Homem continua estuprando cadelas em Siderópolis, SC

Um homem, de aproximadamente 65 anos de idade, conhecido em Siderópolis por “papa-cadelas”, continua cometendo o crime de zoofilia, abusando sexualmente de várias cadelas no município.

O relato foi feito por moradores que acionaram o Instituto de Defesa dos Direitos dos Animais de Siderópolis (Iddasi) que já haviam notado que nos últimos meses, aproximadamente seis cadelas comunitárias estavam sumindo.

Segundo o Instituto, o homem continua solto a procura de mais cadelas para abusar, muitas pessoas procuram o Iddasi para informar que o homem faz rondas em ruas que têm cadelas abandonadas.

Entenda o caso

De acordo com o Instituto, o primeiro caso constatado pelos voluntários do “Papa cadelas” foi em 31/05/2018 com a cadela de estimação da praça, a preta. Nesse período os voluntários notaram que ela sumia, ficava uns dias fora e voltava, e assim consecutivas vezes.

O Instituto foi chamado por vizinhos de um banco, no centro da cidade, pois notaram o homem entrando na sala de máquinas com a cadela. No local foi encontrado um colchão com a cadela amarrada em uma corda. O Iddasi acionou a Polícia Militar e fez o Boletim de Ocorrências, as câmeras da PM flagraram o homem no momento em que ele entrou na sala. Os voluntários entregaram todas as imagens para a Polícia Civil.

Em fevereiro de 2019 alguns voluntários começaram a desconfiar de uma cadela que o homem tinha de estimação. Uma das voluntárias constatou que ele entrava algumas vezes com a cadela em uma “casinha” em um cercado. Quando foi verificado o local, foi encontrado muito sangue no chão e a cadela estava em estado crítico, com sinais de abuso sexual. Os voluntários levaram a cadela para uma clínica veterinária que confirmou o estupro. A cadela não resistiu e morreu na clínica.

Os voluntários apelam pela ajuda da sociedade para que todos cuidem de cadelas em suas residências e das comunitárias. Os voluntários estão juntando todas as informações e provas para procurar o Ministério Público nos próximos dias, pois os casos não pararam ainda.

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Fonte: Siderópolis Notícias

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